Notas iniciais
Eu escrevi um pouco rapido esse capitulo, entao resolvi postar já. HAHA Espero que gostem :)

Não demorou muito e em alguns minutos eu já estava no aeroporto, pronta para ir embora. Fui até a fila, para comprar minha passagem. Eu até tinha pensado em voltar, mas, algo me dizia para ir embora. A verdade é que, eu queria ficar com ele, mas ao mesmo tempo, queria fingir que nada aconteceu. É mais fácil, seria mais fácil.

— Oi, que horas que saí o vôo para o Canadá? – perguntei

— Na verdade, acabou de sair um.

— O que? Droga! – dei um soco no balcão. – E que horas sai o outro?

— ao meio dia.

— droga, droga, droga... – sussurrei pra mim mesmo. – Que horas são agora?

— São 8 horas, querida. – disse ela olhando para seu relógio no pulso. – Vai comprar a passagem?

— Não. Depois eu compro. – suspirei irritada.

Saí dali e comecei a andar em direção a uma cadeira que ficava a alguns passos dali, um tanto distante. Eu teria que esperar até meio dia pra ir embora daqui, vai demorar, e muito. De repente ouvi alguém me chamar, por um momento achei que fosse algo da minha cabeça, mas então, quando me virei lá estava ele, andando em minha direção. Eu não sabia o que fazer, fiquei ali paralisada, sem saber o que fazer. Despertei só quando ele chegou até mim, quando ele já estava na minha frente.

— O que você ta fazendo aqui, Bieber?

— Eu... Eu não podia deixar você ir embora.

— Foi você que disse que não queria que aparecessem mais fotos de nós juntos, lembra? – ergui a sobrancelha. – que assim seja.

Virei de costas e continuei andando. Seria errado se eu disser que eu queria que, na verdade, ele fosse atrás de mim? Pois é, eu sou boba. Continuei andando normalmente, esperando alguma reação sua.

— EU TE AMO, SARA! – ele gritou.

Naquele momento, eu parei. E então, um sorriso bobo surgiu em meu rosto. Me virei para ele, que estava a alguns passos de distancia.

— Eu amo você. – ele disse novamente sorrindo, e andando até mim.

Eu não sabia o que pensar, mais uma vez eu estava paralisada. Ele segurou minhas mãos, ficou me fitando e repetindo baixinho aquelas três palavras: “eu amo você.”

Tudo bem, ele era perfeito, ele era incrível. Mas, eu não poderia me dar por vencida ainda.

— Então é assim? Em um dia você sente vergonha de estar comigo e hoje você diz que me ama? – soltei minhas mãos das suas. – Você é... Você é um imbecil, canalha e...

— Sara... – ele riu

— Ok, tudo bem... – suspirei e revirei os olhos. – Eu amo você, também.

Sorri e o fitei. Justin me puxou pela cintura colando nossos corpos e logo após selando nossos lábios em um beijo ‘quente’. Sem se preocupar com as pessoas ao redor, eu estava me sentindo feliz. Isso era bom, era diferente, estranho e bom. Muito bom. Depois de longos minutos nos beijando, eu me afastei.

— Eu sabia. – Justin riu.

— Sabia o que?

— Que você me ama.

— Quem disse? – mordi o lábio inferior. – Eu posso ter mentido.

Sorri sarcástica e Justin ficou me fitando um tanto desentendido. Dei de ombros e voltei a andar, o deixando pra trás.

Depois de alguns minutos senti ele me abraçar pela cintura.

— Eu sei que você me ama. – ele sussurrou no me ouvido e depois lhe deu uma mordidinha.

— Não tenha tanta certeza.

— Por que não?

— Ok Justin. – o fitei. – Você venceu dessa vez.

— Sério?

— Aham. Eu amo você. – falei entre selinhos.

Agora eu podia dizer “... e foram felizes para sempre”, mas, a história não acabou, na verdade ela só ta começando. E outra, se acha que agora eu vou ser uma garotinha doce e delicada, esta totalmente enganado, bom, isso não faz parte da minha lista de comportamento. Sara Butler nunca foi romântica e nunca vai ser, esse negocio de romantismo é coisa do Justin, ok? Beleza, parei agora.

[...]

— E aí, você já ta no avião? Chega que horas no Canadá? – Lizz parecia um tanto animada do outro lado da linha.

— Ah, eu não vou mais Lizz.

— Por quê? Eu já tava até arrumando alguém pra me levar no aeroporto pra te buscar. – ela riu

— Resolvi ficar. Por motivos um tanto pessoais.

— Ou seja, por causa do garoto.

— É... Mais ou menos, Lizz.

Estávamos sentados no banco de uma pracinha. Justin estava ao meu lado me abraçando de uma forma um tanto desconfortável e dando mordidinhas leves em minha orelha.

— PARA JUSTIN! – gritei rindo.

— Hã? – Lizz disse do outro lado da linha. – AAAH O JUSTIN TA AI COM VOCÊ?

— É, ele ta sim.

— Ah, deixa eu falar com ele Sara? Por favor?

— NÃO!

— Sua do mal, por que não?

— Por que não!

— Você tem que me deixar falar com meu marido, rum.

— Que seu o que, ele é m... – parei.

Justin ria ao meu lado, eu sei lá por que. Dei um tapa no teu braço e o ignorei.

— Amiga, pera aí... O menino que você ta apaixonada é o Justin? – ela ria.

— CALA BOCA SUA VADIA DESNATURADA! – gritei

— É?

— Tudo bem... É ele sim. – suspirei irritada. – você vai ficar chateada?

— Não... Tudo bem… Você só ta namorando o pai dos meus filhos, entendeu?

— que namorando o que!

— Você disse que odiava ele.

— Mudei de idéia.

— Ok... Fazer o que né? Mas, e aí o que vocês tão fazendo? – ela perguntou.

— Bom... O Justin fica falando coisas muito feias no meu ouvido e eu vou bater nele! – gritei.

— Não machuca o meu bebê!

— Que seu o que!

— Ok, ele é seu. – ela riu

— Aff vou desligar Lizz. Beijos.

— Ok, tchau vadia que roubou meu namorado.

Eu ri e desliguei o telefone. Justin entrelaçou sua mão na minha e sorriu. Encostei minha cabeça em seu ombro e fiquei fitando seu sorriso.

— Todos os dias você liga pra ela, né?

— Pra Lizzie? Sim, algum problema?

— Não, é que... —

— Ela é minha única amiga, me preocupo com ela. Assim como se preocupa com os seus.

— Ela não é mais a única.

— É sim, é a única que me agüenta, que sei que posso confiar e que eu acho que me ama.

— Não... Você também tem a mim. – ele me fitou.

— Não é a mesma coisa.

— Por que não?

— Você é bobo.

— E você é esquisita. – ele riu. – Mas, eu te amo.

— Acho que eu te amo mais. – ri

— Eu te amo muito mais.

— Beleza, chega disso. Esse negocio não é comigo.

— Por que parece ser tão difícil pra você dizer que ama alguém?

— Você não entenderia. – fitei o chão.

— Lógico que entenderia.

— Você acha que entende, mas não entende!

— É você que acha. – ele deu um beijo em meu nariz. Eu ri

— Para com isso Justin.

— Com o que?

— De ser fofo educado e tudo essas coisas comigo. – eu ri

— Por quê? – disse ele rindo.

— Você é assim comigo e eu sou uma chata com você. Meio que fico me sentindo... —

— Com remorso? – ele riu – Imbecil? Ignorante? Mesquinha?

— Ok, Justin. Entendi.

Ficamos um tempo em silêncio. Me deitei no banco, colocando minha cabeça no colo de Justin. Ele riu e ficou brincando com os fios de meu cabelo. Nunca me imaginei numa cena dessas, isso é coisa de filme.

— Vamos embora, Jus?

— Por quê? Aqui ta bom.

— Ficar aqui nessa pracinha suja?

— É... Eu gosto do ar livre. – ele riu

— Ok, então, só mais uns minutos, beleza? Se você não for vou embora sozinha.

— Tudo bem... Só me, promete uma coisa?

— Prometer o que? – eu ri

— Que vai ser pra sempre minha.

— O que? Como assim?

— Só, diz que sim.

— Claro, Justin. Tudo bem, fazer o que... Eu...

Ele me interrompeu com um beijo. Era um beijo lento. Justin era muito fofo e protetor. Quer saber de uma coisa? Eu realmente amo esse garoto.

Notas finais
Ficou bom? Gostaram? Continuo? *-* rs