Stop look me

23 Capítulo 23 - I wish you


Notas iniciais
Oi. Esse capitulo está pronto desde que foi postado o último capítulo, mas foram tao poucos comentários que desanimei e acabei corrigindo ele somente hoje. Boa leitura.

Q: Peciso conversar com você. — afirmou ao telefone para Sam, sem nenhuma formalidade.

S: Oi, Quinn! Eu estou bem, e você? — ironizou com irritação na voz, ouvindo a loira suspirar alto do outro lado. — Eu estou dormindo, por que caralhos você tá me ligando? — perguntou com a voz sonolenta.

Q: Você tá dormindo? Você não estuda? -indagou confusa, franzindo a sobrancelha.

S: Não, eu não estudo. Eu fazia curso a tarde com a Santana, mas já acabamos. Agora eu durmo o dia todo, e às vezes eu arrumo algum serviço. — disse vergonhoso, bocejando logo em seguida. — O que você quer, Quinn? Santana está com algum problema? — perguntou mais gentil, baixando a guarda.

Q: Não — baixou a guarda também. Estava começando a simpatizar com ele. — Eu estou com algumas... dúvidas. Sim, dúvidas. E preciso que você me ajude. -pediu baixo.

S: Pode falar. — murmurou como se fosse dormir a qualquer momento.

Q: Finn. — disse com a voz trêmula, talvez pelo frio, talvez por ansiedade.

S: Hum. O que tem o Finnutil? — Quinn riu do apelido, mas ainda se sentia tensa.

Q: Ele tem ligado pra Santana. Eu não sei o motivo, muito menos a frequência, porém sei que ela atendeu. Eu não quero me enfiar no meio de algo entre eles. Eu quero sair antes que aconteça algo que me machuque. — não queria, mas acabou fazendo um pequeno desabafo e ouviu Sam fazer um barulho estranho com a boca.

S: Quinn... Eu não deveria estar fazendo isso, mas vou procurar saber o que está acontecendo. Pode não parecer, mas me preocupo contigo também. Se Cedes ama tanto você, algo especial você tem. — afirmou.

Q: Pode por favor parar de me deixar sem graça e prometer que tentará mesmo descobrir o que isso significa? — ingadou tensa fazendo Evans rir.

S: Não se preocupe. Eu vou investigar. Porém, nesse exato momento, eu vou dormir, ok? Tenha um bom dia. — e desligou, deixando uma Quinn brava do outro lado da linha.

Ela olhou em volta e pensou. Estava paranóica. E por que estava paranóica? Porque estava mais apaixonada ainda por aquela latina de sorriso bobo e belos seios lindos e fartos, então seu cérebro estava criando paranóias para frear seus sentimentos. Ótimo, ela tinha feito uma autoanálise. Nada mal pra uma futura psicóloga.

Entrou na escola e foi pro banheiro. Estava frio, ela se sentia estranhamente insegura e o que menos queria era todos aqueles olhares o tempo todo em cima ela.

Entrou no banheiro calmamente, lavou as mãos e entrou em uma cabine. Quando ia fechá-la, uma mão morena a impediu de fazer isso. Ela não entendeu muito bem até sentir os labios grossos e rosados da latina nos seus. Ela apertou a cintura da latina e a trouxe pra mais perto, suspirando quando colocou a lingua na boca quente e sentiu a mesma sendo sugada devagar, como se fosse a coisa mais saborosa do mundo. A latina fechou a porta da cabine, e a fez sentar na tampa do vaso, sentando em cima dela e se encaixando de modo que suas intimidades de emcontravam, por cima das roupas.

Q: O que te fez mudar de ideia sobre isso? — ingadou confusa, porém sorrindo feliz.

S: O fato de que eu te amo, e você tá muito gostosa com essa saia. Não fique mais insegura — sussurrou no ouvido da loira, que gemeu ao sentir o lóbulo gelado ser mordido devagar. — Eu quero ouvir os seus gemidos baixinhos, ok? Só pra mim, Fabray.

Q: Huuum, ok. — murmurou sem forças.

Ela tinha certeza que se passasse mais 5 minutos com a latina ali em cima dela se movimentando e agindo daquela forma, ela gozaria sem nem ter contato sexual de fato.

Sentiu a lingua de Santana invadir sua boca sem nenhum aviso prévio. Sua respiração dificil ficou ainda mais quando sentiu as mãos delicadas da latina pegando nos cabelos de sua nuca e tentando aprofundar ainda mais o beijo, como se fosse possível.

O beijo parou e a lingua de Santana começou a vagar por seu pescoço, a fazendo gemer novamente e a latina parar.

S: Eu quero você gemendo meu nome, ok? O meu nome. — ordenou, colocando as mãos frias dentro da roupa de Quinn, que gemeu baixo ao sentir o toque em seu seio.

Q: San, eu preciso de você lá embaixo, por favor. — sussurrou tensionando o corpo pra frente, com as mãos na cintura da morena, impondo que suas intimidades ainda se tocassem.

Santana não se fez de boba e colocou uma das mãos no sexo da loira, que sentiu seu corpo todo tremer ao toque. Ela não ia mesmo aguentar muito tempo.

S: Você quer que eu faça amor com você? — ela perguntou, só pra provocar ainda mais a loira, que acenou positivamente. — Então se prepara. — avisou.

Tirou sua blusa e sutiã, ficando com os seios a mostra, deixando a loira além de mais excitada

Penetrou a loira e começou a rebolar em seu colo, sentindo que ela ficava cada vez mais molhada na ponta de seus dedos, e ouvindo ela gemer abafado, com o rosto dentre seus seios.

Q: Santana, eu vou gozar... — sussurrou entre os gêmeos e sentiu todos os movimentos pararem.

S: Não vai não. — afirmou a olhando.

Q: Por que? — perguntou frustrada.

S: Porque você vai gozar quando eu quiser. — sussurou sexy, voltando a rebolar e investir seu corpo contra o corpo alvo abaixo do seu, sentindo Quinn se movimentar no mesmo ritmo. — O que você sente por mim, Q? — perguntou e Quinn estranhou a pergunta, mas decidiu respondeu.

S: Você é a gostosa dos meus sonhos. — respondeu olhando nos olhos negros, se sentindo completamente apaixonada e a intensidade dos movimentos da morena aumentar consideravelmente.

Ela ia gozar. Não ia ser qualquer orgasmo. Ia ser um orgasmo dado por Santana Lopez, a mulher mais gostosa que ela conhecia.

Gemeu alto ao sentir os primeiros espamos e seu corpo tremendo, e curtiu mais ainda quando sentiu o corpo de Santana tremendo em cima de si.

Gozou livremente, sentiu seu corpo relaxar. Ela tinha gozado, com Santana. Nos braços de Santana. Nos seios de Santana. Não tinha sido a primeira vez. Como ela mesma tinha dito, Santana era a gostosa dos seus sonhos. Esperou alguns minutos até se recuperar, se levantou, ajeitou a saia e o moletom, deu descarga, para disfarçar, e abriu a porta da cabine. Lavou as mãos saiu pela porta de cabeça erguida. Seu dia tinha acabado de começar.

Notas finais
Malz aí se tiver algum erro de digitação. Comentem, se acharam bom.