Subconsciente

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Olá meu amores, eu queria agradecer a ajuda que as minhas amigas me deram ao ler essa Oneshot, principalmente a Bea que me incentivou a continuar com ela e a postar. Ela é a grande heroína hoje, e ela quem fez a sinopse ♥
Obrigada a Natie que eu amorosamente chamo de Satan e a Dudinha e a Thamy ♥

Peço que vocês leiam atentamente o conteúdo dito aqui.

************Toda a frase que não estiver negritada e sim em itálico, é um pensamento do subconsciente de Regina Mills. ****************

E um fim não é felicidade. Felicidade é estarmos juntos. — Snow White.

[...] E quando todos os mundos foram restaurados e as vidas devolvidas, eles puderam finalmente viver o seu felizes para sempre. Mas... Por quanto tempo? [...]

Havia paz em Storybrooke, e até mesmo os cidadãos de lá haviam aceitado-a como sua rainha. Regina sentou em sua sala na prefeitura e respirou fundo antes de segurar uma de suas maçãs. As maçãs mais suculentas. O pensamento correu livre por sua mente. Tudo caminhava para a perfeição, mas porque dentro dela algo gritava que estava errado? Por que algo lhe dizia que estava faltando uma peça de encaixe?

E não, não era falta da sua "parte má". Não era falta do seu reino ou da luxúria em que lá viveu. Era falta de algo maior, algo que pensou já ter vivido com Daniel uma vez e que, de verdade, nunca havia sentido com Robin Hood.

Sentia falta de apaixonar-se, sentia falta de um grande amor. Sentia falta de perder a fala, das borboletas no estômago. De olhos verdes fitando os seus castanhos.

— O quê? — Sua mente lhe condenou ao pensar em tudo isso e seus pensamentos a levarem diretamente a Emma.

— O que está acontecendo com você, Regina?— A pergunta retornou. — Exatamente! O que está acontecendo comigo?

Pensou, repensou e tentou racionalizar no assunto. Ela e Emma se tornaram amigas, se tornaram família uma pra outra. Se ajudavam, se apoiavam e sempre fariam de tudo para salvar a outra. Era isso que a família fazia, certo?

Só de pensar em salvar Emma, seu corpo tornou-se trêmulo. A memória de Gideon -a figura encapuzada- lhe acertando em cheio com a espada e o corpo da salvadora caído no chão lhe traziam um frisson que não gostaria de sentir nunca mais. Passou noites em claro pensando em como seria não ter Emma mais ali, ao seu lado.

— Ao seu lado?— Sua mente lhe condenou mais uma vez. O que havia de errado para que ela passasse tanto tempo pensando em Emma Swan?

— Ela está casada agora, e vivendo o final feliz dela. — A vozinha em sua cabeça pareceu não ficar satisfeita.

Regina ficou de pé e caminhou de um lado para o outro tentando controlar a ansiedade que lhe abateu. Emma estava feliz e casada, deveria estar feliz por sua amiga, não deveria? Sim, deveria. Mas ao lembra-se de ser severamente torturada graças ao homem que havia desposado Emma, sua mente não se aquietava.

— E se ele for ruim pra ela?— Rebateu contra sua própria mente. Tinha ficado boa em debates consigo mesma.

— Porque? Você é boa pra ela?— Sabia que estava beirando a loucura e que, em algum momento, estaria arruinada.

Sabia muito bem onde esse jogo terminaria. Sua mente lhe faria ir até Emma, despejar todas as verdades sobre os ombros da salvadora e depois teria de aguentar ela se afastando por não compartilhar de seus sentimentos. Vestiu seu casaco, pegou sua bolsa e a maçã que estava segurando.

Deixou sua sala fechando seus questionamentos e inseguranças lá. Um dia, não haveria mais espaços para que ela entrasse, de tantos sentimentos que ela prendia ali dentro.

Caminhou silenciosa pelas ruas de Storybrooke, exceto quando alguém a cumprimentava.

— Boa tarde, prefeita. — Ela sorriu de volta para Archie.

— Boa tarde, Archie. — Murmurou mantendo seus passos firmes e seguindo seu caminho. Aquela não era uma boa tarde para encontrar com o psicólogo da cidade. Talvez se o fizesse, acabaria lhe contando sobre todos os sentimentos que manteve escondido desde o dia em que olhou Emma pela primeira vez.

— Wow! Então você gosta dela desde aí?— Sua mente lhe fez um novo questionamento. Era como se estivesse literalmente viva, como se não tivesse controle dos seus próprios pensamentos.

— Talvez. — Rebateu para a voz que lhe atormentava. Sua própria voz.

Entre delírios e alucinações que realmente não aconteciam fora de sua mente, Regina entrou pelas portas do Granny's mais uma vez. Havia tornando-se uma rotina deles, se toda aquela família, reunirem-se ali na sexta feira para jantarem juntos.

David, Mary e o pequeno Neal. Gold, Belle e o bebê Gideon. Zelena e sua sobrinha, Robin. Henry, Killian e Emma. Emma. Seu estômago deu pequenas voltas. O frisson retornou. Estava nervosa de estar ali perto dela depois de ter pensado em seus sentimentos latentes sobre ela.

— Conte a ela, Regina. Conte que ama desde o primeiro momento. Conte. — sua mente lhe implorava para que tomasse uma grande atitude.

— O amor dói, nós já devíamos ter aprendido isso.— Disse para voz em sua cabeça e ajeitou-se em seu lugar naquela vasta mesa.

— Olá, boa noite. — Pronunciou bem calma e teve seu boa noite respondido por todos, inclusive repleto de sorrisos.

— Prefeita! — Granny a chamou e Regina não pode deixar de revirar os olhos pelo "título" que insistira em não ser usado num momento familiar como aquele. — Certo, Regina. — Ambas sorriram. — O jantar vai demorar um pouco para ser servido.

Está tudo bem, Granny, acho que todos podem esperar um pouco mais. — Deixou a mesa após todos concordarem e mordiscou a maçã que carregava consigo.

— Talvez um pouco de música seja bom. — Pensou enquanto direcionava-se a jukebox.

— Sim, música... Emma Swan, só vocês duas sozinhas. Isso sim seria um bom cenário. — Essa pequena "sentença" surgiu em sua mente. Quase podia ouvir as gargalhadas vindo dela.

— Ei, está tudo bem? — Emma aproximou-se dela. Uma simples frase remetendo tanto cuidado e lá estava Regina Mills desnorteada.

Com Emma sentia-se como uma adolescente descobrindo sobre seus sentimentos de novo. Era tudo tão puro.

— Porque esses sentimentos tinham que voltar? Droga!— Berrou pra sua própria cabeça.

Só um pouco cansada, estava trabalhando duro hoje na prefeitura. Quase nem tive tempo pra comer. — Mostrou a maçã com uma pequena mordida e Emma logo a tomou.

Nossa, eu também estou faminta. — Mordeu a maçã fitando Regina. E lá estava Regina novamente perdida em pensamentos enquanto apreciava Emma, literalmente, provar de seu fruto proibido.

Se você ao menos fosse corajosa, ela estaria realmente provando do seu fruto proibido agora. — Sua mente ironizou assim Regina declarou que literalmente estava ficando louca e que talvez não fosse tão ruim marcar uma consulta com Archie.

— Tudo bem, Emma... Pode comer, fique a vontade. — Revirou os olhos, mas não estava chateada de verdade, ambas riram daquilo.

Um silêncio pequeno se instalou enquanto elas se olhavam.

Regina... Eu... — Emma começou enquanto a prefeita ainda fitava a jukebox sem de fato pensar em alguma música para escolher.

— Sim? — Tinha esperança demais nas suas pequenas palavras.

— Será que nós... É... Nós... — Emma nem sequer conseguia terminar sua frase. Primeiro Regina sentiu-se tremendamente preocupada, tinha certeza de que havia saído do ramo de envenenar maçãs e Emma parecia nervosa e agitada.

— Emma, está tudo bem? — Colocou suas mãos sobre os ombros dela, tornando assim mais próximas.

— Sim, está... — Respondeu ao sentir seu corpo relaxar sobre o toque de Regina em seus ombros. — Eu queria saber se você aceitaria tomar uma bebida comigo depois daqui... Eu estou precisando conversar.

— Ah, claro. — Tentou não murchar seus ombros.

— Claro que ela precisa conversar, está casada com Killian Jones. Ninguém pode estar realmente são fazendo esse tipo de escolha.— Sua mente voltou a atacar.

— Obrigada, Obrigada mesmo. Tem algumas coisas que eu realmente preciso dizer. — Emma sorriu ainda nervosa. — Bom, é melhor irmos jantar. — Voltou-se para a mesa e Regina logo a seguiu.

— Então, onde vamos? — A prefeita perguntou de forma natural e tranquila enquanto todos eles deixavam o Granny’s. Talvez tenha estranhado um pouco Killian ter passado pelas duas sem nem ao menos despedir-se de Emma. Porém ele era um pirata asqueroso, más atitudes da parte dele, não surpreendiam Regina tanto assim.

Meus pais vão levar o Henry para a nova casa deles e trazerem de volta amanhã de manhã, então você decide, lá em casa ou na sua casa. — Emma respondeu. Ambas caminhavam juntas.

Talvez seja melhor irmos para minha casa, seu pirata não parece estar de muito bom humor. — Regina deu de ombros.

Ele não estará lá. — Emma parou em frente do relógio.

Bom, então vamos pra sua. — Sorriu delicadamente e voltaram a caminhar.

— Vinho está bom? — A loira veio para sala trazendo a garrafa em mãos. — Acho que não tem mais nada aqui além de rum e literalmente eu não quero beber isso.

— Vinho está bom. — Concordou ao tirar os saltos e aconchegar os pés em cima do sofá de Emma.

Você disse que teve muito trabalho hoje na prefeitura, está tendo problemas com alguma coisa que eu possa ajudar? — Swan perguntou, e a morena logo sorriu ao sentir a forma atenciosa que a outra a tratava.

Não, está tudo bem e não viemos falar de trabalho, viemos pra falar de você. O que está havendo, Emma? — Podia ver pela expressão da salvadora que tinha algo errado. Queria ajudá-la, queria abraçá-la, queria abrigá-la em seus braços e dizer que tudo ficaria bem.

Abrigá-la em seus braços é? — Seu subconsciente não havia lhe abandonado de fato e agora retornou para lhe provocar.

Eu nem sei por onde começar. — Bebeu um gole de seu vinho.

— Bom, talvez pela parte do “Porque o pirata não está em casa?” — Deu de ombros.

Killian vai embora.

— Embora? Como assim embora? — Perguntou afoita. Se Killian fosse embora, significava que Emma também iria. Estava pronta para perder Emma?

— Ela não pode ir embora, você precisa se declarar! — Quase ficou surda com o grito que seu interior deu.

— Você não pode deixar os seus pais. Não pode deixar a mim. — Disse quase sem acreditar o que havia falado isso alto demais.

— Deixar você? — Emma perguntou quase incrédula.

Deixar Henry, eu quiser dizer Henry… A nossa família com ele. — Tentou consertar-se.

Eu jamais deixaria vocês. Jamais deixaria você. — Emma sorriu delicadamente e Regina a olhou tentando entender o que aquelas palavras significavam de fato. — Killian é um pirata, ele quer viver aventuras e eu só quero ficar aqui com meus pais. Demorou anos para que nos reencontrássemos e agora eu tenho minha família aqui. Tenho meu filho e tenho você.

— Tem a mim? — Pela primeira vez Regina insistiu para que ela continuasse.

Sim… E você também sempre teve a mim. — Regina balançou a cabeça devido a tamanha declaração da salvadora. Só podia ser seu subconsciente lhe pregando uma peça.

— Ei, eu não tenho nada a ver com isso! — Seu interior lhe respondeu.

— Swan… O que você quer dizer com isso? — Deixou seu cálice de vinho de lado ao notar que suas mãos estavam trêmulas. O espaço em que dividiam no sofá parecia ter se tornado menor.

Depois de tantos anos e você não perde a mania de me chamar de Swan quando está nervosa. — O sorriso de Emma foi totalmente doce. As borboletas presas no estômago de Regina pareciam querer se libertar. Passou boa parte do dia — dos seus dias — divagando sobre esse momento que nem ao menos podia acreditar que talvez ele estivesse partindo de Emma. — Sempre tive sentimentos por você.

— Emma… — tentou a interromper.

Não, por favor, me deixa continuar. — Pediu. — No começo era aquele horrível sentimento de você sempre jogar na minha cara que eu havia desistido do meu filho. E sim, eu sentia muito ódio por aquilo. Eu desisti dele e você o tinha, aquela foi a decisão mais difícil e ao mesmo tempo, sábia que eu havia tomado… Henry cresceu um garoto incrível, teve o amor que naquele momento eu não poderia dar a ele. — Ambas sorriram juntas naquele momento. — Achava que era coisa apenas da minha cabeça e que eu estava confundindo o meu ódio com aquela maldita tensão sexual que crescia. Qual é, você estava com o Graham e ele tinha desenvolvido sentimentos por mim, era uma situação completamente insana. — Regina sorriu sem jeito, estava ficando cada vez mais nervosa. — Depois teve a quebra da maldição e eu caí por um portal. Eu estava com tanta raiva pela maldição ser real… Eu tinha uma vida boa em Boston, já tinha me acostumado com a ideia de que era uma órfã e de repente, meus pais eram Snow White e Prince Charming. E você, a Evil Queen.

— Eu não sou mais a Evil Queen. — Defendeu-se e Emma aproximou-se mais.

Não, não é. — Segurou as mãos de Regina. — Eu vi você lutar todos os dias para afastá-la de você. Pra ser boa, para revogar o amor de Henry. Eu não concordava com o muro que ele criou entre vocês dois naquela época e me sinto culpada também pelo afastamento, mas eu ainda estava ligada em viver num mundo normal e a outra mãe do meu filho ser uma vilã. Digamos que eu vivia amedrontada com a possibilidade de você tentar me matar de novo.

— Aquilo foi um acidente…Um ato de desespero. Eu me arrependo todos os dias por isso. Coloquei Henry em risco. Coloquei a sua vida em risco. — Abaixou a cabeça sentindo a dor daquele dia voltar.

Ei, não fica assim… Eu não quero causar esses sentimentos em você. — Emma levantou o queixo de Regina com seu indicador. — Por favor, me perdoe por trazer essas memórias de volta.

— Está tudo bem… — Sorriu levemente e segurou as mãos de Emma novamente.

O que eu quero dizer Regina, é que se eu tivesse lhe dito o que sentia no momento em que eu a vi, estaríamos presas numa rua com dois caminhos. O primeiro, é que estaríamos juntas até hoje e o segundo, é que você provavelmente teria dado um soco na minha cara muito antes de eu tê-la provocado sobre Graham. — Emma riu, e Regina a acompanhou.

Emma… Você não pode ter sentimentos por mim. Eu não posso ter sentimentos por você. — Cuspiu todas aquelas palavras na salvadora.

— Porque não? — Emma perguntou nervosa.

Olha quanto mal eu já causei a sua família, qual é a sua garantia de que eu não vou estragar tudo de novo? — Perguntou. Estava nervosa, levantou do sofá e voltou a andar de um lado para o outro na sala.

Regina… Olha quantas coisas já enfrentamos juntas… — Emma começou a falar e andou em direção a prefeita, mas não se aproximou mais do que o necessário. — Nós consolidamos nossa amizade, talvez até mesmo os nossos sentimentos sem nem ao menos saber. Eu confio em você, confio minha vida a você.

— Emma… Eu matei o seu avô. — Regina tentou afastá-la como sempre fazia quando estava próxima ao caminho de sua felicidade.

Killian também e eu me casei com ele. — Emma revirou os olhos. — Regina… As pessoas daqui podem não entender muito bem o que acontecia entre você e o Rei Leopold, mas eu sei. — A morena arregalou os olhos diante daquela informação. — Você era uma menina, e ele um rei controlando todo um reino com uma filha pra criar, não é muito difícil de imaginar — infelizmente — se você acrescentar um pouco de realidade. — Emma abraçou o próprio corpo. — Eu entendo o que você fez com ele.

Foram momentos ruins, mas eu também não quero falar disso. — Regina murmurou e sorriu fraco, Emma compreendeu.

Quando Gideon me atingiu com a espada, eu sabia que tudo tinha acabado ali. — Confessou ao notar o silêncio que tinha atingido as duas.

Foi como ver Henry morrendo, foi o pior momento da minha vida. — Confessou. — Hoje em dia, pensar em Daniel morto não me fere tanto assim… Mas ver você daquela forma? Foi como sentir que o sol nunca mais fosse aparecer no horizonte.

— Como se parte de mim estivesse indo embora. — Emma completou as exatas palavras que Regina pretendia dizer, surpreendendo a mesma. — Parte de mim realmente foi embora naquele dia. A parte que sentia culpa por ter visto o homem que eu pensava amar morrer, a parte que colocou trevas nele quando eu estava repleta por ela e principalmente a parte que permaneceu com ele depois que ele voltou do submundo. — Swan confessou. — Achei que tinha perdido a capacidade de amá-lo, ou que tinha evoluído de alguma forma que esse tipo de sentimento não fosse realmente necessário. Mas toda vez que eu via você, eu sempre vi a forma como você me olhava. O amor, a preocupação e o carinho, eu sentia os meus sentimentos aflorando toda vez que você sorria e, na maioria das vezes aquele sorriso nem era pra mim, mas não me deixava menos feliz por vê-la contente. Mas eu queria ser o motivo da sua felicidade e quero ser o motivo da sua felicidade.

— Eu sou feita de trevas e você é feita de luz. — Regina começou. — Você merece alguém que seja….

— Bom pra mim? Quem seria melhor pra mim do que a pessoa que eu venho amando em segredo por anos? A pessoa em que eu venho guardando meus sentimentos por anos e vejo ela afundar os próprios dela porque nós sempre tentamos deixar o caminho da outra livre para uma felicidade ainda maior. Mas Regina, nós somos a felicidade maior uma da outra. — O coração de Regina batia apressado. Eliminou a distância que havia se formado entre elas e caminhou até Emma, colocando as mãos por sobre o coração dela e fazendo com que ela sentisse o seu.

— Você consegue sentir isso? — Regina perguntou tentando acalmar-se.

— Mesmo quando estamos longe eu consigo sentí-lo. — Emma sorriu eliminando ainda mais a distância entre elas e abrigando Regina em seus braços.

— Ele pertence a você. — A prefeita confessou.

— E o meu sempre será seu. — E a salvadora concluiu.

“O mundo não se divide em pessoas boas e pessoas más. Todos temos luz e temos trevas, o que importa é o lado o qual decidimos agir. É isso que nós somos.” — Sirius Black.

Emma e Regina havia enfrentado ambos os lados. Haviam provado das trevas e da luz e agora buscavam provar de um sentimento ainda mais forte que esses dois, o amor que sentiam uma pela outra.

Emma não precisava mais esconder-se em sua falsa felicidade, agora experimentava da felicidade completa estando ao lado da mulher que realmente amava.

Regina não tinha mais diálogos inconsistentes com seu subconsciente, afinal a dona dos olhos verdes, a salvadora que ela tanto amava, havia dado o primeiro passo ao mostrar coragem e revelar seus sentimentos para ela. Mas foi Regina que abaixou os muros e finalmente deixou com que o amor entrasse.

Ambas provaram seus atos de coragem e agora sim, viviam seu momento de felicidade. Juntas. Pra sempre.



Notas finais
Então... é isso e obrigada. Qualquer coisa vocês podem me procurar no @morrisswen ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.