Submersos

4 Capítulo 3 - Amizades


Notas iniciais
Hello pessoal tudo bem com vocês? Eu espero que sim e boa leitura para todos *-*

04 horas — São Francisco, apartamento.
Acordo com um barulho vindo de fora me levanto e saio as luzes do corredor estão apagadas, mas da para ouvir as vozes vindo da sala, sigo até lá.
É neste momento que vejo Hian dando pontos na testa do Alan em quanto mesmo está sentado no sofá, e Logan observa com uma expressão seria.
— Esta tudo bem? — pergunto de maneira calma.
— Te acordamos? — responde Alan esboçando um suave sorriso.
— Sim, mas não tem problema — digo me aproximando — Você esta bem?
— Claro — afirma ele de maneira animada.
— Você quis dizer claro que não, nê? — fala Hian corrigindo ele de maneira zangada — E para de se mexer! — manda.
— Ta — concorda o mesmo.
Quando Hian acaba de dar os pontos no Alan ele analisa olhando na câmera do celular.
— O que aconteceu? — pergunto.
— Ele se envolveu em uma briga — Logan me responde de maneira neutra.
— Não foi nada muito serio — diz Alan esboçando um sorriso.
— Você é o cara mais idiota que já namorei, tem sorte do meu irmão estar por perto e te salvar — fala Hian de maneira brava — Poderia ter morrido.
— Sei disto, não vou fazer de novo e não precisa ficar bravo — diz Alan olhando Hian que balança a cabeça de maneira negativa.
— Espero que esteja falando a verdade — fala ele se levantando e focando em mim e no irmão dele — Vocês dois deviam ir dormir para descansar amanhã será um dia longo.
— Certo, boa noite — digo antes de voltar para meu quarto, Logan faz o mesmo.
Algumas horas depois eu já estava de pé novamente pronta para sair, mas diferente de ontem irei direto para o hospital, ansiosa por uma resposta positiva desta vez.
Me olhei uma última vez no espelho antes de sair, está tudo silencioso quando cheguei na sala Logan esta procurando alguma coisa dentro de uma caixa grande, por um segundo ele olha para mim e depois se volta para o que estava fazendo.
O conheço a apenas um dia, mas parece o suficiente para que eu saiba que é melhor ficar longe dele, sai da sala sem fazer barulho apenas pensando nestas últimas coisas que me aconteceram.
Na recepção tem algumas pessoas não esperava ver tanta gente tão cedo, desviei delas e segui direto para meu destino. O ônibus levou uns quinze minutos para chegar lá faltando pouco tempo para a consulta, porém demorou mais do que eu esperava até me chamarem.
Entrei naquela sala toda branca e monotona com frio na barriga, o doutor Paulo apenas esboça um suave sorriso.
— Sente-se — pede ele educadamente.
— Já se fazem seis messes — digo me sentando, o mesmo balança a cabeça positivamente.
— Descançou? Não se forçou? — pergunta.
— Fiz exatamente o que me pediu — respondo calma.
— Perfeito, então vamos dar uma olhada — diz ele se levantando, faço o mesmo.
Primeiro testou meus reflexos, depois tirei o raio-X dos tornozelos e da perna direita, o mesmo anotava algumas coisas ele me olha e bate três vezes a caneta na prancheta.
— Fique de pé e faça a pose base — o mesmo manda, me levantei e faço e olho para ele — Se sente confortável? — pergunta.
— Se quer saber se sinto dor a resposta é não, mas não estou sentindo tanta firmeza — respondo.
— Isto é completamente comum já que ficou um bom tempo parada, pode voltar ao normal — fala ele — Seus tornozelos e o tíbia já estão bons, mas quero que vá com calma no balé e qualquer outra coisa que exija de mais.
— Quer dizer que já posso voltar a dançar? — pergunto incrédula.
— Sim, mas vá com calma — adverte ele.
Naquele momento não consegui evitar o sorriso que se formou no meu rosto, agradeci e me despedi voltei praticamente correndo para a república subi de elevador de maneira impaciente para entrar voando pela aquela porta e ir direto para meu quarto.
Peguei minha bolsa com as coisas da academia e saio, Hian e Alan estão na cozinha ambos me observam.
— Não vai ficar para o almoço? — ele me pergunta.
— Não — respondo sorrindo.
— Você parece contente aconteceu algo? — Hian insiste na pergunta.
— Bom sim, mas depois te conto tenho que ir se não irei me atrasar para o segundo turno — digo e logo saio.
Peguei um táxi para chegar lá mais rápido, desci na frente da academia de dança subi aquelas escadas de maneira calma e paciente, fui até a recepção onde assino o livro de presença, como tinha atestado médico não me preocupei com o horário.
Andando pelos corredores as salas estão cheias havia muitos novatos o que era uma coisa boa afinal mostra como o espirito da dança ainda vive, passei pela minha sala de balé e olhei lá dentro a primeira coisa que vi foi uma variação maravilhosa executada pelo primeiro cisne da companhia Giovana Lopes.
Todos na academia ficam encantados com ela no palco, mas logo a mesma irá se aposentar, embora tento apenas trinta e nove anos terão que escolher uma substituta como antes deu sair já era um cisne tenho a possibilidade de tentar ser aproxima no lugar dela.
Sigo para a sala de dança de salão onde vejo Kalel dançando com a irmã dele Summer a mesma é uma excelente dançarina todos a invejavam seus cabelos ruivos amarrados em um coque perfeito, corpo ideal de uma bailarina, olhos verdes, para resumir uma verdadeira boneca humana.
Entro na sala bem no momento que os dois acabam a dança deles, ambos focam em mim que acabo de aparecer, Kalel imediatamente solta sua irmã e caminha até mim, abrindo os braços para me dar um abraço apertado.
— Senti muito sua falta — diz ele me abraçando.
Foco naqueles belos olhos verdes, e um sorriso perfeito, o mesmo tem um porte atlético, cabelos ruivos como o da irmã dele, por volta de de 1,78 de altura, suaves sardas espalhadas pelo rosto, e uma pele pálida.
— Eu também estava morrendo de saudades — falo.
— Você não me deu notícias por seis messes — diz Kalel me soltando e cruzando os braços — Não pode fazer isso somos parceiros — adverte.
— Sei disto e sinto muito foi por isto que vim direto te ver — falo de maneira sincera.
— Acredito em você, mas nunca mais faça isso é difícil encontrar uma parceira de última hora — diz ele.
— Mas você e a Summer estavam dançando super bem — falo me lembrando da coreografia deles.
— Aquilo não é nem 50% do que eu consigo fazer com você, vamos dançar? — pergunta ele estendendo a mão para mim.
— Fiquei muito tempo sem praticar, acho melhor treinar um pouco sozinha não quero te envergonhar — falo de maneira receosa.
— Você nunca me envergonharia Violet! — diz ele — Vamos fazer aquela nossa primeira coreografia é bem simples — sorri.
Balanço a cabeça positivamente, e sigo ele até o centro da sala, ficamos em nossas posições. Sempre achei fácil de ser conduzida por Kalel afinal o mesmo é um excelente bailarino provavelmente o melhor da nossa turma.
Reparo também que Summer nos segue com os olhos como se gravasse cada movimento nosso, ele me gira rapidamente e me pega no último movimento.
— Para seis meses parada esta ótima — diz ele sorrindo.
— Eu só me deixei ser guiada — respondo.
— Sempre foi perfeita em seguir, e vamos treinar muito juntos logo voltaremos para as competições — diz Kalel de maneira animada.
— Já se esqueceu de mim? — pergunta Summer do fundo da sala.
— Claro que não irmanzinha — responde ele olhando ela, e depois se voltando para mim — Nós já terminamos aqui se quiser ficar na sala e treinar um pouco, mais tarde volto.
— Certo, então até depois — falo.
Ele caminha na direção de Summer e pega sua mochila a mesma segue ele saindo da sala, suspirei assim que fiquei sozinha e olho para meus pés eles doíam um pouco.
“Preciso treinar” penso, em quanto coloco minhas sapatilhas de balé e vou para a barra começo fazendo os movimentos básicos fiquei fazendo isto por pelo menos uma hora.
A música tocando era calma então comecei a dançar no estilo livre, porém parecia que naquela sala espelhada não consigo me ver dançando é quase como se fosse outra pessoa.
Paro o que estou fazendo, suspiro pesadamente é como se retornasse a estaca zero de quando eu tinha três anos e entrei na academia, pareceria que todo o trabalho duro tinham se desmanchado por causa daquelas benditas lesões que aconteceram em dezembro.
Me sento no chão soltando as sapatinhas do meu pé, e os trocando por meus sapatos de dança de salão, passo minhas mãos em meus tornozelos e logo em seguida fico de pé em minha posição.
Treinei por horas sozinha com todo tipo de música que meu celular tocava, quando parei já são 20 horas quase na hora de fechar não tinha muitas pessoas nos corredores até a saída, mas isso não me incomodava afinal de certa forma sempre sou a última a sair.
Fui até o ponto de ônibus mais próximo, demorou um pouco até o coletivo passar, mas estava cansada de mais para ir de a pé então não reclamei apenas entrei e esperei que parasse perto da república.
Na entrada tinha vários carros importados de certo alguma família rica estava fazendo uma visita, apenas mostrei minha carteirinha de estudante para o porteiro e o cumprimento com um breve boa noite, seguindo logo em frente.
Não demorou para estar abrindo a porta e dou de cara uma garota alta, de cabelos cacheados castanhos, olhos de cores escuras, ela tem um rosto fino e delicado, a sua pele negra é radiante. A mesma me olha surpresa com a minha presença.
— Se você veio procurar um dos gêmeos fique sabendo que os dois estão muito ocupados agora para te atender — diz ela de antemão.
— Não estou procurando eles — falo de maneira calma.
— Então o que veio fazer aqui? — ela me pergunta com um pouco de arrogância na voz.
— Eu moro aqui — informo, a mesma parece chocada de mais com a notícia ela bate a porta na minha cara e antes que eu tivesse qualquer reação ela volta puxando o Logan pelo braço apontando o dedo na minha direção.
— Ela mora aqui? — pergunta ela olhando ele que parece zangado com sua insistência de tira-lo do quarto para perguntar isso.
— Sim — afirma ele de maneira neutra.
— Como assim? Você deixou esta garota morar aqui com vocês, mas eu não podia nem passar a noite — protesta ela de maneira enraivecida.
— Primeiro de tudo foi o Hian que decidiu, e segundo eu não me importo e mais não é como tivemos ficado muito tempo o.k? Acredito que sua visita já acabou nê? — responde Logan olhando para ela, que parecia chateada com as palavras dele, a mesma apenas focou em seus olhos e se retirou pisando forte em direção ao elevador.
Ele olha para mim que estava observando, mas finjo encarar o chão e entro rapidamente sobre o olhar dele que fecha a porta e segue para seu quarto.
Rayan esta sentado no sofá lendo um grande livro em quanto outros faziam pilhas ao lado do mesmo, que apenas desviou sua concentração do exemplar em suas mãos por um segundo para ver quem tinha entrado e depois volta a sua leitura.
Abri a porta do meu quarto e fecho logo em seguida deixei minha bolsa em um canto qualquer e peguei minha toalha, e coisas de banho e fui para o chuveiro, após o banho reparei que estava só no apartamento então fui me arriscar na cozinha procurei alguma coisa fácil para fazer.
Jantei na frente da TV assistindo um filme bobo que passava, quando dei por mim, acabei adormecendo ali mesmo, acordo com alguém me cutucando abri os olhos devagar até focar no Alan que sorri.
— Ei bela adormecida — o mesmo me chama.
— Oi — digo de modo sonolento.
— Já são seis horas — ele me informa — Não te vi ai deitada ontem anoite.
— Depois da janta, acho que apaguei aqui — falo me levantando — Já, já eu tenho que sair — digo procurando meu celular no sofá.
— O.k — concorda — Estou indo — ele fala ajeitando sua blusa.
— Tchau, cuidado — falo olhando ele se retirar, assim que o mesmo sai vou para o meu quarto.
Violet POV's off
Lorena POV's on

Acordei com alguém batendo na porta eu ainda estava nua e sozinha para variar com certeza ele já tinha ido embora, olhei para o relógio marcava um pouco depois das seis e meia, me levanto e coloco um roupão e atendo a porta é a camareira.
— O café da manhã senhorita — ela diz de maneira gentil.
— Obrigada — agradeço pegando a bandeja e a mesma sai, fecho a porta e olho ao redor, ontem anoite não tinha reparado que este é um quarto bem bonito.
Devorei as panquecas e o suco bem rápido, depois do banho logo coloquei meu vestido e calço meus saltos a maquiagem já havia toda ido embora então coloquei meu óculos escuro e sai.
Quando entrei no táxi comecei a olhar as mensagens, Mari tinha marcado um almoço junto com a Violet para comemorar a volta dela, suspirei vendo a quelas palavras.
Desço na frente de casa, uma residência simples as flores no pequeno pedaço de canteiro que tínhamos está muito bonito a única coisa que era assim graças a Hannah.
Abri a porta a mesma já esta acordada ela tem os olhos verdes como os meus, bem branquinha, ostentava longos cabelos de um loiro escuro, e fazia apenas alguns dias que ela tinha feito dez anos. Sorri ao vê-la.
— Já esta na hora de ir para escola? — pergunto chamando sua atenção.
— Que bom que voltou — diz ela ligando o fogão — O papai sumiu ontem anoite.
— Por que não me ligou? — pergunto preocupada.
— Você devia estar trabalhando eu não iria te aborrecer só por isso — reponde ela sorrindo, e aquilo fez meu estomago dar um nó.
— Me ligue sempre, independente de ser uma coisa boba ou não porque eu não quero você sozinha aqui é perigoso — advirto ela de maneira sábia, ignorando todas as merdas que aconteceram noite passada.
— O.k — concorda ela de maneira gentil — Estou esquentando o leite você quer?
— Não, obrigada — recuso — Vou com você até sua escola, só deixa eu trocar de roupa — informo.
— Mas você deve estar cansada, não precisa — diz Hannah de maneira preocupada.
— Não esquenta com isso — falo indo na direção do meu quarto.
Assim que entrei joguei os saltos em um canto qualquer troquei meu vestido por um moletom branco e calças jeans, coloco um tênis. Tirei aquela cara de derrotada com um pouco de maquiagem e em quanto eu fazia isso dizia mentalmente que estava tudo bem.
Quando voltei para a sala Hannah já estava me esperando, sorri para mesma.
— Bom vamos — digo abrindo a porta e tranco logo em seguida.
Subimos a rua devagar conversando sobre ontem e como ela tinha sido elegida presidente de turma e isso a fazia sorrir então me deixa feliz também.
Não demorou para estarmos na frente do colegio dela varias crianças estavam entrando e se despedindo dos seus pais, ou tentando fugir dos abraços melosos de suas mães. Reparo que Hannah fica olhando isso e abraço a mesma que me olha surpresa.
— Tenha uma boa aula — digo de maneira gentil.
— Você é a melhor Lena — a mesma responde sorrindo e logo se vira dano tchau em quanto se afasta para entrar na escola.
Ver ela observando todos naquele momento me fez lembrar da nossa mãe quando a mesma nos abandonou eu tinha só dez anos e Hannah era apenas um bebe então ela não lembra muito bem da cretina da nossa mãe que nos trocou por um homem mais jovem nos deixando nas mãos irresponsáveis do meu pai.
Suspiro tentando me acalmar toda vez que penso naquela mulher fico com raiva, voltei para casa e arrumei tudo quando está próximo das onze horas me troquei novamente para encontrar as meninas no restaurante favorito de Mari.
Quando desci do táxi Violet esta chegando também a mesma usa um vestido azul-claro rodado que a deixava com um ar muito jovial ela sorri ao me ver e retribuo o gesto.
— Será que a Mari já chegou? — a mesma me pergunta.
— Não sei — respondo.
Entramos juntas no restaurante como sempre nossa mesa já estava reservada e Mari tinha um sorriso gigante quando nos viu ela balança os braços para chamar nossa atenção.
A mesma é uma pessoa de cabelos castanhos escuros lisos, olhos claros entre um azul e verde, tem 1,66 de altura, rosto fino, pele suavemente bronzeada, é magra de uma maneira saudável, e veste agora uma blusa branca e saia preta com salto médio nos pés, e os cabelos presos em um rabo de cavalo, tudo imitia elegância e alto-astral.
A recepcionista nem se preocupou em nos levar a mesa até porque não tinha como errar com Marilyn daquele jeito.
— Eu estava com tanta saudade — fala ela animada.
— Também — concorda Violet e esboço um sorriso para nós duas.
— Parece que não nos vemos há muito tempo — digo me sentando também.
— Verdade — concorda Marilyn — E como foram este último mês para vocês? — pergunta.
— Recebi alta posso voltar a dançar! — diz Violet de maneira contente.
— Isso é ótimo — eu e Mari falamos juntas.
— Na viagem com os meus pais foram incríveis visitamos os templos maias — fala Marilyn empolgada — Vocês iam adorar temos que ir um dia só que sem pais ou garotos — informa ela — E você Lena?
— Eu? — repito o que ela diz — A bom tive uma seção de fotos de uma marca de biquínis e trabalhei bastante no hotel — respondo pensativa.
— Algum cliente bonitão? — Mari me pergunta sorrindo.
— Sim, um time de jogadores de vôlei lindos e italianos — falo me lembrando dos deuses gregos da semana passada.
Ficamos conversando durante todo o almoço e rindo das coisas que nós mesmas falamos uma para as outras, Mari insistiu que iria pagar a conta e vai até o caixa deixando eu e Violet sozinhas agora.
— Esta tudo bem? — pergunta ela me olhando.
— Estou — respondo de maneira calma.
— Você não me engana pode me dizer o que esta acontecendo — diz Violet de maneira gentil.
Tudo estava acontecendo comigo neste ano, mas não posso nem sonhar em falar qualquer coisa com ela ou Mari então apenas disse o que era mais leve dos meus problemas.
— Meu pai deixou a Hannah sozinha ontem anoite — digo.
— Você encontrou ela sozinha? — pergunta ela.
— Sim, mas só fiquei sabendo hoje de manhã — confesso.
— O hotel exige muito de você — fala Violet de maneira consoladora.
— É — concordo mesmo sabendo que outra coisa que ocupava meu tempo, não gosto de mentir, mas às vezes é melhor assim.
— Se estiver muito ocupada e precisar de alguém para ficar com ela eu vou o.k? — diz Violet de maneira gentil.
— Obrigada você é incrível — digo quando Mari se aproxima de nós.
— Já paguei, vamos? — pergunta.
Balanço a cabeça concordando, saímos da ali pelo horário Violet tinha que ir trabalhar e Mari tinha que voltar para casa e eu ir para o hotel para fazer hora extra.
As duas estão um pouquinho na minha frente me fez pensar que eu não tenho um castelo de cristal como Marilyn ou um príncipe encantado como Violet, eu não tinha nada.
Nos despedimos ali fora e seguimos caminhos diferentes…

Notas finais
E ai o que acharam? Me contem estou ansiosa esperando sua opinião kisses e nos vemos ^-^