Stuck On You
22 Capítulo 21 - Réplicas
Notas iniciais
O dia estava ensolarado, quente e bonito. Mas meu coração, permanecia nebuloso e cheio de nuvens. Jenna estava morta e agora, eu estava diante de seu caixão, enquanto ouvia o padre recitar palavras tristes e ao mesmo tempo de consolo. Em minhas mãos, eu segurava uma linda rosa vermelha, sentindo as lágrimas descerem pelo meu rosto. Eu sabia que estava cansada física e emocionalmente, por tudo que tem acontecido ultimamente e pareceu só piorar quando vi Alaric e Jeremy chorando juntos de uma forma que eu nunca havia visto antes.
Damon estava bem atrás de mim, calado juntamente com meus amigos. Confesso que fiquei surpresa ao ver que Klaus e Tyler tinham vindo ao enterro. Os dois estavam com um semblante indecifrável mas era nítido que os dois não se sentiam muito bem com essa situação. Por mais que a tristeza esteja invadindo meu coração constantemente, eu sei o que preciso fazer. Preciso lutar, preciso fazer com que aquele imortal desgraçado pague pelo que fez!
O padre disse suas últimas palavras antes de enterrarem o caixão de Jenna. Eu me forcei a ver aquela cena, do caixão sendo coberto pela terra. As lágrimas continuavam a descer e eu joguei minha flor bem em cima do seu caixão, antes que ele fosse totalmente coberto pela terra. Minha tia não merecia aquilo. Ela era tudo o que eu e meu irmão tínhamos e agora, a só podíamos contar um com o outro. E agora, eu faria de tudo para manter Jeremy a salvo e seguro. Se eu o perdesse, não suportaria mais. Ele era a única pessoa que tinha sobrado de minha família. Praticamente, nós dois estávamos sozinhos nesse mundo tão injusto.
Assim que o enterro acabou, as pessoas foram se distanciando dali, mas eu continuei olhando para o chão, chorando compulsivamente. Incrível como as minhas lágrimas não tinham secado pois eu permaneci chorando a noite toda, não consegui dormir. Meu irmão ainda conseguiu dormir um pouco mas percebi que ele se mexia muito durante a noite. Aposto que estava tendo pesadelos.
Caroline e Bonnie vieram me abraçar e eu as abracei como nunca as tinha abraçado na vida. Eu soluçava, mas não me importava com isso. A dor era muito forte, parecia que meu peito ficaria sem ar a qualquer momento e eu tinha que desabafar, tinha que colocar para fora tudo aquilo que eu estava sentindo se não, eu morreria.
De madrugada, quando finalmente consegui fazer com que Jeremy dormisse um pouco, eu pensei em morrer. Pensei em como seria bom se eu partisse para me juntar a minha família mas logo que aquele pensamento passou pela minha cabeça, eu o retirei. Não podia deixar Jeremy sozinho, ele era tudo o que eu tinha. Além do mais, não suportaria a idéia de deixar Damon, meu único amor e meus amigos. E se eu morresse, não poderia me vingar então, esse pensamento que tive estava fora de cogitação, eu não faria com que ele se tornasse real.
Assim que cheguei em casa, percebi o quanto seria difícil conviver com tantas lembranças... Jeremy foi direto para o seu quarto enquanto eu sentava na ponta de minha cama, suspirando. Eu estava exausta, não tinha dormido absolutamente nada mas nem sei se conseguiria dormir sem ter pesadelos.
– Amor... você está bem? — Damon entrou em meu quarto. Ele também estava abatido.
– Não muito. Estou um pouco cansada. — Respondi com a voz rouca, como se fosse a primeira vez que a usava naquele dia.
– Então durma. Eu vou na casa do Klaus, temos que fazer com que esses imortais perigosos paguem pelo que fizeram e temos que dar um jeito de capturar o William eles já foram longe demais. — Assenti postivamente.
– Tudo bem Damon. Tome cuidado ok? — Ele se aproximou de mim dando-me um abraço apertado que retribui com muita vontade.
– Você também. Qualquer coisa, me ligue. — Lhe dei um beijo demorado e ele sorriu antes de sair pela porta.
Depois de trancar todas as portas e janelas de casa, fui para o quarto do meu irmão. Não era seguro deixá-lo dormindo sozinho. Fui até seu quarto encontrando-o acordado e com os olhos vermelhos.
– Tem espaço pra mais uma? — Tentei deixar o clima descontraído.
Jeremy deu um sorriso que não chegava a seus olhos e eu retribuí não muito bem sucedida.
– Mas é claro que sim. — Me deitei ao seu lado, fitando o vazio.
– O que faremos agora? — Ele perguntou.
– Eu não sei... bom, eu farei de tudo pra vingar a morte de nossos pais e de nossa tia Jeremy. — Falei, determinada.
– Elena... e se isso não der certo? Eles são muito fortes. — Olhei para a face de Jeremy com toda a determinação que emanava de dentro de mim.
– Eu também sou forte e vou treinar para fortalecer minhas habilidades. — Respondi decidida.
– Não quero mais falar sobre isso... me sinto mal só de lembrar. — Jeremy levou a mão a testa, provavelmente com dor de cabeça de tanto chorar.
– Eu também, Jer... vamos tentar dormir um pouco. — Sugeri.
– Prometa que nunca vai me deixar. — Jeremy fitou-me com olhos tristes e desolados.
– Eu prometo. Agora durma. Ainda estarei aqui quando você acordar. — Fiz um pequeno carinho em seus cabelos e sorri. Ele retribuiu o sorriso antes de fechar os olhos.
Fechei meus olhos também e me joguei nas profundezas da escuridão.
(...)
Klaus narrando:
Caroline, Damon, Stefan, Bonnie, Elijah e os outros imortais estavam reunidos na sala de minha mansão. Discutíamos o que fazer com William e os imortais perigosos, que estão começando a me irritar demais e todos sabem o que acontece quando eu fico muito irritado. Eu nunca tive medo do William ou dos imortais perigosos só acho que já é hora de impor alguns limites e todo mundo sabe o que acontece quando resolvo impor meus limites. Acontece, que o limite que imponho a eles acaba dentro de um caixão, com uma estaca de madeira cravada em seu peito ou, quando se é um imortal, com seu pescoço quebrado de um jeito bem doloroso.
– Poderíamos "entregar" os cordões dos imortais para o William, como forma de armadilha. — Fiz aspas com os dedos quando pronunciei a palavra entregar.
– Defina entregar. — Respondeu Caroline presunçosa. Revirei os olhos.
– Eu tenho os cordões dos imortais verdadeiros mas também criei réplicas, para enganar trouxas que quisessem tentar me ameaçar ou me passar a perna.
– Porque você não disse isso antes? — Perguntou Stefan.
– Porque eu não me lembrava que ainda tinha as réplicas. Rebekah tinha as escondido para que eu não achasse.
– Mas que VACA! — Caroline gritou.
– Olhe os modos, Caroline. — Ela apenas bufou, revirando os olhos.
– Continuando, posso entregar as réplicas para que ele pense que são os cordões.
– Mas de que isso adiantaria? — Perguntou Bonnie.
– Podemos atrair o William e matá-lo. Quando ele pegar as réplicas, podemos atacá-lo. Ele é um vampiro comum, não é tão forte. — Dei de ombros.
– É um plano muito arriscado. — Disse Damon.
– Você tem uma idéia melhor? — Perguntei sabendo qual seria a resposta.
– Não. — Respondeu contrariado.
– Então será isso o que faremos. William está procurando os cordões por isso não tem dado as caras. Vou colocar as réplicas num lugar que ele ainda não tenha procurado. — Dei um sorriso presunçoso.
– Ok então. — Assentiu Elijah.
– Preparem-se. Logo, William será exterminado! — Todos se entreolharam apreensivos com a minha frase.
O plnao era arriscado, mas não podíamos mais esperar.William está merecendo uma lição, uma boa lição.
(...)
Elena Narrando:
Alguns dias depois...
Eu estava concentrada enquanto estourava o último saco de areia com um soco bem dado. E por mais que eu já estivesse treinando por mais de 4 horas, eu ainda me sentia bem disposta. Essa era uma das vantagens que a imortalidade me proporciona.
Na verdade, eu estava me preparando para lutar, para me vingar de todos aqueles que fizeram mal a mim e a minha família. Eu queria que todas as minhas habilidades estivessem bem fortalecidas, para que quando eu tivesse que enfrentar tudo o que vier pela frente, eu estivesse forte o suficiente para lutar.
Eu não podia falhar.
Não dessa vez.
Por isso, passei a treinar todos os dias, com a ajuda de Alaric que está cuidando de nós em nossa casa. Eu e Jeremy ficamos muito felizes por termos alguém para nos ajudar. Estávamos passando pelo mesmo sofrimento e resolvemos superar tudo juntos. Ele sabia que eu era uma imortal e que meu namorado era um vampiro. Ele surpreendeu a todos quando disse que já desconfiava e que sabia da existência de vampiros aqui em Mystic Falls.
Depois de um tempo, resolvi parar de treinar e fui tomar um banho. Hoje era o baile da escola e portanto, não tínhamos aula e eu não pretendia ir a baile algum.
Ouvi a campainha tocar algumas vezes e fui atender vendo Bonnie e Caroline cheia de sacolas na mão. Dei espaço para que elas pudessem entrar e fomos direto para o meu quarto.
– Sabe o que temos aqui? — Caroline perguntou enquanto chacoalhava as sacolas de compras que estavam em sua mão.
– Sacolas? — Respondi, fazendo as duas revirarem os olhos.
– Não são apenas sacolas. Seu vestido para o baile está aí dentro. — Bonnie despejou o conteúdo das sacolas na minha cama, juntamente com Caroline.
Tinham vestidos de diversas cores e diversos tamanhos.
– Mas eu não vou a baile nenhum, meninas! — Respondi impaciente.
– Ah mas a senhorita vai sim! Chega de ficar treinando o dia todo, se preparando pra lutar amiga, chega disso! Além do mais, se tudo der certo, teremos menos um idiota no mundo hoje. — Caroline sorriu, pegando um lindo vestido branco com detalhes brilhosos e discretos.
– Como assim? — Franzi o cenho.
– Klaus escondeu as réplicas dos cordões dos imortais perto do ginásio onde acontecerá o baile do colégio. — Respondeu Bonnie.
– Vocês ficaram loucos? Vão colocar todos os alunos em perigo! — Exclamei.
– Nós temos um plano, Elena. — Caroline disse presunçosa.
– E os imortais perigosos? — Perguntei sentindo o sangue ferver.
– Eles não aparecem à dias mas tentaremos localizá-los logo. — Disse Bonnie decidida.
– Se não quiser perder a diversão de acabar com um dos vampiros idiotas, vamos ao baile hoje! — Caroline lançou-me um olhar penetrante.
– Ok, eu vou! — Falei, rendendo-me enquanto iniciávamos uma guerra de travesseiros em meu quarto.
As risadas ecoavam em meu quarto e por um momento, esqueci-me da avalanche de problemas que estavam instalados em minha cabeça.
(...)
– Como você está linda! — Damon apareceu em meu quarto, enquanto observava o vestido branco que as meninas compraram para mim.
Olhei para meu lindo namorado que trajava preto dos pés a cabeça. Ele era tão descolado, tão bonito, tão sedutor que eu não conseguia me acostumar a sua beleza.
– Você também está lindo! — Dei um sorriso enquanto ele se inclinava em minha direção, beijando-me.
– Ei, vocês dois. Vamos logo se não chegaremos atrasados ao baile. — Jeremy apareceu na porta do meu quarto fazendo com que eu e Damon nos separássemos bruscamente.
– Ok, estamos indo. — Dei um sorrisinho.
Ao chegarmos ao baile, percebi o quanto a decoração estava linda. O ginásio da escola estava tão diferente decorado daquela maneira, que parecia que estávamos em uma boate com festa temática. Encontrei Caroline brigando com uma menina do primeiro ano.
– Eu já falei pra você que não gosto de verde musgo!! É inadmissível que você não saiba a diferença de verde pistache pra verde musgo!!! Agora saia da minha frente e só apareça com a cor certa! — Arregalei os olhos vendo a menina com um semblante frustrado em seu rosto, levando consigo o pano verde musgo (que mais parecia verde escuro) com ela.
– Uou, a Barbie está nervosa. — Damon debochou mas Caroline não levou na esportiva.
– Engraçadinho. — Ela sorriu inônicamente para meu namorado e depois, voltou-se para mim e disse: — Amiga, você está linda!
– Obrigada, você também. — Caroline estava mesmo divina com um vestido lilás que a deixava delicada e meiga.
Depois, vi Bonnie e Jeremy conversando. Os dois sorriam e conversavam como se fossem amigos há séculos. Caroline me cutucou e logo depois sussurrou em meu ouvido:
– O que você acha?
– Acho que se esses dois ficarem juntos ficarei muito feliz.
– Eu também! Eles merecem ser felizes. — Nós duas sorrimos enquanto olhávamos a cena.
– Você também merece isso, Carol. — Ela deu um suspiro melancólico.
– Eu o amo Elena. — Eu sabia que ela estava se referindo a Klaus.
Aproveitei que Damon tinha ido conversar com Stefan para falar com ela abertamente sobre o assunto.
– Tenho certeza de que ele sente algo por você também. — Falei convicta.
– Ele não sente nada por ninguém amiga. — Ela bufou.
– Ele sente sim, Carol. — Olhei para a porta onde avistei Klaus, todo arrumado e sorridente. Ele parecia mesmo um bad boy com aquela roupa.
Assim que ele nos viu, veio em nossa direção então saí de fininho de perto da Caroline, indo para onde Damon estava.
– Vamos dançar? — Perguntei sorridente.
– Claro, temos que aproveitar antes que William chegue. — Damon pegou em minha mão conduzindo-me a pista de dança.
Trocamos olhares amorosos o tempo todo.
– Eu amo você. — Confessei baixinho.
– Eu também amo você Elena, mais do que deveria. — Ele sorriu, antes de se inclinar em minha direção para me beijar.
Caroline narrando:
Klaus vinha em minha direção e a cada passo que ele dava, eu ficava mais nervosa. Minhas pernas ficaram trêmulas e eu não sabia o que fazer. Ele parou em minha direção, dando um lindo sorriso torto.
– Olá Caroline, linda festa, parabéns. — Ele disse olhando em volta.
– O que você quer? — Perguntei ríspida.
– Porque não paramos de brigar um pouco? Venha, dance comigo esta noite. — Ponderei por alguns minutos percebendo que eu não conseguiria recusar uma proposta do Klaus.
– Tudo bem, só uma dança. — Ele sorriu e pegou em minha mão, conduzindo-me a pista de dança.
Confesso que fiquei trêmula só de sentir nossos corpos colados mexendo em sincronia.
– Porque você faz isso comigo? — Perguntei num fio de voz.
– Faço o que? — Franziu o cenho.
– Essas sensações que sinto quando estou perto de você... não é nenhum truque?
– Claro que não, Caroline. O seu coração reage quando fica perto do meu. — Essa era a mais pura verdade. Meu coração realmente reagia quando eu o via, mesmo quando ele conseguia me tirar do sério, ainda sim, meu coração reagia ao dele positivamente.
– E o que isso quer dizer?
– Que talvez eu também sinta o mesmo. — Ele respondeu, sério.
– E o que faremos? — Perguntei, sentindo-me entorpecida com seu cheiro, sua voz, seus olhos...
– Faremos isso. — Ele abriu um sorriso estonteante em minha direção antes de se aproximar de mim e roçar seus lábios lentamente em minha bochecha.
Fechei os olhos, ansiosa. Queria que ele parasse com aquilo e me beijasse logo de uma vez. Mas confesso que toda aquela expectativa apenas deixava tudo melhor.
Klaus inclinou-se em minha direção, apertando a minha cintura enquanto ele encostava seus lábios nos meus. O beijo estava sendo tão bom quanto o primeiro, ele expressava a saudade que estávamos sentindo um do outro. Pois desde que aquele beijo aconteceu, eu não consegui parar de pensar em outra coisa que não fosse isso e não conseguia parar de ansiar que aquele momento se repetisse e agora que ele estava se repetindo, eu queria aproveitar ao máximo o momento, temedo que algo nos interrompesse e aquele momento mágico se quebrasse.Nossos lábios se moviam calmamente, nós queríamos conhecer e explorar a boca um do outro. Klaus era envolvente, convidativo, tudo nele conseguia me atrair até mesmo o seu sarcasmo.
Nos separamos ofegantes e eu encostei minha testa na dele. E olhando dentro de seus lindos olhos verdes, quis confessar tudo aquilo que eu venho guardando para mim a muito tempo. E eu teria dito que o amava, se Stefan não tivesse nos interrompido.
– Klaus, Caroline, William chegou e pegou as réplicas. — O momento mágico se quebrou naquele instante, fazendo com que aquela notícia me deixasse apreensiva.
Klaus assentiu enquanto ia seguia Stefan para fora do ginásio. Não pensei duas vezes em segui-los também, eu queria vingança tanto quanto a Elena.
Elena narrando:
Depois que soubemos que William já estava com as réplicas, tratamos de irmos atrás dele. Ele ainda não havia saído do galpão onde Klaus havia escondido as réplicas e nós estávamos esperançosos em conseguirmos pegar aquele desgraçado.
Paramos no meio do galpão, vendo William sorridente e triunfante, enquanto segurava o que ele pensava ser os verdadeiros cordões dos imortais.
– Chegaram tarde demais, Eu já achei os cordões. — Ele sorriu.
– Acho que quem chegou tarde demais foi você, querido. Ou devo dizer cedo demais? Afinal, seus dias nesse mundo estão contados. — Caroline disse, sorrindo maldosamente na direção de William que deu uma risada espalhafatosa, certamente duvidando das palavras de minha amiga.
– Como se eu tivesse medo de vocês... — Ele desdenhou, como se não estivesse nem aí para o que estávamos dizendo.
– Pois deveria ter. A diversão começa agora. — Klaus apareceu atrás dele e ele assustou-se tanto que arregalou os olhos.
Foi aí que eu percebi uma coisa: William não era tão destemido quando pensávamos. Se ele estava com medo de Klaus, era provável que não estava com nenhuma de suas armas que nos enfraqueciam. Sem elas, William era patético.
Sorri decidida enquanto empunhava uma estaca de madeira enorme em minha mão.
– Você vai pagar caro por ter se metido no meu caminho. — Sussurrei caminhando na direção de William, que estava imóvel.
E foi com alegria que eu pensei: William morreria naquela noite.
Notas finais
O que vcs acham que vai acontecer? Será que o William está mesmo com os dias contados?
Comentem muuuito meninas, a fic está na reta final infelizmente e eu não sei se farei uma segunda temporada =/
Mas ainda temos algumas coisas pela frente etnão não se preocupem ok?
Deixem reviews! ISSO SERVE PARA OS FANTASMAS TAMBÉM MUITOS AUTORES DESISTEM DE ESCREVER POR CULPA DE VCS FANTASMAS SINTAM-SE CULPADOS U_U E obrigada a todas as meninas lindas que comentam!!
beeijos e tenham uma boa tarde!
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