Notas iniciais
aproveitem, divas!! E LEIAM AQUI >>>>>>>Só iremos postar, se tiver 80 reviews... sinto muito, mas ta tendo poucos reviews e isso tem me desanimado ): Obrigada mesmo por quem continua cmg!!!

Soph POV’s

Mas eu não deveria me importar, certo? Quer dizer, Harry é livre pra fazer oque quiser. Do mesmo jeito que eu “beijei” Zayn e sai de lá correndo depois, ele pode beijar ela e tudo mais.

Sai de trás daquelas plantas que já estavam me irritando por ser verdes e fiquei caminhando por ali. Na verdade, não conheço muito Londres, mas nada que uma noite não possa mudar, senti meu celular vibrar.

Onde você tá? Zayn me ligou perguntando de você, e Harry também não sabe de nada. Me desculpa pelo que eu falei, eu tava meio alterada Soph! Xx Mel

Faça-me o favor, né, me chamar de piranha praticamente e fingir que se importa comigo? Ah, não.

Não precisa se preocup... ops, fingir que se importa. Xx eu

Continuei andando por ali, e achei uma barraquinha em que haviam uns patins pendurados.

– Ah, com licença – falei, me aproximando, e o cara que tava sentado, se levantou e sorriu agradavelmente pra mim. – Você aluga esses patins?

– Sim, 10$ a hora. Qual seu numero? – me perguntou, tirando alguns da prateleira.

– Na verdade, eu não sei andar e não sei meu número – dá pra se sentir mais envergonhada? Fiz careta pra ele, que riu.

– Tudo bem, um de nossos vendedores pode te ensinar. Como tá de noite, ele fica andando por ai. Só vou dar uma ligadinha pra ele, um minuto – sorriu pra mim, e foi até lá dentro.

Fiquei sentada ali na frente, até que um menino alto, moreno dos olhos azuis apareceu. Meu deus, aqui só tem garoto bonito? Ok, se concentra no patins.

– Então, quem é a garota? – perguntou ele ao cara baixinho, que tomava conta da barraca. O mesmo apontou pra mim e ele se virou de modo silencioso, vindo até minha direção. – Ahn, oi.

Seus olhos pareciam mais brilhantes quando refletidos á luz da Lua, isso é possível? Acho que não vi nenhum olho mais brilhante á não ser o de Har... esquece.

– Oi, você quem vai rir ao me ver cair? – perguntei, me levantando e o fazendo rir.

– É, devo ser eu mesmo. – falou, lançando um sorriso de lado que faria qualquer uma derreter... mas, eu não, não sei porque, mas acho que não é esse sorriso que tem me feito derreter ultimamente.

– Vamos, então?! – perguntei, e ele assentiu. Consegui achar o patins com o número certo e ele me levou até um parque, o parque aonde fica a London Eye...

– Já veio aqui? – me perguntou, quando me ajudou a botar o patins. Não, eu ainda não os botei. Decidimos que era mais seguro botar só quando chegar aqui.

– Na verdade, eu iria estar aqui de qualquer jeito – falei dando de ombros, e lembrando de meu encontro com Zayn – mas não deu muito certo, então acabei voltando pra casa.

– Entendi – falou, soltando uma risadinha. – Agora, você tem que levantar.

Me ergueu a mão, segurei na mesma e levantei de uma vez. Sorri confiante.

– Gostei – falou, e rimos.

Tá, não foi tão ruim. Quer dizer, depois do segundo tombo eu peguei o jeito. E agora, já consigo correr.

Em quanto corria um pouco na frente de Daniel, ah é... comentei que o nome dele era Daniel? Enfim, senti algo vibrar em meu bolso, e acabei perdendo a concentração. Meu olhar se perdeu também, e quando percebi, senti o impacto de minhas pernas com o chão congelante daquele parque, um arrepio percorreu meu corpo; senti minha mão arder.

– Soph! – Daniel veio em minha direção, se abaixando. – Oque foi isso? Tá tudo bem?

– É, foi isso aqui – balancei o celular, bufando – Mas eu to bem sim, fora minha mão que tá...

– Eita – Daniel soltou e me olhou – Sua casa fica aqui perto?

– Sim, quer dizer, não. Eu não tenho casa aqui, estudo em um internato e to na casa de uma amiga – suspirei, ao pensar em Mel – mas é aqui perto, sim.

– Tá, eu te levo lá. Meu carro tá nesse quarteirão – Daniel disse, me ajudando a levantar – e lá, eu cuido dessa mão.

– Ahn, obrigada (?) – rimos.

Distraída do jeito que eu tava, nem fiz questão de ler a mensagem que alguém havia me mandado. Logo, eu e Daniel estávamos em frente a casa de Mel.

– Vem – falei, puxando ele pra dentro, era visível que ele tava com vergonha.

Deixei ele entrar, e fechei a porta. Quando me virei, a cara de espanto era notável em mim; Harry estava encarando o chão, sentado no sofá, e suas pernas tremiam. Os outros meninos, estavam amontoados no chão, e tinha faces preocupadas, em quanto Mel andava de um lado pro outro murmurando algo.

– É... – eu e Daniel falamos juntos, atraindo a atenção de todos, que vieram como um furacão pra cima de mim.

“Você enlouqueceu?” “Onde você estava?” “Quer nos matar do coração?” “Santo cristo, Soph” foram coisas que eu vi.

– CALEM A BOCA, PORRA – gritei – Eu estou bem, não estão vendo?

– Onde estava? – Mel repetiu a pergunta, seus olhos estavam inchados, ela chorou mesmo? Senti uma pontada de arrependimento cutucar meu peito, talvez se meu orgulho não pulasse na frente dos meus sentimentos, isso não estaria acontecendo. Mas pelo amor, eu só sai por ai.

– Andando de patins, ora – revirei os olhos – Não posso sair que acham que eu morri? Daniel estava comigo.

– Daniel – ouvi Harry e Zayn murmurarem com ironia, na verdade, todo mundo ouviu e eles levaram tapas na cabeça de Liam, Louis e Niall.

– Agora se me dão licença... – falei, puxando Daniel até a sacada. – Foi mal por isso, eles são meio exagerados.

– Seus amigos? – me perguntou, sentando do meu lado e eu fiz um “mais ou menos” com a mão. – Enfim, aonde você tem remédios aqui?

– Não sei, espera. – falei, e fui até a sala aonde eles conversavam. – Aonde tem remédios, Mel?

– Oque houve com sua mão? – Harry me olhou espantando, se levantando e vindo até mim. Vi seus olhos borbulharem raiva, e ele sussurrou pra mim – Foi esse cara?

– Relaxa, Harry – sussurrei de volta, revirando os olhos – Hein, Mel? Aonde tem?

– Em cima do armário da cozinha. – falou, sem dar muita atenção; claro, ela estava do lado de Liam James Payne, o cara por quem ela é apaixonada desde sempre e blábláblá.

Murmurei um “ok” e sai dali, sem falar nada á Harry, não é que eu esteja bolada com ele, ou coisa do gênero, mas ele tá saindo com Larissa, né? Não pode ficar de papinho comigo.

Voltei pra onde Daniel estava e ele fez um curativo na minha mão.

– Seu namorado? – perguntou, apontando pra Harry. Da sacada tinha a visão perfeita da sala, oque facilitava pra Daniel sair apontando pra todo mundo.

– Não. – falei, um pouco alto e rápido demais. – Um, amigo sabe, e tal..

Cocei a nuca, porque eu fiquei assim?

– Sei. – me olhou, rindo. – Enfim, acho que minha irmã vai me matar se eu chegar tarde em casa, então depois nos vemos?

– Ah, sim. Tem meu telefone, posso sair só nos fins de semana. – falei sorrindo pra ele, que retribuiu. Daniel era um ótimo amigo, e não o via como mais que isso. Talvez fosse bom ficar na companhia de um “não-galinha”.

Amanhã é Domingo, ou seja, irei ver a mãe de Harry com ele. Fora isso, não tenho nenhum compromisso.

Levei Daniel até a porta e subi até o quarto aonde eu estava ficando.

Harry POV’s

“Subo atrás dela ou não?” essa frase cutucava minha mente de tal forma que não conseguiria prestar atenção em mais nada.

– Ei! Harry, acorda! – Louis me cutucou de canto – Estamos indo, você vem?

– Sim – falei, meio derrotado. Porque você não foi até lá, idiota?!

– Soph, desce aqui – Mel gritou.

– Eles já foram embora? – ela gritou de volta.

– Sim. – Mel gritou e logo depois sussurrou pra gente: — Se eu não falasse que sim, ela provavelmente não desceria. Me agradeçam depois.

Conversávamos sobre como a escola estava com gente nova, e ouvimos passos. Por algum motivo, meu coração estava á mil. Todos os meninos olharam pra escada, da onde ela saiu.

Minha boca, assim como a de todos os meninos, caíram. E vimos os olhos de Soph arregalarem. Mesmo assim, ela continuava linda. Ela usava seu pijama, era um short e uma regata, que detalhavam muito bem seu corpo, e que corpo. Mas o mais importante era seu sorriso tímido, e sua franja caída no olho; davam um ar de “Soph”.

– Eu vou te matar. – Soph olhou mortalmente pra Mel. – Tchau pra vocês.

Disse e subiu correndo.

Depois daquele transe, nós fomos embora... Ainda sem esquecer a imagem que prendeu-se em nossas mentes.

– Mano, uou. – Louis se jogou no sofá. – Que corpo era aquele?

Joguei uma almofada nele.

– Que foi? Tá com ciúmes? – Liam provocou, arrancando risinhos dos outros.

Ouvimos alguém bater na porta. Olhei pros meninos de relance, eles mantinham o olhar confuso.

Louis saiu correndo, e voltou com um bastão qualquer e um spray de pimenta, já falei que ele é pirado?!

Bateram na porta outra vez, e fomos até lá. Quando abrimos, pra nosso alivio, era um dos inspetores. Mas espera aí, oque ele faz ali?

– Queridos alunos – ele disse, passando o recado da diretora. – Quero que voltem para a escola amanhã de manhã, pois terão uma notícia que irá mudar bastante as coisas. Sinto muito por estragar o fim de semana.

– Ahhhh! – soltamos o coro, e fechamos a porta. – Tá de sacanagem né?

Olhei pra baixo; amanhã eu iria visitar minha mãe. Sem dar uma palavra, subi. Iria ligar pra ela e tentar avisa-la. Olhei pro relógio e já eram 0h40.

– Droga – murmurei, e disquei seu número – Desculpa mãe...

Próximo capitulo.

– Sério? Que maneiro! – pulei, pensando na possiblidade de finalmente me livrar daquele colégio nem que por uma semana.

– Isso! – olhei pro lado, e Soph comemorava com Mel. Sorri ao vê-la feliz, espera, que gay! Eu não sou esse, quer dizer, eu não sou isso. Preciso voltar á ser Harry, o pegador.


Notas finais
tomara q tenham gostado, malikisses feat horan hugs