Suddenly Love
41 Chapter Thirty Nine
Notas iniciais
estou boladíssima
minha mae tirou meu tmh
q acabei de ganhar
pode isso? n pode
aff vc mae
enfim
espero q gostem
como essa semana
tem 2 feriados
e o resto eh prova
n vou postar nos dias de prova (segunda, quarta, sexta)
mas vou continuar com a maratona
no feriado
bjooo!!!
Soph POV’s
Brinquei com o copo, o deslizando de um lado pro outro em cima daquela mesa suja e fedida. Aonde veio parar, hein Soph?
Bebi mais alguns daqueles e logo não tive mais controle sob meus atos.
(...)
- Puta que pariu! – Exclamei ao ouvir o ranger das cortinas se abrindo, a dor em minha cabeça. Eu nunca havia bebido tanto, achei que fosse explodir á qualquer momento. Olhei em volta e era um lugar bem nojento. – Aonde estou?
Olhei pro lado e um cara abria as janelas, era o cara do bar.
- Você acabou se embebedando, dizendo coisas sobre um cara que é idiota e tivemos que te deixar aqui – Ele murmurou, como se também estivesse de ressaca – Tudo bem?
- Sim, eu já vou indo.
- Ok – Falou, dando de ombros – Você sabe aonde é a porta.
Enquanto calçava meus sapatos, alguns flashbacks vieram em minha mente.
Flash back on
- Tire suas patas de mim! – Gritei pra um cara que estava ao meu lado, que se assustou e saiu.
- Porque tão nervosa? – Uma das prostitutas me perguntou.
Ri atordoada.
- Aquele idiota... O que me fez acreditar que seria diferente? – Perguntei, bebendo mais um daqueles copos enormes.
- Então, aproveite, esqueça dele – Ela disse e saiu, rindo, bêbada também.
Flash back of
- Céus, que eu não tenha feito tanta merda – Sussurrei pra mim mesma, em quanto saia daquele lugar.
Acabei esbarrando em um menino que acompanhava uma menina e um monte de malas, por estar bêbada.
- Oh desc... Justin? – Arqueei a sobrancelha – Não iam ficar em Londres?
Bruna notou minha roupa desgastada.
- Oque houve com você, Soph? – Ela perguntou, um tanto preocupada.
- Nós resolvemos vir pra cá, e nossa, como você está suja – Justin me encarou. – E ainda são 6h da manhã.
Senti minha cabeça latejar ao ouvi-los falando comigo.
- É, eu bebi um pouco – Botei a mão na cabeça – Aonde estão indo?
- Á um hotel. Tentamos te ligar, mas só deu ocupado.
Apalpei meu bolso e catei meu celular, algumas chamadas perdidas e algumas mensagens não vistas. Dentre elas:
Aparece logo... X H
Suspirei, minha vontade era tacar meu celular no chão e pisar nele.
- Podem ir, depois eu volto pra casa e ligo pra vocês – Falei, andando e dando um adeus de longe pra eles.
Sentei em uma praça, a verdade é que acho que praças me atraem porque sempre venho parar em uma. Encarei o céu que tinha o Sol ainda nascendo.
(...) (n/a: Agora n vou botar em itálico as frases em francês, mas vocês devem deduzir quais são)
- Quanto é um desses? – Perguntei ao dono daquela barraca de velharias.
- 150. – Ele disse – Não tá muito usado, mas não é lá tão bom.
- Hm, tudo bem – Falei, dando de ombros e peguei os patins.
Eu havia aprendido a andar, é claro, mas fazia algum tempo e eu não levava muita prática com essas coisas.
- Quer ajuda? – Uma menina que aparentava ter mais ou menos a minha idade, me perguntou com certo deboche no tom da voz – Não parece saber andar.
- Não é a da sua ajuda que eu preciso – Sorri torto á ela, que bufou – E pode ter certeza que sei andar, então, engula suas palavras.
- Educação mandou algumas lembranças, viu?
- E eu mandei você ir se foder, viu? – Ri sarcástica, e sai com aqueles patins que apertavam o canto de meus pés.
Por pura marra eu teria de andar, mesmo esquecendo como o fazia.
Havia umas ruas desertas, aonde aquela ruiva sem sal estava me seguindo, claro, pra ver o espetáculo que eu lhe daria. Se ela acha que eu vou cair, está muito enganada.
- Rua 3, bloco 16. Se sabe andar tão bem assim, vai conseguir saltar aquele muro – Gritou e saiu andando na minha frente. A segui. Aquilo me cheirava á perigo. Então eu tô dentro.
O lugar ficava meio deserto á cada quarteirão que passava, até que chegamos á um lugar aonde haviam uns meninos andando de skate e outros de patins.
Avistei um muro, e uma pista um pouco anteriormente dele, como se fosse o impulso para pular aquele negócio enorme e pichado.
- Opa, a novata vai tentar pular o abyss of death? – Um daqueles mauricinhos perguntou com sarcasmo na voz. Tá, esse nome tá começando a me assustar. Abismo? Morte? Mas é só um muro.
Em um ato ágil, encarei aquele muro de frente. Meu deus. É enorme. Deve ter lá seus 13 ou até 14 metros. Se alguém cair dali, é mais que certo morrer ou ficar aleijado. Engoli o seco.
- Vai! – Uma das meninas lá atrás tentou me dar um pingo de confiança, mesmo sendo desprezada pelos olhares dos outros.
- Ela não vai conseguir – Ouvi os sussurros, e logo, as pessoas formavam uma pequena rodinha em volta daquela parede, meu coração pulsou.
Lentamente, me pus enfrente á pista. Eu iria tentar.
Justin POV’s
- Eu te avisei que eles não eram legais – Bruna falou um pouco decepcionada.
Flash back on
- É seu namorado? – O pai dela perguntou.
- Não, mas e se fosse? – Desafiou-o.
- Bu... – segurei sua mão, advertindo-a de começar uma briga.
- Não te quero namorando um mauricinho antipático – Meu pai exclamou.
- Ele não é antipático! – Minha mãe disse, o defendendo. – Tudo bem que é fresco, um pouco gay e tudo mais, só que...
- Calem a boca! – Encarei Katness boquiaberto. Ela parecia tão doce.
Flash back of
Só de relembrar essa cena, sinto calafrios do olhar em que Joe mandou pra sua filha, Katness.
- Foi tudo bem, relaxa – Falei, tentando confortá-la em quanto caminhávamos até nossa estadia – Hm... Rua 3, bloco 18, é, acho que é aqui.
- Não é lá cinco estrelas, mas tá bom pra mim. – Bu riu, e entramos naquele pequeno hotel.
Haviam alguns paparazzi do lado de fora, mas nada que fosse muito extraordinário, ainda bem.
- Hmm... Fizemos uma reserva aqui – Falei em francês, e o recepcionista assentiu.
- Qual o nome?
- Justin Bieber e Bruna Bieber – Falei, e Bruna que olhava admirada o jardim do hotel, deu um pulo pra trás e no mesmo instante me encarou uma mistura de susto e uma mistura de raiva.
Ouvi um estalo, e senti o impacto de sua mão contra meu braço. O recepcionista nos olhou, segurando a risada entre os dentes.
- Bobo! – Falou, meio risonha.
- Ué, mas é quase verdade, ok? Só falta um pouco.
Rimos. O cara nos entregou a chave de nosso quarto, e nós subimos, descarregando as malas lá.
Seria bem melhor ficar perto de todo mundo, afinal, me tornei um grande amigo de Niall, e Bruna fez amizade com Soph, seria melhor do que ficar vegetando. Mesmo que eu tivesse que ignorar os olhares mortais que Harry me manda toda vez que falo com Soph.
- VAI! VAI! VAI! VAI! – Ouvimos berros soarem um pouco longe dali e nos entreolhamos.
- O que é isso? – Bu perguntou, um tanto curiosa.
- Não sei – dei de ombros, e sorri travesso – Quer descobrir?
Ela assentiu animada, e saímos porta á fora.
Notas finais
espero q tenham gostado
pq cheguei exausta do plaza
dps de ver
amanhecer q eh legal e bla
e vim fazer p vcs
c mtooo amor
h3h3h3 sou cute
bjosss
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