Summer Camp

28 Capítulo 28 - Minha namorada.


Notas iniciais
Faz exatamente 1 mês que não venho aqui postar a vocês, espero que gostem desse capítulo. Assim como a Maria Júlia sumiu, eu acabei sumindo... irei postar no lugar dela, quem sabe ela reaparece algum dia, me desculpem fazer vocês esperarem por tanto tempo, boa leitura a todos, beijos Gabriela.

POV Paulo Guerra.

– O que esse garoto faz aqui? — disse seco e grosso. Alicia me lançou um olhar mortal e não respondeu minha pergunta, o garoto pegava o resto das malas que havia no quarto e levava lá para baixo. Alicia ia saindo, mas fiquei na frente dela a impedindo.

– Será que dá pra dar licença? — ela disse com um tom irritado.

– O que esse garoto faz aqui? — perguntei novamente e mais seco.

– Ele trabalha aqui imbecil — Alicia dando soquinhos no meu abdômen e fazendo eu dar passagem para a mesma. Bufei e sai andando até o andar de baixo, toda turma já estava pronta, todos entraram no ônibus e foram para os assentos, me sentei calado ao lado de Alicia que olhava para fora da janela atenta.

– Vai ficar assim até quando? — disse e ela se virou e me encarou.

– Escuta bem o que eu vou falar — ela disse me olhando no fundo dos olhos — Eu o-odeio esse seu jeito de ficar tentando controlar com quem eu falo ou com quem eu ando, presta bem atenção mesmo, eu sempre tive amizades mais homens e isso você tem que entender. Eles podem me desejar o quanto for, mas eles são meus amigos e entende uma coisa, eu gosto de você, de você — ela afirmou e eu soltei um sorriso bobo — Dá pra parar de ciúmes?

– Desculpa — disse e a abracei de lado e ela me beliscou.

– Juro que se você fizer isso outra vez, eu arranco o seu pau fora — ela disse e eu ri assentindo. Ela encostou a cabeça no meu peito e seguimos a viagem ali trocando caricias.

POV Margarida García.

Daniel veio comigo agora, não ficou do lado da puta da Maria Joaquina, encostei minha cabeça no seu peito e ele ficou acariciando meus cabelos, soltei um suspiro abafado em seu peito e senti ele se remexer inquieto.

– O que se tem? — perguntei o olhando.

– Não sei mais o que fazer — ele cochichou em meu ouvido — Eu estava pronto para descobrir a verdade sobre sua vida — ele entortou os lábios — Mas não queria te perder para outro.

– Você não vai me perder — sussurrei e o olhei — Relaxa, iremos dar um jeito de arrancar a verdade dela, ela tem algum ponto fraco e nós iremos descobrir — disse selando nossos lábios e sorrindo.

POV Alicia Gusman.

1 semana e meia se passou, a gincana que havíamos feito era de trabalhar em grupo e pela primeira vez, eu e Paulo ficamos no mesmo grupo e o resultado disso? Nós ganhamos e eu estava muito feliz com isso.

Fui seguindo meus passos lentos do corredor e todos me olhavam como se eu fosse uma insignificante, entrei no quarto que ficaria e joguei minhas coisas em uma cama vazia, o quarto estava vazio, pelo jeito só eu havia chegado. Vi a porta se abrindo e me deparei com Marcelina.

– NÃO ACREDITO — gritei correndo até ela e a abraçando — Iremos ficar no mesmo quarto — disse a apertando.

– Não precisa me matar — ela riu e eu a soltei. Eu estava tão feliz, no acampamento ficamos juntos e agora no Colégio, isso era muita sorte.... digo, sorte por um lado.

– Fala sério — disse Maria Joaquina batendo a porta com tudo — Eu não tenho o direito de ficar com essas sem classe do meu lado — ela disse piscando e se fazendo de nojenta.

– E eu não tenho o direito de ficar com essa sem coração do meu lado — disse imitando a voz dela e Marcelina riu — Relaxa benzinho, pra mim você nem existe — disse seca e me virando. Ajeitei minhas coisas e fiquei jogada na cama, coloquei a porra do uniforme, claro, cortei algumas partes do meu próprio estilo e calcei minha bota. Sorri para Marcelina e saímos pela porta, teríamos aula de Teatro, e lá vamos nós, bem vinda ao inferno do ano Gusman. Saí andando e entrei na sala e me sentei no fundo, encarei a lousa.

– Gatinha em — sussurrou um garoto do outro lado e eu revirei os olhos fingindo que nem havia escutado

– Pena que já tem dono — eu conhecia aquela voz. Me virei e dei de cara com Paulo, pulei nele entrelaçando minhas pernas na sua cintura e o beijei de língua, nossas línguas brincavam em sintonia.

– Quem é essa? — disse uma voz super enjoada. Desgrudei meus lábios do Paulo e ele passou seu braço em volta da minha cintura e eu encarei o outro projeto de Barbie na minha frente.

– Essa é Alicia — sorriu Paulo e eu sorri.

– E..? O que ela é sua? Pensei que estavamos tendo algo sério — a voz daquela garota era tão enjoada que me dava ânsia de vomito.

– Só pensou — Paulo disse seco — Alicia é minha namorada — ele disse grudando mais nossos corpos e eu corei.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.