Street Dance

13 Capítulo 13


Notas iniciais
Ahá... chegou o dia do resultado... façam suas apostas... se vc quer que os The Streets vençam ligue para 0800... tá chega disso!
esse capitulo é dedicado pra Carolzinha... não só pela recomendação fofa... mas pelos comentários que ela tem feito... apesar da fic já estar no final ela comento cada um dos capítulos anteriores! ow Carolzinha... vc é uma lindura sabia?!
então boa leitura... e tentem não me xingar muito mentalmente plis!

Nos bastidores durante o intervalo, os No Home também elogiaram a apresentação dos The Streets. O mais legal de tudo aquilo é que os dois grupos competidores não deixaram que a tensão do concurso abalasse a amizade que haviam formado ali. Independente de quem ganhasse, todos estavam felizes por terem vivido aquele momento. O apresentador pediu para que os dois grupos já estivessem ao palco quando eles voltassem do intervalo e assim fizeram, caminharam todos em direção ao palco. A plateia parecia estar bem dividida, metade torcia para os No Home e a outra metade torcia para os The Streets

Apresentador: E estamos de volta com o concurso Street Dance diretamente aqui do Delivery Streets!

A plateia deu um salve de palmas para a o apresentador e em seguida a câmera focou no homem de novo

Apresentador: Eu já estou com os dois grupos finalistas aqui no palco... e aqui na minha mão está a decisão dos jurados! – mostrou um envelope preto que segurava – Bom... como vocês sabem... o grupo vencedor leva pra casa um cheque de cinquenta mil pratas! – mostrou uma moça de roupas curtinhas segurando um cheque gigante – Uma bolsa integral na Academia Konoha – mostrou outra moça segurando uma mochila de estudante – E de quebra um contrato de um ano com o empresário Oruchimaru! – mostrou o empresário esquisito se levantando da banca e saudando os cumprimentos da plateia – O segundo grupo também vai ganhar um cheque só que num valor mais baixo... dez mil pratas! – mostrou uma terceira moça segurando um cheque um pouco menor que o de cinquenta mil – Mas é um bom prêmio ou não é?!

A plateia urrou e assoviou com a apresentação dos prêmios. Novamente aquele sentimentos de nervosismo tomava conta dos dançarinos, principalmente dos The Streets. Além de salvar o Casarão, ainda poderiam desfrutar dos outros prêmios

Apresentador: E agora... sem mais delongas... o resultado! – falou e toda a plateia se calou – Que rufem os tambores! – o som de tambores começou a tocar enquanto ele pegava o resultado de dentro do envelope – Tenho que dizer essa foi a disputa mais equilibrada que eu já vi... mas infelizmente só um pode ganhar! E o grupo vencedor é...

Todos olhavam ansiosos, com o coração na mão, com um aperto no peito

Apresentador: E o grupo vencedor é... os... NOOOOOO HOOOOOME!!!

Uma onda de urros da plateia estrondou o lugar, papeizinhos laminados e balões começaram a cair do céu. Os The Streets sentiram seu estômagos despencarem, não haviam ganho a disputa afinal e o Casarão estava mais uma vez sem salvação. Por outro lado estavam felizes pela vitória dos colegas do No Home, eles dançaram muito bem e mereceram ter ganho o premio

Apresentador: Meus parabéns a todos que participaram... aos The Streets que chegaram até a final e principalmente aos vencedores... No Home!!!

Um a um eles foram se abraçando e parabenizando pela excelente disputa, os No Home estavam muito felizes e emocionados com a noticia. Os jurados também caminharam até o palco e cumprimentaram cada um. As moças que seguravam os prêmios entregaram para os No Home o cheque de cinquenta mil e a bolsa de estudos, e para os The Streets o cheque de dez mil. Todos estavam felizes afinal, aqueles haviam sido momentos únicos na vida de cada um e os The Streets ainda tinham um bom premio pra dividir entre eles

Apresentador: Meus parabéns ao grupo... foi uma ótima apresentação! – falou se aproximando dos vencedores – Eu quero saber agora... o que vocês estão sentindo?! Como está o coração de vocês com essa vitória!

Anne: Estamos muito felizes! – respondeu uma garota do grupo que segurava o cheque gigante – Essa vitória significa muito pra gente... nossa... eu nem tenho palavras!

Apresentador: É muita emoção mesmo! Mas agora acabem com o mistério... contem o que vocês vão fazer com o premio!

Bob: Então... a gente não vai contar! – falou um rapaz também integrante do grupo – A gente prefere... mostrar pra vocês... pra onde vai o prêmio de cinquenta mil!

Apresentador: Peraí... mas como assim mostrar!

Todos olhavam confusos quando Bob tirou um pen drive do bolso e entregou para um dos assistentes de produção. O assistente conectou o pen drive no monitor ligado ao telão do palco e na mesma hora, um vídeo caseiro começou a rodar juntamente com uma musica instrumental calma porem alegre. O vídeo mostrava os dançarinos do No Home saindo de uma apresentação nas ruas onde arrecadaram alguma esmola e se dirigiram de bicicleta e patins até um grande e velho prédio. Eles entraram no prédio, e mostraram alguns corredores que eles percorriam, cumprimentavam algumas pessoas vestidas com jalecos brancos, pareciam ser médicos. Em uma sala, eles se fantasiaram de palhaços e andaram por mais corredores, até chegarem em uma grande sala cheia de crianças deitadas em leitos. Aquilo era um hospital infantil. No vídeo, as crianças ficaram muito felizes com a chegada dos dançarinos e se divertiam com as palhaçadas que eles faziam. Alguns médicos entravam na brincadeira, bem como alguns pais das crianças também. Para encerrar o vídeo, as crianças estavam todas agrupadas em frente a câmera, algumas eram carecas, outras estavam ligadas a aparelhos, mas sem duvida todas muito felizes

Crianças: Obrigada No Home!!!

O vídeo emocionou a todos na plateia, o apresentador, os jurados e também os The Streets. Aquele trabalho que os No Home faziam era lindo, todos puderam ver o brilho nos olhos daquelas crianças

Apresentador: O que foi isso que vocês fizeram?! – perguntou emocionado secando as lagrimas dos olhos

Bob: Então... já faz algum tempo que os No Home dançam nas ruas por trocados para o Hospital Infantil Municipal da nossa cidade... e também a gente se veste de palhaços pra animar um pouco a vida desses guerreirinhos!

Apresentador: O que vocês fazem é lindo!

Anne: E a nossa vitória foi por vocês crianças! – falou com um sorriso de orelha a orelha apesar das lágrimas – Vocês são um exemplo de luta e superação... e é pra vocês que vai esse premio!

Bob: Vamos doar os cinquenta mil todo para reformas no hospital e compra de aparelhos! Pra que essas crianças tenham um melhor tratamento!

Todos, sem exceção aplaudiram as palavras do rapaz. Os The Streets se sentiram tão emocionados, eles estavam focados em apenas evitar que uma casa fosse destruída, quando havia muito mais o que se fazer com o dinheiro. Olhando ainda para o rosto sorridente daquelas crianças no vídeo, Sasuke, que segurava o cheque de dez mil, desviou seu olhar para Sakura. A rosada não havia conseguido conter as lágrimas e quando percebeu que o moreno a olhava, de repente teve um pensamento

Sakura: Está pensando o mesmo que eu?!

Sasuke: Acho que sim!

Ela assentiu com a cabeça, como gesto de encorajamento e ambos caminharam até o grupo vencedor

Sasuke: Com licença... desculpa atrapalhar a festa de vocês... mas a gente quer fazer uma coisinha!

Sem mais nem menos, Sasuke entregou o cheque de dez mil para Anne, que os olhou atônita

Sakura: A gente também quer doar o nosso prêmio... para as crianças do hospital! Sabemos que vocês vão fazer ótimo uso do dinheiro!

Sem nem saber o que dizer, Anne agarrou Sakura e Bob agarrou Sasuke, num abraço forte de agradecimento pelo gesto. A plateia aplaudiu com força o gesto

Apresentador: Cara... que coisa mais linda! – falou choroso – Olha... o concurso fica por aqui... porque nem tem mais o que dizer... boa noite pessoal!!!

Todos os dançarinos dos dois grupos formaram um enorme abraço coletivo e o concurso encerrou com esse belo gesto de humanidade dos No Home e dos The Streets

Itachi: Eu estou muito orgulhoso do que vocês fizeram! – falou enquanto se dirigiam para o dormitório

Um sentimento gostoso se instalou no coração de cada um dos The Streets, era indescritível a ótima sensação de fazer algo de bom por aquelas crianças. Após trocarem de roupa e tomarem um belo banho relaxante, todos foram se deitar, certos de que jamais esqueceriam aquela noite linda. O dia seguinte, os dois grupos tiraram para fazer um tour pela cidade, conheceram os pontos turísticos tiraram muitas fotos para levar de recordação dessa aventura incrível. No fim da tarde, as vans já estavam ali para levar os dançarinos de volta para suas cidades

Bob: A gente não tem palavras pra agradecer o gesto de vocês de ontem! – falou

Sasuke: Não precisa falar nada... só façam o que puderem por aquelas crianças!!!

Sakura: Saber que aquelas crianças vão ter mais conforto vai ser o nosso agradecimento!

Anne: Vamos manter contato pela internet! Nunca vamos esquecer de pessoas maravilhosas como vocês!

Eles novamente se abraçaram em grupo e se despediram, entrando cada grupo em sua van. Ao contrario da viagem de ida, a viagem de volta estava sendo bem mais tranquila, apesar de terem dormido bem a noite inteira, o dia de passeio deixou o grupo cansado de tanta agitação. O motorista se perdeu algumas vezes novamente, mas ao anoitecer todos já estavam de volta na cidade. Cada um foi deixado em sua devida residência e os últimos a descerem foram Sakura, Sasuke e Itachi. Em frente a casa da rosada, a família Haruno já a esperava e a abraçaram forte quando essa saiu de dentro da van. Vendo o momento em família, Itachi passou o braços nos ombros no irmão caçula como gesto de boas vindas e Sasuke aceitou esse pequeno carinho, afinal, ambos tinham apenas um ao outro

Mãe de Sakura: Filha... a mamãe está tão orgulhosa de você!!! – falou aos prantos

Saito: Detesto admitir... mas você arrebentou Sakura!!!

Pai de Sakura: Nós vimos tudo pela televisão filha... você esteve maravilhosa! Aliás... – se virou para Sasuke e Itachi – Vocês todos foram maravilhosos!

Mãe de Sakura: Foi lindo o que vocês fizeram... doaram o prêmio para aquelas crianças!

Emocionada com o gesto, a mãe de Sakura correu até os irmãos Uchiha e os abraçou. Apesar de um pouco sem jeito, os morenos retribuíram o abraço, já fazia muito tempo que não sentiam um carinho de mãe, se permitiram sentir aquele afeto agora, mesmo que fosse da mãe de outra pessoa

Pai de Sakura: Eu tenho certeza... que onde quer que estejam... os pais de vocês estão muito orgulhosos dos filhos que tiveram!!!

A rosada mais velha soltou os rapazes e se desculpou pela falta de controle, o senhor Haruno por sua vez, convidou os meninos para que jantassem com eles aquela noite. Meio receosos, os rapazes foram em casa tomarem um banho e trocarem de roupa e em seguida foram para a residência dos Haruno para o jantar. A noite estava ótima, eles conversavam alegremente sobre tudo que havia acontecido naquela semana, todas as pessoas que conheceram, a emoção de estar ao vivo em rede nacional. Sakura e Sasuke estavam se sentindo estranhos, estavam se dando bem, fazia alguns dias que não brigavam e por incrível que pareça estavam gostando desse novo comportamento um do outro. Será que as brigas terminaram de vez. Será que eles seriam amigos dali pra frente. Dois amigos que já haviam se beijado duas vezes. Talvez fosse melhor deixar que as coisas acontecessem sozinhas

Mãe de Sakura: Meninos... voltem mais vezes pra jantar ou almoçar conosco! – falou enquanto se despediam

Pai de Sakura: É... vocês moram aqui do lado! Podem vir sempre que quiserem!

Itachi: Obrigada Senhor e Senhora Haruno! Eu também vou convidá-los pra jantarem na nossa casa não é Sasuke?!

Sasuke: Hum?! – falou alheio a conversa

Itachi: Sasuke diz que minha comida não é boa... mas eu conheço um disk pizza que é show!!!

Mãe de Sakura: Rsrs... vamos comer pizza na casa de vocês um dia desses então!

Sasuke e Sakura se encaravam desconfortáveis enquanto Itachi ainda se despedia dos pais da rosada

Sasuke: Então... finalmente em casa!

Sakura: É... acabou o sonho!

Sasuke: Vida normal de novo!

Sakura sentiu uma pontada no peito. Será que por vida normal de novo ele estava querendo dizer que iam voltar a brigar?! Ela não queria isso, havia gostado tanto desses dias de paz que viveram. Mas se ele queria vida normal de novo, então teria

Sakura: É... vida normal de novo! – concordou

Itachi: Vamos Sasuke?!

Sasuke: Vamos! Tchau irritante!

Sakura: Tchau idiota!

Itachi: Ih já começaram... até mais Sakura!

Sakura: Até!!!

Sakura ficou observando os irmãos morenos caminharem e saírem pelo seu portão, ela até pode ouvir Itachi repreendendo o caçula por tê-la chamado de irritante. Quando chegou ao seu quarto, jogou-se na cama e pegou o celular para ligar para Sasori. Eles conversaram por um bom tempo, o ruivo parabenizou a amiga pelo concurso e pelo gesto de doação do prêmio. Também contou que havia tido uma semana bem tranquila no Casarão, coisa que a tempos não tinha e que seu pai ainda não havia mostrado nenhuma reação por ele ter saído de casa. Após se despedir do amigo, Sakura vestiu seu blusão velho e foi dormir. Aquela semana de competição e danças havia terminado e eles não puderam salvar o Casarão. Não tinha jeito, a casa seria vendida naquela segunda-feira.

Não muito longe dali, em um dos quartos velhos do Casarão, Sasori fitava o teto todo graffitado por ele mesmo, enquanto se perdia em seus próprios pensamentos. Então Sakura e os amigos não haviam conseguido o dinheiro para comprar a casa antes do pai e como ele temia, aquele lugar incrível seria destruído. Sasori estava muito sentido com o rumo que as coisas tomaram, Sakura acabou se tornando uma amiga muito querida, assim como todo o resto do grupo, finalmente depois de tanto tempo ele estava se sentindo parte de um grupo outra vez. E além de tudo, Sakura o encorajou a desafiar seu pai, aquilo foi um gesto que ele jamais iria esquecer em toda sua vida. Ele precisava retribuir de alguma forma, precisava impedir que seu pai derrubasse aquela casa que era tão importante para aqueles jovens

Sasori: Eu tenho que fazer algo!!! – falou firme

Decidido a tomar uma atitude, Sasori saltou da cama, desceu as escadas correndo e saiu do Casarão, pegando sua bicicleta e se pondo a pedalar pelas ruas. O movimento era grande pelas ruas do centro, pessoas caminhavam, entravam e saiam de bares e restaurantes, todos querendo aproveitar a noite linda que fazia. Após alguns minutos de pedalada, Sasori parou em frente a um grande e luxuoso edifício, acorrentou sua bicicleta a um poste e respirou fundo, antes de entrar no prédio

Porteiro: Boa noite Sr. Sasori! – cumprimentou um homem de cabelos escuros, trajando um uniforme impecavelmente alinhado – A tempos que não vejo o senhor por aqui!

Sasori: Boa noite Billy! É que tenho ficado na casa de um amigo por esses dias... trabalhos escolares! – mentiu – Sabe se meu pai está?!

Porteiro: Não o vi sair desde que meu turno começou!!! Quer que eu interfone?!

Sasori: Não não... não precisa... eu vou subir! Até mais!

Se despedindo do homem, Sasori entrou no elevador e subiu até o andar no apartamento de seu pai. Apenas por uma questão de educação, Sasori bateu na porta, afinal, aquela não era mais sua casa, e, para sua surpresa, Deidara, o assistente particular do seu pai atendeu. Ele usava roupas comuns do dia a dia, certamente não estava ali no apartamento a trabalho

Deidara: Er... boa noite... Sr. Sasori! – cumprimentou um pouco sem jeito

Sasori: Boa noite Deidara! – falou num tom desconfiado – É... o meu pai está aí?!

Deidara deu espaço para que Sasori pudesse entrar. O ruivo encontrou o pai saindo de um corredor e chegando na sala, trazendo uma taça de vinho em sua mão

Sr. Akasuna: Quem é Deidara?! – perguntou indiferente, mas ao ver o filho na sala, tomou uma postura mais firme – Sasori... o que faz aqui?!

Sasori: Eu preciso falar com o senhor pai! A sós!!!

O senhor Akasuna estreitou os olhos desconfiado com a atitude do filho. A alguns dias o rapaz havia se rebelado, dizendo que queria ser um pichador de muros e saiu de casa, agora ele estava voltando, dizendo que precisava falar com ele. O que será que ele estava querendo?!

Sr. Akasuna: Deidara... você pode esperar na sala de jogos por favor?!

Deidara: Claro Sr. Akasuna!

Sem dizer mais nada, o loiro se retirou dali, deixando pai e filho sozinhos

Sr. Akasuna: Diga de uma vez o que quer Sasori! – resmungou colocando a taça de vinho na mesa de centro e se sentando numa poltrona de couro – Não vai me dizer que se cansou da vida de pichador e quer voltar pra casa?!

Sasori: Não é pichador pai... é grafiteiro! – corrigiu de forma serena – E não... eu não me cansei!

Sr. Akasuna: Então vai falar de uma vez?! Ou vai ficar aí parado a noite inteira?!

Suspirando com a falta de paciência do ruivo mais velho, Sasori tomou impulso

Sasori: Eu vim aqui... porque quero que o senhor desista da ideia de comprar o Casarão!

Sr. Akasuna: Casarão?! – indagou confuso — Que Casarão?! Do que você está falando?!

Sasori: A casa penhorada da rua sete! Aquela que o senhor quer comprar pra fazer o novo projeto!

Sr. Akasuna: Ah... a casa daqueles baderneiros com quem você se juntou! Você sabe que perdeu seu tempo vindo aqui não sabe?! Os projetos do novo edifício já estão todos concluídos... aquela casa já é minha... só falta oficializar de vez com o leilão na segunda!

Sasori: Eu sei que aquela casa já está praticamente na sua mão... mas mesmo assim eu vim... tentar impedir essa bobagem!

Sr. Akasuna: Bobagem?! Chama esse empreendimento de bobagem?! Você sabe qual vai ser o faturamento dessa bobagem?!

Sasori: O senhor só pensa em faturar! Mas e eles?! Você não entende o valor que aquele Casarão tem praqueles caras?!

Sr. Akasuna: Não... mas eu entendo o valor que vão ter os apartamentos que vou construir ali!

Sasori: Por que você age assim pai?! – perguntou indignado – Pra você não importa o que as outras pessoas pensam... só importa você!

Sr. Akasuna: Se importar com o que os outros pensam não dá dinheiro Sasori! – rebateu

Sasori: Dinheiro não é tudo na vida pai!!!

Sr. Akasuna: Ah... e pichar muros é?!

Sasori balançou a cabeça indignado. Ele não conseguia acreditar nas palavras daquele homem sentado confortavelmente na sua frente. Era realmente impossível conversar com seu pai

Sr. Akasuna: Ouça um conselho que seu pai vai lhe dar Sasori... e aproveite que é de graça! – falou se levantando e caminhando até o filho – Nessa vida... não estamos aqui pra brincar de pichar muros ou dançar na casa velha abandonada... a vida real é uma batalha cruel... e só vence... quem realmente luta por ela! Você quer continuar brincando de ser um pichador... continue... vamos ver quantas batalhas você vence!

Sasori: Pela ultima vez... não sou pichador... sou grafiteiro!!! – falou firme – E que saber... obrigada pelo conselho pai... acho que vou segui-lo!

Sasori esboçou um sorriso de canto que deixou o pai um tanto intrigado, mas ambos decidiram dar aquela conversa por encerrada

Sasori: Passar bem pai!!! Até mais!

Sem dizer mais nada, Sasori deu as costas ao pai e se retirou dali com um andar confiante, deixando o senhor Akasuna muito curioso e irritado. Ao ver o filho sair pela segunda vez de sua casa, o senhor Akasuna não conteve sua raiva, pegou um vaso qualquer de cima de uma mesa e atirou com tudo na parede. Deidara chegou na sala, assustado com o barulho, mas ao ver o ruivo mais velho bufando de raiva, já deduziu que a conversa não havia sido das melhores

Deidara: Akasuna... tudo bem?! – perguntou se aproximando receoso

Sr. Akasuna: Não Deidara... não está tudo bem! Sasori agora resolveu que vai me peitar... ainda quer seguir em frente com essa ideia maluca de ser um pichador...

Deidara: É grafiteiro na verdade... parece que você estava enganado então quando disse que seu filho voltaria em dois ou três dias pedindo arrego! Parece que ele é mais durão do que você pensava!

Sr. Akasuna: Não reconheço mais Sasori! Me peitando... desafiando as escolhas que eu fiz pra ele!

Deidara: Se quer minha opinião... acho que ele está certo! Estava mesmo na hora de ele começar a andar por si mesmo!

Sr. Akasuna: Desculpe se você não gostou... mas você mesmo disse que sempre que minha opinião sincera!

Sr. Akasuna: Eu sei... mas caramba... ele tinha que escolher andar por esse caminho... ele teria um futuro brilhante me sucedendo na construtora... a estrada já está aberta e pavimentada pra ele... era só seguir!

Deidara: Mas ele preferiu abrir sua própria trilha! Espírito aventureiro... ele é um cara de iniciativa! Você não gosta de pessoas assim?!

Sr. Akasuna: Não tenho mais tanta certeza se gosto ou não!

Deidara: Aceite que nem tudo pode ficar a seu controle Akasuna! Principalmente Sasori... ele não é mais um moleque... já está se tornando um homem!

Sr. Akasuna: É... meu filho está se tornando um homem sim... um homem teimoso... sem noção de perigo... e que quer que as coisas saiam do jeito dele... não sei a quem ele puxou isso!

Deidara: Hum... eu acho que eu sei!!!

Notas finais
e então?! gostaram da derrota massacrenta dos The Streets e do Sasori?! rsrs... acho que não né... mas tentem não me matar em pensamentos... eu suplico! ultimo capitulo sai no sábado... então até lá!
um feliz dia dos namorados pra vcs q tem namorado(a) e uma mais feliz ainda noite dos solteiros pra vc q como eu esta trocando relacionamento serio por festa open bar! rssrs adoro! bjs