Notas iniciais
Oi lobinhas! Cap bônus antes da caça à bandeira
Enjoy!

Pov Sam

Depois que todos foram embora, fui ajudar Pólux e Ryan a arrumar o chalé. Essa é a pior parte das festas, arrumar a bagunça que fica depois. Fui tomar um banho para ir dormir. Coloquei meu pijama e entrei debaixo das cobertas roxas e imediatamente comecei a dormir, e logo os sonhos vieram, na verdade sonhei com coisas aleatórias do tipo, ursos pandas fantasiados de meninas super-poderosas, elefantes andando de fusca e por ai vai.

Até que ouvi a porta se abrindo lentamente, mas estava muito para ter alguém acordado. Bom pelo menos nós do chalé 12 não levantamos antes das dez.

–Pólux... -falei com a voz abafada pelo travesseiro.

–Que foi?- Ele grunhiu como resposta.

–Que você ta fazendo?

–Dormindo porra.

–Ryan?-chamei-o também.

–Me deixa dormir caralho!-ele gritou do seu beliche, e sim somos muito educados.

E agora era o som de uma de minhas gavetas abrindo. Agora eu acordei de vez para ver o que estava acontecendo.

–Mas que Hades de baru... –Parei na mesma hora de falar, quando vi Paul com uma calcinha minha nas mãos.

–Oi minha lobinha... – Paul começou a tentar me acalmar.

–Paul que diabos você está fazendo com a minha calcinha?

–Bom, é que você sabe como os filhos de Niké são competitivos e...

–Desembucha!

–Bom, os Stoll me desafiaram a roubar uma calcinha sua.

–Carter! – gritei- É melhor você correr agora!

Girei o meu anel que se transformou em uma adaga rapidamente e comecei a perseguir Paul pelo acampamento de pijama. (uma cena muito normal, uma garota de cabelos coloridos de pijama e com uma adaga em punho. Não disse super normal)

Persegui-o até a praia onde havia um casal tomando café-da-manhã, mas minha raiva era tanta, que nem notei quem era.

–E fique longe da minha gaveta de calcinhas Paul! – gritei e fui embora pisando firme.

–Sam, pequena me perdoa! — fingi que não ouvi.

–Sam não me obrigue a te derrubar! –Continuei andando até que o palhaço que eu chamo de namorado me derrubou.

–Me solta Paul!

–Só se disser que me perdoa. – Ele disse com os olhos pidões, e olhando aqueles olhos azuis não tive outra opção.

–Eu te perdôo.

–Então diz que me ama. -Ele disse e mordeu o lábio inferior, e eu me rendi de vez.

–Eu te amo Paul! – Passei as mãos em volta de seu pescoço e o puxei para nos beijarmos. Primeiro um beijo doce e cheio de ternura, mas o beijo foi ficando mais forte e ele pediu passagem com sua língua, e eu sem pensar duas vezes abri passagem. Nós estávamos na sincronia perfeita, até nos faltou o ar.

–Desculpe. — ele disse ofegante.

–Pelo beijo?-perguntei também ofegante.

–Não, por ter pegado sua calcinha.

–Ah, aquilo! Quer saber fique com ela e ganhe a aposta dos Stoll.

–Por quê?

–Porque você fica muito sexy quando ganha alguma aposta!- falei e ri da cara que ele fez.

–Sua boba!- Ele disse tocando nossos narizes.

–Sim. SUA boba!- falei e acabei logo com a distância que separava nossos lábios.


Notas finais
Reviews?
Beijos.
Sam.