Ao entrar em seus aposentos, José Alfredo ouve um barulho vindo do banheiro, desconfiado, se aproxima e constata que alguém está tomando banho...

JA: Que palhaçada é essa no meu banheiro?

Maria Marta, que estava a se banhar, rapidamente desliga o chuveiro ao ouvir o Comendador, sai por de trás do box, enrolada em uma toalha e se justifica...

MM: É que... o meu banheiro está com uma infiltração horrenda, e não posso usá-lo até que um desses... como se diz o nome daqueles profissionais de baixa-renda? Ah, até um encanador vir restabelecer a harmonia no meu banheiro.

JA: E o que o meu banheiro tem haver com essa sua situação aí?

MM: Como "o que tem have com a minha situação?" Achei tínhamos intimidade suficiente para dividir o mesmo banheiro por um tempo...

José Alfredo se altera...

JA: INTIMIDADE A GENTE JÁ NÃO TEM HÁ MUITO TEMPO! QUANDO VOCÊ VAI ENTENDER ISSO, MARTA?

Maria Marta se assusta com o tom de voz de José Alfredo, e quando vai responder á altura... a toalha cai sobre seus pés...

MM: AH, CLARO, VOCÊ PREFERE TER INTIMIDADE COM A SUA NINFE... AH, MERDA! OLHA SÓ O QUE VOCÊ FEZ EU FAZER!

José Alfredo encara o corpo de Maria Marta por um instante e se abaixa pra pegar a toalha, ela, por sua vez, envergonhada, também se abaixa com a mesma intenção, ao tocarem na toalha, os dois se olham com afeto e malícia ao mesmo tempo, José Alfredo desvia o olhar para o colo de Marta que estava nu, assim como o resto de seu corpo e lhe entrega a toalha.

Desse modo, Maria Marta, antes mesmo de se enrolar novamente na toalha, é surpreendida por um puxão no braço, o que faz a toalha cair outra vez. Sem se quer uma palavra dita, os dois se entregam aos beijos.

José Alfredo segura firme a cintura de Maria Marta, e ela o arrasta pra debaixo do chuveiro, entre carícias e chupões, o Comendador vai ficando nu, a esse ponto, suas roupas já estavam todas molhadas e espalha no chão daquele banheiro.

Não se podia fazer mais nada, um estava entregue ao outro com aquela água que escorria sobre seus corpos. Debaixo daquele chuveiro, não haviam desentendimentos, José Alfredo a beijava por todo o pescoço e descia cada vez mais, Maria Marta gemia de prazer, ele a virava de frente pra parede e fazia o mesmo percurso em suas costas, sem perceber a noção do tempo, passaram quase todo o resto da tarde daquele jeito.

Notas finais
Eu criei essa história depois da noite de amor Malfred e antes de toda a reviravolta que houve na novela, espero que tenham gostado :)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!