Surf House
2 Capítulo 2
Notas iniciais
-eu estava a gozar… — ok eu não estava, mas o que é que eu podia fazer? Ah sabe chace e tal vamos dormir juntos… e eu sei que todos os homens gostam de se bem…ter as suas necessidades. Chamemos as coisas pelos nomes: gostam de fazer sexo. E ele não podia fazer sexo comigo na cama — — ‘, comigo podia….mas ai que droga…mas ele não podia fazer com outra rapariga, entenderam? Ufa.
-oh…ainda bem é que eu gosto de… — ele parou naquilo que ia dizer. Suspeito que seria: gosto de transar. Homens, como eles são tão estúpidos.
Fui em direcção ao meu armário e tirei de lá a planta da casa e vi que me tinha esquecido de um quarto. Era o maior de todos.
-bem, ah…este quarto não é o teu. Vamos para baixo para eu te o mostrar. – ele ficou confuso mas concordou.
Seguimos lá para baixo. E eu mostrei-lhe o quarto. Ele era grande, era tão grande que até tinha uma casa de banho privada. Mas não era decorado, o quarto em si era morto.
-bem eu sei que não é grande coisa…mas foi o melhor que consegui arranjar para você.
Sai do quarto. Ele tinha que ter a sua privacidade. Fui á cozinha preparar uma sopa e metia a cozer no fogão. Fui para o meu quarto para tomar banho despi as minhas roupas e fui tomar banho. Ah como a água sabia bem ao tocar no meu corpo. Sai e fui vestir a minha langeri:
E ouvi gente a gritar corri lá para baixo, mesmo em langeri e quando lá cheguei ao rés-do-chão vi que eles estavam na cozinha. Corri para lá assustadíssima. Alguém podia ter caído e partido a cabeça…sei lá. Corri até a cozinha e eles estavam todos á volta da panela de pressão. Alguém queimou-se, só pode.
-o que se passa? – perguntei…ou melhor gritei. O olhar de eles descia e voltava para cima do meu corpo. Fiquei corada. Mas resolvi voltar ao assunto.
-o que se passa? Por amor de deus…alguém queimou-se? – o olhar deles estava a enervar-me devo confessar.
-nós também não sabemos… eu…nós ouvimos os gritos do justin e…mas ele ainda não soube explicar bem. – olhei para ele e todos os olhares fizeram a mesma coisa.
-ah…ah…o tacho estava a explodir e… — eu não me conti e soltei uma gargalhada.
-o tacho estava a explodir…desculpa lá explica lá isso.
-esta coisa… — ele apontou para o pipo da panela. – estava a rodar e o tacho fazia um barulho esquisito e estava a sair fumo da panela. E eu para que ela não explodisse tentei desligar. E assim foi.
Eu vou na direcção dele com um sorriso vingativo no meu rosto.
-tu… — “espeto-lhe ” o dedo no peito. – fizeste-me descer até cá abaixo nestes modos porque a panela de pressão estava a cozer? Tu estás feito comigo.
-mas…mas…ela estava a deitar fumo.
-oh meu grande otário…o fumo era pelo ar a sair. Mas vocês não sabem cozinhar? – o justin estava a borrar-se todo de medo.
Corri até lá a cima e fui vestir-me.
E fui ter com eles á sala de jantar. Cheguei lá e percebi que todos eles estavam desesperados para abrir a panela de pressão. Isso fez-me rir.
-mariana como é que tu consegues abrir esta porcaria? Estão aqui 8 homens e não conseguem abir a merda de uma panela. – ri-me.
-então pessoal deixem passar a boss da foça…
Eles deram-me espaço para eu abrir a panela. Ok relembrando o momento:
Os 8 rapazes a tentarem abrir a panela. Mas puxando as pegas para cima…em vez de rodarem a maçaneta ou lá o que é aquilo.
Cheguei ao pé da panela e eles estavam todos inclinados para ver como eu fazia. Rodei a maçaneta e voilá a tampa já saiu. Eles olhavam-me todos com cara de cromos. Eu ri-me muito. Enchi-lhes os pratos com sopa e começamos todos a comer.
-hum…mariana isto está óptimo. – disse justin.
-hum justin a mim parece-me que estás apenas a elogiar a minha sopa para te redimires não? – disse. E todos começaram a rir-se.
-ok…apanhaste-me mas a serio está boa. – falou justin e todos concordaram.
-bem assim vocês vão deixar-me corada.
Já todos tínhamos acabado de comer mas continuamos a falar parvoíces uma meia hora até que eu olhei para o meu relógio e vi as horas que já eram. Comecei a levantar a mesa e eles ajudaram-me.
-vais te divertir na noite? – falou zac.
-ah…não.
-então e porque é que estás de casaco na mão, arranjada e a ir em direcção á porta?
-ah…tu apenas perguntas-te se eu ia me divertir na noite e eu disse que não mas vou trabalhar. – todos me olharam com cara de cachorrinhos abandonados. Eu já sei o que eles querem. Querem que eu os leve comigo.
-ah…eu sei que me vou arrepender mas vocês querem vir comigo? – ok nem precisei da resposta. Eles saltaram logo do sofá e com os casacos na mão. Olhei para o justin.
-ey mocinho não te esqueças da vingança. E alem disso tu és demasiado novo para ires para onde eu vou.
-ora essa tu tens a minha idade.
-mas tu não te esqueças que eu vou lá trabalhar e tenho sempre as minhas cunhas.
-que cunhas? – falaram todos ao mesmo tempo.
-meu irmão…bem digamos que ele é popular aqui na terra. Imaginem que ele é o ídolo aqui da terra e assim o que ele disser tem que ser cumprido. E ele, meus caros amigos, trabalha lá nos sitio onde eu trabalho. E os patrões gostam de mim porque?! Enquanto que os outro interrompem o trabalho para ir transar com qualquer uma eu nunca saio do meu lugar.
Eles olharam para mim espantados. Começamos a andar. A terra era pequena portanto tu ias para todo o lado a pé. Chegamos lá a baixo e a esta hora, 10 e 30, estava ainda aquilo tudo a abarrotar de putos. E dirão ao zac...oh o troy bolton. Estou mesmo a imaginar. E teriam aquelas mocinhas de 16 anos loucas atrás deles. Ok devem estar a pensar assim: mas você também tem 16 e eu respondo: eu sei mas eu cresci ao pé do meu irmão logo sempre tive ao pé de gente grande e madura e eu amadureci mais rápido que as outras. Fomos ao rosis. Era o bar mais popular da terra. Ia cumprimentando todas as pessoas que eu conhecia, basicamente, toda a gente. Sentámo-nos num sofá que dava para todos. eu sentei-me ao pé do chace. A pisca, a mariana, a rapariga chama-se mariana mas toda a gente a chama de pisca e eu não sei porque.
-mariana por favor preciso da tua ajuda. O bar está a ficar sem ninguém. por favor mariana anima o pessoal que eu agora estou sozinha e assim não dá.
-mas o que é que eu faço?
-sei lá, canta dança sei lá. – os olhos dela pareciam de um cão abandonado. Olhei para o relógio.
-desculpa pisca já não dá tenho que ir para o clubin.
Peguei nas minhas coisas e chamei-os e fomos andando. O clubin era dos mesmos donos do rosis, só que o rosis era um bar e o clubin uma discoteca. O meu telemóvel começou a tocar.
-estou?
-mariana? É o manel… — ah o meu patrão. Mas olhem que não é para todos ter um patrão gato.
-fala.
-a aparelhagem estragou-se. Apenas dão os microfones e por favor hoje o teu trabalho vai ser animares aqui o pessoal.
Já sei o que eu ia fazer. Meto os rapazes a dançar.
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