Notas iniciais
Talvez eu seja pouco criativa, talvez eu seja um tanto preguiçosa ou talvez eu seja um pouco má mesmo. Me desculpem pela demora e também pelo tamanho do capítulo(se é que pode chamar assim), não estava conseguindo escrever nada e o que saiu tá aqui Vou fazer o possível e o impossível para adiantar o próximo, mas de qualquer forma, aproveitem!

O vinho dançava dentro da taça nas mãos da moça loira sentada no outro lado do balcão, a sua frente. Lembrava-se de concordar em tomar apenas uma taça e assim poder escolher o que comeriam, agora olhava para baixo e via uma garrafa completamente vazia, depois de algum tempo já não se importava mais com sua fidelidade a cerveja, precisava de mais vinho e precisava mais do que qualquer outra coisa de continuar olhando para outra.

Maura ainda brincando com o vinho, ela parecia estar numa espécie de transe que só foi subitamente interrompido quando reparou na garrafa vazia.

– Vou pegar outra garrafa – tentou se levantar, sem sucesso.

– Oh, não ouse pegar mais uma maldita garrafa, você já está completamente bêbada!

– Não estou bêbada, nós só esvaziamos uma garrafa!

– Uma garrafa aqui na cozinha, uma garrafa na sua sala, não quero ir a outro cômodo esvaziar outra, já estou bastante alta e odeio vinho.

– Você não pareceu odiar tanto e o vinho tem várias qualidades que o faz muito bom para saúde quando consumido moderadamente, mas fazer você crescer não é uma delas, isso seria impossível...

– Por favor, não comece agora – choramingou – eu odeio você!

– Você me odeia? Você não pode me odiar, eu não conseguiria te odiar de volta, eu amo você – olhou para baixo, estava realmente tonta e extremamente triste.

– Não, Maura, eu estava só brincando com você, eu não te odeio, quem em sã consciência conseguiria te odiar?

– Você não está em sã consciência, Jane, você está... quase bêbada!

– Nem assim eu conseguiria te odiar – pegou as mãos da outra – urrrrg... Eu não consigo suportar o quão linda você fica quando está triste ou quando está de qualquer forma, porque você sempre está incrível e eu amo você e acho melhor pararmos mesmo de beber porque estou começando a querer saber o porquê de estar querendo te beijar agora mesmo.

– Eu jamais faria isso desta maneira, isto é algo pelo qual eu gostaria de lembrar no dia seguinte... E nos outros dias também, mas você está certa quanto a pararmos de beber, já está tarde, deixe-me só guardar essas coisas – apontou para as taças e a garrafa fazia, esquecendo totalmente da que se encontrava na sala. Tentou pôr-se de pé, o que não foi o maior dos desafios comparado à se manter de pé e levar a bagunça que fizeram até a pia, voltou a sentar-se e Jane fez menção de ajudar – Não preciso de ajuda, posso fazer isso – insistiu.

– Não, você não pode, você fica sentada aí e eu arrumo tudo. – deu a volta em direção a pia e organizou tudo, não da forma como Maura faria, mas ela não demonstrou estar incomodada, rapidamente terminou o que fazia e se aproximou da loira que parecia entretida com alguma coisa no próprio vestido. Parou ao seu lado e passou um dos braços da outra por seu pescoço na intenção de carrega-la.

– Eu não preciso que me carregue, posso muito bem ir sozinha!

– Vamos lá, Maura, você mal consegue ficar de pé e ninguém vai saber que a incrível Drª Isles não consegue andar até o próprio quarto, prometo – e sem se importar com o que a outra diria ou reagiria, acomodou-a em seus braços e levou até o quarto.

Notas finais
mil desculpasssssssssss