Stop look me

17 Capítulo 17 - Surprise


Notas iniciais
Olá. Demorei pra caralho, e foi totalmente culpa minha. Aceito xingamentos nos comentários. O capítulo ta curto, mas não é falta de criatividade e sim porque é um cap de ligação. E antes que eu esqueça: obrigada Unicorniana, por ter recomendado a fic, sua linda. Obrigada mesmo. Eu teria gravado um video de mim mesma dando pulinhos quando vi, mas ninguem gravou esse momento. Você é demais ♡☆

Quinn saiu da biblioteca apressada, ansiosa. Olhou no relógio, e viu que não dava tempo pra entrar e assistir a segunda aula, ou seja, precisaria esperar até o terceiro horário para conseguir alguma coisa.

Sentou-se num banco que ficava no corredor e de cabeça baixa, ficou ali esperando silenciosamente. Pecisava pensar, precisa bolar alguma coisa.

Ouviu o sinal bater e no meio da multidão observou a garota alta e rechonchuda vir em sua direção. Chegou para o lado e ela sentou na ponta do banco, passando o braço por seu ombro e lhe dando um beijo carinhoso na bochecha, fazendo a loira expressar uma careta e depois sorrir em direção à ela.

M: E aí, como foi com Santana Gostosa Lopez? — perguntou alto, curiosa. Quinn ia responder, mas ao perceber o adjetivo, deu um tapa leve na coxa de Mercedes e riu, enquanto a outra, mais escandalosa, gargalhou. — Não precisa usar de violência contra mim, Quinnie. Sou inofensiva, e totalmente hetero. A única coisa que quero de Santana é o amigo gostoso dela. — e gargalhou novamente — E ser madrinha do casamento, claro. — sorriu novamente.

Q: Ela não queria me perdoar. — abaixou a cabeça, triste — Mas eu insisti e ela resolveu me dar mais uma chance. Vamos tentar novamente, quero que dê certo, quero estar perto dela.

M: O que você fez pra convencê-la do contrário? — questionou curiosa para a garota mais baixa.

Q: Cedes, você e sua curiosidade... Eu usei meu charme... — Não queria dizer que chorou, mas Mercedes descobriria, tinha certeza.

M: Ofereceu sexo selvagem para toda a vida e ela aceitou? Duvido. — seu olhar era descrente, conhecia Santana, eram amigas, e ela nao era de aceitar esse tipo de oferta — Desembucha logo, Fabray.

Q: Juro que foi isso. — olhou nos olhos da amiga tentando dar credibilidade às suas palavras, e foi aí que se entregou.

M: Ok... — a loira suspirou de alivo, enganada. — Seu olhos de branquela totalmente vermelhos não têm nada a ver com isso, certo? — Game over, Quinn pensou. Sabia que ela descobriria, como pôde ser tola, e chegar a pensar por alguns segundos que tinha conseguido enganá-la.

Q: Droga. — suspirou derrotada — Ok. Sim, eu chorei. Eu... Eu não queria perdê-la. Por mais que ela não seja minha, eu a quero tanto... — emendou.

M: Quem disse que ela não é sua? Por que não diz isso pra ela? — perguntou.

Q: Nós nao somos namoradas... -respondeu desanimada.

M: Então mude isso. — sugeriu como se fosse a coisa mais simples do mundo.

Q: Não é assim, Cedes... Não posso ir rápido demais, senão me embolo toda, e tudo dá errado de novo e se der, não sei se consigo consertar, ok? Santana às vezes é bem brava.

M: E agora? Qual seu proximo passo, Fabray? — cutucou a outra, que suspirou fundo, tentando refletir.

Q: Vou levar ela pra casa hoje. — disse como se fosse uma coisa inédita no mundo.

M: Que clichê... — Mercedes deu de onbros — mas talvez funcione. Santana é romanticazinha, a princesa encantada dela do cavalo branco vai levá-la pra casa. Aposto que ela vai adorar. — afirmou avaliando mentalmente a latina em pauta, e dando tapinhas de incentivo em Quinn.

Q: Onde vai almoçar hoje? Aqui? — perguntou fazendo uma cara engraçada, um misto de repulsa e zueira.

M: Claro que não né, Fabray. Só o pessoal que não tem dinheiro pro almoço almoça aqui. A comida é horrível e eu preciso manter a forma! — gargalhou, porém a Fabray se manteve em silencio, pensativa.

O sinal bateu novamente, o que indicava o começo de uma nova aula. Quinn não queria entrar, não estava no clima pra ficar enclausurada em uma sala de aula.

M: Vamos? — chamou a amiga, oferecendo-lhe a mão.

Q: Não, não vou. — disse aérea.

M: Vai onde então, garota? Sabe que não pode ficar aí, ne? — disse irônica olhando para a de olhos claros.

Q: Vou fazer uma surpresa pra San. — contou se levando apressada do banco onde estava e deixando a amiga confusa.

M: Que surpresa, Quinnie? Nada de motel né? — perguntou curiosa, sorrindo.

Q: Nada de motel, Cedes, prometo! — beijou a bochecha da amiga, que ficou a observando ir, pensando no que a amiga ia aprontar dessa vez.

Notas finais
Sejam lindas como sempre e comentem...