Notas iniciais
Retomando Remake 2020 Se alguém lembrar dessa fanfic: A correção dos erros mais visíveis eu já fiz... O primeiro capítulo continuara o mesmo, sem grandes alterações...

...

Um dia normal, como outro qualquer, estava se iniciando.

O sol brilhava, os pássaros cantavam, estava tudo uma maravilha.

Pena que Corazón não poderia dizer o mesmo...

—Merda! –berrava um loiro, se levantando, e começando a correr de um lado para o outro

—A droga do despertador não tocou! Doffy deve ter esquecido de mudar para o horário de verão –não, com toda a certeza, seu irmão sabia que tinha que arrumar o horário, só queria irritar o mais novo.

Ele continuava correndo, só que desta vez, rumo ao guarda-roupa.

Abrindo as portas completamente apressado, pega uma calça aleatória, tira o pijama, até que....

—Porcaria! Doffy! –exclama, revirando seu armário—Você viu a minha blusa amarela com listras laranjas, e uma estampa de panda? Ela não está aqui! Droga, justo a minha blusa favorita!

—Está pendurada lá no varal! –berra de volta o loiro que estava em seu quarto, sem dar muita atenção ao irmão mais novo, que aparentava estar destruindo o cômodo ao lado.

—Valeu! –responde saindo do quarto, usando apenas uma calça jeans verde clara, e nos pés, meias roxas com bolinhas amarelas, e correndo ao descer as escadas.

Indo rumo a porta da frente, e saindo da residência deixada de herança pelos seus pais, ao qual Corazón residia junto com seu irmão mais velho.

Detalhe: Saiu sem se importar muito com o fato de estar usando apenas uma calça e um par de meias completamente chamativas.

Do lado de fora, Trafagal Law, seu vizinho e conhecido de infância, que estava indo ao colégio, sorri e desvia o olhar com o rosto parcialmente corado, ao ver o loiro sair porta a fora em direção a uma blusa, que estava pendurada no varal.

O loiro a agarra antes de a colocar, sem ao menos se certificar que a mesma se encontrava seca.

—Agora não dá mais tempo! Doffy! –exclama o loiro,com a blusa completamente molhada, a deixando colada no corpo, chamando pela terceira vez o irmão mais velho

—Traz minha mochila e o meu tênis para mim!

Em questão de segundos, uma das janelas do andar superior da casa se abre, e um par de tênis cor amarelo gritante, juntamente a uma mochila roxa com um estúpido chaveiro laranja preso em uma das alças, é jogado janela a fora.

Com consequência, acertando “delicadamente’’ a cabeça do loiro, que estava esperando uma resposta, vinda por parte do irmão mais velho.

—Valeu! Nos vemos depois – e desata a corre, passando por seu vizinho, e indo em direção a sua nova escola.

(...)

Academia Sunny-Go, nomeado o melhor colégio de todo o país.

Era uma manhã chata para os estudantes do melhor colégio local, que tinham acabado de iniciar mais um dia no colégio, com a chata e completamente entediante aula de matemática, que por ventura, tem o professor mais chato e sério de todo o universo.

Pois é, nada melhor para começar o dia do que com um teste surpresa, do “amado e respeitado’’ professor Crocodile.

Dentro do prédio de 4 andares, respectivamente no 3 andar, quarta porta a direita, sentada dentro da sala de aula, terceira fileira, quarta carteira, lá estava ela.

Sim, a ruivinha mais conhecida como capitã da equipe acadêmica, irmã mais nova de Nojiko Loyalty, responsável pelo clube de jardinagem, e filha da vice diretora, braço direito do diretor Shanks, Bellemere Loyalty.

A ruiva tentava prestar atenção na prova, realmente tentava, mais já estava começando a perder a paciência, paciência esta que a ruiva nunca tivera.

Mas, o que poderia estar a perturbando durante a prova que, considerando o fato de não ter estudado e de não entender nada da matéria, poderia ser a prova mais difícil de sua vida?

Claro, o que a irritava era que, seu melhor amigo estava lhe atazanando, a mandando aviõezinhos de papel, na esperança de conseguir uma resposta

Sem problemas, Nami poderia até mesmo lhe dar uma dica, ajudar a resolver algum problema, lhe passar a tão esperada cola, entretanto, a ruiva não entendia nada sobre a matéria que fora iniciada na volta as aulas, a menos de duas semanas atrás.

E o professor, que aparentava querer dificultar ainda mais as coisas, com as explicações extremamente resumidas, e os teste surpresas, tudo isso logo nas primeiras semanas de aulas.

Mas o real problema é que o idiota infantil da sala, não parecia compreender esta informação, por mais que ela lhe falasse.

Ta legal, você pode até estar pensando, calma, é só ignorar e continuara a fazer a prova, mas o problema é que ele continuava a chamando.

E foi assim a prova inteira.

A todo momento a chamando

E retirando a maldita concentração...

—Oe Nami –murmura Luffy, este que estava sentado atrás da ruiva -Qual é a resposta do exercício D-2?

—CALA A BOCA! –Em um momento de raiva, berra, só para depois perceber que seu berro chamou a atenção da sala inteira.

Deu graças a Deus ao constatar que o professor tinha saído da sala de aula por um momento.

Ela respira, e tenta voltar a fazer a prova o que não estava acontecendo de fato.

Levando em conta que:

A- O professor tinha acabado de retornar a sala, e anunciado que o tempo para resolver a prova estava para se esgotando

B-Não tinha conseguido formular uma única resposta para um único problema da primeira parte do teste, quem dirá metade da folha e

C -Se não terminasse e fosse bem na prova, pois é... bye bye internet e até mais ver vida social.

—Larguem as canetas –começou o professor, sorrindo maldoso —Passem as provas para frente, e os alunos que estiverem sentados na primeira carteira, levem as provas para a minha mesa.

Tudo bem, Nami tinha um péssimo pressentimento sobre sua nota, ainda mais porque sua mãe, como vice diretora, iria ser uma das primeiras pessoas a saber de seu fracasso, e não teria como esconder aquela verdade irreversível.

Mas, olhando pelo lado positivo, ela só saberia depois que os resultados saíssem.

É isso, iria aproveitar os momentos de liberdade, enquanto o resultado do teste ainda não saia.

Estava se levantando ao escutar o sinal avisando o termino daquela aula, mas antes mesmo de conseguir se por em pé...

—Lembrem-se –comenta Crocodile, com um expressão nada agradável no rosto, como se estivesse rindo do fracasso dos alunos, afinal, ele propositalmente tornara o prova mais difícil, como se gostasse de os ver sofrendo

—Ainda hoje sai o resultado da prova. Depois do intervalo, não se esqueçam de passar no mural, perto da secretaria -e assim, se retirou da sala de aula.

...

Ferrada...

Esta completamente, totalmente, terrivelmente, ferrada

F-E-R-R-A-D-A

Sua mãe iria lhe matar

Bom, a situação podia ser pior... quer dizer, ela podia estar na mesma situação de sua melhor amiga, Bonney

Mal tinha começado o ano, e a rosada já tinham comparecido, no mínimo, umas 15 vezes na sala da diretoria.

Os motivos? Estes se variam entre:

Chegar atrasada, se recusar a usar o uniforme escolha, usando no lugar do mesmo um top branco, e um short’s demasiado curto, com uma estranha estampa listrada nas colorações vermelha e laranja.

Mas os reais motivos para as idas da rosada a diretoria, se variam entre a falta de educação em sala de aula, desrespeito aos professores, e pelos seus atos que, ao ver da direção, tanto dentro quanto fora da sala de aula, podem ser considerados de vandalismo.

—E os anjos cantam aleluia ! Aleluia meu senhor! –exclamava a rosada, jogando os braços para cima, fazendo uma pose dramática –Aleluia meu Deus! Agora eu quero ouvir, todo mundo!

Berrou, subindo em cima da carteira, carteira ao lado da mesa da ruiva, causando diversas reações.

Alguns riam da situação, outros a chamavam de louca, mas no fundo, todos sentiam e queriam fazer a mesma coisa

—Aleluia! Gloria a Deus meu senhor! Todos juntos! Aleluia!Aleluia!Aleluiaaaaaaaaaaaa! Vamos lá.... Eita porra! –berrou raivosa, quando sentiu um caderno acertar sua cara

—Quem foi o diabo que jogou essa merda na minha cara? Cacete! Quem foi o idiota sem amor a vida?

—Cala a boca, algodão doce estragado! –berrou Eustass Kid, aluno extremamente desagradável, que tinha acabado de repetir o ano, pela 2 vez consecutiva.

—Seu... –brandiu furiosa, enquanto veias saltavam de sua testa, mais antes que conseguisse partir para cima do ruivo...

—Todos sentados –pedia o professor Brook, entrando para logo dar início a aula de musicalização

(...)

A aula de música já havia terminado, e as duas outras aulas após esta, também

O sinal, que antes era para a ruiva o som mais milagroso que já havia escutado em sua vida, que normalmente indicava o fim daquilo que podia ser considerado o inferno, tocou

Naquele momento, o coração de Nami parou

Enquanto todos ao seu redor se levantavam, ela só pensava em uma coisa:

O resultado da maldita prova surpresa.

—Ruiva! RUIVA! –escutou uma voz, que aparentava estar extremamente perto, a chamar.

—Hun? – ao olhar para frente, e dar de cara com Bonney, Nami finalmente percebeu o tempo em que ficou em seu próprio mundinho de pensamentos, aleia a tudo e todos.

—Ficou surda mulher? Não importa –fala balançando a cabeça negativamente de um lado para o outro, antes de puxar Nami para fora da sala de aula—Vamos lá vê o resultado dessa merda!

Pronto, eu escutar a amiga falar da prova, ela volta ao próprio mundinho, enquanto rezava para que os Deuses tenham piedade de sua alma.

(...)

Era agora...

O coração de Nami batia de maneira descompassada, enquanto ela estava de frente para a folha que continha o resultado do teste

Estava suando frio, suas mãos tremiam, suas pernas estavam bambas, e a sensação de que seu coração iria sair pela boca a qualquer segundo, não passava

Respirando fundo, e tentando se acalmar, ela dá um passo a frente, e procura seu nome e número na imensa lista de nomes

Lá estava, aluna número 1345, Nami Loyalty, sua nota era...

É agora, seu coração batia mais rápido, sentia sua visão embaçar

3,0

Bateu a cabeça inúmeras vezes no quadro a sua frente, estava morta, completamente morta

Podia ter sido pior do que Bonney, se bem que, três ponto a mais não era motivo para se orgulhar

Sim, três pontos a mais, já que a rosada havia conseguido zerar a prova.

—Anime-se ruiva –comenta Bonney, que estava do lado da melhor amiga, tentando anima-la, após ver a nota que ela havia tirado

—Podia ter sido pior...

—Aluna Nami Loyalty favor comparecer a sala da direção! -Pois é Bonney estava certa, as coisas podiam SIM piorar— AGORA! — É, pelo tom de voz, sua mãe não deveria estar lá essas coisas...

“Pois é, eu me ferrei...” –comenta Nami em meio de pensamentos, enquanto via sua vida passar diante de seus olhos

Notas finais
É... Depois de anos eu enfim resolvi aparecer por aqui... E, por hora, é isso...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.