Sua memória, minha ruína
19 Amor dos condenados
Notas iniciais
Ai, não podia faltar, né
Dia 19: nim·ba·va
Gloriava, enaltecia.
Se os beijos eram a pior parte, o mesmo não podia ser dito com relação ao sexo.
Afinal, Shirakumo reagia ao boquete como faria com qualquer outro. Quando Aizawa nimbava o pau ao chupá-lo com avidez, os gemidos dele eram de verdade.
Tornou-se uma obsessão conquistá-lo não por amor, mas pelo desejo.
Haviam regras não ditas a serem seguidas, contudo. Beijos eram mantidos ao mínimo, assim como a visão do rosto um do outro.
De quatro, ao receber as estocadas de Shirakumo, Aizawa nunca suspirava o nome dele.
Porém, estava satisfeito, porque podia fingir que tudo era real nesses momentos.
Notas finais
Nada melhor que sexo triste pra combinar com um romance fadado ao fracasso. Vocês são uns amores e até amanhã!
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