Survivor Running
2 Capitulo 2 - Correr para Sobreviver
Notas iniciais
Olhava ela para ele, acho que o garoto tem a minha mesma idade. — O meu é...Ch-Chloe. Gaguejei olhando para meu braço. Ele olha para o mesmo e diz: Tenho um também, acho que viemos do mesmo lugar. Disse ele colocando a mão na cabeça. Parece uma grande caverna isso aqui. O eco se expandia cada vez mais.— Como a gente sai daqui mesmo? Perguntei olhando para os lados e ao mesmo tempo ele se levantava. — O outro lado. Temos de ir pelos túneis. Disse subindo a plataforma de concreto que ficava mais pra cima. — Você é louco?! Aí pode ter milhares de coisas, não podemos nós arriscar novamente. Choraminguei mesmo, mas é verdade. Não sabemos o que fazer. – Você está certa. Vamos morrer aqui. Ficou encostado na parede me olhando. O tempo passava e nós naquela escuridão de estação. A lanterna está piscando, deve estar parando de funcionar. Ela saia andando para o escuro. — Pra onde você vai? Perguntou ele.
— Eu vou sair daqui! Eu respondi com firmeza pegando uma pedra e forçando o divisor a funcionar. Logo ele entorta e move o trilho, fazendo umas pedras caírem e abrir um caminho por túnel.
— Mas nada a dizer. Disse David olhando para o túnel. Desceu me esperando. — Eu não vou morrer nesse lixo.
— NEM EU! Gritou o garoto ansioso. Entrando na escuridão com uma lanterna de pilhas falhas, eles andavam pelos trilhos.
— Olha ali! Eu disse apontando para um lugar com uma lanterna de que 3 em 3 segundos ficava piscando vermelho.— Pode ser uma armadilha. Eu disse. — Acho que não. Seguindo essa linha de trem vai dar no nosso lado da cidade. O que é bom, eles vão estar me esperando.
— Eles? Eu gritei. E logo ele respondeu — Você é muito histérica. Fica calma. Abaixou a mão olhando para ela. – Abaixa! Um grupo com armas de C3 chegava descendo as escadas.
— Eles deveriam estar aqui! O comandante inimigo olhando para os lados. — Verifiquem. Disse com o grupo segurando maquininhas de recepção de calor. David e Chloe escondidos, só observavam entre as pedras frias e gosmentas. — Eles estão tentando nos rastrear. Disse ele. — Transmissão de calor.— Dizia David — Ficou inteligente agora? Eu sorria sendo sarcástica.
— Corre. Saiu ele correndo entre os trilhos de cabeça baixa. Logo o sinalizador, maquininha apitava, sensor de calor. Os achei. Estão nos trilhos. Disse um ajudante dos Corredores. — Atirem! Gritou o comandante daquela tropa. Vários tiros de lazer azul quebravam os vagões e todo o concreto. — Corre! O teto desabava fechando o caminho. — Ah, passamos. Não tem como eles virem. Mas alguma coisa de olhos verdes chegava perto deles. Vinha rastejando. — David ? O que é isso ?
— Eu não sei.
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