Notas iniciais
OOi, esse capítulo tá menor que a minha média normal (1,000 palavras), peço que me perdoem por isso e pela demora pra postar também (quase uma semana né). Enfim, confusões e tudo mais estão cheganndo, espero agradar a vocês, boa leitura!!!

Segunda, tudo de volta. Faculdade, estudos e agora uma missão. Depois de um fim de semana tão emocionante é hora de cair na real, ou melhor, nas tendências da moda.

Comecei o dia com um bom banho e depois um café da manhã, fui para a faculdade com meu motorista, como sempre, e não demorei até chegar. Lucas e Irene estavam na porta da faculdade me esperando.

– Bom dia. — falei e eles responderam, logo após entramos.

– Espero que tenha sobrado bolo da sua festa e você tenha trazido. — Irene falou séria, o que acabou provocando risadas.

– Será que você só pensa em comida Irene? — Lucas falou ainda rindo. — E aí como você tá princesa? Tá com aparência de cansada.

– Comida é vida, melhor pensar em comida do que ser puxa saco feito você, shiu Lucas.

– Ai Irene você não existe. — falei dando uns risinhos. — Eu tô bem Lucas, apenas custei a dormir.

– Huuum pensando em que? Ou melhor, em quem?

– Em nada Irene, só tava sem sono mesmo.

– Vamos pra sala gente? — Lucas perguntou e assentimos.

A manhã foi se passando, diferente de todas as segundas foi bem rápido. Cheguei em casa já de tarde, tomei um banho e fui almoçar. Eu sei que o Daniel disse que era melhor eu não ir lá ver ele, porque poderia ser perigoso, mas eu estava muito ansiosa.

Mandei uma mensagem pras meninas perguntando se tinha alguma novidade. Não demorou muito e eu recebi uma mensagem de Alícia.

"Ooi Alícia, queria saber se vcs tem alguma nvdd?"

"Ooi Majo, o Jorge descobriu umas coisas e a gnt tá tentando juntar alguns fatos pra vc começar a agir"

"Será que vai ser arriscado eu ir aí?"

"Vou perguntar pro Daniel, pera um pouquinho"

[...]

"Majo, o Daniel mandou dizer que vc pode vir sim"

"Então estou indo, beijo"

Em alguns minutos cheguei na casa onde eles ficavam. Todos estavam reunidos e pelo visto muito concentrados. Entrei, tentando não fazer muito barulho, mas mesmo assim acabei chamando a atenção.

– Oi gente. — falei um pouco envergonhada.

– Que bom que você chegou, nós já sabemos como começar. — falou Daniel.

– E aí o que eu vou ter que fazer?

– Você vai ter que ir nesse endereço aqui — Jorge falou entregando um papel. — e falar com o Igor.

– Ele é o segurança que estava no banco naquele dia, ele deve saber quem colocou as câmeras e devem ter pago a ele. — Mário disse.

– E pra ele falar alguma coisa, nós vamos ter que oferecer uma quantia maior que a que o Paulo ofereceu certo?

– Esse é o problema, eu não sei onde podemos conseguir esse dinheiro.

– Daniel, você se esqueceu que eu sou Maria Joaquina Medsen? Eu posso arranjar esse dinheiro.

– Mas Maria Joaquina...

– Sem mais, vocês só fizeram isso pra me salvar e é a minha vez de ajudar, tudo bem? — eles assentiram.

Um barulho soou em nossos ouvidos. Uma voz saía de um alto-falante, eu acho. Fui dar uma olhada disfarçadamente e pude ver a delegada com uns policiais e o Paulo.

– Eles nos descobriram. O Paulo, a delegada e uns policiais estão lá fora, eles vão prender vocês e...

– Calma Majo, nós treinamos para isso né? — falou Mário.

– Vamos agir rápido. — palavras de Daniel que estava sério. — Maria Joaquina vá lá fora e distraia ao máximo eles enquanto pensamos em uma estratégia.

– Ok.

Saí da casa e fiquei em frente a eles.

– Eu sei que seus amigos estão aí dentro. Melhor você falar para eles se entregarem, será mais fácil.

– Boa tarde pra você também delegada. No que eu posso ajudar?

– Deixa de cinismo Maria Joaquina, eu sei que eles estão aí. — Paulo falou.

– Paulinho, eu acho realmente que você não está bem. A polícia deveria prender outros criminosos não acha?

– Do que você tá falando garota?

– Nada específico, por que? Tem algo a temer?

– Vocês dois fiquem calados. — a delegada disse em seguida começou a falar no alto-falante. — Olha aqui jovens, é melhor se entregarem logo porque de um jeito ou de outro nós iremos invadir e vocês serão presos.

– Eu ainda não estou entendendo essa revolta, eu só vim aqui para ficar sozinha, eu precisava pensar um pouco. Não entendo de onde vocês tiraram que tem gente nessa casa velha e mal cuidada.

A delegada me ignorou e mandou sinal para os policiais invadirem a casa. Eu podia ouvir a risada do Paulo ao meu lado e não me controlei e acabei dando um murro na cara dele.

– Idiota, vadiazinha, só não bato em você porque você é mulher.

– Você é só mais um nojento, mal amado que acha que vai se dar bem, eu vou é rir quando ver você na pior.

A confusão já estava formada, tiros e golpes eram lançados das duas partes e eu resolvi agir. Mas já era tarde porque eu só pude ver, quase que em câmera lenta, meus amigos sendo presos.

Notas finais
Super-Heróis? Pelo visto eles falharam. Espero que tenham gostado e estou esperando os comentários de vocês. Se quiserem podem comentar também no twitter (@universotaques). Obrigado pelos comentários do capítulo anterior e até o próximo!!!