Sua memória, minha ruína
12 O demônio e Aizawa
Notas iniciais
Tava super ansiosa pra escrever esse aqui, boa leitura!
Dia 12: ga·ti·mo·nhas
Sinais feitos com as mãos.
O demônio fez gatimonhas em direção ao que Aizawa trouxera.
— Só isto que tem a oferecer pela vida dele?
— Tenho dinheiro. — Ou minha alma, pensou Aizawa.
— Sua alma não me é útil, garoto — riu o demônio. — Nem dinheiro. Tenho mais interesse em sua individualidade.
Aizawa ficou em silêncio por um minuto.
— É sua, se me devolver Shirakumo.
— Entrega assim tão fácil?
— Minha individualidade não me é útil — repetiu, com um sorriso cansado.
Ao piscar, Aizawa abruptamente não estava mais no armazém decadente e sim em casa. Restou apenas a voz rouca ecoando em sua cabeça:
— Irei cobrá-lo em 24 meses.
Notas finais
As considerações de hoje não tem a ver com o mangá mas sim com as lendas de pacto com demônios, principalmente as alemãs:
1. Geralmente o acordo ou aposta é feito com o prazo para cobrança, não é de imediato que se paga pelo desejo. Primeiro satanás te dá e só depois ele tira.
2. Esse prazo geralmente envolve o número 24. 24 anos, 24 semanas e por aí vai.
To adorando demais o carinho de vocês, mal posso esperar pra ficar livre pra responder os comentários. Até amanhã!
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