Notas iniciais
Está é nossa primeira paródia e, rimos muito com ela. Boa leitura e obrigado por ler.

Naquela manhã de pouco sol Elena acordou, viu o sol passar pela janela e pensou em passar na Starbucks, mas lembrou que a mesma ainda não foi criada. Colocou seu casaco, fez a chapinha de costume, não tomou banho, pois achou desnecessário.

Viu que estava meio atrasada, foi descer a escada correndo e escorregou, então rolou escadaria a baixo. Ao se levantar bateu a cabeça em uma mesa que ficava na ponta da escada. Ela nunca entendera por que a bendita mesa ficava exatamente ali. A garota já havia batido a cabeça 5 vezes este ano, no mesmo local, mas nunca parou para retirar a mesa.

Pegou sua querida mobilete e foi rumo a escola. Elena nunca gostou do barulho que a tal “locomotiva” fazia, já foi em vários mecânicos para resolver os problemas, mas todos disseram: “Não adianta, todas as mobiletes fazem o mesmo barulho!”.

A estrada da casa de Elena até a escola era meio esburacada, então ela chegava na escola com o cabelo muito volumoso. A garota antes de entrar na escola ia até uma moita, pegava sua chapinha portátil e arrumava o cabelo, deste modo ela estaria sempre de cabelo lambido.

Antes de entrar, depois de arrumar seu cabelo, Elena ficava atrás da moita, observando. Apesar de amar Damon, ela sempre observava o garoto de peruca. O mesmo sempre estava acompanhado de uma garota sem expressão, sua cara era a representação de uma dor de barriga constante. Quando ela sentia contrações colocava seu cabelo para trás da orelha.

– O que você está fazendo atrás da moita? – disse Bonnie.

Elena indignada e totalmente constrangida, pois a amiga descobrira o seu segredo de beleza diz: “Só estava procurando meu bichinho de estimação, ele fugiu novamente e achei que teria corrido para debaixo desta moita”.

– Você está falando do esquilo que atropelou semana passada, quando vinha para a escola em sua mobilete? – disse a best friend forever, desacreditando em tal história.

– Isso...

– E por que você está segurando sua chapinha portátil?

– Esquilo. – Ao termino da frase Elena saiu correndo, sem motivo aparente.

Elena sentiu uma fome incontestável, decidiu ir até a cozinha, afinal, ela conhece todos os “tios da cozinha”.

A menina mal entrou e logo veio alguém oferecendo pão. Era Peeta o padeiro. Ele foi vencedor de uma competição, em que todos tinham que se matar. Por falta de personagens para a próxima edição, pois todos estavam mortos, veio parar aqui.

– Obrigada Peeta, mas não sei se vou conseguir comer este pão, pois ele tem três metros e minha aula já vai começar.

A garota de cabelo castanho foi para a sala, ainda com o pão em mãos. Decidiu distribuir pedaços para a sala todo, até sobrou para a sala do lado. Elena ainda estava com fome, pegou sua maçã e sem querer deixo-a cair, mas alguém veio e a chutou, fazendo com que a maçã passasse pela janela e acertando um pedestre.

– Me desculpa, só queria ajudar. – disse Stefan.

– Então, da próxima vez não tente imitar o garoto de peruca e deixe a maçã cair no chão, seu bosta.

A menina doce, Elena, tinha raiva do outro garoto de peruca, Stefan. Quando ela começou a ter uma plantação de esquilos, Stefan foi lá e drenou o sangue de todos, fazendo com que a trilogia ‘Alvin e os esquilos’ fosse cancelada. Elena logo saiu de sua casa com um lança chamas, mas Stefan correu, e correu, e correu, e correu, e correu, e correu, até parar para respirar, depois, correu, e correu, e correu, assim sucessivamente.

Por esse motivo Elena o odeia tanto.

O Stefan saiu de perto da menina de cabelos castanhos e logo em seguida chegou Edward.

– Gostaria de sair comigo esta noite? Eu até convidaria a garota da dor de barriga, mas o cheiro dela me deixou em coma por uma semana – disse o garoto de peruca.

– Promete que você irar me morder?

– Isso eu não posso prometer, mas prometo que faremos uma festinha. Irei colocar uma luz virada para minha barriga e irei me mexer, assim farei o efeito “globo de luz”.

– Me pegue as sete, mas não conte para o Damon.

– Pode deixar gata. – Antes de sair, fez um bico muito estranho, como se tivesse chupado algo azedo.

Após a rápida conversa, o professor entrou na sala.

– Olá, meu nome é Jack Black, mas me chame de Dionísio. Hoje teremos uma bela visita do nosso querido Severo Snape. Logo ele chega, as vezes as chaminés estão ocupadas, isso quando o Noel não entope todo o tráfico.

– E o que vamos aprender hoje?

– Sobre rock – disse Dionísio, enquanto pegava uma guitarra – me suga, me suga, é assim que eu gosto. Me drena, me drena, é assim que eu faço. Iáiáiáiáiá – gritou como Xena a Guerreira – vem novinha, vem que vem. Agora façam suas composições, pois estarei ali na moita, procurando esquilos.

Elena ficou muito interessada, então foi para moita com Dionísio.

Enquanto Elena rolava pelo chão, sem querer tirou a roupa do Dionísio e ficou beijando ele.

– O que está fazendo, Elena? – disse o moreno Damon.

– É... O professor está procurando esquilos, então decidi ajuda-lo.

– Vocês estão procurando esquilos, pelados?

– Claro, desta forma eles veem até nós – disse o professor.

– Então está bem.

Damon tirou toda sua roupa, e foi procurar esquilos. Sem querer começou a beijar o professor. Elena ficou aterrorizada, então saiu correndo, nua. Um padre olhou para a garota, ainda nua, e começou a gritar: “Que o satanás te deixe em paz”. Repetiu várias vezes em um ritmo muito estanho, até parecia ser alguma música da banda Rouge.

*horas depois*

Elena devidamente vestida para o encontro com o garoto da peruca, olhava o blog da garota do blog (lê-se: Gossip Girl, xoxo, Gossip Girl).

Desceu de sua querida mobilete, mas não largou o celular, pois estava interessada no blog da garota do blog. Se aproximou da porta, enquanto batia falava: “Peruca, peruca, peruca, mostra sua arapuca”.

Elena percebeu algo sobrevoá-la, este “algo” caiu em uma moita. Logo C-lena Gomiz abriu a porta, apenas com roupas intimas, saiu correndo.

– O que? – sussurrou.

Depois de C-lena um boneco, em um triciclo, saiu pedalando. Parou por um minuto, olhou para ela e continuou a andar.

– Ah, me desculpe. Eu achei que fosse te buscar as sete.

– Peruca, já são duas da manhã.

– E você ainda veio até aqui?

Elena perplexa deu as costas a Peruca e teve devaneios de um acidente, acidente em que seus pais caiam em um poço e encontrava um antiga amiga.

– Por favor entre.

Elena entrou e foi correndo procurar uma cama.

– Você não tem cama? – vendo o que faltava no quarto, gritou histericamente – QUAL O SEU PROBLEMA? VOCÊ NÃO TEM CAMA.

As luzes da casa se apagaram.

– Acho que esqueci de pagar a conta da Eletro-Paulo.

– ENTÃO BRILHA, VAMOS, BRILHA – gritava.

– Só posso brilhar se alguma luz estiver contraria ao meu corpo.

– ENTÃO – ainda gritando – VOCÊ NÃO SERVE PARA NADA? NÃO MORDE A MONGA, NÃO ME MORDE, NÃO PEGA GAROTAS E AINDA NÃO SERVE PARA ILUMINAR UM SIMPLES QUARTO. PARA QUE VOCÊ SERVE?

– Não, que isso... Senti um cheiro. Acho que tem algo morto aqui.

– Ai droga, a Bela descobriu que estávamos aqui.

– Na verdade é um zumbi.

Então Evil-Rick pulou sobre a Peruca e cortou sua cabeça, fazendo com que a luz voltasse.

FIM DO CAPÍTULO UM.

Notas finais
É isso ai. Deixe seu review. Obrigado por ler.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.