Notas iniciais
Espero que gostem.

Ano 2016, cidade Los Angeles.

O cenário era de chuva e trovoada, a imagem era assustadora, prédios destruídos, árvores tomaram a paisagem, as calçadas desapareceram em meio aos musgos, a qualquer lugar que se olhasse não era possível ver nenhum movimento, o canto dos pássaros não mais existia, o barulho dos carros não passavam de meras lembranças, as propagandas que antes dominavam os prédios já caíram, só se ouvia a chuva e trovões, a vida acabou, ou pelo menos quase acabou.

A distância vinha caminhando uma figura misteriosa, usava um capuz preto cobrindo todo o corpo, e tinha uma mochila, a medida do possível se protegia da chuva, aparentemente o único ser vivo por ali. Em sua mente se lembra dos noticiários que iniciaram o desastre.

‘’Stuxnet, o programa que o governo garante que salvara o mundo dar armas nucleares.’’, ’’A guerra virou, após a entrada do programa nos sistemas iranianos o governo começou a contralar os passos do inimigo.’’

Porém rapidamente tudo mudou.

‘’Os EUA em guerra com a Rússia, após misséis alcançarem Moscow de uma forma suja da parte dos Estados Unidos a declaração de guerra é feita, Estados Unidos afirma não ser o responsável pelos misseis .’’

Junto aos noticiários memorias também vem a mente daquela pessoa.

‘’Max, nós vamos para o México, lá estaremos seguros...’’, ‘’MAX, CORRA...’’.

A chuva faz o capuz sair da cabeça e revelar quem era, um homem, cabelos castanhos, olhos azuis, pele morena, parecia ter seus 20 anos, ele precisava de um abrigo, então se escondeu dentro de um dos antigos prédios, com certeza um ato de coragem levando em conta que com uma chuva qualquer prédio daquelas situações poderia desabar. Mas isso não importava, ele entrou e se alojou no térreo, ele não queria correr o risco de adentrar no edifício e encontrar algo que não devesse ver. Então da mochila tiro um isqueiro, e com o auxílio de alguns papeis fez uma foqueira. O garoto fixou o olhar nas chamas, até que veio o sono e o levou dali.

*

A noite encerra, e com ela a chuva também vai embora, o jovem então pode se levantar e tomar viajem, não tinha tempo para perder, ao sair do prédio vê a frente algo que não tinha visto no meio da chuva, um helicóptero, óbvio que destruído por ter provavelmente caído, foi até ele ver se encontrava alguma coisa que fosse útil. Parecia que alguém já havia passado por aquele local, não encontrou nada, mas é surpreendido ao ser jogado para fora dos destroços.

—Mas o que?- Ao retomar o olhar percebe que foi jogado por uma espécie de maquina gigante, parecia ter cerca de 3 metros de altura, além de um formato humanoide.-Quantos ainda tem?

Rapidamente ele saca uma arma da mochila e começa a atirar na maquina, pequenos buracos são formados na lataria, porém sem muito efeito, rapidamente a munição acaba.

—Droga.- O rapaz coloca a arma de volta na mochila e começa a correr.

—GRT-0043621 detectado. -Uma luz vermelha que partiu dos olhos do robô acerta o rapaz mas parece ser apenas um escâner. -Ordem para infectar aceita.

O que tinha de grande e lento era compensado pelos equipamentos, uma garra e liberada da mão do robô por um cabo e vai em direção do rapaz, e acaba prendendo os pés dele. Ele tenta com as mãos retirar a garra mais de forma inútil. O robô então segura ele pelo pescoço, e da outra mão sai uma agulha que o robô se prepara para injetar no braço do rapaz, então antes disso ser feito uma bala de escopeta atravessa a cabeça da maquina, fazendo ela cair.

Ao olhar na direção do tiro ele avista uma mulher com roupas de soldado, cabelos e pele albina e olhos azuis, além do cabelo curto, parecia ter cerca de 25 anos, o mais assustador era a arma na mão dela.

—Uau, é uma escopeta...- Antes de terminar a pergunta a moça ergue a arma em direção do rapaz.

—Qual seu nome?

—Me chamo Max.- Respondeu enquanto erguia as mãos ao alto

—O que faz aqui?

—Estou de passagem pela cidade, não tenho rumo.

—O que acha que devo fazer com você?

—Poderia marcar um dia de sair. –A piadinha acompanhada de um sorriso sarcástico fez a garota dar um tiro no chão próximo de Max.

—O próximo sera mais em cima.

Max olha para o chão e começa a pensar.-Bem, a decisão então é sua.

A garota mantém a arma levantada por alguns segundos mas em seguida abaixa.- Apesar de não confiar em você tenho um convite, participo de um acampamento a algumas horas daqui, precisamos de homens... perdemos muitas recentemente.

—Ok kkkkk, você me chama para seu acampamento mas nem se apresenta?

—Que cabeça a minha.- Ela então se aproxima de Max e estende a mão.-Me chamo Alexia.

—Prazer Alexia.-Um cumprimento de mão firma o convite.

Notas finais
Esse primeiro foi curto mas os proximos seram maiores
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.