Sua Garota

17 Dezesseis - Segredos


Notas iniciais
Hey zombies! Eu sei... Eu sei... Eu queria me desculpar de coração por demorar tanto, mas minha net caiu há uma semana, e eu simplesmente não tive como postar durante todo esse tempo. Não posso dizer quando eu vou postar, mas juro de coração que posto assim que puder, contando que eu só preciso terminar e revisar ele. Me desculpem! Nos vemos lá embaixo...

– Eles queriam algo. Encontraram Thea jogada amarrada no chão, Oliver um pouco depois desacordado... – ele parece não querer falar. – Muito machucado. E o pior: Moira morta.

–~*~-

O hospital estava repleto de jornalistas curiosos ansiando qualquer novidade sobre o caso. Não sabia ao certo o que fazer, mas meu instinto protetor me fez querer atravessar aquele mar de gente desesperada por saber se eles estavam bem. Por sorte, Bruce se mantinha a meu lado, me impedindo de fazer qualquer loucura. Ele estava desconfortável com a situação tanto quanto eu, só que a única diferença é que ele em situações desesperadoras conseguia manter a mesma expressão, enquanto eu tendia a tatuar o que eu estava sentindo na testa. E eu odiava isso!

Observo de longe todas as câmeras focarem em uma figura alta de longos cabelos sedosos castanhos. Sinto raiva ferver em mim enquanto escuto todo o desespero dos jornalistas em conseguir alguma resposta de Isabel, que mantinha a expressão falsa de inconsolável.

"O que irá acontecer a partir de agora com as Corporações Queen, senhorita Rochev, contando o estado do atual CEO?"

– Não gostaria de falar sobre isso agora, mas tudo indica que alguém tenha que assumir o cargo. — ela suspira ruidosamente, para que todos percebam seus sentimentos com relação ao caso, e volta a fitar as câmeras. — E eu infelizmente sou a única apta a assumir.

Quero voar na cara dela, mas sabia que aquilo só chamaria mais atenção da mídia para o caso. E isso era tudo o que não precisávamos.

– Mantenha a calma. — sussurra Bruce em meu ouvido, me guiando para a parte de trás do hospital.

Estava tudo muito silencioso quando finalmente pudemos adentrar no prédio. Barry e Diggle preferiram ficar no QG pesquisando qualquer sinal desse caso. O que de certa forma deixava as coisas menos complicadas sobre conseguir ver Oliver e Thea.

Me aproximo da bancada da recepção, esperando que a atendente me olhasse, o que demora cerca de um minuto.

– Pois não? — pergunta, com um sorriso para alguém um pouco atrás de mim.

– Quero ver Oliver Queen. — digo, sem titubear.

Ela me analisa, com uma sobrancelha arqueada. Parece não acreditar no que eu falo, e me lança um sorriso irônico.

– Me perdoe, senhorita... — ela pronuncia as palavras como quem quisesse que fosse verdade. — Mas nada de imprensa nos quartos Premium.

Bato com as mãos na bancada, a fazendo se assustar, e me fitar com um olhar fuzilados.

– Imprensa?! — pergunto realmente irritada. — Nós somos...

Paro de falar, imaginando dizer secretária e parceiro da vigilância noturna. Isso seria ridículo. Ela não deveria me deixar entrar mesmo.

– Amigos. — por sorte Bruce me ajuda, fazendo com que ela digite rapidamente no teclado, com desgosto, até nos dizer o número do quarto.

Entramos no elevador, e percebo Bruce me analisando minuciosamente. O encaro com uma sobrancelha arqueada, e ele olha para longe, não deixando sequer uma dica do que ele estava fazendo.

– Bruce... — o chamo, e ele volta a me fitar, como se nada tivesse acontecido. — O que foi?

– Você não pode negar. — ele fala, me fazendo sentir um frio que eu não sentia antes, não com tanta intensidade. — É evidente o que sente por ele. Não sei como conseguiu ficar comigo todo esse tempo, mesmo na frente dele. Não podemos mais fazer isso Felicity, e você sabe melhor que ninguém disso.

Tentava falar, mas as palavras ficavam entaladas na boca, sem que eu consiga pronunciá-las. Ele parece lidar com isso naturalmente, mas eu não conseguia sequer respirar. Era muita coisa em tão pouco tempo, o que me forçava a afastar aquela situação por um momento até que tudo estivesse em seus devidos lugares.

O elevador demorou mais do que o planejado para chegar ao andar indicado, mas quando ouço o tilintar de sinos, olho para o corredor que se estendia depois de um pequeno salão. Passo pela recepção do andar ignorando a mulher que me chamava, e ando em direção ao quarto indicado, só para olhar pela janela de vidro Oliver deitado inconsciente em uma maca ligado a vários aparelhos. Eu sabia que ele era forte, mas naquele momento, eu tive medo de que..

– Você é a namorada dele? — pergunta um médico se aproximando com uma prancheta na mão.

Antes que ele levante o olhar, trato de me recompor rápido limpando as lágrimas que eu não sabia que haviam escorrido, e suspirar algumas vezes, pedindo calma.

– Não... — esclareço. — Sou uma amiga.

– Ótimo! — ele me fita. — Ele está somente sobre efeitos de remédios. Vai acordar daqui a pouco. Se quiser, pode esperar para vê-lo, mas recomendo pouco tempo, pois o choque foi muito grande. Vai ser bom ele ver alguém conhecido, mas é difícil lidar com a perda brutal. Acreditamos que ele viu a cena. Quem pediu ajuda foi a srta Queen. Ela esta melhor, mas a deixamos de observação. Qualquer coisa, a recepcionista irá ficar avisada para lhe dar o número do quarto dela.

E assim ele sai, frio. Olho para o quarto, e lentamente abro a porta, esperando não acordá-lo. Fecho lentamente a porta, me aproximando da cama em que ele permanecia desacordado. Queria abraçá-lo, e agradecer por ele estar bem, mas ele não estava. Moira... Ela se foi. Ele perdeu tanto. O pai, o melhor amigo, a garota da ilha, agora a mãe... Quando essa onda de perdas pararia?

– Oi, Oliver. — sussurro, me sentindo uma idiota por falar com ele naquele estado. — Eu sinto muito! — as lágrimas por vê-lo assim queria escorrer, mas me nego a chorar. Precisava me mostrar forte para ele. Não poderia julgá-lo por ter me ignorado na festa. Eu não queria nutrir aquele sentimento. — Obrigada por estar vivo. Eu não sabia bem o que fazer sem... — toco sua mão, a fechando ao redor da dele. — Sem te ver. Eu preciso de você! — eu limpo a lágrima solitária que escorre por meu rosto. — Por favor, fica bem.

Levo sua mão a boca, depositando ali um beijo delicado, e a afasto, limpando a lágrima que ficou ali para voltar a colocar a mão dele no lugar, quando percebo que ele estava acordado.

Como eu sou BURRA!

Coro no mesmo instante, enquanto ele me analisa. Tento me afastar, mas ele aperta minha mão. Ele afasta meu cabelo do rosto, limpando uma lágrima que escorria. Seu olhar era triste, mas eu via alívio ali.

– Oliver... — eu sussurro, quebrando o silêncio da troca de olhares.

– Ela se foi. — ele olha para o teto. Ele me olha, percebendo que eu havia voltado a chorar, e limpa mais uma vez as lágrimas. Dói nele, e é evidente, e ele se mostrando forte. — Vai ficar tudo bem, Felicity. — ele usa um tom realmente sério, me fazendo encará-lo. — Só preciso de um tempo.

Me afasto da cama, ainda o olhando. A dor deixava sua marca na expressão dele. Antes que eu esteja completamente longe, ele puxa minha cintura, e ele me abraça. Não um abraço de preocupação, mas o abraço de suporte, de ajuda. Passo o braço por seu pescoço, fazendo carinho em seu cabelo quanto percebo algo diferente.

Deixo que Oliver chore no meu ombro. Ele praticamente senta na cama, e eu me aproximo, sentando na sua frente.

– Eu tenho medo de perder as pessoas que eu amo. — ele sussurra, já sem chorar, mas com a voz rouca. — É por isso.

Me afasto, procurando sentido no que ele dizia, mas antes que ele possa me responder, a porta é aberta rapidamente, e uma voz conhecida nos faz desviar o olhar.

– Ollie. — diz Laurel, trocando o foco entre mim e Oliver, se saber ao certo que reação apresentar. — Eu queria saber como você está... — ela é interrompida pelo barulho da porta mais uma vez, mostrando Sara.

Me forço a levantar, dando um último aperto na mão de Oliver, enquanto me dirijo para fora, deixando com que ele recebesse suas visitas. Olho mais uma vez para o olhar de Laurel sobre mim, e lanço um olhar de pena para Sara. Até que fecho a porta, e encaro a figura na minha frente. Bruce sorri levemente, e uma sensação de culpa me invade naquele momento.

– Não se preocupe. — ele diz baixo, percebendo o que eu sentia naquele momento. — Ainda amigos. Sem ressentimentos... — ele diz, e deposita um beijo no topo de minha cabeça, me deixando chorar por alguns instantes.

Agradeço por ter ele ali. Mesmo sem ser meu namorado, ele era um amigo. Alguém com quem eu podia contar.

Me foco a recepção, e ele se apressa em pedir o número do quarto de Thea, percebendo meu estado. Precisava me mostrar mais forte. Pelo bem da Thea.

No mesmo instante em que Bruce se aproxima, o barulho do elevador indica mais pessoas chegando, até que Roy praticamente corre em nossa direção, com uma expressão preocupada.

– Ela está bem . — tento tranquilizá-lo, mas inconscientemente olho para o quarto de Oliver, realmente preocupada com ele.

– Eles vão ficar bem, Fel. — ele dessa vez me abraça verdadeiramente, e eu o deixo ir visitar a namorada, antes que mim.

– Obrigada! — ele diz, e corre para o quarto de Bruce indica.

Me encosto na parede, suspirando pesadamente. Estava cansada, preocupada, irritada... Os sentimentos me atingiam com força, mas o que eu queria era entender o que Oliver quis dizer com aquela frase. Será que se referia e ter pena de si mesmo? Provavelmente não. Oliver não tinha a mania de se fazer de coitadinho. Mas se não fosse isso, o que queria dizer? O peso das palavras estavam sobre mim, e finalmente percebo que ficar ali não ajudava.

– Que tal ir para casa? — sugere Bruce, percebendo meu estado.

Eu não queria ir para casa. Não queria sequer estar aqui com toda essa situação ridícula. Só queria estar no porão da Verdant, com meu coração com pulsos rápidos para depois perceber que tudo estava bem. Que Oliver estava bem. Mas não estava. Ele estava ferido, e eu pela primeira vez na vida tive medo de que ele desistisse. Não da empresa, não de mim ou de Diggle, mas desistisse de ser a diferença. Desistisse de vestir o capuz e se tornar só mais um. Ele desistisse de ser o motivo pelo qual as pessoas dormem tranquilas. E é isso o que ele faz. Deixa que as pessoas durmam tranquilas. Mas aqui, nesse estado, eu não conseguia ter esse sentimento.

– Fel... — olho para cima, e me deparo com a expressão preocupada de Roy, que me analisava. — Vai ver a Thea, e vai para casa, por favor. — nego com a cabeça, e ele me abraça. — Você teve um longo dia. Ela vai ficar bem. Eles vão. Agora preciso te ver descansada para eu também ficar bem.

Pondero sobre suas palavras. Não queria aceitar, mas eu via a sinceridade em seu olhar deprimido. Aceno com a cabeça, e ele me ajuda a levantar, me apoiando.

Ando pelo corredor, com Bruce do meu lado.

– Esse menino tem lábia. — ele me analisa. — Convencer Felicity Smoak. O garoto merece meu respeito.

Iria responder, mas assim que olho para dentro da sala, escuto meu nome ser chamado.

– Fel! — chama Thea, com ainda lágrimas nos olhos.

Prometo para mim mesma não chorar, e entro.

Ela forçava um sorriso, mas eu via a dor em seus olhos. Antes de mais nada, corro e a envolvo em meus braços, sentindo meu instinto protetor entrar em ação. Ela estava tão frágil, com toda aquela situação, mas eu estava aqui. E precisávamos contornar a situação com força. Uma força que eu não sabia onde achar.

– Vai ficar bem, Thea. — eu tento acalmá-la, da mesma forma que Oliver fez comigo. — Tudo vai ficar bem.

Mas ela nega com a cabeça em meu ombro.

– Como ele está? — pergunta, e se afasta para me encarar. — O Oliver. Por favor Fel, me diz que você foi ver ele.

Aceno com a cabeça confirmando, e ela espera uma resposta mais específica.

– Ele está bem. — eu digo, me forçando a acreditar nisso. Me referia aos sentimentos dele, mas eu sei que ela queria saber sobre o físico dele. — Ele vai ficar bem.

Ela abaixa a cabeça, com uma expressão sombria. Eu não sabia o que se passava ali, mas eu não sabia se descobrir seria a melhor opção.

– Ele perguntou para Oliver. — ela diz, me olhando com uma escuridão no olhar que eu nunca havia visto. — Perguntou quem ele queria que ele levasse.

Abro a boca e não sei bem o que responder. Ficava tentando planejar algo, mas nada me vinha a mente.

– Acho que essa imagem foi trau... — tento dizer, mas sou interrompida.

– NÃO FELICITY! — ela eleva a voz. — Era o amigo de minha mãe. Aquele cara que a ajudava na campanha. Ele... — ela me fita com raiva e tristeza no olhar. — Ele tinha ódio do Oliver.

Afasto seu cabelo do rosto, e ainda tento mudar seu pensamento com relação a situação.

– Oliver? — eu pergunto, me fingindo de incrédula. Slade. Slade Wilson. O cara da ilha. Por que não pensei nisso antes? — Thea, Oliver está tão arrasado quanto você.

– E por que aquele cara queria matar a minha mãe? — pergunta, com a mão mais apertada em meu pulso. — Por que tinha tanta raiva de nossa família, de nós duas?

Não sei o que responder, e sinto minha mãe pedir por sangue que Thea se negava a deixar passar.

– Será que é por que eu sou filha de Malcon? — pergunta, com ódio no olhar. — Isso mesmo, Felicity. Malcon Merlyn é meu pai!

Me afasto dela, focando nos documentos que eu vi. A transferência de dez milhões de dólares para a conta do médico responsável pelo parto da Thea. A conta fantasma.

– Isso não pode ser... — eu tento falar, mas sua expressão sombria se apossa de seu rosto delicado, e ela olha mais uma vez para a porta, esperando não ser interrompida.

– O Oliver sabe? — ela deixa a expressão cair por um momento, com direito a algumas lágrimas. — Quero dizer, ele também mentiu para mim?

– Não Thea. — a abraço. — Não sabia. E eu nem quero imaginar o que vai acontecer quando ele descobrir.

Ela se afasta, e limpa o seu rímel de meu cabelo, o que não ajuda muito, e sua expressão muda mais uma vez.

– Você corre perigo. — ela me avisa.

Não tem nenhuma novidade aí. Ela nem sequer sabe da Gata.

– Fel, ele disse que mataria todos as pessoas que Oliver ama. — ela me explica, e levanto uma sobrancelha, tentando supor o que ela estava tentando me dizer. — E ele te ama.

Nego com a cabeça me afastando, segurando minha barriga. Não queria imaginar aquilo agora. Tinha medo de me iludir mais uma vez, com todo aquele papo.

– Não, Thea. — eu afirmo, com convicção. — Ele ama a Sara.

– Como pode ser tão cega? — ela pergunta, me fitando. — Ele terminou com a Sara faz tempo, e passa o dia com aquela expressão fria até te ver. Precisamos esfregar na sua cara?

Antes que eu possa responder, para juntar verdadeiramente os fatos, o médico entra, avisando que eu precisaria sair por que Thea faria alguns exames. Toco mais uma vez sua mão, tentando ser forte, e saio da sala, com minha expressão horrorizada.

Aquilo não era verdade.

Não alimente isso dentro de você, Felicity!

– Vamos. — diz Bruce me analisando, esperando tirar algo de mim. Mas eu estava dormente, sentindo todas as informações pesarem sobre mim.

O carro de Bruce estava estacionado por perto, para minha alegria. Procuro por Alfred, mas ele deveria estar em casa, dormindo. Bruce assume o volante, e sento a seu lado, tentando em aquecer.

Bruce percebe minha situação e coloca a mão atrás do banco, tirando uma manta escura de lá.

– Não adianta. — eu digo, o fitando.

– Você sabe. — ele dá partida no carro, afirmando. — Sabe quem fez isso.

– Ele quer matar Oliver. — eu olho para Bruce, que ainda espera uma situação. — Quero dizer, Thea... Ela é filha de Malcon.

Bruce me analisa, tentando conectar as coisas. Sua expressão se torna indecifrável, até ele comprimir os lábios.

– Slade contou. — ele fala, fitando a frente.

– Você... — eu tentava falar, não acreditando que ele sabia e não me contou. — Você sabia sobre ele. E não me contou!?

– Para você surtar desse jeito? — ele assume o controle da situação, como irritantemente ele sempre faz. — Eu precisava de provas. A lei dos advogados é que todos são inocentes até que se prove ao contrário. E preciso admitir, ele sabe cobrir bem os seus rastros.

– Não acredito! — levo uma mão ao rosto, limpando o cabelo que caia ali. — E o que fazemos agora? Não podemos... — aceno freneticamente. — Caçar monstros.

Bruce permanece calado, analisando a situação em seu mundo particular. Não sabia se deveria interrompê-lo, e nem queria descobrir. Só encosto minha cabeça no vidro, e tento relaxar até chegar em minha casa.

– Tem certeza que quer ficar sozinha aqui? — pergunta, ainda dentro do carro na porta de minha casa.

Aceno com a cabeça, e entro, preocupada em me manter tranquila. Mas antes de me sentir segura, olho para a janela. Mais uma vez, sem ninguém. Me viro e ando em direção a cozinha.

– Esperando alguma visita? — eu cambaleio para trás, mas ele me segura pelo ombro. Tento escapar, mas ele tampa minha boca. — Ela descobriu, e eu também. Não fez nada do que deveria. Poderia te matar aqui e agora, mas infelizmente...

– Eu estou aqui. — a voz de Bruce corta o ambiente, e eu vejo Batman atacando o cara da máscara se piedade.

Mas ele se ergue, dando socos e cotoveladas em Bruce, que tenta se esquivar de tantos socos. Há os chutes que o acertam, e eu tomo uma iniciativa. Mas antes que eu consiga pegar o vaso, observo Bruce o jogando para fora da casa.

Sento no balcão da cozinha, não tendo forças sequer para andar. Olho para a janela, e percebo silêncio.

– Fugiu. — diz Bruce surgindo do nada na janela, me encarando fixamente.

– Meu Deus! — eu digo, levando as mãos ao rosto. Batman se aproxima, varrendo o local com o olhar.

Olho para cima, esperando uma reação, mas ele permanece frio e inexpressível.

– Vamos. Você não vai mais ficar aqui sozinha. — ele me analisa, e segura meu braço. Ele estava irritado. — E no caminho, quero que me diga o que aconteceu aqui, e o que ele quis dizer...

Continua...

Notas finais
O que acharam? Muitos acontecimentos nesse capítulo, o que me deixou apreensiva para saber se vocês vão gostar. Então comentem dizendo o que acharam, ok? E favoritem, recomendem, por que isso dá credibilidade a fic, ok? Vou ficando por aqui, e até o próximo! ~Geek XOXO