Notas iniciais
Heeeeeey Cupcakes Então ñ vou fala mt aqui agr, falei D+ no cap. anterior Então Boa Leitura!!!

Já era sábado, véspera de Natal, e eu andava de um lado para o outro no meu quarto, esperando ele me ligar quando estivesse voltando pra casa. Almoçamos juntos aquele dia, e eu relembrei nossas últimas horas juntos.

“- Para, seu idiota – eu dizia, rindo, enquanto ele me puxava pra dançar com ele uma música estranha que tocava no rádio. Parecia salsa.

— Anda,Vilu , você tem que se distrair, tá parecendo a minha mãe! – ele disse e riu alto da cara que eu fiz – Agora você tá parecendo ainda mais com ela.

Bati nele, mas acabei não resistindo. Ficamos dançando muito tempo na cozinha da Sra.Vargas, enquanto ela preparava o almoço e ria de nós, arriscando algumas dancinhas de vez em quando.

Eu, supostamente, estava ali para ajudá-la, mas não deu muito certo.

— Estou sentindo um ar de preocupação por aqui – ela disse, depois de quase dez minutos em silêncio, nos quais eu eLeon apenas trocávamos olhares ansiosos – O que está acontecendo?

— Nada… – respondemos juntos e rimos, ainda nervosos.

— É só… Bom, não gosto muito de Natal. – ele disse o que pareceu ser a primeira coisa que veio à cabeça. Quase cuspi o suco que estava na minha boca, de tão tosca que achei aquela resposta.

— Pelo amor de Deus,Leon, o que isso tem a ver? – a mãe dele disse, rindo, eLeon resmungou algo sem sentido. Logo mudamos de assunto e ela não perguntou mais nada sobre aquilo.

Quando a Sra.Vargas se levantou para atender o telefone,Leon disse pra mim:

— Para de fazer essa cara de assustada, ela tá desconfiando.

— Cara de assustada? – perguntei, indignada – Você deveria ver asuacara,Leon, parece que está esperando na fila da forca.

Ele riu, mas me ignorou, pois sua mãe havia voltado.

Quando acabamos, fomos para a sala, enquanto a Sra.Vargas se arrumava para visitar alguns parentes queLeon disse decididamente que não iria sequer desejar um Feliz Natal.

— Quando você vai? – perguntei, receosa.

— Quando ela sair. – respondeu, simplesmente e sorriu pra mim, tentando me tranquilizar.

— Me deixa ir… — comecei.

— Nem pensar,Violetta, já te disse isso.

— Eu não vou aguentar ficar em casa sem saber quando você volta. Sem nem sabersevocê volta. – falei, chorosa, rezando pra que ele me entendesse.

Ele me olhou de um jeito que não soube explicar, mas que soube que seria o olhar dele que eu mais amaria. Era como se eu visse carinho nos olhos dele. Muito carinho. Sorri, sem querer, por pensar que, se estivesse certa, aquele carinho seria por mim.

Leon sentou perto de mim no sofá e levantou uma das mãos para acariciar meu rosto, mas sua mãe entrou na sala e ele rapidamente abaixou a mão.

— Estou saindo, crianças – ela disse, de um jeito divertido – comportem-se!

Ela saiu e ouvimos o barulho de seu carro quando este ligou.

— Não vai acontecer nada comigo – ele disse, me olhando nos olhos e eu acreditei nele.

— Promete? – perguntei, como uma criança. – Promete que vai voltar pra mim? – acrescentei e logo senti meu rosto queimar de vergonha. Como sou estúpida.

Ele sorriu e se aproximou mais. Passou um braço por cima do meu ombro e com a outra mão levantou meu rosto, me fazendo olhar em seus olhos.

— Eu prometo – ele disse baixinho, com a voz um pouco rouca e aproximou seu rosto do meu.

Meu coração batia acelerado. Meus sentidos ficaram mais aguçados e eu sentia como se pudesse ler todas as letrinhas daquele livro que estava em cima da televisão, há cinco metros de distância. Foi um beijo calmo mais com muito amor, não sei como explicar oque sentir na quele beijo, só sei q foi incrível.

— Uau – ouvi uma voz e logo nos afastamos, em um pulo – eu disse prase comportarem– a mãe deLeon dizia, com uma expressão de desapontamento no rosto, mas logo sorriu. – Voltei porque esqueci os presentes – acrescentou e subiu correndo as escadas.

Virei-me pra frente e apoiei minha cabeça nas mãos, sentindo meu rosto queimar.Tão perto.

-Vilu , tá tudo bem? –Leon perguntou, tentando tirar minhas mãos do rosto. – Você tá chorando?

Ri ainda mais. Quando ele viu que eu estava rindo, começou a rir também, mas seu rosto também estava muito vermelho e eu não sabia o que falar.

Quando a Sra.Vargas desceu as escadas, ainda estávamos rindo. Ela balançou a cabeça e saiu, sem dizer uma palavra.

Olhei praLeon e ele parou de rir. Levantou e me encarou.

— É melhor você ir pra casa… – ele disse, em uma voz controlada.

— Ok – disse, me levantando e caminhei até a porta. – Boa sorte.

— Espera. – ele me puxou de volta tão rápido que, quando percebi, já estava em seus braços.

Ele me abraçou forte e eu não tinha vontade nenhuma de sair de dentro daquele abraço.

— Não se preocupa, eu vou voltar.Inteiro– acrescentou e riu. Senti o hálito quente dele no meu pescoço e suspirei.

— Tudo bem – eu disse, lutando pra me afastar dele. – Eu vou te esperar – pisquei e sorri, vendo-o sorrir de volta.”

Meu celular tocou e eu quase o deixei cair no chão, no nervoso pra atender.

— Alô? – falei, ansiosa.

— Feeeeeeeeliiz Nataaaaaaaaaaal, primaaaaaaaaa! – ouvimarco gritar e suspirei de decepção.

— Ah, oi,marco.

— Nossa, que animação pra falar com seu primo mais gato e gostoso. – ele disse, rindo. Ri também.

— Claro que você é o mais gato e gostoso. É o meuúnicoprimo – disse e ri, quando o ouvi protestar. Sentei-me na cama enquanto conversava com ele.

— AFran tá te mandando um beijo. Vamos viajar daqui a pouco pra casa da minha mãe, e você sabe, lá não tem sinal, por isso tô te ligando agora – ele disse.

— Manda um feliz Natal pra ela – eu respondi, tentando soar animada – E pra tia também! Você vai agora?

— Tô colocando a mala no carro.

Ouvi um“Feliz Natal,Vilu ”vindo daFran e sorri.

— Ouviu? –marco perguntou, rindo.

— Ouvi sim – eu disse, rindo também. – Manda um beijo enorme pra essa ridícula – eu disse, me empolgando – fala que eu amo ela, mesmo que ela seja uma idiota.

— Outch, é assim que trata o meu anjinho? – ele perguntou, indignado.

— Eca – eu disse — Para de ser meloso,marco!

— Não consigo – ele disse, com uma voz chorosa e eu ri alto. – Tenho que desligar agora,Vilu . Se cuida, pequena. E nada de ficar muito tempo com esse tal deLeon. Ainda nem conheci esse moleque, portanto, ainda não te dei permissão pra ficar de agarramentos com ele!

— Agarramentos? – perguntei, rindo – Vai se ferrar,marco! – ouvi a gargalhada escandalosa dele e sorri, sentindo saudades. – Feliz Natal, meu chatinho. Quando puder me liga, ok?

— Ok – ele disse – Te amo, prima. Se cuida.

Remexi-me inquieta na cama, me lembrando deLeon e ficando ainda mais preocupada. Joguei-me pra trás e coloquei o travesseiro no rosto. Será que vai demorar tanto assim?

Ouvi o toque do celular e dei outro pulo. Dessa vez olhei no visor e meu peito se encheu de alívio quando vi que era uma ligaçãodele.

— Já saiu? – perguntei, sem nem dizer um oi.

— Já – ele disse, rindo. – Vem aqui me ver.

— Aqui onde? – perguntei surpresa, me levantando.

— Aqui na porta da sua casa. – ele disse e, como não obteve resposta, acrescentou – Tô aqui, inteiro, esperando você vir checar.

Soltei uma risada estranha e desliguei o celular, jogando ele na cama e correndo até as escadas.

Notas finais
Espero q Tenham gostado desse Cap. Cupcakes Boa Noite pra vcs, infelizmente por hj eu ñ posto. Mais amanha Sim, o mais cedo q Eu puder... Bjs e Ate amanha!!! (vou ver se consigo pelo menos Responder os Reviews de vcs)