Sussurros Infernais
2 Capítulo dois-Fogo
Notas iniciais
Eu e a Wolf desejamos uma boa leitura haha!
Abri os olhos rapidamente, quando a enfermeira com cara de bunda me puxou pelo braço carregando-me até a sala 609.
Cada vez que ela me olhava daquele modo, mais me dava vontade de socar a cara dela.
– Sua cara de virose de vaca me solta caramba — eu gritava desesperadamente. Queria sair daquele lugar, o medo já me percorria. Era a sala de terapia de Choque!
E ela me colocou na temida cadeira, ela abriu uma porta e acendeu as luzes e la existia uma alavanca. As luzes picaram em cima de nossas cabeças. Ela me acorrentou, ainda me permanecendo na cadeira velha. E os sussurros começam a ecoar pelas paredes frias e sujas da sala.
Comecei a me mexer descontroladamente. Os sussurros sempre foram insuportáveis, mas dessa vez eles estavam de parabéns. Nunca pude distinguir o que os vários sussurros gritavam em minha mente, mas parecia que eu finalmente havia ouvido algo.
'' Cuidado com o fogo!'' Um deles gritou, e agora minha cabeça girava pelas risadas. Então houve-se uma explosão, e a sala entrou em chamas.
Foi quando vi uma garotinha na porta. Seu vestido branco estava sujo de sangue, e em sua mão ela carregava um ursinho de pelucia. A criança sorria diabolicamente.
Então senti minha visão ficar escura, e apaguei.
–x-
Acordei com um brilho forte em meus olhos. Eu estava em uma igreja, onde novamente as pessoas vestiam trajes negros, e por esquisito que seja, elas me atravessavam quando andavam para o outro lado.
– Mas que merda é essa! — gritei, mas ninguém ouviu.
Será que eu estava morta? Eu havia virado um fantasma?
Quando ouve uma risada super estranha.
– Olá pietra. — uma voz dizia.
– Q-quem é você porra! — gritei
. — Você deve encontrar... encontre o mais rápido possível! — ouve-se um silencio e tudo se transformou em um brilho. Eu via estrelinhas.
Acordei com o som de chiados. Eu estava deitada em uma floresta escura, e em minha mão esquerda havia um cordão. Um pequeno passaro Azul pousou perto de mim, e deu um pequeno piado e voltou a voar. Mas aonde estava e como eu consegui chegar ali?!
De repente meus pés deslocam sozinhos, eles caminhavam perto de um lago, e eu caio em um precipício.
Acordo no chão do hospicio suando frio, vendo chamas de fogo ainda perto... Que ameasavam ir em meus cabelos. Tento me levantar, mas sinto uma enorme e filha da mãe de dor e novamente volto para o chão. Tento de novo e de novo até que finalmente consigo.
Caminho entre chamas, saio pela porta da sala 609, indo em direção, é claro, a porta de entrada. Onde estavam todos? Mortos? Que se fodem!
Acelerei o passo e quando finalmente avisto a saída, corro mais rápido ainda abrindo a porta desesperadamente e correndo por uma estrada deserta.
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