Strange Love

20 Capítulo Vinte - Primeira Missão


Notas iniciais
FINALMENTE. São 07:37 da manhã. To morrendo de sono então o capítulo não saiu maravilhoso mas, tem um pouco de mistério. Espero que gostem. Beijos e COMENTEM!!



Stella entrou na sala de reuniões junto de seu pai, ambos ainda vestidos com suas respectivas armaduras. Pepper se engasgou com o café ao ver eles, no que Fury arqueou as sobrancelhas. Todos os outros olhavam para eles como se estivessem apenas atrasados.
– Bela armadura Agente Sete. - Stella bateu continência para ele, no que Tony sorriu.
– Não vai falar nada sobre a minha? — Fury olhou para Tony dos pés as cabeça, avaliando.
– Sua armadura já não me é mais surpresa, Stark. Já a da sua filha, sim. - Pepper segurou a risada. Natasha olhava para Stella com uma expressão que misturava divertimento a indiferença.
– Ok então, certo. Vamos prosseguir com a reunião. — Tony puxou uma cadeira para se sentar, mas esqueceu de que estava com a armadura. A cadeira, frágil demais para o peso da armadura, quebrou no instante em que ele tentou cruzar as pernas. Tony fechou a cara, se levantando rapidamente. Todos na sala não conseguiram segurar a risada, Tony extremamente vermelho de vergonha, tentando disfarçar. – Eu estou ótimo. Essas cadeiras precisam de um reforço.- Falou sério, olhando para o que antes era uma cadeira em pedaços no chão.
– Certo, Tony. Vamos prosseguir normalmente. - Fury disse segurando a risada, entregando uma pasta para Natasha e outra para Stella.– Quero que vocês estejam em uma festa privada que acontecera amanhã a noite. A festa é apenas para os que fazem parte do recrutamento. Mas é claro que haverá médicos, cientistas e outras pessoas lá. - Ele ia explicando enquanto elas liam as pastas. – Quero pedir também que tentem visitar o laboratório e descobrir o que está acontecendo, fora do recrutamento. Escutem conversas, cochichos e tudo o que puder repassar informações sigilosas entre eles.- Natasha e Stella concordaram sem dar uma palavra.
–Acha que pode ter algo mais além de uma “festa”? — Natasha olhou para Fury, esperando estar certa.
– Faz sentido. Eles não dariam uma festa por nada... — Stella concordou com Natasha.
– É por esta razão que eu estou mandando vocês duas. Não quero que chamem atenção. Apenas se misturem e descubram o que esta acontecendo. — Fury esclareceu. Tony franziu a testa, olhando para Natasha.
– Certo, mas eu acredito que Nata... Agente Romanoff já foi muito usada em missões e...- Tony olhou para a filha. – Stella é conhecida mundialmente. Não acha que vão descobrir quem elas são? - Fury suspirou como se tentasse se acalmar.
– Se elas estão no meu time, significa que são boas. Óbvio que tanto Agente Romanoff como a Agente Stark não irão com roupas normais. - Stella franziu a testa.
– Como assim? — Natasha sorriu para a amiga.
– Roupa de gala, Stella. — Ela não conseguiu conter o sorriso no rosto.
– Então eu sei exatamente como ir e ninguém me reconhecer. — Ela olhou para Fury de forma incerta. – Mais alguma coisa, Senhor? - Fury balançou a cabeça negativamente.
– Nada mais, Agente Sete. Pode se retirar. Tony, você também. - Stella saiu em direção ao seu quarto, morrendo de vontade de tomar um banho.

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Condado de Arlington, Virgínia

– O que o senhor quer dizer com “não tenho certeza”, Doutor Kirby? -
O senhor de meia idade ajeitou os óculos no rosto de forma nervosa. O tom de voz do comandante Jones era frio e contido. Mas Amanda podia notar que seus olhos estavam quase cinzas de raiva.
– Eu não tenho, senhor. Preciso de um pouco mais de tempo, algumas horas, para ter certeza de que o soro fará efeito. - Comandante Jones deu um passo a frente, fazendo o cientista se encolher contra a mesa do laboratório. Ele calculou cada mínimo movimento e tremor que o senhor apresentava, claramente com medo dele. Ele já havia presenciado um ataque de fúria do comandante. Não gostaria de participar do próximo.
– Senhor Kirby. — Seu tom era calmo ao falar. – A fórmula do soro foi entregue ao senhor já totalmente pronta. A única coisa que precisava ser feita era seguir as instruções. Oitenta e três anos de vida, cinquenta e um de ciência não lhe bastam para fazer um simples trabalho? - Kirby suspirou, engolindo com dificuldade antes de olhar abrir a boca para falar.
– Comandante...- Jones levantou sua mão direita em sinal de silencio.
Sem mais, Doutor. O soro está pronto. Seu trabalho está feito. Tudo o que lhe resta é aplicar o soro nos voluntários. Prepare as doses para a apresentação de hoje.- Kirby concordou silenciosamente, antes do comandante dar meia volta e ir m direção a porta. Amanda se aproximou de Kirby, colocando uma mão em seu ombro.
– Não se preocupe, Doutor. Depois de hoje a noite, o senhor entrará para a história. - Kirby ainda estava preocupado.
– Existem registros de acidentes com esse soro, senhorita. Eles podem se tornar agressivos ou até morrerem. — Kirby passou metade de sua vida acadêmica estudando o soro. Sabia sobre Bruce e sobre Johann Schimidt, o líder da organização nazista H.I.D.R.A. – Não quero que uma possível falha afete radicalmente a vida de um inoente. — O olhar de Amanda para Kirby era parecido com o de Jones, analisando a expressão preocupada do cientista.
– Todos os “voluntários” sabem que este pode ser um caminho sem volta. Ninguém aqui é inocente, Doutor. São todos ratos de laboratório. Trate-os como tal. - Amanda saiu em seguida, seguindo os passos de Jones. O Comandante já a esperava em sua sala, indicador e polegar da mão direita apertando o espaço entre seus olhos de forma irritada. Ele odiava a sensação de estar rodeado de incompetentes.
– Diga-me, Amanda: Pareço uma pessoa que gosta de esperar por resultados que eu já sei quais são? — Sua voz era novamente calma e aveludada. Ele tirou a mão do rosto e olhou sério, mas calorosamente para Amanda.
– Não, Senhor Comandante. — Respondeu rapidamente, andando em direção a ele.
– Por que as pessoas insistem em pensar que eu quero a opinião delas? Eu estou no comando aqui. - Amanda massageou os ombros de Jones, olhando para a porta. Largaria ele rapidamente caso notasse algum movimento na maçaneta.
– Os subordinados sempre tem está mania de pensar que seus superiores querem opinião.- Jones respirou profundamente, relaxando nas mãos ágeis e gentis de Amanda. Ele relaxou a ponto de fechar os olhos, ficando naquela posição em sua cadeira por quase dez minutos. Ele gostava da companhia de Amanda. Ela o entendia e sempre dizia o que ele gostava de ouvir. Massageava seu ego e era um belo colírio para seus olhos. Jones muitas vezes pensou em passar dos limites profissionais e ter um caso com ela. Mas não achava válido. Um pouco de “gato e rato” entre eles era mais excitante do que um “relacionamento”.
– Gostaria de uma xícara de café, Senhor? - Jones abriu os olhos ao ouvir o tom caloroso de Amanda.
– Claro. Café, um ótimo estimulante para o cérebro. — Sorriu largamente enquanto ela parava a massagem, indo até o canto da sala para pegar um pouco de café. Colocou três colheres de açúcar como ele gostava, entregando para ele com um sorriso gentil nos lábios.
– O senhor precisa estar relaxado e tranquilo para hoje. É o grande dia, não? — Jones tomou um gole, concordando com um aceno de cabeça.
– Hoje veremos o que o soro é capaz. Meus colegas e superiores verão que não foi uma perda de tempo reabrir o caso do Super Soro.- le falava de forma entusiasmada, vendo Amanda cruzar as pernas de forma relaxada ao se sentar.
– Não acha que podem querer interferir, Senhor? - Jones analisou bem as palavras dela.
– Você diz os “Vingadores”?- A palavra saiu como um deboche, quase gargalhando. – Mesmo que eles tentem, temos uma carta na manga. — Sorriu ao piscar de forma íntima e confidencial para ela.– Algo que eles sabem que não podem controlar.-

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– Se eu digo que consigo, eu consigo. - Tony falou de forma irritada, largando seu sanduíche do Subway que conseguira comprar escondido. Nada que uma armadura voadora não ajudasse. Bruce riu, ajeitando os óculos no rosto ao ver Tony desacoplar a mão direita da armadura, jogando-a pela janela. — Jarvis, envie os sinais para a mão direita.- Em quinze segundos, a mão voltou sozinha para Tony, se encaixando em sua mão de forma perfeita na armadura. Bruce bateu palmas rindo.
– Pois é, perdi. — Bruce disse de forma risonha.
– Eu disse que tinha melhorado o sistema de comunicação da armadura, Bruce. — Disse orgulhoso, dando uma bela mordida no sanduíche de peito de peru com salame e rosbife. A outra metade do sanduíche estava já na mesa de Bruce. Ele adorava tratar ele como um irmão mais novo.
– Não vou mais subestimar seus talentos com a tecnologia, Tony. Pode deixar. - Sorriu, desviando os olhos da tela do computador para a maquina que sintetizava o soro.– E eu acho que ficou pronto. — O vidro com o antídoto saio da maquina, deixando tanto Tony quanto Bruce satisfeitos.
– Só esse tanto?- Tony pegou o vidro com cinquenta miligramas na mão.
– Não, claro. Esse é só o primeiro. Pretendo fazer pelo menos um litro. Fury pediu para ficarmos preparados para o pior.- Tony recolocou o vidro no lugar, sabendo o que Bruce queria dizer.
– Por quanto tempo ele age? — Bruce terminou de mastigar seu sanduíche antes de responder.
– Quatro horas. Tempo o suficiente para remover a pessoa para uma sala equipada e administrar a solução definitiva.- Tony franziu a testa.
– Você tem a solução definitiva?- Bruce balançou a cabeça afirmando.
– Estou quase terminando ele. Também será um litro. - Tony deu duas mordidas em seu sanduíche, terminando ele. Tomou um longo gole de soda, jogando o papel do sanduíche e o copo vazio na lata de lixo.
– Espero que não durma, grandão. Se isso sumir de novo, Fury vai nos comer de churrasco. — Bruce mostrou o polegar enquanto comia, Tony se retirando para dormir. Cumprimentou com a cabeça brevemente os guardas que estavam na porta do laboratório, indo em direção ao seu quarto.

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Stella já estava de banho tomado, terminando algumas ajustes na armadura. As cores eram iguais a de seu pai mas o que diferenciava mais era a cintura afinada que deixava os seios mais evidentes. Ela arrumou alguns fios que estavam um pouco soltos, deixando o quarto com um leve cheiro de queimado. O IPod tocava “Saturday Night” da dupla Hilly e Hannah.Ela terminou de soldar o último fio, conectando os cabos ao computador de seu pai, testando o sistema.
– Sistema completo. Atualizações prontas para serem instaladas. Gostaria de fazer isso agora, Senhorita Stark? - Stella terminou de parafusar a perna esquerda, vendo que tinha conseguido arrumar a parte que estava solta devido ao voo.
– Quanto tempo até atualizar tudo? — Deu um grande bocejo, tomando um belo gole de um mojito que ela havia conseguido fazer para relaxar.
– Trinta minutos, Senhorita. — Stella olhou para a porta ao ouvir uma leve batida, deixando o copo de mojito ao lado do computador.
– Pode começar então. — Ela abriu a porta sorrindo, já sabendo quem era pela batida.
– Sem sono? — Steve perguntou ao entrar no quarto, olhando para a armadura, disfarçando que queria olhar para ela. Stella voltou a trancar a porta atrás dele, jogando as ferramentas que estavam em cima da cama para a caixa, dando espaço para ele sentar. Um suspiro saiu de Steve ao olhar para a bunda dela naquela saia curta.
– Na verdade não. Só estava resolvendo um probleminha técnico. — Sorriu ao passar os braços pelo pescoço dele, não precisando ficar na ponta dos pés por seu sapato ser alto o suficiente. Em resposta, Steve passou as mãos pela cintura dela, sentindo sua pele na dela. A Blusa que ela havia escolhido para dormir mostrava bem sua barriga e cintura fina. A combinação de cabelo solto e todo embaralhado, saia curta, salto e blusa que mostrava a barriga estava criando um efeito que Steve não gostava muito de ter. – O que foi? - Ele tentou disfarçar, limpando a garganta ao se soltar dela, sentando na cama.
– Nada. Só não quero atrapalhar o seu trabalho. - Stella notou o volume que começava a aparecer na calça de Steve, mas mordeu o lábio inferior para segurar a risada. Não sabia que sua roupa de dormir poderia ser tão provocante assim.
– Certo. Aconteceu alguma coisa enquanto eu estava fora com meu pai? — Ela se esticou de forma proposital, empinando um pouco a bunda ao pegar uma ferramenta que havia caído atras da armadura. Ele não conseguiu não olhar, notando que ela estava de calcinha preta. Respirou profundamente e olhou para a armadura, tentando se concentrar em qualquer outra coisa.
– Não... — Ele parou de falar no momento em que ela voltou a ficar em pé, se encostando na mesa, brincando com a chave de fenda nas mãos. Ela olhava para ele de forma totalmente inocente, enquanto ele olhava para seu corpo sem pudor.
– É feio ficar olhando, Rogers. — A voz de Stella saiu de forma risonha, deixando a chave de fenda de lado. Ele engoliu seco, se levantando para sair.
– Melhor conversarmos amanhã. — Ele queria fugir. Não achava certo tratar ela daquela forma, com tanto desejo. Não sentia que era certo ter pensamentos como os de transar com ela na mesa, ali, naquele instante. Stella bloqueou a porta com seu próprio corpo, fazendo beicinho.
– Steve, por favor. Ninguém aqui é criança.. - Ela desceu a mão esquerda em direção a virilha dele, no que Steve se afastou quase de imediato. – Não gostou da nossa transa? Está com vergonha. — Steve respirou fundo ao andar em círculos no minúsculo espaço que havia para andar no quarto.
– Eu não acho certo. Não acho correto pensar... —
– Pensar o que? - Ela jogou as ferramentas da mesa para o chão, sentando-se em seguida na mesa enquanto ele parava de andar e voltava a olhar para ela. - Pensar em como estou sexy com essa roupa? Lembrar de como transamos no chuveiro ou na cama? — Ele ficou estático enquanto ela roçava seu pé entre as pernas dele, provocando a excitação já bem visível. – Eu sei que você me quer, Steve. — Steve suspirou ao ver a calcinha dela rapidamente, antes da visão ser bloqueada por suas pernas cruzadas. – Você precisa de menos autocontrole. - Ele riu de forma nervosa.
– Se eu perder o autocontrole...- Ela ergueu uma sobrancelha, pedindo silenciosamente para que ele falasse. – Se eu me descontrolar, eu posso te machucar. — Stella revirou os olhos, puxando ele pela camisa, encaixando-o entre suas pernas ao descruzá-las, olhando para ele completamente tomada pelo desejo de sentir ele dentro de si.
– Somo iguais agora. Posso aguentar coisas que antes me machucariam, tanto quanto você pode deter Hulk em um treino.- Ela dizia as palavras, olhando nos olhos de Steve enquanto suas mãos massageavam o membro excitado dele. – Ninguém pode nos ouvir. Você não pode me machucar. - Steve tinha os olhos fechados, respirando profundamente enquanto sentia o toque dela. A lembrança de estar dentro dela, sentir o gosto de sua pele enquanto se derramava dentro dela ficava lhe enchendo a mente.– Steve... — Ela sussurrou o nome de forma manhosa, apertando sua mão no membro dele, beijando seu queixo. – Quero você... - Steve esqueceu todo seu autocontrole ao ouvir aquelas palavras em um sussurro, agarrando as coxas de Stella com vontade. Ao olhar para ela, viu seu sorriso satisfeito, antes de atacar sua boca com sede de sua língua. O beijo era confuso, um pouco bruto mas ao mesmo tempo erótico. As mãos de Steve deixaram as coxas de Stella vermelhas aonde havia agarrado, pressionando seu membro contra ela com força. Stella movia seu quadril contra ele, gemendo baixinho com o contato de suas partes íntimas mesmo por cima da roupa. Ele não teve paciência enquanto se beijavam e rasgou a calcinha dela em um único movimento com ambas as mãos. Outra marca vermelha em suas coxas por conta do tecido brutalmente arrancado de seu corpo. Suas línguas brigavam de forma erótica, causando sensações de ansiedade sexual em ambos. Stella quase rasgou a calça de Steve ao tentar abrir ela de forma afoita, massageando o membro dele agora sem as barreiras de roupas para atrapalhar. Steve gemeu ao sentir a mão macia e firme de Stella, parando o beijo. Sua boca beijou e sugou com força o pescoço dela, deixando algumas marcas, suas mãos inquietas em sua blusa ao tentar chegar em seus seios por baixo do sutiã. Impaciente, Stella parou de masturba-lo, arrancando seu sutiã e blusa, jogando-os no chão. Steve tirou própria blusa, puxando Stella com força ao vê-la só de saia e salto, voltando a beijá-la afoitamente.
– Era isso que você queria? — Steve tinha a voz um pouco mais rouca que o normal, sua mão esquerda apertando o seio direito de Stella enquanto olhava para suas feições que denunciavam o prazer que ela sentia ao ter ele tocando-a.
– Esse é seu limite, Rogers? — Provocou querendo mais, agarrando o membro dele firmemente, guiando-o para sua entrada.
– Não. — O desejo nos olhos de Stella se espelharam nos de Steve, no que ele não esperou que ela terminasse de guiar seu membro para dentro de si, penetrando-a de uma vez, arrancando quase um grito de Stella. O interior de Stella pulsando envolta de seu membro o deixou completamente fora de si, sentindo todo seu membro dentro dela.
– Isso é bom... Descontrolado... - Stella falou sorrindo, suas mãos acariciando o rosto dele ao morder com um pouco de força o lábio inferior de Steve. Ele saiu quase que completamente dela, voltando a penetrá-la fundo, outro choramingo saindo dos lábios de Stella. Ela deitou por cima de algumas ferramentas que ainda estavam na mesa, a boca de Steve indo diretamente para o seu seio direito, sugando-o com força ao começar um ritmo frenético e bruto, causando sensações que Stella desconhecia. A mistura de dor e prazer fez com que ela se movesse quase no mesmo ritmo que ele, agarrando com força o cabelo de Steve, suas unhas marcando seu couro cabeludo. Ele sugou o outro seio, brincando com o mamilo em sua boca, provocando-a com sua língua. Seu membro praticamente a violentava, seus gemidos saindo de forma sofrida enquanto suas mãos arranhavam com força os ombros dele. Steve nunca havia se descontrolado dessa forma. Não pensava, agia quase como um animal. Seu ritmo ficou confuso ao sentir que o clímax se aproximava. Ele voltou a beijar os lábios dela, seu ritmo ainda mais forte, fazendo com que ela quase gritasse. Eles gemeram um contra a boca do outro, o ritmo de Steve desacelerando quando Stella chegou ao orgasmo e ele derramava o seu dentro dela. O interior de Stella parecia massagear seu membro, querendo cada gota dele dentro de si, deixando-o exausto. Ambos ofegantes e cansados, ficaram ali por alguns minutos, Steve deitado por cima de Stella na mesa.
– Desculpe. — Steve foi o primeiro a quebrar o silencio, sua voz com tom de quem havia matado alguém. Stella ficou confusa, não entendendo quando ele se arrumou rapidamente.
– O que você está fazendo? — Ela perguntou confusa, no que ela percebeu o olhar rápido mas calculista para as marcas vermelhas nas coxas dela.
– Eu não devia ter perdido o controle desta forma, Stella. Desculpe-me... — Ela revirou os olhos irritada, virando o rosto dele com uma certa força para encará-la.
– Steven Rogers, eu gostei. Não tem que se sentir culpado por algo que não machucou ninguém.- Ele respirou profundamente, não acreditando nas palavras dela. Ele havia sentido a dor em seus gemidos e havia ignorado por eles lhe darem prazer.
– Você se machucou. Você sentiu dor. — Stella olhou para cima para não bater em Steve.
– Querido nem toda dor é ruim. - Ele olhou para ela mais confuso do que culpado.- A dor que eu senti foi boa, em termos. Eu não sei explicar mas foi boa. Você não gostou de ter se descontrolado um pouco? — Ele balançou a cabeça de forma incerta.– Pronto. Ambos saímos ganhando. Pare de besteira por favor. — Beijou os lábios dele de forma carinhosa, abrindo a calça dele de novo.
– Poderia me dar cinco minutos, por favor? — Steve pediu de forma delicada, segurando os pulsos de Stella.
– Eu só quero tirar essa roupa pra você tomar um banho comigo. Acho que precisamos. - Ela sorriu dando de ombros. Ele deixou que ela o despisse, indo em direção ao banheiro já totalmente nus. Stella tirou a saia que usava e os saltos, entrando no pequeno banheiro de seu quarto. Tomaram banho praticamente em silêncio, trocando carícias e sorrisos. Steve parou de se desculpar, esquecendo a culpa ao se deitar com Stella para dormir.

Notas finais
Música Saturday http://www.youtube.com/watch?v=NpaPubwKEgE