Sua memória, minha ruína

6 O mestre e a margarida


Notas iniciais
Tô adorando ver vocês amando o Shirakumo, nem parece que o coitado vai morrer. Dia 6: mar·ro·quim Pele curtida de cabra ou bode, tinta do lado da flor e já preparada para .artefatos.

Kayama compartilhou com eles o rumor ouvido na loja de bolsas de marroquim.

— Estão sabendo que temos um demônio na cidade?

— Toda a turma sabe, é o sensei — Shirakumo zombou, gargalhando junto de Yamada.

— Não desse tipo! — repreendeu ela. — Um de verdade, que realiza desejos.

Aizawa decidiu interferir.

— Acredita nesse tipo de bobagem?

— Você não?

— Não existem demônios — resmungou, cético. — O que realmente concede desejos são boas individualidades.

Ao contrário da minha, pensou Aizawa.

— O que quer tanto pedir? — Shirakumo questionou Kayama.

Também esgueirou-se até Aizawa enquanto ela respondia sobre haréns masculinos para sussurrar:

— A sua é a mais foda.

Notas finais
Como nos últimos capítulos, a consideração de hoje é uma só: 1. Aizawa era muito inseguro com relação ao poder de apagar individualidades e Shirakumo sempre levantou a moral dele com relação a isso. E enfim alguém falou do tal demônio pro menino Aizawa, nos vemos nos próximos!