Storm
6 drugs, give me drugs give me drugs
Notas iniciais
Não me matem, sou muito nova ainda!
1- quero explicar o porque do atraso na fic... estou doente D:
e preocupada com o cap.7 que eu ainda não fiz D:²
2- é importante que vocês prestem atenção nesse cap.
3- não tem 3...
então é isso.
Enjoy.
xoxo
Depois de alguns minutos em silêncio, vimos uma lágrima escorrer dos olhos do Frank.
– Frank? Você tá bem? O que houve? – Ray perguntou.
– Aham... E-eu s-só... São só lembranças. Eu preciso ir, prometi pra minha mãe que ia ajudar ela a fazer uns cupcakes. – Ele disse, já se levantando pra ir embora.
– Você vai ficar bem? – perguntei.
– Aham, até mais.
E ele foi embora. Não sei porque, mas algo me dizia que não eram só lembranças e essa história de fazer cupcakes com a mãe não colou.
– Estou preocupado com ele Ray...
– Eu também Mikey, eu também...
E assim permanecemos em silêncio. Ele com os pensamentos dele e eu com os meus.
Nos conhecemos a pouco tempo, mas parece que já faz anos e eu sei que o Frank não tá bem. E eu não acredito que seja apenas uma lembrança. Ele é do tipo que não quer que ninguém veja seu sofrimento, do tipo que sofre em silêncio, do tipo do Gerard.~
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~POV FRANK
DROGA!
Você tinha que chorar não é Frank, tinha que ser fraco.
Agora eles vão ficar com peninha de você. MAS QUE MERDA!
Sai daquele lugar o mais rápido que pude, não queria que eles me vissem chorar mais. Já não aguentava mais. A mesma voz de sempre voltara a perturbar minha mente, com a mesma frase de sempre se repetindo: “você é um fraco! Tenho vergonha de você. Fraco, fraco, fraco!”, e se repetindo, e repetindo... Quando percebi já estava naquela rua tão familiar. Caminhei mais um pouco e entre a direita no beco que a muito vinha sendo o lugar mais visitado por mim, depois do hospital.
– Ora, ora, ora. Você por aqui de novo Frank...
– E ai cara?
– Sua favorita chegou ontem à noite, vai querer quanto?
– Pouco, um pacote. Só preciso relaxar um pouco...
– Ah, só isso cara?
– Só.
– Mas e aquela? Vai querer?
– Não Matt, já disse que não vou querer o crack!
– Fala baixo, porra! Quer que alguém escute? – Ele falou me entregando o pacote com o pó.
– Foi mal ae cara...
Peguei o pacote, paguei, afinal não quero ficar devendo a ele, e fui embora.
Minha cabeça girava e flashes de anos atrás invadiam minha mente, eu precisava esquecer aquilo, precisava da droga. Fui direto para a estação de trem abandonada.
Eu adoro esse lugar, vazio, silencioso, me deixava um pouco mais calmo, mas não me dava a paz que eu queria. Há anos eu vinha aqui, pensar um pouco ou até mesmo ficar sem fazer nada, foi aqui que conheci o Matt, e o lugar que eu usei pela primeira vez... Lembro como se fosse hoje... Merda! Pra mim já chega, vamos logo ao que interessa. Abri o pacote, distribui em três carreirinhas. Cheirei a primeira, senti meu nariz arder um pouco, na segunda eu já sentia meus batimentos mais rápidos, na terceira eu já me sentia mais leve, na verdade, não sentia mais nada. Ótimo! As lembranças sumiram como mágica, era uma sensação incrível... Fiquei lá, viajando, sentindo as mil e uma sensações já conhecidas da cocaína, apaguei. Acordei sentindo algo vibrar no meu bolso, e vim perceber que já tinha anoitecido. Era meu celular. Atendi sem ver quem era e me arrependi.
– FRANK ANTHONY THOMAS IERO JR.! AONDE VOCÊ ESTÁ?
É, essa é a minha doce e delicada mãe.
– Oi mãe! Como é que a senhora tá?
– NÃO ME ENROLE FRANK! ONDE VOCÊ TÁ? – ela gritou, berrou, quase me deixou surdo.
– Eu digo se você parar de gritar...
– Você está aonde? – Ela perguntou já mais calma.
– No hospital, aonde mais estaria?
– NÃO MINTA PRA MIM FRANK! EU SEI QUE VOCÊ NÃO ESTÁ NO HOSPITAL, JÁ FALEI COM O RAYMOND!
Droga!
– É, ahn, na verdade eu... Eu... Já sai de lá há um tempo...
– O Raymond me disse que você saiu de lá cedo.
– É que eu vim na casa de uma amiga, pronto falei.
– Ah, serio filho?! Porque não disse antes? Se você me contasse que estava na casa da namorada eu não teria ficado preocupada... – Ela falou toda melosa.
– Mãe! Que namorada? Tá drogada? – Irônico não?!
– Tu me respeite, viu? Olha pode me contar... – Ela começou...
– Chega tá mãe?! Não existe namorada, já tô chegando... Tchau, Eu te amo.
– Me ama? O que foi que você aprontou dessa vez? – Ela falou em tom de brincadeira.
– Nada mãe... Tchau. – E desliguei ainda rindo.
Tá, mas perai... Que horas são? Olhei no celular. 21h00min. Nossa, faz cinco horas que estou aqui... Fui caminhando em direção a minha casa, mas parei em frente a uma loja vendo meu reflexo na vitrine... EU TÔ HORRIVEL! Cabelo bagunçado, rosto inchado, roupa suja e olhos vermelhos... Como vou chegar em casa assim?
Notas finais
Prestaram atenção? tomara que sim u.u
então é isso... não sei quando o cap. 7 vai sair, porque ainda tô doente e minha cabeça não tá funcionando direito.
Toddynho *-*
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