Sussurros Infernais

4 Capítulo- A floresta e o garoto


\"\"Fui seguindo o murmuro que parecia ficar cada vez mais alto (obvio sua retardada) ‘’cala a boca autoras’’

Fui seguindo devagar — pois o punto do meu joelho estava doendo pra burro — ate que vejo um garoto com uma aparecia diferente. Ele tinha perfeitos cabelos ruivos e lindo olhos verdes, alto e branco.

Ele possuía uma expressão séria no rosto.

Logo ele me notou e virou o rosto, surpreso, porem logo voltou a uma expressão séria
– Quem é você?! — ele me escutou dizendo. Só que começou a pensar em algo... Algo provavelmente sombrio

– Você não deveria ter me encontrado, não pode ser, não, não... — ele deixou a frase no ar como se fosse falar algo importante — Escute bem não me siga não tente me encontrar mais por favor — e ele voltou a andar seguindo na floresta escura sem fazer barulho algum.

Fiquei me perguntando que diabos aquele garoto estava dizendo – blefando — corri atrás dele, porem logo os sussurros me encobriam e, escutei uma risada maligna, quando retornei a consciência o estranho estava me carregando... Comecei a bater em suas costas.

– Menina louca da pra parar?! — nossa eu já sei uma resposta bem educada.
– Seu filho de uma unicórnea de farmácia me solta caralho!

Ele começou a resmungar uma coisa estranha, e logo me soltou do lado de um COCO DE VACA.

– Seu viado... — antes que eu pudesse terminar a frase o filho de uma unicórnia de farmácia tapou minha boca... Senti gosto de maionese porque o garoto vai colocar maionese nas mãos a foda-se.

– Dá para calar a boca um segundo, ja está me irritando.

– Educação mandou lembranças... — será o que acontece se eu irritar ele?!

Ele me fuzilou estranhamente e eu mostrei a língua.

Eu o ouvi resmungar algo "infantil" me coloquei a frente dele e dei um chute na canela que foi retribuindo por umas palavras não recomendadas para mentes limpas.

Esquivei-me do garoto arrogante na tentativa de fugir, deu certo, mas o filho da bezerra me segurou impedindo que eu continuasse.


– Da pra me soltar viado cute cute? — ele fez a maior cara de cu.

– Não. — foi rápido e começou a me arrastar de novo.

Lutei até o último segundo da minha vida e quando eu imaginava que ia dar certo ele me acerta na cabeça me deixando inconsciente.

Acordei em um lugar estranho, neve branca encobria o local arvores negras me cercavam, e uma rosa vermelha estava a minha frente.

Senti uma pontada forte na cabeça, claro, aquele filho da mãe juana tinha me acertado em cheio, mas a pergunta era: Onde eu estava realmente? Era um sonho? Só pode.


Escutei uma barulho estranho parecia uma lamina sendo quebrada em mil pedaços... Sonhei com meu pai que me olhava carinhosamente.

– Salve-me salve-me — falava a toda hora e a imagem se dissipou no lugar.

Acordei novamente (só que dessa vez de verdade mesmo), e apertei meus olhos com força tentando enxergar direito o que eu via.

– Me tira daqui! — gritei ao perceber que eu estava amarrada. — Seu desgraçado apareça!

Passos ecoaram na cabana, e uma silhueta se formou em minha frente.



Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.