Submissão

21 Capítulo 20


Notas iniciais
Último capítulooooo buáááááá Primeiramente, queria agradecer todos que acompanharam e torceram por Morgan e Dexter. E que comentaram. Ah, se quiserem recomendar, ainda dá tempo. Eu iria amar de verdade. Mas, focando no capítulo, eu demorei para escrever porque estava com pena. E sinceramente, reescrevi umas três vezes. Sempre achando que faltou algo. E se faltou, por favor, me avisem. Aproveitem.

Depois de quase uma hora na fila esperando para entrar, lembrei de mais um motivo para colocar na lista de ódio á Sex Drive. Enruguei o nariz com o cheiro estranho que preenchia o ar e fechei minhas mãos em punho, controlando a vontade de enforcar Dexter por ter ido para um lugar como aquele. Desviei o olhar da quantidade absurda de mulheres semi nuas que passavam por mim e consegui arrumar um lugar no bar.

Depois de tomar um dose generosa de uísque, arrisquei encarar a cortina vermelha que era protegida por um enorme segurança. Essa cortina levava ao outro lado da Sex Drive. Um lado que me fazia odiar aquele lugar. Me levantei, passando as mãos por meu vestido e caminhando confiante até lá.

Ainda não acreditava que tinha conhecido Anthony em um lugar como aquele. Desviei de uma garçonete vestindo apenas um top e curtos shorts que poderiam facilmente ser confundidos com calcinhas. O ódio subiu por minha corrente sanguínea, fazendo meu rosto ficar cor de rosa. O segurança me olhou de cima a baixo – por mais tempo do que eu achava necessário – e abriu a cortina, dando-me passagem.

A visão do que me aguardava me chocou.

Depois me enraiveceu.

Porque, além de boate, a Sex Drive era um bar de stripper.

Escaniei aquele lugar com os olhos astutos, procurando por um e oitenta de sensualidade masculina que me pertenciam. Encontrei-o com facilidade sentado em uma mesa á frente de um palco, onde uma loira dançava com um sorriso satisfeito, se esfregando no polidance. Sério, qual era o problema de Dexter com as loiras? Sempre loiras, Jesus.

Aproximei-me praticamente marchando em sua direção. Imaginei em minha mente que ele daria um pulo de sua cadeira e iria me pedir perdão por estar em um lugar desses. Realmente não conhecia Dexter tão bem. Assim que percebeu minha presença, deu um meio sorriso e desviou o olhar de volta para a loira. Como se eu fosse mais uma das garçonetes seminua.

A raiva se espalhou totalmente por mim e andei até parar á sua frente. Pus as mãos na cintura, exigindo até, recebendo um levantar de sobrancelha em resposta. Se não fosse o leve arregalar de seus olhos dourados ao perceberem a roupa que eu estava usando, teria dando um escândalo digno de Oscar naquele lugar.

“Dexter.”, chamei. Claro que com o som alto, tive que praticamente gritar para que ele me escutasse. “Você pode me escutar?”

Sua expressão continuava indiferente, mesmo que tivesse um brilho de diversão em seus olhos.

“Com esse barulho, é um pouco difícil, Morgan.”, ele deu de ombros e se levantou, cruzando os braços – olhando para a maldita stripper – “Podemos conversar mais tarde.”

Ok, eu merecia isso. Estava ignorando ele por duas semanas, mas aquilo já era maldade demais. Respirei fundo, sabendo que jogar um copo nele não era a melhor solução. Me aproximei, pondo uma mão em seus bíceps. Seus músculos se tencionaram e ele me encarou, deixando todos os sentimentos visíveis. Mas foi por um curto segundo.

“Mais tarde, Morgan.”, ele levantou os olhos novamente. Deu um meio sorriso. “Estou aproveitando que minha namorada está me dando gelo.”

“Então é isso?”, perguntei retoricamente e dei alguns passos para trás. Um sorriso maldoso surgiu em meus lábios. “Esse jogo é pra dois, Dexter.”

Movi meus dedos para as alças do meu vestido, sentindo-as deslizando por meus ombros. Dexter tirou os olhos da vadia e me encarou, estupefato. Meu sorriso se ampliou e o vestido caiu aos meus pés. Pus as mãos na cintura e levantei uma sobrancelha, desafiadora. Perifericamente, percebi que havia atraído a atenção de mais alguns homem, que se aproximavam, sorrateiros.

Dexter rosnou, parando perto o bastante para demarcar seu território.

“Vai me dar atenção agora ou vou ter que ficar nua?”, perguntei encarando-o séria. “Porque é o que eu vou fazer. Sem pudor nenhum.”

Ele revirou os olhos, mas não se afastou. Me senti vitoriosa, mas não me movi para pegar o vestido no chão. Era óbvio que estava com vergonha. O meu rosto totalmente avermelhado era a prova física disso. Internamente estava rezando para que ele atribuísse isso á raiva, não á vergonha.

Engoli a seco, ignorando os olhares luxuriosos que estava recebendo, mantendo minha atenção apenas em Dexter. Incrivelmente, aquilo me deixou ainda mais nervosa. Ele percebeu – porque ele sempre percebia tudo – e passou os dedos por meu rosto carinhosamente. Mesmo que sua expressão continuasse rígida.

Então nada naquele lugar importou. Nem os tarados que me rondavam. Nem a loira estúpida atrás de mim. Eu só queria que Dexter voltasse a me olhar como antes de surtar. Tirei sua mão de meu rosto e entrelacei os nossos dedos, recebendo um pequeno sorriso de volta.

“Quero meu colega de apartamento de volta.”, sussurrei. Ele se aproximou, fazendo com que sua respiração e seu cheiro me envolvessem e intoxicassem. “Não tenho um emprego bom o suficiente para pagar o aluguel sozinha e tenho um quarto vago.”, sorri.

Dexter gargalhou, aliviando a tensão de meus ombros.

“Só por isso que você me quer de volta?”, ele questionou, provocando. Passou os dedos por seus longos cabelos loiros. “Eu disse que iria continuar pagando o aluguel, mesmo que não estivesse mais morando lá.”

Bom argumento. Pressionei os lábios juntos, me preparando para aceitar a revelação que tive no dia em que Alexander se declarou. Fechei os olhos, sentindo o ar saindo de meus pulmões sem a minha permissão. Era agora. Eu diria o que nunca tive coragem de dizer em todos os anos que ficamos juntos. Porque sempre achei que gestos diziam mais que palavras.

Só que, ás vezes, nós só temos que falar.

“Eu não estou dependente de você.”, grasnei as palavras. Abri os olhos, o encarando. Dexter estava impassível, apenas esperando. Ele sabia. O filho da puta sabia. Um sorriso involuntário invadiu meu rosto, tomando conta de meus lábios. “O que eu sinto é amor. Eu amo você, Dexter Moore. Desde que você derramou bebida em mim.”, pressionei meu corpo contra o dele ao ver o seu sorriso e seus olhos brilhando. “E eu sei que você também me ama.”, ele assentiu, concordando com minhas palavras. Aquilo me desconcertou. “Você me ama?”

É, parece que a confiança não era totalmente verídica.

Dexter manteve o meio sorriso e seus olhar se aqueceu. Ele se abaixou, pegando meu vestido e deslizando-o de volta ao seu lugar em meu corpo. Os espectadores masculinos lamentaram e se afastaram decepcionados. Os dedos de Dexter roçaram em meu ombro, deixando um rastro de calor. Suspirei, saboreando aquela sensação.

“É claro que eu te amo, sua cabeça dura.”, ele disse e prendeu meu rosto entre as suas mãos. “Eu te amei desde que Taylor fez um movimento mal calculado e minha bebida caiu nesse vestido.”

Meus olhos se arregalaram.

“Você realmente lembra.”, murmurei.

Ele bufou.

“Óbvio que sim.”, ele passou seu nariz contra o meu. “A esquecida dessa relação é você, Morg.”

Eu iria dizer que nunca me esqueci daquele dia. Que poderiam se passar dias, meses e anos que aquela lembrança nunca se apagaria da minha mente. Mas aquilo se tornou dispensável quando seus lábios tocaram os meus. Sua mão soltou meu rosto e envolveu minha cintura, puxando meu corpo com força contra o seu. A outra se prendeu em meus cabelos, impedindo que eu me afastasse.

Suspirei em seus lábios, enquanto a saudade possuía meu corpo. Meus dedos traçaram o caminho por seus braços até seu pescoço. Ele gemeu em meus lábios e eu consegui sentir seu sorriso. Afastamos-nos em busca de ar, mas eu não saí de seus braços, absorvendo o máximo possível do seu calor. Seus olhos gatunos brilhavam, mas sem perder a safadeza. E ele realmente tinha um sorriso satisfeito nos lábios.

“Vamos para casa.”, ele disse. Eu assenti, meu peito se aliviando. “Espere.”, Dexter se moveu até a sua mesa e pegou um copo de água. Franzi o cenho confusa. Então, ele jogou a água na frente do meu vestido, me deixando estática.

“Filho da puta.”, ralhei. “De novo?”

Me ignorando, ele pôs as mãos em minha cintura, puxando-me contra ele e sua boca pousou em minha orelha, entorpecendo-a. Tive que segurar em seus braços para não cair, tamanho era o efeito que ele tinha sobre mim.

“Se quiser, minha casa fica á poucos minutos de distância. Posso lavar o vestido rapidamente.”, ele riu, então afastou-se um pouco, me avaliando da cabeça aos pés. Sempre fazendo aquele bico e estreitando os olhos. “Esse vestido realmente fica melhor molhado.”

Eu ri.

“O que te faz pensar que eu iria para a casa de um estranho?”, indaguei, dando um sorriso. “Você nem me disse o seu nome.”

Dexter me estendeu a mão, que eu prontamente peguei.

“Sou Dexter Moore, seu namorado apaixonado.”

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Meus olhos estavam vendados, mas eu não tinha medo.

Estava excitada. Muito excitada novamente.

Escutei seu riso para logo em seguida sentir sua mão subindo por minha coxa. Mesmo sabendo o que exatamente iria acontecer, instintivamente puxei as cordas que prendia os meus pulsos no ferro da cabeceira da cama. Um pequeno sorriso surgiu em meus lábios e passei a língua por eles. Escutei seu rosnar bem perto do meu ouvido.

“Me diz o que você quer, safada.”

Engoli a seco, sentindo minha garganta se fechando, impedindo que as palavras saíssem. Sua mão se moveu para o interior da minha coxa e eu choraminguei. Ele riu novamente e logo em seguida sentir sua boca quente em meu seio esquerdo. Um gemido me escapou ao mesmo tempo em que ele colocou um dedo dentro de mim.

“Você está tão excitada.”, ele sussurrou e passou a língua pelo meu mamilo e deu uma leve mordida. “Deus, como eu quero estar dentro de você.”

“Ah, Dexter”, gemi puxando as amarras novamente.

Ele colocou mais um dedo dentro de mim e eu levantei meu corpo de encontro á sua mão. Meu Deus. Ele começou a movimentar rapidamente, sabendo exatamente como eu gostava. Mordi o lábio inferior tentando me controlar. Meus pulsos já estavam doloridos, mas não queria que ele me soltasse. Minhas unhas cravaram na palma de minhas mãos e eu sabia que deixaria marcas, mas não ligava.

Meu corpo começou a ficar tenso e eu soltei outro gemido. Mas, quando o orgasmo ameaçou me atingir, ele se afastou. Rosnei, e o escutei rindo por não ser uma coisa que eu fazia com frequência. Escutei o pacote da camisinha sendo rasgado e meu coração se acelerou de antecipação. O colchão afundou no exato momento em que ele deitou em cima de mim. Conseguia sentir seu membro na minha intimidade, ameaçando entrar.

Engoli a seco. Dessa vez não era um sonho. Graças a Deus não era um sonho. Dexter me penetrou, segurando minha cintura para me dar suporte. Ele começou a se movimentar com urgência. Parecia que eu não tinha sido a única que havia ansiado por esse momento. Escutei gemer e sua mão estalou em minha coxa. Gemi, já na beira da sanidade. Senti seus lábios traçando um caminho por meu pescoço até minha orelha.

“Te amo, minha gostosa.”, ele sussurrou e mordeu meu lóbulo. “Ah, como eu te amo.”, apertou minha cintura, estocando com vontade. “Diz que me ama, Morgan. Geme que me ama. Quero que todo mundo escute que nos pertencemos.”

“Eu te amo, Dexter. Só você.”, gemi enquanto meu corpo tremia pelo efeito do orgasmo.

Seu gemido se alongou e senti ele se derramando dentro de mim. Mesmo que fosse mais pesado que eu, não o impedi de deitar em cima de mim. Suavemente, ele tirou a minha venda. Meu coração disparou quando meus olhos focaram em seu rosto sorridente e satisfeito. Suspirando, cansado, ele se esticou e desamarrou meus pulsos, massageando-os em seguida.

“Não acredito no quanto você lembra do nosso relacionamento.”, ele disse, mantendo a atenção nos meus pulsos. “Sempre achei que tinha apagado isso da sua memória.”

Revirei os olhos. Ele se obrigou a sair de cima – e de dentro – de mim. Deitei minha cabeça em seu peito e seus dedos roçaram lentamente por minhas costas, me causando arrepios. Beijei sua bochecha, sentindo sua barba por fazer. Eu era uma sortuda. Balancei a cabeça, atraindo os seus olhos dourados e divertidos.

“Não esqueci de nada, Dexter.”, toquei seu rosto. “Nada.”

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3 meses depois...

“É claro que eu sei que é um grande passo em um relacionamento, William.”, Dexter bufou e passou os dedos pelos cabelos, exasperado. “Mas somos responsáveis o suficiente para isso.”

Levantei uma sobrancelha, me encostando ao batente da passagem entre a cozinha e a sala. Ele estava de costas para mim, falando no celular com Will. Franzi o cenho, captando apenas metade da conversa. Grande passo? Responsáveis? Quase discordei lembrando da briga na semana passada sobre o seu maldito café. Mas apenas sorri e cruzei os braços, esperando que ele me visse.

“Vai chegar hoje, Will. Espero que ela concorde.”, ele pausou e assentiu, escutando. “Sei que tenho que pedir de um jeito especial para ela dizer sim.”, ele olhou para o relógio. “Vou desligar, está na hora.”

Apreensão tocou todo o meu corpo. Ele iria...? Não. Impossível. Quero dizer... Estava cedo. Mas, por algum motivo, sabia que se ele me fizesse essa pergunta, eu diria sim sem hesitar. Parecendo sentir a minha presença, Dexter fixou os olhos no lugar exato que eu estava e sorriu, me chamando com um gesto com a mão.

“Vem aqui, minha fofoqueira.”, ele disse.

Abracei-o, ofendida.

“Não tenho culpa se você fala alto o suficiente para acordar metade da vizinhança.”, brinquei. Ele fez uma careta e me estendeu uma caneca com café. Franzi o cenho, mas cedi. “Opa! Você acertou.”, tomei mais um gole do café e suspirei. “Está ótimo, Dexter.”, estreitei os meus olhos. “Você fazia aquele lixo de propósito?”

Ele sorriu tirando alguns fios soltos do meu rosto.

“Te garanto que não.”, se abaixou para que nossos rostos estivessem na mesma altura. “Agora, meu amor, até que parte você escutou?”

Dei um sorriso travesso e me sentei do outro lado da bancada. Dexter tentava se mostrar descontraído, mas via que seus ombros estavam tensos. Fosse o que fosse, era realmente importante. Tomei mais um gole de seu café, aproveitando a tortura. Pus meus cotovelos na bancada e descansei meu queixo nas mãos, olhando-o docemente.

“Quem disse que eu escutei algo?”, questionei.

Ele deu um meio sorriso e imitou meus movimentos, sentando-se á minha frente.

“Seus olhos estão brilhando, Morgan.”, ele tinha prendido seus cabelos em um rabo de cavalo, deixando sua barba por fazer aparente. “Não adianta mentir para mim.”

Diante de suas palavras, eu gargalhei. Dexter apenas balançou a cabeça e ficou apreensivo novamente quando escutamos a campainha tocando. Trocamos olhares rapidamente e quando percebi estávamos um em cima do outro sendo encarados com descrença pelo carteiro. Ele estava com uma grande caixa.

Que estava latindo.

Dexter foi o primeiro a se levantar e me estendeu a mão, me ajudando. Ele sorriu para o carteiro, como se nada tivesse acontecido e assinou a prancheta. O carteiro me entregou a caixa totalmente furada e eu abri. Um labrador literalmente saltou da caixa para o meu colo, lambendo o meu rosto e latindo. Dexter fechou a porta e pegou o cachorro, colocando-o lado a lado de seu rosto.

“Por favor?”, pediu e fez bico.

Eu sorri, passando os dedos pelos cabelos. Realmente aquilo era um grande passo. Mordi o lábio inferior, não resistindo àqueles dois. Joguei meus braços para o alto e assenti.

“Tudo bem.”, concordei. Então, coloquei uma mão na cintura e apontei o dedo na direção dos dois. “Mas se tiver qualquer resíduo de bagunça em meu quarto, os dois vão dormir no frio, escutaram?”

Dexter assentiu e colocou o cachorro no chão, acariciando sua cabeça.

“Viu, Maylon.”, ele disse para o cachorro. “Ela nos ama.”

Levantei uma sobrancelha, e me agachei ao seu lado.

“Você realmente colocou o nome do cachorro do Máscara nele?”, perguntei. Maylon lambeu a palma da minha mão e latiu. “Temos que comprar comida e um monte de coisas para ele.”, olhei para Dexter, temerosa. “Tem certeza que estamos preparados para isso?”

Dexter pegou minha mão livre e deu um leve aperto.

“Estamos preparados para tudo, amor.”, ele beijou minha bochecha. Maylon latiu para ele e chegou mais perto de mim. “Não acredito que vou ter que te dividir.”, meneou a cabeça e riu. “Ah, quase me esqueci. Seu pai nos convidou para jantar.”, ele fez uma careta. “Disse para eu levar minha mãe.”, estremeceu.

Estremeci também.

Dexter ainda estava segurando minha mão. Ele passou o dedo indicador na palma, fazendo com que eu me arrepiasse.

“Use aquele vestido branco.”, estreitou os olhos, sempre com aquele meio sorriso cheio de segundas intenções. Meu coração disparou e tive medo que ele explodisse tamanha a minha felicidade. “Aquele que me dá vontade de jogar uma bebida em cima.”, ele se aproximou para sussurrar: “Porque depois eu quero fazer amor com você a noite inteira.”

Maylon latiu, nos encarando confuso, e nós rimos. Apertei os dedos de Dexter, atraindo a sua atenção. Ele me encarou docemente.

“Obrigada.”, sussurrei.

Ele nos levantou e me abraçou. Maylon ficou pulando em nossas pernas.

“Eu faria qualquer coisa por você.”, ele disse, sincero. Então encarou Maylon e franziu o cenho. “Mas, será que você pode levá-lo para passear?”

Dei um tapa em seu braço.

“Vai se foder, Moore.”, balancei a cabeça. “E corte esse maldito cabelo.”

Notas finais
Até, meus amores. E não esqueçam de comentar. Muito obrigada, novamente.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!