Submundo

5 A verdade.


Notas iniciais
Capitulo curtinho, mas só para adiantar o que vai rolar explicar umas coisinhas e adiantar um pouco do cap. 6.
Colton Colt, não fica chateado, já explico sobre a Sarah. xD

CAPITULO 5

— Rei, Reeei. – O soldado batia frequentemente numa porta feita de madeira maciça, estava junto Miguel e John.

Sarah já tinha ido descansar, após uma grande refeição, com direito a bela harmonia que vinha de uma gaita suavemente tocada por um dos soldados ao fundo do salão.

— Droga, eu tenho que apresentar vocês ao Rei, Vocês só podem ficar aqui com aprovação dele, entende? – Disse o Soldado olhando para os dois.

— Não queremos ficar, nada contra, mas queremos ir para casa. – Disse Miguel.

— HAHAHAHA – o soldado caiu numa grande gargalhada ecoando por todo corredor.

— Do que ele esta rindo? – Miguel disse olhando para John.

Uma voz ecoa do fundo do corredor: — Não seja tão rude com nossos visitantes, soldado.

O soldado se põe de pé, e fica em posição de sentido.

— Sim senhor, meu Rei.

O homem que vinha caminhando ao fundo do corredor era o Rei, seu cabelo era longo, loiro, tinha os olhos da cor de uma esmeralda esverdeados, era alto e forte, parecia mais um guerreiro, e apesar de ser rei, parecia ser jovem, no máximo ter a mesma idade de John e Miguel. Aproximou-se do soldado e fez um sinal com a cabeça de positivo, o soldado logo entendeu que era para deixa-lo a sós, o soldado o respeita, bate continência e logo se retira. O Rei abre a porta do quarto que por dentro parecia uma pequena suíte, as paredes eram feita pequena ripas de madeira unidas umas as outras dando a sensação de estarem em um lugar mais seguro e aconchegante, as janelas de 3x2 metros deixavam passar a brisa necessária para ventilar a suíte de 10 m².

Após John e Miguel se deslumbrarem com a pequena suíte, o Rei puxa duas cadeiras perto de um bar antigo feito de madeira envernizada, com copos de cristal presos em sua parte superior. Logo após John e Miguel sentarem, o Rei puxa uma cadeira de madeira com um estofamento de cor vinho e senta.

O Rei os olha diretamente fitando:

— Eu pensei que um dos meus soldados havia visto uma miragem quando me veio falar que viu três peregrinos vindos do deserto. Em todo o tempo que estive aqui, nunca ninguém adentrou essas areias sem sermos nós mesmos e aquelas criaturas que vocês viram lá fora.

— Beleza, obrigado pelo elogio, mas como eu saio daqui? – Diz Miguel fazendo pouco caso do que o Rei acabara de dizer.

O Rei lança uma gargalhada moderada ao ouvir Miguel.

John educadamente espera o Rei terminar sua gargalhada e fita os olhos do Rei e em seguida pergunta:

— Quem é você? E onde estamos?

O Rei fica silêncio, não esperava tal pergunta do jovem John, não agora.

Ele disfere um pequeno sorriso olhando para John e responde com calma e serenidade:

— Calma jovem John, Tudo ao seu tempo.

John muda o seu semblante e tornar a perguntar:

— E onde estamos?

O Rei se levanta, ergue seu braço e pega uma das taças de cristal que estava preso na parte superior do minibar, abre a garrafa de uísque e se serve e volta a se sentar, após se sentar ele levanta rapidamente levando a sua mão a cabeça e indaga:

— Que tipo de anfitrião eu sou, que não oferece um bom uísque aos meus convidados.

Miguel levanta para se servir, John o encara com olhar de reprovação, em seguida fita o Rei e repete a mesma pergunta que havia feito:

— Onde diabos nós estamos? – Grita John.

Miguel olha assustado para John, pois nunca tinha visto seu amigo nesse estado.

O Rei após vê a reação de John degusta a última vez o uísque que havia em sua taça, Olha diretamente para John e enfim responde:

— Vocês estão numa prisão que vai além de sua compreensão, num pesadelo constante, onde o inicio é fim e o fim se torna o inicio de uma nova tortura mental, onde o corajoso se torna um covarde e um covarde se torna um verme, um lugar feito de cada um de seus temores que corrói seu coração e sua mente, que até a mente mais visionária se desintegra de agonia e dor...

— Vamos parar com a enrolação e vamos direto ao assunto. – Interrompe Miguel bravo por ouvir algo que não compreendia.

— Sem abusar da educação, me poupe com seus sermões. – Diz John olhando para o Rei.

O Rei serve mais um pouco de seu uísque, e oferece a John, que dessa vez aceita. Levanta a sua taça num gesto propondo um brinde, É logo respondido com Miguel encostando sua taça de uísque causando um barulho dos cristais entrando em contato, John também se levanta e ergue sua taça aceitando o brinde, mais uma vez o barulho das taças se encostando. Cada um deu um generoso gole em seu uísque.

— O que estamos brindando? – Pergunta John.

— O começo de uma vida eterna... Bem vindo ao...

Inferno.

Notas finais
Obrigado aos leitores que vem acompanhando, a opinião de vocês me ajudam muito a melhorar os erros que vim cometendo. Abraços. :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.