Sua memória, minha ruína
15 O diabo na rua, no meio do redemoinho
Notas iniciais
Chegamos enfim à metade ;)
Dia 15: so·fis·mar
Dar aparências de verdade a (asserção que se sabe ser falsa).
Dessa vez, Aizawa não adiaria a oportunidade; ousou confessar no dia seguinte.
— Já faz um tempo que gosto de você. — Pausa. Olhar focado no piso. Na porta. De volta ao rosto dele. — Mais do que devia.
— Eu sei, não esconde nada bem que sempre gostou da gente.
Aizawa queria esganar e beijar aquele burro.
— Não desse jeito, idiota. Quero namorar com você.
Foi a reação de Shirakumo ao compreender a intenção que esmigalhou seus sentimentos como pó. Sofismar seria impossível porque não havia amor nos olhos dele.
Era pena.
Shirakumo sorriu como sempre, mas doeu muito mais ouvi-lo dizer sim.
Notas finais
Sem considerações hoje :)
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