Sua memória, minha ruína
13 Fantasma do paraíso
Notas iniciais
Mais um dia!
Dia 13: ro·ça·gar
Passar de leve.
Despertou exausto. Ao lembrar-se do acordo, seu ceticismo questionou se não era fruto de sonhos.
Prestes a cochilar de novo, ouviu a voz familiar que colorira sua vida de azul:
— Shota, se não sair agora, vou sem você!
Reagiu antes que pudesse pensar. Até tropeçou nos últimos degraus, de tão apressado que desceu.
Era ele. Era ele.
Era ele.
— Falei pra vir de uniforme, não pijama-
Aizawa deixou o polegar roçagar pela bochecha de Shirakumo antes de abraçá-lo intensamente.
— O que te deu, hein? — riu Shirakumo.
Se era inusitado para Aizawa distribuir abraços, muito mais incomum eram mortos voltarem à vida.
Notas finais
As considerações de hoje:
1. Aizawa não era uma pessoa dorminhoca até Shirakumo morrer. Foi depois da morte dele que ele passou a tirar cochilos sempre que podia.
2. A cor que define Shirakumo é azul. É a cor dos olhos, dos cabelos e da roupa dele, mesmo que em tonalidades diferentes.
Obrigada por todos os comentários carinhosos e nos vemos no próximo!
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