Notas iniciais
Gente, não sei nem com que cara apareço aqui....... Não sei nem por onde começar a me desculpar por esse hiatus de mais de dois anos e por fazer vocês, leitores maravilhosos, esperarem por tanto tempo. Eu nunca teria coragem de desistir da fic, por isso não a excluí, só estava passando por um momento hard quando parei de escrevê-la e acabei empurrando com a barriga e adiando sempre que prometia voltar com ela. Dei uma revisada em todos os capítulos e corrigi vários errinhos que passaram despercebidos por mim, se quiserem relembrar tudo podem ir dar uma olhada em todos e depois voltar para esse. Sei que faz muito tempo que postei o último e muitos não devem lembrar de muita coisa. Queria agradecer a todo o apoio e as cobranças dos leitores, mereço que me prendam no porão de vocês até escrever tudo u.u Foi mal mesmo, não queria deixar ninguém chateado pensando que tinha largado a fic. Em compensação... Esse capítulo ficou super cute!! Agradecimento especial à Romanogersr, que fez uma recomendação maravilhosa pra minha humilde história!! MUITO OBRIGADA, HONEY *-* Tradução do gif: Segredo - Algo que é mantido ou destinado a ser mantido desconhecido ou não visto pelos outros.

Ela só percebeu que o estava encarando há um longo tempo quando sentiu as mãos de Steve em seus ombros, sacudindo-os levemente para fazê-la voltar a realidade. Nat piscou uma vez antes de desviar o olhar e tentar formular uma resposta para o que o loiro havia acabado de dizer.

— Você acabou de dizer que me ama? — a surpresa dela o fez dar uma leve risada.

— É tão difícil de acreditar?

— Não, é só que… Eu não esperava por essa — ela acariciou o queixo dele com a ponta do dedo indicador e voltou sua atenção para aqueles olhos azuis maravilhosos.

— Queria ter dito primeiro — ele sussurrou e ela o ouviu claramente. Suas palavras a fizeram morder seu lábio inferior com um pouco de força e fechar os olhos, lembrando-se do que falou para o soldado há algumas semanas.

“Você não quer me machucar, e eu não quero te machucar, porque eu te amo, Steve."

Ela não tinha certeza dos próprios sentimentos quando disse a Steve que o amava, naquela noite em que Purple Man o estava controlando, esperava que ele achasse que aquela foi uma forma de distraí-lo para poder derrubá-lo, mas uma parte dela sabia que aquilo não foi apenas uma distração. Ela o amava, não só como um grande amigo e companheiro de equipe, não como amava Clint e Bruce. Ela o amava como um amante, como alguém com quem gostaria de acordar todas as manhãs e em quem pensava o tempo todo. Agora ela sabia disso.

— Achei que não se lembrasse do que eu falei naquela noite — ela voltou a encará-lo.

— Me lembro muito bem. Saberia se tivéssemos conversado sobre isso quando eu quis — ele levou uma das mãos às costas dela e começou a fazer pequenas carícias naquela região, deixando a outra no rosto delicado da ruiva.

— Como sabia que eu não estava fazendo aquilo só para te distrair? — Natasha sorriu, assim como ele.

— Precisei de um tempo para perceber que não era apenas uma distração, e mais um pouco para me tocar que eu sentia o mesmo.

— Pelo menos agora posso dizer, — Natasha sorriu antes de beijá-lo mais uma vez, afundando seus dedos nos fios loiros do cabelo do seu parceiro e saboreando aquele momento antes de se afastar um pouco. — Eu te amo, Steve Rogers.

— Estava com medo de falar antes? — ele acariciou o rosto dela com o polegar e desceu o rosto para distribuir beijos longos no ombro da ruiva.

Medo não era a palavra certa. Nervosa e irritada por não saber que sentimentos tinha por seu melhor amigo, talvez. Já havia dito aquelas três palavrinhas antes para Bucky, quando estavam juntos há anos atrás, não era algo novo. Rejeição também era uma possibilidade que ela não gostava nem um pouco. Eles haviam feito sexo algumas vezes e eram colegas de equipe, a espiã não fazia ideia se ele estava encarando a situação da mesma forma que ela. Então, sim, havia ficado com medo de dizer que o amava e ele responder com silêncio.

— Prefiro não arriscar deixar as coisas estranhas. Algumas pessoas, na maioria homens, se assustam com a possibilidade de compromisso, acham que as mulheres são grudentas e românticas demais — ela suspirou de forma audível quando Steve chegou ao seu pescoço e seus lábios começaram a deslizar pela pele alva com facilidade.

— Acha que sou esse tipo de homem?

— Nem de longe — sem aviso, a ruiva segurou a cabeça dele com ambas as mãos e puxou seu rosto, puxando-o para outro beijo cálido e que certamente deixaria seus lábios inchados quando terminassem.

— Acho que sou um homem procurado agora — ele sussurrou contra a boca dela, sem abrir os olhos. — Minha presença aqui te coloca em risco.

— Sempre gostei do perigo — ela retrucou, seu tom sedutor e provocativo.

— Não quero que algo aconteça com você por minha causa. Talvez seja melhor não nos vermos por um tempo, até eu conseguir um lugar seguro onde… — assim que Natasha percebeu que a conversa estava voltando a tomar um rumo sério, ela deslizou seu indicador pelos lábios de seu amante, fazendo-o se calar.

— Steve, eu estou ciente das consequências e vou enfrentá-las se necessário. Não quero ficar longe de você, e eles não têm o direito de nos separar — a expressão dela mudou, ficando mais rígida. — Você vai ficar aqui até poder andar normalmente pelas ruas de novo, e eu vou te proteger.

Steve olhava intensamente nos olhos dela, podendo ver a verdade nas palavras da ruiva só pela forma como ela o encarava. Ele tinha pena de quem se colocasse entre os dois, pois Natasha iria acabar com qualquer um que pensasse em sequer fazer isso. Ele traçou o rosto delicado com seu polegar, a trazendo para mais perto e depositando um selinho casto em seus lábios.

— Só vou embora quando você me pedir para fazer isso.

— Então se prepare para a mais longa festa do pijama da sua vida, Capitão — Nat se inclinou para poder sussurrar perto do ouvido dele. — Mas, se depender de mim, você não vai usar pijamas.

O loiro deu uma risada que fez até ela sentir algo quente e agradável em seu peito. Ele tinha esse efeito nas pessoas e com ela não era diferente. Steve Rogers era a melhor pessoa que ela conhecia, e a mais adorável também, não havia como ela não ter se apaixonado por ele.

— Você consegue me fazer esquecer tudo o que aconteceu hoje.

— E só estou começando. Podemos relaxar um pouco, nada de TV, só nós dois — Nat começou a beijar o pescoço do maior, e pôde sentir a mão que acariciava suas costas descer para sua coxa, a trazendo para perto para que se sentasse em seu colo.

Ela ergueu o rosto, ficando sobre ele enquanto o fazia se recostar ainda mais no sofá, seus lábios estavam tentadoramente perto, porém não se tocavam conforme Steve corrias suas mãos por todo o corpo da espiã, desde suas coxas até seus ombros. Natasha estava prestes a abrir o zíper de seu uniforme, quando ouviu o toque de um celular, indicando a chegada de uma mensagem.

Se fosse qualquer outro celular, ela o jogaria pela janela e continuaria o momento que estava tendo com Steve, mas aquele era um toque especial de um aparelho especial. Sem dizer nada, a ruiva se levantou do colo de seu amante e abriu um armário da estante ao lado do sofá, pegando um celular antigo e o abrindo para ver a mensagem que havia recebido.

— Algum problema? — o Capitão também se levantou, tomando a expressão surpresa da Romanoff como um sinal ruim.

— Não é nada demais. Preciso ir checar um amigo, mas estarei de volta logo — ela ofereceu um rápido sorriso a ele, para assegurá-lo de que estava tudo bem. — Fique aqui até eu voltar, e tente ficar calmo.

— Quer que eu vá com você?

— Não vai ser necessário. Está mais seguro aqui do que em qualquer outro lugar — Natasha foi para o quarto trocar de roupa e ele a seguiu. — Vou estar de volta em duas horas, no máximo, só preciso garantir que meu amigo está bem depois dessa notícia de que a lei foi aprovada.

— Tudo bem. Me avise se precisar de ajuda, ou se algo acontecer — o loiro tocou no cinto de seu uniforme para pegar seu celular, porém ficou confuso quando não o sentiu ali.

— Não vai mais poder usar isso, Rogers — ela ergueu o celular dele, que havia pego quando o herói não estava olhando. — É um homem procurado, a partir de agora toda tecnologia é sua inimiga.

— Nunca me dei bem com ela mesmo — ele a viu terminar de se vestir com roupas civis e andar em sua direção, lhe dando um beijo suave antes de sair.

Depois que ela saiu pela porta, ele sentiu que algo estava errado. Não apenas com as mudanças que estariam para acontecer logo, mas com essa repentina saída dela. Tentou não pensar muito nisso e ficar calmo, como ela disse.

Ele ficou parcialmente calmo por duas horas, porém começou a ficar inquieto quando viu que protestos estavam sendo feitos nas ruas. Eles eram tanto a favor quanto contra a nova lei, e os grupos opostos estavam começando a criar confusão nas ruas. Steve não conseguiria ficar parado ali enquanto a cidade estava um caos, e pior, enquanto Natasha estava no meio daquele dele e não havia nem pensado em lhe dizer para onde estava indo.

Muitas ideias passavam pela mente do soldado, ela poderia ter sido descoberta por tê-lo ajudado e agora estava sendo interrogada pela SHIELD. Ou havia tentado ir ganhar tempo com Tony e os outros Vingadores para que ele pudesse escapar dessa sem ser preso. Ele realmente não queria estar confinado àquele apartamento agora.

Sua paciência se esgotou quando, da janela do prédio, ele viu uma explosão acontecer no centro. Ele precisava encontrar Nat e dar um jeito naquilo antes que alguém se machucasse. Aparentemente não eram só os Vingadores que ficariam divididos com a aprovação dessa nova lei, mas a população também, e isso era algo terrível. Já havia lido sobre guerras civis antes, elas não eram nada agradáveis.

Ele pensou em pegar seu celular, mas se lembrou de que Nat o havia confiscado para evitar que fosse rastreado. Usou então o telefone fixo do apartamento da ruiva para ligar para a única pessoa que certamente conseguiria encontrar sua amiga usando os recursos da agência que queria a cabeça dele no momento.

Quem é você e por que o seu número está bloqueado? — Sharon indagou logo que atendeu, sua voz fria.

— Sharon, sou eu.

Steve! Não é seguro nos falarmos. O que você quer? — ela passou falar mais baixo, parecendo estar se afastando de outras pessoas ao seu redor.

— Preciso da sua ajuda para localizar a Natasha. Ela me disse para me esconder por um tempo, mas não vou conseguir fazer isso. Não com o que está acontecendo lá fora — ele passou a mão pelo cabelo, encarando a parede a sua frente. — Você é a única que pode me ajudar, não sei mais em quem posso confiar.

A loira murmurou algo que ele não compreendeu do outro lado da linha, parecia aborrecida e hesitante, porém sabia que ele estava certo quanto a ser a única pessoa em que ele poderia confiar no momento. Qualquer outro herói já estava sendo procurado pelo governo para ser informado sobre a aprovação da nova lei, e por ela ser uma agente da SHIELD, conseguiria acessar os localizadores que todos os agentes tinham implantados em seus corpos.

Me encontre na frente do Hotel Edison em uma hora. Te levo até a agente Romanoff e depois vamos por caminhos diferentes.

— Combinado — ele quase ficou aliviado ao ouvir aquelas palavras.

Assim que desligou o telefone, tirou suas roupas de Capitão América e as guardou no armário. Pegou, então, uma muda de roupas civis que ele havia deixado na casa dela para emergências, algo que Nat insistiu durante aquela semana em que ele havia passado mais tempo com ela do que qualquer outra pessoa.

Ele também encontrou um boné azul e óculos escuros que não pareciam ser femininos, e então deixou o apartamento. Chegou até o Hotel Edison vinte minutos antes do combinado, porém, por sorte, Sharon estava adiantada também.

— Não achei que você fosse o tipo de cara que leva uma garota pra sair e só liga de volta quando está com problemas — ela disse depois que ele havia entrado em seu carro.

Steve quase se deu um tapa na testa de tão idiota que se sentiu ouvindo esse comentário. Ele havia ficado tão fissurado por seus sentimentos por Natasha que havia se esquecido completamente de falar com Sharon sobre o motivo para eles nunca mais saírem.

— Não sou, olha… Me desculpa, eu não pensei direito.

— Está tudo bem, Capitão. Eu até fiquei surpresa quando a agente Romanoff veio até mim para marcar um encontro com você — a loira deu um sorriso meio triste e continuou dirigindo. — Qualquer um que veja vocês dois, sente que existe algo, uma certa química. Não o culpo por gostar dela, eu só estou estressada com toda a situação em que estamos.

— Você merecia que eu falasse com você logo que percebi que tinha sentimentos pela Nat — Steve retirou os óculos escuros e a encarou com simpatia. — Acho que sou mesmo péssimo quando o assunto são mulheres.

— Não se martirize, somos complicadas — ela deu uma leve risada antes de voltar a ficar séria. — Encontrei o sinal da agente Romanoff vindo de uma casa em Nova Jersey. É um local afastado, provavelmente uma casa segura. Tem ideia do motivo para ela ter ido até lá?

O herói passou a mão pelo queixo, pensando por um momento. Será que ela estava tentando encontrar um local seguro para ele? Ou estava indo visitar alguém que também precisava permanecer escondido? Ele não fazia ideia, então apenas negou com a cabeça.

— Vamos precisar perguntar a ela quando chegarmos.

§

Natasha havia ficado no mínimo espantada quando recebeu a mensagem de Bucky, já que ele não havia entrado em contato desde que havia deixado seu apartamento naquele dia. Ela foi xingando o Barnes desde Nova York até seu esconderijo em Jersey, frustrada por ter tido sua tarde com Steve arruinada. Mesmo assim, entendia que precisava falar com ele, principalmente agora que além de ser um alvo da SHIELD, o soldado seria um alvo do governo dos Estados Unidos também.

Quando chegou na casa marrom simples, que estava localizada no meio de muitas árvores e em uma área sem vizinhos, ela o viu sentado na varanda enquanto esperava por ela. Notou que Bucky havia cortado um pouco seu cabelo e feito a barba, algo que o deixou com um rosto bem mais amigável do que tinha antes.

Ela até tentou brincar quando chegou se ele a havia chamado para esconderem um corpo juntos, mas Bucky havia dispensado a brincadeira e eles logo entraram para poderem conversar. Natasha precisava admitir, ter uma conversa tensa com alguém extremamente tenso o tempo todo era exaustivo.

— ...E essa lei também afeta você, apesar de não ser um herói. Você possui habilidades que lhe permitem chegar ao nível do Capitão América, não vão te deixar sair livre por aí, mesmo que seja para ter uma vida normal — Nat terminou de explicar a situação de seu antigo-novo amigo.

Eles já estavam sentados a mesa da cozinha há pelo menos uma hora e meia, apenas conversando. A ruiva entendia que tudo o que ele queria era desaparecer, mas sabia que seria impossível, ainda mais agora.

— E se eu sair do país?

— Posso arranjar isso, mas sem levantar suspeitas, vai levar algum tempo — ela bebeu um gole da cerveja que havia pego na geladeira quando chegou. — Pode ficar aqui o tempo que quiser, a casa é sua. Não está me incomodando e nem a ninguém.

— Não me sinto seguro aqui. A Hydra pode me encontrar a qualquer momento e vai rastrear essa casa direto a você — Bucky parecia mesmo preferir estar debaixo da terra a estar ali, era como se sentisse muito exposto.

— Agradeço a preocupação, Yasha. Essa casa é um esconderijo de uma espiã, isso poderia ser uma base de operações da SHIELD se eu quisesse. Ninguém vai encontrá-lo, ou a mim — ela sorriu, confiante.

Ele não pareceu convencido, ficando em silêncio e olhando para a porta que levava ao jardim dos fundos.

Natasha precisou admitir que a companhia dele era interessante. Se lembrava das vezes em que os dois ficavam horas na mesma sala sem dizerem nada, e mesmo assim o silêncio nunca era desconfortável.

— Acho que estou com problemas, James — ela finalmente disse, olhando para a garrafa em sua mão direita.

— Não estou surpreso.

— Engraçadinho, — Nat revirou os olhos quando ele deu um leve sorriso de canto para a heroína. — Estou apaixonada pelo Steve.

Essa era uma situação em que Bucky sinceramente não fazia ideia de como agir. Ele não se lembrava de ter tido um relacionamento com alguém, e só sabia que havia tido um com Natasha por causa de flashes de memória. Ele não entendia o que ela esperava ouvir dele.

— Ok… — foi tudo o que o cérebro do Soldado Invernal foi capaz de soltar. Ele preferia muito estar numa guerra agora.

— Não quero conselhos nem nada, pode ficar tranquilo. Só estou admitindo em voz alta que estou ferrada.

— E por quê? Ele não está apaixonado por você?

— Ele está. Esse é o problema — Nat passou a mão pelo rosto. — Minha vida é uma bagunça e eu não sei se quero arrastá-lo comigo para dentro dela.

— Steve é teimoso, se ele está disposto a ficar com você, mesmo com sua vida sendo do jeito que é, você não tem muita escolha — Bucky deu de ombros. — Ele é o Capitão América, acho que pode dar conta de alguns empecilhos da vida de uma espiã.

— Não quero ter segredos com ele.

— Segredos são necessários no nosso trabalho.

— Exatamente! E eu fui idiota o suficiente para pensar que isso não iria atrapalhar o nosso relacionamento, mas aqui estou eu, mentindo para ele e guardando segredos, de novo — Natasha bateu a garrafa na mesa com certa força quando se levantou. — Ele é bom demais para passar por isso.

— Vou falar com ele de manhã — Bucky disse, também se levantando.

— O quê?

— Pelo menos vai ser menos um segredo entre vocês. Só sugiro que acabe com os outros assim que possível, porque não é só o meu que está te deixando assim — o moreno cruzou os braços. Não parecia estar acusando Nat de nada, só estava tentando entendê-la.

A ruiva estava prestes a lhe contar sobre a teia de desastre em que havia se metido quando aceitou trabalhar para Belova, quando ambos ouviram o som de um carro sendo estacionado no jardim da frente. Eles já tinham suas pistolas em mãos antes mesmo de se aproximarem da porta.

— Ninguém vai encontrar esse lugar, não é? — Barnes ironizou e ela quase se lembrou das vezes em que Clint havia feito a mesma coisa quando algo que ela dizia estava errado.

— Pode ser a SHIELD, são os únicos que conseguem saber minha localização em qualquer lugar. Só não sei o motivo para eles estarem me rastreando, não sabem que fiz algo de errado ainda — a ruiva olhou para o monitor ao lado da porta, onde teria acesso às câmeras de segurança.

Eles trocaram olhares por um breve momento, confirmando que ambos iriam atirar sem hesitar em quem quer que fosse que estivesse do outro lado. Natasha andou vagarosamente até o monitor, e não percebeu que Bucky girou a maçaneta para encarar o intruso.

Quando ela finalmente viu quem apareceu nas câmeras, largou sua arma no chão e correu até o outro, segurando a pistola dele no momento em que abriu a porta e a apontou para o chão.

A confusão do Soldado Invernal só se esvaiu quando olhou para frente de viu Steve de pé na varanda, provavelmente a caminho da porta. Ele estava congelado no lugar, seu corpo tenso. Havia uma expressão de surpresa em seu rosto, que por acaso não estava sendo dirigida para ele, mas sim para a ruiva ao seu lado.

— Natasha?

Notas finais
É assim que imagino a casinha segura da Nat em que o Bucky tá: https://www.eleganthouseplans.com/sites/default/files/tudor-house-plans_1.jpg Sei que Civil War já passou, massss vou fazer do meu jeito!! Isso acaba de virar um Universo Alternativo (não que já não fosse kkkk), então o que vai rolar não é o que aconteceu no filme. E convenhamos, que p**** foi aquele beijo Staron no filme?! Fiquei muito revoltada. Pensem em uma jovem adulta berrando e xingando no cinema enquanto todos ao redor ficavam "awwww", foi o que rolou quando assisti. TAMBÉM TÔ ACABADA COM O FILME GUERRA INFINITA, QUERIA UM POUCO DE FELICIDADE E POR ISSO VOLTEI A ESCREVER!! Espero que tenham gostado e me perdoem pela mega demora!! Para os leitores antigos, é bom estar de volta. Para os novos, sejam bem-vindos :3 Un beso mis amores :*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.