Strange Love

6 Capítulo Seis – Nunca provoque um Stark


Notas iniciais
Fiquei inspirada e resolvi postar mais um cap. Boa leitura ^^

Capítulo Seis – Nunca provoque um Stark

Durante o almoço com Justin, Stella sentiu certa dificuldade para continuar. Seu plano poderia dar errado mas, também tinha chances de dar certo. Ela olhou para a comida fina que Justin havia pedido para eles, enquanto ela escutava ele tagarelar sobre como seu pai era. Ela respirou fundo de forma discreta, parando de tentar comer depois de vinte minutos de almoço.
– Justin... Preciso de mais material para o projeto.-
– Que tipo de material? — Ele olhava para sua comida, cortando um pedaço de carne.
– Metal e fios. Eu não tenho o suficiente. — Ele levantou os olhos do prato, um pouco desconfiado.
– Eu te dei material suficiente. — Ela negou com a cabeça, tomando um pouco de água.
– Preciso de um pouco mais. — Justin olhou sério para Stella, apontando um dedo para ela.
– O que você está querendo fazer? — Perguntou levantando de seu lugar na mesa, andando até ela. - já passei por isso antes, e não vou deixar que me passem a perna novamente. — Stella revirou os olhos, se fingindo de vítima.
– Certo. Se quiser então uma armadura frágil, que ao primeiro impacto irá virar sucata... — Justin segurou o braço dela quando ela fez menção de sair andando.
– Não, esquece. Você tem razão. Eu estou paranoico por que da última vez que confiei em uma pessoa, eu acabei na cadeia. - Ela sabia que ele estava se referindo a Vanko. – Mas, já que você precisa tanto de mais material, vou arranjar mais pra você. — Falou soltando o braço dela. Ela deu um sorriso leve, para se assegurar, beijando o rosto dele rapidamente.

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No galpão, era difícil Stella conseguir um momento totalmente sozinha, e quando conseguia, era por menos de dois minutos. Ela tentou por várias vezes contatar alguém da S.H.I.E.L.D, mas sempre tinha algum segurança por perto dela. Desistiu depois disso. Tentou calcular quanto tempo demoraria para fazer a armadura, lembrando que seu pai passou meses construindo, o que deixou ela mais desanimada. Não queria ficar sob a proteção de Hammer por mais de uma semana. Pensou novamente no que poderia ajustar em seu plano, trabalhando sem parar, tratando Hammer bem o quanto podia. Ele a deixava enojada, mas... O que mais ela poderia fazer?

Já na S.H.I.E.L.D, Tony e Bruce continuaram a busca pelo computador. Steve não conseguia fazer muito e resolveu falar com Fury, logo depois que falou com Bruce no laboratório.
Ele pediu para falar sozinho com Fury, que achou estranho ele ficar tão interessado na busca por Stella.
– Não é interesse. Sei que eles estão interessados em mim também. Posso procurar por terra enquanto vocês continuam a busca aqui. - Propôs, no que Fury analisou todos os prós e contras, olhando bem para Steve.
– Como faria as buscas em terra, Capitão? — Perguntou sem entender como ele rastrearia Stella.
– Eu sei que não tenho recursos o suficiente como Stark e Banner tem, mas eu poderia rastrear Hammer de alguma forma. Ele não deve ficar apenas em um local, não é? - Fury parou para pensar, mexendo no computador enquanto escutava Steve explicar seu plano. - Se conseguirmos achar um ponto em que Hammer apareça. Como uma casa ou até mesmo um banco, posso ir atrás dele por terra. — Fury analisou a rota que ele e Tony haviam feito com as coordenadas do Hammertrone durante a fuga.
– Ele foi para o norte em direção a Vermont. —
– Isso significa que ele está atrás de uma área isolada, sem pessoas. Provavelmente uma fábrica antiga ou um galpão. - constatou Steve.
– Ele sabe muito bem dos feitos da filha do Stark. Sabe que ela é ótima com tecnologia e provavelmente quer que ela ajude ele a fazer algo superior ao Homem de Ferro. — Falou analisando um mapa da área de Vermont. Steve olhou o mapa mais de perto, apontando áreas isoladas.
– Posso fazer uma busca por estas áreas. Por terra, posso eliminar alguns lugares. —
– São muitos pontos, Capitão. — Fury riu por um breve momento, constatando que Steve queria procurar agulha no palheiro.
– Se analisarmos direito, podemos ver que áreas realmente isoladas tempo apenas está. — Apontou para uma área quase na fronteira com o Canadá. – Também temos alguns pontos em que existem galpões maiores do que o necessário em uma área rural. Dois nesta área para se mais exato. — Explicou, apontando. Fury olhou para Steve, não sabendo se concordava com aquilo. Era arriscado e ele talvez não conseguisse estabelecer uma comunicação.
– Você irá com Agente Homanoff e Barton. Cada um irão analisar a área, e vocês iram se comunicar por rádio. - Falou fazendo um desenho no perímetro que Steve havia apontado. – Vou dar a vocês três uma semana para analisar toda a área. Sem brigas, são ataques, sem alarme. Vocês irão analisar a área, nada mais. Entendido Capitão? — Ele assentiu rapidamente, olhando para o mapa.– Homanoff e Barton, na escuta?- Perguntou no rádio por um momento, no que eles confirmaram rapidamente. – Os dois aqui na sala de comando, por favor. — Pediu voltando a analisar os pontos no mapa. Rapidamente, Natasha e Clint entraram na sala, esperando algum comando de Fury. – Rogers teve uma ideia para as buscas de Stella e quero que vocês acompanhem ele. — Explicou Fury, mostrando o mapa para eles. Natasha olhou para o mapa, franzindo a testa por um momento.
– Senhor, Bruce rastreou algo nesta área há mais ou menos dois dias.. - Fury não esperou por mais, chamando Bruce na sala também.
– Alguma novidade? – Chegou perguntando para Fury.
– Agente Homanoff disse que você havia rastreado algo nesta região.- Bruce ajeitou o óculos no rosto, analisando o mapa.
– Sim. Na verdade foi Stella quem achou. Uma certa frequência de energia um pouco acima da normal. Mas descartamos quando vimos que havia vários pontos iguais, provavelmente de fazendeiros ou algo do gênero. — Bruce marcou justamente os dois pontos que Steve havia citado.
– Como acima do normal? -
– Como um gerador ou um estabilizador muito grande. Tanto que pedi para que ela refizesse os cálculos pois eles não se encaixavam com a frequência que queríamos. - Explicou analisando o mapa. – São áreas isoladas, então provavelmente são geradores rurais que tendem a ter uma frequência mais alta. —
– Mesmo assim, não deixa de ser anormal. Hammer não poderia estar utilizando um estabilizador gigante para ter energia suficiente para ter um laboratório? - Natasha analisou melhor o mapa, ampliando algumas áreas. – Os galpões parecem ter tamanho o suficiente para um jato particular ou um bom armazenamento de robôs. Hammer não parecia ter apenas aqueles no ataque a Coney island. — Ela explicou enquanto marcava os galpões grandes.
– Então está certo. Vocês partem agora mesmo para esta área. Rogers você fica com galpão mais ao leste. Homanoff e Clint no da área sul. Quero informações a todo momento se tiverem. Não quero que ataquem, apenas que sondem a área. Se acharem algo, me comunique imediatamente. Dispensados. — Terminou de falar, no que Bruce, Natasha e Clint se retiraram. – Capitão. - Fury chamou Steve, fazendo sinal para ele se aproximar. – Tem certeza de que quer ir? - Perguntou olhando bem para ele.
– Absoluta, senhor. — Fury sorriu levemente, de uma forma divertida por um momento, não falando mais nada.
– Boa sorte, Capitão. - Ele agradeceu assentindo com a cabeça, se retirando rapidamente da sala. —

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Natasha apareceu na porta do quarto de Steve, vendo ele arrumar uma mochila surrada com poucas coisas, mas principalmente seu escudo. Ela bateu duas vezes na porta, chamando a atenção dele.
– Fury pediu sem brigas. - Lembrou Steve.
– Eu sei. Mas o que me garante que não vai ter ninguém que queira brigar comigo. - Explicou, fechando a mochila, colocando o casaco de couro por cima da roupa de Capitão América.
– Essa roupa ira chamar bastante atenção, Capitão. — Natasha brincou, cruzando os braços se encostrando na porta. Steve olhou para sí mesmo por um momento,colocando a mochila nas costas em seguida.
– Não posso fazer nada. Preciso dela. - Falou passando por ela, indo em direção ao convés. Natasha seguiu ele, ajeitando o casaco grosso que usava por cima da roupa de agente.
– Qual o seu interesse na Stella? — Perguntou sem rodeios, fazendo Steve parar de andar.
– Nenhum. Meu interesse por ela é totalmente profissional. Sem ela, não temos como terminar logo a missão. - Ela ergueu uma sobrancelha não acreditando no que ele falava.
– Você não suporta o pai dela, e agora quer encontrar a filha dele? Isso soa estranho. - Falou voltando a andar com ele em direção ao convés.
– Por favor, estou mais concentrado no que devemos fazer agora. Por acaso o seu relacionamento com o Agente Barton é profissional? — Ela olhou séria para ele, ficando mais próxima de seu rosto.
– Tenho uma dívida com ele. Uma parceria em troca da minha vida que foi poupada. Meu relacionamento com ele é mais profissional do que você pode imaginar, Capitão. — Falou séria, andando a frente dele em direção ao convés.

Lá, Barton já esperava com um piloto e um helicóptero pronto para eles. Eles subiram rapidamente, testando no caminho o rádio que Fury deu para eles.
– Vocês vão ficar a mais ou menos dois quilômetros da área para não chamarem atenção com o helicóptero. Ao chegarem, devem me avisar imediatamente. Câmbio. — Avisou Fury enquanto eles sobrevoavam a área de Fairfield.
Assim que saíram do helicóptero, avisaram Fury se separando, cada um para o lado que Fury havia designado. Steve respirou fundo, esperando que desse certo seu plano para encontrar Stella sã e salva. Não poderia evitar se caso tivesse que brigar para tirar ela de onde quer que estivesse.

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4 dias, 11 horas e 32 minutos.

Já se passavam quatro dias, onze horas e trinta e dois minutos que Stella estava com Justin Hammer.
Justin tratava ela muito bem, principalmente quando ela conseguiu montar com uma certa rapidez a armadura para ele, quase totalmente terminada. A armadura parecia uma versão feminina do Homem de Ferro, servindo perfeitamente em Stella. Ela não construiu ela completamente, adaptando várias partes de Hammertrones ao tamanho dela e construindo apenas um ou duas partes novas.Ela convenceu Justin a deixar que ela fizesse um protótipo utilizando seu próprio corpo, para ter certeza de que daria certo o projeto que ele tinha em mãos. Na verdade, o que ela queria era montar sua própria armadura para fugir daquele lugar, como seu pai havia feito quando foi sequestrado. A parte inteligente da armadura era muito parecida com a de Jarvis, tendo na verdade uma voz feminina após algumas alterações de Stella. Justin não havia ficado satisfeito, mas ela ameaçou ele sutilmente, dizendo que eles não funcionariam com o comando dela, se não tivessem uma voz feminina de retorno.Justin havia se tornado “tolerante”, sempre conversando e cercando Stella. A armadura respondia bem aos comandos dela, mas não tanto aos dele. O que deixava ele bem irritado.
– Terá os comandos que você quiser quando eu terminar. Eu prometo. — Falou terminando de soltar algumas peças da cabeça.
– Quanto tempo para você terminar? - Perguntou impacientemente.
– Mais doze horas eu acho. — Falou vestindo a armadura. Andou um pouco com ela, praticando a pontaria em uma parede de concreto que Justin havia arranjado para ela, justamente para aquilo.
– Parece bom. - Falou abrindo a cabeça, antes de tirar a armadura. Justin puxou um carrinho com um balde de champanhe com duas taças, sem que Stella visse. Ela continuou a digitar códigos para continuar a copiar os dados da Hammer, sem que ele visse. Justin estava muito ocupado tentando flertar com ela, quase abraçando – a quando colocou a taça em seu rosto. Ela respirou fundo e engoliu seco quando sentiu ele passar os nariz pelo pescoço dela, nos que ela sutilmente se afastou, olhando para a taça agora em sua mão.
– O que estamos celebrando? - Perguntou confusa.
– Nossa união, querida. — Ela deixou um espaço de dois passos entre ela e Justin, brindando rapidamente, tomando um gole forçando um sorriso. Justin não havia parado de tentar algo com ela, desde que ela aceitou ajudar. Isso irritava ela profundamente, mas ela usava isso a seu favor a todo momento. Ela insinuava que teria algo com ele depois que eles conseguissem acabar com seu pai, mas Justin ficava cada vez pior. Ela respirou fundo tentando ficar calma, quando ele beijou seu rosto, dizendo que deixaria ela terminar sozinha. Mal se retirou, Stella pegou do bolso o desenho que Steve havia feito para ela. Ela colocou o desenho contra o peito suspirando longamente, antes de esconder ele novamente no bolso da calça. Mais doze horas e conseguiria ir embora.

Nos últimos três dias, Steve havia se escondido dentro e fora do galpão, analisando e reportando tudo para Fury, se segurando muitas vezes para não pular em cima de Hammer sempre que o via. Ele repassava todas as coordenadas para Fury, explicando sobre o robô que Stella estava construindo, o que deixou Fury um pouco preocupado.
– Ela está provavelmente montando sua própria armadura.- Tony constatou, vendo as fotos que Natasha havia tirado. Quando Steve confirmou o lugar aonde eles estavam, Natasha e Clint foram atrás dele. Ela entrou no galpão e tirou quantas fotos conseguiu, confirmando a Fury que ela estava cercada, por isso não conseguiu contatar ela.
– Não é o que me parece, Stark. Ela parece estar ajudando Justin Hammer. — Fury falou analisando as fotos.
– Eu estive la, Comandante, e ela parecia bem irritada. Pelo o que conheço da Srta Stark, ela parece estar utilizando um disfarce para ter a confiança de Hammer. - Defendeu Natasha.
– Ela nunca ajudaria ele, Fury. Ela não nos trairia desta forma. — Tony falou um pouco irritado por estarem desconfiando dela. Steve se mantava calado, não sabendo se confiava ou não nas palavras de Tony.
– Como o Capitão Rogers e a Agente Homanoff mesmo haviam me dito, ela contou que em vinte e quatro horas a armadura estaria pronta. Darei este prazo a ela, e se ela não fizer algo em doze horas, nos iremos cercar aquele galpão – Fury falou sem mais delongas, se retirando da sala. Natasha olhou para Tony que estava extremamente irritado com a insinuação de Fury.
– Ele tem uma certa razão. Ela parecia bem a vontade com p tal do Hammer. - Steve falou com uma pontada de ciúmes, no que Natasha e Tony olharam para ele de imediato.
– Pode parar com o ciúme, Rogers? - Ela pediu antes de se retirar da sala.
– O que você quer dizer, Capicolé? - Tony falou sério, intimidando Steve ao ficar com seu rosto bem próximo ao dele.
– Que ela não parecia estar sofrendo ou aborrecida com a situação. Ela sorria e beijava ele por vontade própria. - Respondeu sem alterar sua feição. Steve saiu andando, pisando firme, morrendo de raiva por dentro, odiando ter visto o que viu naquele galpão. Repetia para si mesmo por várias vezes ao dia que devia jogar aquele colar fora e nunca mais olhar no rosto dela.
Tony se segurou para não pular em cima dele, no que Bruce puxou ele de canto.
– Posso falar um segundo com você, Tony? — Pediu, puxando ele para o outro lado da sala. — Não leve muito a sério o que ele te fala. Ele está irritado. — Bruce explicou, no que Tony passou uma mão por seu rosto de forma irritada.
– É da Stella que estamos falando. Se qualquer um insinua qualquer coisa em relação a ela ou a Pepper, eu não me seguro. - Falou quase cuspindo de raiva no rosto de Bruce. – E por que ele está tão irritado afinal de contas? Não vejo o Legolas nem você irritados com ela lá com ele... - Ele parou de falar, vendo a expressão obvia no rosto de Bruce, entendendo finalmente o por que de tudo aquilo. – Filho da puta, ele está afim da minha filha... - Falou indo atrás de Steve. Bruce parou no corredor, não deixando ele ir atrás de Steve.
– Tony pára, você não deve fazer isso. — Ele olhou furioso para Bruce.
– E você sabia? O tempo todo e não me falou nada? - Explodiu tentando passar pelo corredor.
– Eu sabia que a sua reação seria explosiva. Afinal de contas, qual o seu problema com o Steve? Ele nunca te fez nada.-
– Nada? Ele duvida da minha índole, da minha capacidade e me chama de fraco. Me diga o que ele não fez? — Bruce afrouxou o braço, no que ele aproveitou, passando quase correndo pelo corredor atrás de Steve que já estava na porta que dava para o convés.– Ei ancião! - Falou quase em um grito, mal esperando Steve virar, acertando um soco de direita em cheio no rosto dele. Steve caiu coisa de três passos para longe de Tony no convés, colocando a mão no rosto no reflexo.
– Tony pára! — Bruce se colocou na frente dele junto com Natasha, no que Clint ajudou Steve a levantar.
– Você ficou louco? — Steve perguntou sentindo um pouco de sangue sair de seu nariz.
– Suma da minha frente antes que eu te arrebente. Não preciso da minha armadura para te quebrar, Rogers! — Ameaçou Tony, no que Fury apareceu olhando de um para o outro.
– O que está acontecendo aqui? — Bruce segurou a risada, tentando segurar Tony ao mesmo tempo.
– Steve está apaixonado por Stella. — Fury se virou para Steve que segurava o nariz no lugar, mantendo o sangue estancado.
– Isso é verdade Capitão? — Steve abriu a boca para responder, mas Tony se soltou e pulou em cima dele novamente. Fury e Bruce correram para tirar ele de cima de Steve, no que ele não tentava revirar os socos que Tony tentava acertar nele.
– Você ficou louco Tony Stark? Levem ele para o quarto dele, agora. - Fury falou em tom de comando, no que Bruce segurou os braços de Tony nas costas, enquanto Clint e mais dois agentes seguravam ele. Fury ajudou Steve a se levantar, olhando para Natasha. – E leve o Capitão para a enfermaria e pare este sangramento. Vou falar com você e com Stark mais tarde. — Falou enquanto via Steve e Natasha andarem de volta para os corredores.
– Você está bem? — Perguntou enquanto eles andavam para a enfermaria. Ele tirou a mão do rosto e limpou o sangue do nariz.
– Estou... Mas acho que quebrei o nariz... — Falou entrando na enfermaria com ela.

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