Supernatural
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Oeer pessual *-*Essa deve ser minha quinta fic, não sei rsrsEu me inspirei em Os Instrumentos Mortais da Cassandra Clare....Eu suuper recomendo os liivros dela, são iguais á Violetta, divos ♥Espero que gosteem ^^Até la embaixo...
O demônio explodiu em uma chuva de sangue e entranhas.....
Violetta Wayland puxou de volta o punhal que estava segurando, o demônio, é claro, tinha desaparecido – enviado de volta para qualquer que fosse o mundo demoníaco de onde tinha vindo, mas não sem deixar uma bagunça para trás.– haha, mais um — exclamou Violetta, virando -se — Fran? onde está? viu o que eu fiz? mais um para a minha listinha haha — disse irônicamenteMas, não houve resposta de volta...Francesca Lightwood, sua parceira de luta, tinha ficado a uma rua antes protegendo sua retaguarda, mas agora não estava mais, deixando Violetta sozinha nas sombras da noite.Olhando de um lado para o outro na rua vazia, Vilu esfregou a manga do casaco no rosto, tentando limpar o fluído de demônio que ardia e queimava sua pele. O tecido saiu manchado de verde e preto. Havia um corte nas costas de sua mão também, um bem desagradável. Ela poderia usar uma runa de cura(Resumo de Runas: Aos Caçadores de Sombras foram concedidas as runas, dadas pelo anjo Anjo Raziel, todas inscritas no livro de leis e copiadas no Livro Gray. A partir de então as runas, ou marcas, são postas na pele dos Caçadores, e dão a eles diferentes poderes e efeitos. Saiba mais:http://osinstrumentosmortais.weebly.com/runas.html ).Uma forma se destacou das sombras e encaminhou-se para Vilu. Ele começou a avançar, depois parou. Não era Fran, mas sim um policial mundano vestindo um capacete em forma de sino, um casaco pesado e uma expressão de perplexidade. Ele olhou para Vilu, ou melhor, através de Vilu. Violetta foi dominada por um súbito desejo de pegar o cassetete do policial e assistir enquanto o homem se agitava, tentando descobrir para onde o objeto tinha ido.Dando ombros e piscando os olhos, o policial atravessou Violetta, sacudindo a cabeça e resmungando baixinho sobre a promessa de abandonar o gim antes que realmente começasse a ver coisas. Vilu se afastou para deixar o homem passar, então levantou a voz para chamar:– Francesca Lightwood! Fraaaan, onde você está, sua bastarda?Desta vez, uma resposta fraca respondeu-lhe.— Aqui. Siga a luz da pedra enfeitiçada( Uma Pedra enfeitiçada é tipo um diamante, que quando alguém o segura ou só um Caçador de Sombras o segura, ele brilha, ele tipo acende ao toque)Violetta seguiu o som da voz de Fran, parecia vir de uma abertura escura entre dois armazéns; um brilho fraco era visível dentro das sombras, como a luz lançada de um fogo de Santelmo.— Você viu? Aquele demônio Shax pensou que conseguiria me pegar com suas malditas garras gigantes, mas eu o encurralei em um beco...– Sim, eu te vi...A jovem que apareceu na boca do beco era pálida à luz do lampião – ainda mais pálida do que geralmente era, o que na verdade era bastante pálida. Ela estava de cabeça descoberta, o que chamava a atenção imediatamente para o seu cabelo. Era de uma estranha cor prata brilhante, como uma moeda imaculada. Seus olhos eram do mesmo tom prateado, e seu rosto de ossatura fina era angular, a ligeira curva dos seus olhos a única pista de sua herança. Havia manchas escuras na parte da frente da sua camisa branca, e suas mãos estavam intensamente manchadas de vermelho.– está sangrando, o que aconteceu? — disse Violetta com uma expressão preocupada em seu rosto— Não é meu sangue — Francesa virou a cabeça em direção ao beco atrás dela — é dela.Violetta olhou para além de sua amiga, para as sombras mais densas do beco. No canto distante estava uma forma enrugada – apenas uma sombra na escuridão, mas quando Vilu olhou de perto, pôde distinguir a forma de uma mão pálida e um tufo de cabelo louro.— Uma mulher morta? — Vilu perguntou. — Uma mundana?(É assim que os Caçadores de Sombras preferem chamar os humanos)— Uma menina, na verdade. Não mais de quatorze anos.Diante disso, Violetta amaldiçoou em alto e bom som. Francesca esperou pacientemente que ele terminasse.— Se tivéssemos aparecido apenas um pouco mais cedo — Violetta disse finalmente —aquele maldito demônio...— Essa é a coisa estranha. Não acho que isso é obra do demônio — Fran franziu a testa — demônios Shax são parasitas, parasitas de ninho. Teria preferido arrastar a vítima de volta ao seu covil para colocar ovos em sua pele enquanto ela ainda estivesse viva. Mas esta menina... ela foi esfaqueada repetidamente. E não acho que foi aqui, tampouco. Simplesmente não há sangue suficiente no beco. Acho que ela foi atacada em outro lugar, e se arrastou até aqui para morrer por causa dos ferimentos.— Mas o demônio Shax...— Eu estou te dizendo, não acho que foi o Shax. Acho que o Shax a estava perseguindo – caçando-a por algo ou alguém.— Shaxes têm um ótimo olfato — Violetta admitiu — já ouvi falar de feiticeiros usando-os para seguir as pistas dos desaparecidos. E ele parecia estar se movendo com um estranho tipo de propósito — ela olhou para além de Francesca, para a lamentável insignificância da forma enrugada no beco — você não encontrou a arma, encontrou?— Aqui — Francesca tirou algo de dentro de sua jaqueta – uma faca longe, envolta em um pano branco — é uma espécie de punhal de misericórdia ou de caça. Olhe como a lâmina é fina.Vilu a pegou, a lâmina era realmente fina, terminando em um cabo feito de osso polido. Tanto a lâmina quanto o cabo estavam manchados com sangue seco. Com uma careta, ela limpou a superfície lisa da faca no tecido áspero de sua camisa, esfregando até que um símbolo, gravado na lâmina, tornou-se visível. Duas serpentes, uma mordendo a cauda da outra, formando um círculo perfeito.
— Ouroboros — disse Fran, inclinando-se próximo para olhar fixamente a faca — um duplo. Agora, o que você acha que isso significa?— O fim do mundo — Vilu respondeu, ainda olhando para o punhal, um pequeno sorriso brincando em sua boca — e o começo.Fran franziu a testa.— Eu entendo a simbologia, Violetta. Eu quis dizer o que você acha que sua presença no punhal significa?— É um símbolo alquímico, e não de um feiticeiro ou Ser do Submundo. Isso geralmente significa seres humanos – os tipos de mundanos tolos que pensam que usar magia é a forma para a obtenção de riqueza e fama.— O tipo que geralmente acaba em uma pilha de trapos sangrentos dentro de algum pentagrama — Fran soou cruel.— O tipo que gosta de espreitar nos território do Submundo da nossa bela cidade — depois de cuidadosamente envolver o lenço ao redor da lâmina, Violetta a deslizou para o bolso de sua jaqueta — você acha que Hodge vai me deixar guiar a investigação?— Acha que você pode ser confiável no Submundo? As casas de jogos, os antros de perversão mágica, as mulheres de moral duvidosa...Vilu sorriu da maneira como Lúcifer poderia ter sorrido, momentos antes de cair do céu.— Será que amanhã seria muito cedo para começar a procurar?Francesca suspirou.— Faça o que quiser, Violetta. Você sempre faz.
Notas finais
Siim, eu peguei o capitulo todo de Anjo Mecânico, pra quem sabe...Espero que não excluam minha historia!!super espero que tenhaam goostado!!Beijiinhos e fiquem com Deus!Comentem por faavor!
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