Summer Camp
24 Capítulo 24 - Eu posso ser o primeiro?
Notas iniciais
POV Daniel
Eu sabia que Margarida estava puta da vida comigo, mas eu precisava tentar arrancar algo a mais da Maria Joaquina ficando mas perto dela. Não queria fazer ciúmes na Marg, só um pouquinho.. mas eu sabia que ela ia dar o troco e muito pior, assim que eu vi aqueles garotos conversando com ela me deu uma tremenda raiva. O volume alto da música "Beijinho no ombro" tocava na caixa de som do clube e eu só conseguia enxergar o balanço do corpo das meninas, Maria Joaquina se afastou de mim sem que eu percebesse e foi para outro lugar. Paulo se juntou a mim e ficou encarando a minha cara de besta, saí do meu transe e encarei ele.
– O que cê fez pra Margarida? — perguntou.
– Eu? Nada. — respondi na maior cara de santo e encarei um garoto dando em cima da Alicia. — Vish Paulo, é melhor você ficar de olho na sua garota porque olha lá..
– Quem esse filho da puta pensa que é? — perguntou para si mesmo e foi andando em direção aos dois.
Me levantei e fui até Margarida, ela dançava na maior animação e o ritmo do seu corpo estava de uma forma tão seduzente. Bruna fez um sinal para que eu não fosse para perto dela e eu ignorei, puxei a mesma pela cintura e antes que ela pronunciasse algo entrei no banheiro feminino e a prensei na parede. Novamente ela tentou falar algo porém eu encostei nossos lábios, uma das minhas mãos posicionou em sua nuca e a outra em sua cintura, Margarida tentou não ceder mas foi impossível, ela envolveu suas mãos envolta da minha nuca e arranhou alguns fios de cabelo. Mordisquei o seu lábio e depois desci minha boca até seu pescoço, dei um chupão naquele local e me separei dela, seus olhos estavam fixos aos meus e antes de pronunciar algo saí do banheiro, mas a mesma me puxou e me prensou na parede.
POV Alicia
– MAS QUE PUTARIA É ESSA COM A MINHA GAROTA? — Paulo veio gritando e eu ri o encarando, seu braço passou envolta da minha cintura e ele jogou um olhar mortal para o garoto.
– Desde quando a garota tem dono? — ele perguntou.
– Desde o dia que eu conheci ela e outra coisa, ela é muito pro seu caminhãozinho pequeno e pro seu "amiguinho". — disse e Paulo chutou com toda sua força o seu amiguinho, o garoto caiu no chão gemendo de dor e a única coisa que eu conseguia fazer era rir sem parar, quem diria que Paulo Guerra ia ter ciúmes de uma garota, principalmente de mim. — Não fui com a cara desse garoto.
– Own o bebê ta com ciumes? — perguntei
– Tenho ciumes do que é meu.
– E desde quando eu sou sua?
– Desde o dia que eu te conheci. — mordeu meu pescoço e em seguida pulou na piscina comigo.
POV Margarida
– Não vou deixar você sair! — murmurei nervosa, queria saber o motivo daquela conversa super animada dele com o projeto de Barbie.
– Pois eu não quero sair mesmo — Daniel saiu de perto de mim, trancou a porta do banheiro e me prensou na parede do banheiro com força. Enrosquei minhas pernas em sua cintura e ele sorriu malicioso, suas mãos alisaram minhas costas e depois desceram para minha coxa o que me fez arrepiar. Passei minhas mãos envolta de sua nuca e arranhei aquele local, ele me apertou mais contra seu corpo e foi distribuindo beijos do meu ombro até o meu pescoço, Daniel foi desamarrando com dificuldade a parte de cima do biquíni até ela cair em algum canto do banheiro, sua mão tocou em meu seio e eu soltei um gemido em seu ouvido. Em seguida seus lábios mordiscaram meus mamilos, aquilo me deixou louca, arranhei suas costas com todas as minhas forças e abafei os gemidos em seu pescoço. Enquanto ele mordiscava um dos meus seios e chupava o outro, com sua mão direita Daniel alisava minha intimidade.
– D-Daniel.. — tentei falar algo. — Eu sou virgem — ele sorriu.
– Eu posso ser o primeiro? — perguntou e eu assenti. Daniel me passava confiança a qualquer momento, eu sabia que ele podia ser o primeiro, ele era especial. Com os meus pés tirei sua bermuda e pude ver o seu amiguinho ficando exitado, desci minha mão esquerda até ele e fui alisando o mesmo com calma, Daniel começou a gemer o meu nome e isso me deixou louca. Seus lábios pararam de mordiscar os meus seios e um sorriso enorme brotou em seu rosto. — Eu prometo que não vai doer.
– Ok.. — respondi e logo senti o seu precioso entrando em minha intimidade, mordi o ombro de Daniel com força e arranhei suas costas, sabia que depois iria ficar marcada. Aquela sensação de dor foi se tornando prazer, gemi o seu nome em seu ouvido e ele foi dando estocadas com mas força, o modo que ele fazia aquilo me deixava com um prazer enorme. Podia sentir o meu corpo todo soando, inverti as posições, Daniel ficou sentado no banco que havia no centro do banheiro e eu senti em seu colo, seu amigo entrou dentro da minha intimidade e eu apoiei minhas mãos em seu ombro, ele contornou suas mãos envolta de minha cintura e eu comecei a cavalgar em seu pênis.
A expressão dele era de prazer, suas mãos foram dando mas força para as cavalgadas e isso estava me deixando cansada, mas o prazer era maior. O meu corpo começou a ficar mole e eu sabia que o dele também, senti o seu gozo dentro de mim e logo nos deitamos no banco com falta de ar. Não conseguia olhar para cara do mesmo, estava envergonhada por isso ter acontecido..
– Margarida?
– Sim.
– Eu te amo e não te trocaria por nenhuma garota. — beijou minha testa e em seguida nos lavamos no box, vesti o biquíni novamente e o esperei vestir a bermuda. Ele abriu a porta do banheiro e graças aos deuses não havia ninguém na porta.
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