Sua Garota

5 Quatro - Burra demais para pensar em consequências...


Notas iniciais
Oi galerinha! Tudo bem? Aqui está o novo capítulo da fic. Espero que gostem de verdade! Ele está um pouco maior do que o normal, mas foi preciso. Nos vemos lá embaixo...

Depois do nosso momentinho, eu acabei percebendo que aquilo foi mais por mim do que por ele. Talvez eu desencantasse. Nada de mais, só um teste para saber se aquilo era realmente verdade, ou eu estava criando uma ilusão na minha cabeça. Não poderíamos ficar juntos por que...

1) Ele era o Arqueiro.

2) Trabalhávamos juntos.

3) Ele estava apaixonado por Laurel.

Tudo bem que aquilo estava mexendo um pouco comigo. Eu tinha mesmo beijado ele! Mas depois daquilo, me desculpei e combinamos que aquilo foi só para aliviar o clima. Idéia minha!

O problema era esse aperto no coração que eu estou sentindo. Isso mesmo galera. Sabe aquele negócio de beijar um cara para tipo aliviar a barra? Não funciona. Isso só me fez sentir uma retardada que beijava um cara e pedia desculpa.

Agora como eu ia encarar ele no trabalho amanhã?

Me jogo no sofá olhando para a televisão desligada na minha frente. Eu precisava de algo que me tirasse o foco da minha vida pessoal e me focasse um pouco no eu físico.

O problema era que eu era a pessoa menos preparada para qualquer coisa esportiva — inclusive correr ou até caminhar — do mundo. Que tal comentar sobre os grupos esportivos da facul? Entrei em pilates, mas optei por passar tardes invadindo sistemas primários ao invés de participar regularmente das minhas aulas.

Levanto e vou até a cozinha esperando encontrar algo de bom para comer, mas eu não estava realmente afim de comer salgadinhos, brigadeiro de lata, ou até mesmo café.

Ok! Se eu não queria tomar café, alguma coisa estava errada. Eu A-D-O-R-A-V-A café, até aquele momento. E quando eu pensava em tomar aquela coisa amarga, uma náusea tomava conta de meu corpo.

Tenho a idéia do século, quando imagino que á aquela hora do dia, o porão da Verdant estaria vazio, me dando total liberdade para um treinamento de defesa pessoal com os aparelhos do milionário de dupla identidade.

Visto uma daquelas roupas de academia com uma legging preta com uma listra lateral rosa pink e uma camiseta rosinha. Prendo os cabelos em um rabo de cavalo, e coloco uma tiara que ganhei da minha mãe na minha era... Infantil.

Não que eu já tenha saído dela. Claro!

Encontro a Verdant vazia, e aproveito para correr para o porão. Chegar lá era a parte mais fácil. Mas dar uma de missão impossível se eu encontrasse alguém era a parte que eu temia. Por sorte, o único ser vivente ali era um gato cinza que me encarava enquanto lutava para abrir aquela porta que fazia questão de emperrar ao meu toque.

Comecei a me sentir um Jet Li quando meus movimentos naqueles bonecos começaram a ficar mais rápidos depois de um tempo que eu estava treinando. Talvez um Jack Chan.

– O que diabos está fazendo? — pergunta Oliver me fazendo parar de bater descontroladamente no boneco que fiz questão de chamar de Rick (em memória a meu ex-namorado) e o olho assustada.

– Treinando! — digo sentindo vergonha de ser encontrada naquela situação. Além do mais, começo a imaginar o quão feio era meus movimentos no boneco.

– Treinando? — diz ele parando atrás da minha mesa e cruzando os braços com a sobrancelha erguida.

– Não me diga que não sabe o que é isso, Oliver. — digo limpando minha testa de suor, e indo em direção aos meus bebês.

Sim. Eu estava com ciúmes. Mas cada um com seus hobbies, ok?

– Você sempre faz isso. — digo protestando seu olhar curioso. — Sabe? Todas as terças e quintas. Várias vezes. Especificamente sem blusa. E seu corpo é tão gostoso quanto sua boca.

Paro percebendo o que acabei de dizer, e saio imaginando qual sua reação. Eu me recusava a olhar seu rosto, e fingir ir ao banheiro ajudou bastante. Eu definitivamente estava extremamente vermelha.

Quando saio do banheiro, para minha sorte, encontro Diggle conversando algo com Oliver enquanto me sento em minha cadeira.

– Que roupa é essa? — pergunta Diggle.

– O que vamos fazer hoje? — pergunto ignorando descaradamente a pergunta e Diggle.

Se ele estava a fim de não se irritar hoje, eu o aconselho a não me perguntar com relação a isso, e com relação ao loiro bonitão que estava do seu lado também me encarando.

Resolvemos fazer algo com relação a achar o Conde Vertigo. O cara sabia mesmo se esconder. Descobrimos que o vertigo estava sendo injetado nas pessoas por meio do carro que saia vacinando as pessoas.

Oliver sai para atender o celular enquanto teclo o computador desinteressada, olhando o Facebook, quando Oliver pega o capacete e começa a se dirigir para nossa garagem improvisada rapidamente.

– Ô Robin Hood! — digo tentando parecer irônica, o fazendo olhar enfurecido para mim. — Aonde você vai?

– Laurel está presa! — diz ele passando pela porta rapidamente com a moto me fazendo parar e refletir.

Que droga! Ela tinha provavelmente acabado com a carreira dela presa. Por que será em? Fico imaginando motivos a levar ela a fazer algo que provavelmente a levasse para o trabalho do pai com uma algema. Acho que Thomas e o Arqueiro contava como dois. Ou só um?

– Felicity... — diz Diggle se encostando na mesa onde estou trabalhando. — O que aconteceu entre você e o Oliver?

Levo um susto e quase dou um pulo quando escuto o que Diggle está dizendo. Eu e o Oliver? Que tal o beijo da noite anterior? Mas eu não contaria nada a Diggle, claro. Não por que eu não queira, já que Diggle é quase um irmão, mas a situação já estava complicada demais para envolvê-lo.

– Nada Diggle — digo me fazendo de santa. Acho que era mais do que óbvio que algo aconteceu entre mim e Oliver, mas eu ia tentar a sorte.

– Felicity! — diz Diggle me repreendendo.

Eu nunca disse oficialmente que ter um irmão mais velho era fácil, disse? Já que Diggle me repreendia sempre que necessário.

– Não precisa se preocupar, Diggle. — digo me levantando e beijando sua testa franzida. Eu não levaria aquela confusão a um novo patamar.

– Eu me preocupo, Felicity.- diz ele segurando meu braço me impedindo de sair. — Principalmente por que eu tenho sérias suspeitas de que você está gostando de Oliver.

O olho por um instante tentando assimilar a informação. Mas ele falou suspeita, não foi?

Quem eu quero enganar. Ele só falou dessa forma para me fazer ficar mais tranquila sobre ele saber meus sentimentos sobre Oliver, mas eu apostava 50 pratas que ele não sabia de 1/3 do que eu sentia por ele.

– Eu não gosto dele Diggle. — digo tentando ser convincente. Naquele momento, eu dizia aquilo mais par mim do que para ele. Eu precisava exercitar esse pensamento na minha mente.

Pego minha bolsa irritada demais para falar. Ciúmes dele ter ido tirar a Laurel da cadeia? Talvez. Mas anote o que eu estou dizendo, eu não iria mais me imaginar em uma utopia com ele. Nunquinha.

Saio da Verdant depois das duas da tarde. Entro no meu carro rapidamente, e crio um trajeto até um restaurante perto para pegar algo para o meu almoço. Eu tinha esquecido completamente daquele detalhe.

O restaurante italiano não estava tão cheio quanto de costume. Faço meu pedido, pago, e saio.

Vapt vupt!

Quando estou na calçada, escuto uma foz feminina conhecida me chamar.

– Felicity?

– Caitlin! — digo observando a garota branca de cabelos castanhos bem vestida e com um copo de café na mão.

Caitlin se aproxima e me abraça enquanto deixo minha sacola em cima do carro. Olho para aquele rosto conhecido e não posso evitar um sorriso.

– Não sabia que estava em Starling! — digo sorrindo para ela. Ela coloca seu copo em cima do carro.

– Vim fazer um trabalho no Star Labs esses dias. — diz ela tirano uma mecha do cabelo do rosto.

– Você conseguiu mesmo o emprego? — pergunto um pouco surpresa sobre sua pose. Star Labs!

– Eu e você. — diz ela com uma sobrancelha levantada. — Por que não foi, Fel?

Suspiro pensando nos motivos, e começo a ficar deprimida, até que me forço a dar um sorriso Queen. Eu estava ficando boa nisso.

– Eu precisei ficar, Cat. — digo sorrindo tristemente.

– Conheço bem esse "precisei ficar". — diz ela sorrindo tristemente. — Um cara, não é?

Acho que meu sorriso falou por mim, já que ela em abraça um pouco e se solta com outro sorriso triste.

– E sua casa? — pergunta ela. Merda! Eu havia esquecido esse detalhe.

Coloco minha mão na testa lembrando da reunião que faltei por ir atrás de Oliver no Hospital Psiquiátrico. Eu estava sem casa!

– Não tem para onde ir? — pergunta ela preocupada. — Meu Deus Licity!

Sorrio tristemente para Caitlin que passa o braço por meu ombro. Era bom estar cm uma amiga naquele momento.

– Estou em um apartamento perto do centro. Eu estou tão sozinha! — diz ela fazendo biquinho.

Começo a rir daquela cara, e não podemos conter a gargalhada daquele momento.

– Não quero atrapalhar, Cat! — digo olhando para ela que levanta uma sobrancelha.

– Morei com você por cinco anos, Fel. — diz ela revirando os olhos. — Eu adoraria fazer isso de novo. Pelo menos até encontrar uma casa! — diz ela antes que eu possa abrir a boca para protestar.

Aceno que sim com a cabeça, e escuto um gritinho de comemoração de Caitlin. Eu iria adorar acompanhar Caitlin nessa estadia, e eu pelo menos tinha um tempo para arrumar uma casa.

Vamos para casa juntas, esperar o caminhão de mudança. Ela ficou super animada quando ofereci meus móveis para mobiliar sua casa. Traduzindo: estávamos morando juntas. Eu cozinhava enquanto ela tirava meus trecos das caixas.

Já estava tarde, e eu estava cansada, quando escuto um celular tocar no meio daquela bagunça. Ando na ponta dos pés até o meio da sala tomando cuidado para não acordar Caitlin. Vejo a imagem de Diggle na tela, e relaxo um pouco.

– Diggle. — falo assim que atendo.

"Estamos saindo da delegacia com Laurel. Pode ir para a Verdant pesquisar sobre o Conde Vertigo?"

– Já estou a caminho. — digo a ele pegando minha bolsa.

Cheguei rapidamente na Verdant, já que o apartamento que eu estava morando com Caitlin não era muito longe da boate. Entro pela garagem improvisada, já que pelo o horário, a boate já estava lotada, e eu não queria encarar aquela gente dançando e bebendo antes de ir trabalhar.

Sento na frente do computador, e não acredito no que vejo na tela. Eu havia localizado o carro que estava injetando vertigo nas pessoas em forma de vacina. Olho para o localizador do celular de Oliver, e vejo que ele ainda estava na casa de Laurel.

Levanto rapidamente da cadeira e saio do porão rapidamente. Não sou nenhuma arqueira altamente treinada, nem sei nem um pingo de defesa pessoal, mas eu precisava provar meu valor. Eu sabia me cuidar, e não precisava de Oliver sendo minha sombra.

Imagino Oliver encontrando Conde Vertigo, e enfiando uma flecha no seu peito por Thea, que quase foi presa por ter aquela droga. E de certa forma, eu sentia a necessidade de fazer com que ele honrasse sua promessa a Thomas antes de morrer, de não matar mais.

Além do mais, era só procurar um carro.

Olho a van azul estacionada em um beco, e meu coração dá saltos enquanto me aproximo.

Força Felicity. É só uma van com uma droga que está deixando todo mundo doente. Você não é burra de se furar com uma agulha.

Abro hesitantemente a porta da van, e a encontro vazia. Olho para todos os lados e não vejo sequer uma estante com a droga.

Olho para o chão, e vejo um roteador ligado.

– Que surpresa! — diz uma voz arrastada atrás de mim me fazendo ficar completamente arrepiada. — Pensei que pegaria o Arqueiro. Não sabia que ele mandava loiras no seu lugar.

Me viro lentamente para me deparar com Conde Vertigo em pessoa. Que droga! O que fazer? O que fazer?

Ele poderia levantar uma arma, ou uma espada, ou uma flecha. Mas adivinha o que ele levantou?

Uma seringa! Isso mesmo. Só depois que ele tirou uma arma do bolso e apontou para mim.

E o problema foi que levantei as mãos rendida. Começamos a andar para outra van, que ele me obrigou a entrar atrás com aquela droga perto do meu pescoço. Eu não tinha medo da agulha. Mas ele fez questão de explicar que aquilo era vertigo concentrado, e que se eu tentasse lutar, ele injetaria aquilo em mim me fazendo passar a pior semana da minha vida se... Eu sobreviver a dose.

Olho para o prédio da CQ e imagino o que estávamos fazendo ali. Entramos pela parte de trás, e ele me forçou a levá-lo até o escritório de Oliver. Ele amarrou minhas mãos nas costas, e me sentou em uma cadeira de reunião.

– Agora vem a melhor parte. — diz ele pegando seu celular. Olho ele discar um número, e injetar um pouco do líquido no meu pescoço.

Ele tirou a fita e cobriu minha boca, quando comecei a perceber o por quê. Estava sentindo algo queimando dentro do meu corpo. Algo que estava começando a ficar forte demais para mim.

Começo a tentar me mover na cadeira lutando contra a dor dentro de mim. Tentei fazer algum barulho para que ele percebesse que precisava me ajudar, já que eu estava desesperada.

O que era aquilo dentro de mim?

Ele pega meu celular e disca um número que não consigo reconhecer por que eu estava me contorcendo de dor. Depois, tira a fita da minha boca.

– Oliver. — diz ele. Agora a coisa vai ficar feia pra ti meu irmão. — Achei essa loira muito sem graça se metendo em coisas que não dizem respeito a ela. E o que ela tinha com ela? Um crachá da Corporação Queen. Agora... Eu pensei comigo mesmo: por que esse nome me é familiar? Oliver Queen. Ele tentou comprar de mim ano passado, bem antes do capuz me colocar em uma cela acolchoada. Arqueiro!

Começo a chorar pela dor e pelo arrependimento. Eu iria trazer o Arqueiro para essa confusão. A dor começa a passar, e Conde parece perceber, pois começa a alisar meu cabelo que estava em um rabo de cavalo.

Eu tremia muito quando vi Oliver entrar na sala sem o capuz. Ele andava lentamente me fitando, e depois voltando a olhar para o Conde irritado.

– Seu escritório é bem elegante. — diz ele quebrando o silêncio e se levantando atrás de mim. — Dá para ver toda a destruição que sua mãe causou daqui.

– O que você quer? — pergunta Oliver indo direto ao ponto.

Conde faz questão de ficar do meu lado e tocar no meu ombro enquanto fico temendo o que pode acontecer ali. E eu com certeza não queria mais um pouco de vertigo.

– Paz mundial e satisfação pessoal. — diz Conde ironicamente. — Não necessariamente nessa ordem.

Dessa vez, ele começa a alisar meus dois ombros me fazendo tremer ainda mais. Aquele cara era sinistro!

– Você me envenenou e me jogou em um buraco! — diz ele raivosamente com o rosto bem perto do meu. — Você não faz idéia do quanto eu te odeio por isso. Só que outra pessoa também te odeia!

– Quem? — pergunta Oliver rapidamente.

– Você vai ficar tão surpreso quando descobrir. Ele é um homem rico! Montou toda essa operação para que eu possa te atrair. — diz ele gesticulando para seu redor.

– Para fazer o que? — pergunta Oliver já sem paciência, mas com um pingo de curiosidade de saber sobre os motivos.

– Isso! — diz ele tirando uma arma do bolso, e começando a disparar em direção ao Oliver.

Começo a torcer que ele tenha escapado ileso dos tiros. Eu vejo os vidros se partindo, e me encolho diante do que estava acontecendo.

– Vai ter que se esforçar mais! — incita Oliver escondido atrás do sofá de visitas.

– Combinado! — diz Conde continuando a atirar. Me inclino para o lado para não receber nenhum tiro, quando ele me levanta pelo cabelo.

Começo a chorar imaginando Oliver machucado. Eu começo a ser puxada pelo cabelo até o sofá, onde o Conde aponta a arma para atirar em Oliver.

Sinto meu cabelo puxado para baixo enquanto escuto um barulho de flecha sendo colocada no arco, e consigo ver Oliver apontando a flecha para o Conde.

– Agora vamos para o plano B! — diz ele tirando a seringa junta com outra e chegar perto do meu pescoço.

Sinto um desespero invadir meu corpo imaginando o quanto tanto vertigo fará comigo, e olho para Oliver.

– Oliver, não! — digo para ele. — Por mim!

– Calada! — diz Conde para mim. — Refém não abre a boca. — ele olha para Oliver com o arco levantado em direção ao Conde. — Abaixa o arco.

Oliver olha para mim, e abaixa o arco lentamente. Ele joga a flecha no chão, e olha novamente para o Conde.

– O seu problema é comigo. — diz ele com preocupação evidente em seus olhos. — Não é com ela!

O silêncio reina durante alguns segundos, quando o Conde resolve falar.

– Então considere isso o seu castigo por me fazer mudar para o plano B. Arqueiro. — e eu vejo três flechas voarem em direção ao Conde quando sou jogada no chão.

Escuto barulho de vidro vindo da janela atrás de mim, e me abaixo com as mãos na cabeça.

Fico no chão ainda chorando imaginando realmente quem caiu. Penso em Oliver no chão desacordado, quando escuto uma foz rouca familiar.

– Ei. — diz ele tocando meu rosto que até em tão estava focado no chão. — Ei. Calma. Ele não vai mais te machucar. — olho para Oliver com seus olhos em mim. — Você está salva!

Olho para seu braço sangrando e meu instinto apita.

– Levou um tiro! — e toco seu braço.

– Ai. — diz ele me fazendo olhar novamente para ele. — Não é nada.

Sorrio ao pensar que ele está bem. Quando ele se levanta para olhar a janela quebrada. Vejo seu olhar triste fitado para o corpo de Conde Vertigo deitado no chão.

– Oliver.. — digo me levantando sentindo a culpa me corroer. — Eu sinto muito!

– Vamos pra casa! — diz ele me levando para fora do escritório.

Mas eu não estava bem. Eu tentando provar minha capacidade, acabei o fazendo matar de novo, e a promessa que ele fez a Thomas começou a pesar sobre mim.

Notas finais
O que acharam? COMENTEM! Eu adoro saber o que vocês estão achando. O que vocês acham que pode melhorar? O que vocês acham que está bom? MDS! Eu preciso saber da opinião de vocês. E para aqueles fantasminhas, oi também. Espero que comentem só para dizer "tá legal". Bjos. ~Mais uma Geek Obs: AMANHÃ LANÇA O NOVO EPISÓDIO! OMG Muahahahahahahahahahahahaha