Still Alive [Hiatus]
26 Nightmare
Notas iniciais
Tive uma semana muito, muito difícil, e sei que vocês não tem a ver com meu problemas. Se não quiserem ler meu desabafo pulem direto pra cap, ok?
Enfim, sabe a minha suposta amiga que supostamente havia tentado suicídio? Pois é, era uma farsa, uma mentira, tudo para chamar a atenção! Ela enganou a todos que gostavam e se preocupavam com ela. Depois de tudo, eu já estava em crise com meu namorado, ela falou coisas sem sentido para ele, então terminamos. Graças a Deus ele escutou a mim depois e nos acertamos. Desde domingo não durmo nem como direito. Já hoje as coisas estão entrando na linha, aprendi em quem em posso confiar. Machuquei-me como há tempos não fazia, de tão triste que estava, desesperada, na verdade. Demi Lovato me entenderia, sabe como é.
Outro detalhe, como escape para meus problemas, comecei a escrever um livro, ou uma fanfic original, como queriam... Se quiserem dar uma passada por lá deixarei o link. Só entrem lá se realmente se interessarem, não quero que vocês se sintam obrigadas apenas porque a autora é uma mala, né? ^^
http://fanfiction.com.br/historia/387885/New_Age/
— POV DARYL —
Eu usava praticamente toda a minha força para segurar Sarah, ela estava completamente fora de si. Sinceramente, eu não conseguia sentir pena de Andrea. Da forma como vinha infernizando a vida da minha garota desde que chegou aqui, ela bem que mereceu.
Todos estavam assistindo a cena da briga apavorados. A única coisa que eu conseguia fazer era rir.
Separei-as apenas porque sabia que se não o fizesse teria que ouvir sermões para o resto da vida, afinal, todos daquele grupo adoravam cuidar de minha vida, principalmente depois que Sarah apareceu.
Sob protestos e xingamentos que preferi ignorar, joguei Sarah sobre meu ombro e parti rumo ao quarto que ela ocupava.
— Me põe no chão! — ela gritava, debatendo-se.
Eu simplesmente a ignorei e continuei caminhando. Larguei-a sobre a cama e tranquei a porta.
Parei a sua frente, cruzando os braços, tentando manter minha expressão o mais séria possível.
— Por que você nos separou?! Por que me tirou de lá? Eu ainda não tinha acabado com ela! — protestou descontrolada.
— Shh... Sarah, essa não é você — comentei dando alguns passos em sua direção. — Você acha que eu deixaria você ter a vida de uma pessoa em suas mãos para depois ficar se lamentando para sempre? Por mais que seja Andrea — dei de ombros, tentando aliviar o clima.
— Você tem razão... — rendeu-se, cobrindo o rosto com as mãos e suspirando. — Eu... eu simplesmente perdi a cabeça... — abaixo-me ao lado da cama e toco seu rosto, fazendo com que ela olhe para mim. — Daryl, eu aceito todas as provocações dela, mas... jogar com a vida das pessoas que amo?! Isso eu não irei suportar! — concluiu determinada.
— Tudo bem, você tem razão. Agora pare com isso, está bem? A Beth vai ficar bem. Hershel disse que foi superficial, ela só vai levar alguns pontos e estará inteira de novo, e então ela vai precisar de você composta, e não querendo matar todo mundo — Sarah apenas concorda comigo, acenando levemente com a cabeça.
— Mas Daryl, eu estou tão preocupada... Com tudo! Com a gente, com a fazenda, com a Beth, com tudo! — repetiu angustiada.
— Vai dar tudo certo — digo enquanto subo na cama, deitando-me sobre seu corpo. Eu queria que ela esquecesse tudo o que estava a preocupando, e eu também precisava disso. — Que tal me mostrar um pouco daquela selvageria toda aqui na cama, heim? — sussurro em seu ouvido. Sabia que minha tática de distração estava dando certo, a julgar por sua respiração que se tornou minimamente descompassada.
Sem proferir uma palavra ela vira-se bruscamente, ficando sobre mim, beijando-me com fúria. Nossas línguas enroscavam-se quase violentamente, enquanto sua mão invadia minha calça, tocando meu membro que já estava completamente ereto.
Um gemido rouco escapa da minha garganta sob seus lábios, que por nenhum momento perderam contato com os meus.
Ela segura meu membro firmemente, fazendo movimentos de vai e vem. A garota estava querendo me deixar louco, e com certeza estava conseguindo.
Viro-a subitamente, voltando a ficar sobre ela. Literalmente, arranquei a blusa de seu corpo apressadamente, jogando-a no chão.
Sem a menor paciência, minhas mãos percorrem o caminho até o fecho de seu sutiã, abrindo-o e lançando-o para algum lugar do quarto. Ofeguei com a visão daquele belo par de seios que praticamente pediam para ser acariciados.
Sua respiração estava irregular, e eu sabia que ela estava tão ansiosa quanto eu para o que viria a seguir.
Comecei beijando seu pescoço, dando leves chupões e mordidas, e desci lentamente até seus seios.
Primeiro comecei lambendo levemente um de seus mamilos, enquanto acariciava o outro com a ponta do dedo indicador. Ela arqueava seu corpo em minha direção, puxando com força meus cabelos, o que me deixava ainda mais excitado.
Eu não estava nenhum pouco controlado, e nem queria. Sabia que ela estava impaciente, então não tinha porque ser tão carinhoso quanto da primeira vez. Meu corpo gritava, queimava impaciente para unir-se ao seu, mas eu queria levá-la à loucura, assim como ela estava fazendo comigo.
— Oh, Daryl... — ela sussurrou entre seus gemidos, o que me fez sugar seu seio com mais vontade.
Dei atenção ao outro enquanto ela gemia meu nome. Eu estava adorando vê-la assim tão solta.
Sabia que a fazenda inteira deveria estar escutando nosso show, mas eu pouco me importava, queria tê-la e não iria mais esperar.
Após me deliciar com seus seios, desço até o zíper de sua calça, o abrindo e arrancando-a em seguida, juntamente com sua calcinha, deixando à mostra sua intimidade, que me convidava a invadi-la.
Ela então foi empurrando-me até que eu ficasse de joelhos na cama e começou a tirar minha camisa, minha calça e minha cueca, com extrema urgência.
Sarah demorou-se avaliando meu membro completamente duro de excitação, e em seguida mordeu os lábios. Ela estava querendo acabar comigo.
Empurrei-a violentamente para que se deitasse, e subi sobre ela deixando que meu membro tocasse sua intimidade completamente molhada.
— Você quer Sarah? — perguntei forçando-a a olhar pra mim. Ela acenou com a cabeça. — Então me pede! Pede pra mim o que você quer! — eu queria ouvir da boca dela. Queria que ela pedisse por aquilo, por mais que fosse um desafio resistir.
— Eu... eu quero você dentro de mim... agora, Daryl... — ela sussurra ofegante em meu ouvido, mordendo de leve meu pescoço. Aquilo era demais pra mim.
Entrei nela com força, não iria me conter como da primeira vez.
— Oh Daryl... mais, eu quero mais! — pediu entre gemidos, enlaçando suas pernas em meu quadril, obrigando que eu a penetrasse mais fundo.
Ela gemia sem parar em meu ouvido, com certeza ela estava adorando tanto quanto eu.
Aumentei o ritmo e a força gradativamente. Ela não parava de pedir por mais, e céus, eu sentia tanta falta dela... Era impossível me controlar.
Eu sentia que não aguentaria por muito tempo, logo chegaria ao meu limite.
Beijei-a ferozmente quando senti sua intimidade apertar meu membro enquanto ela chegava ao ápice. Aumentei o ritmo de meus movimentos ainda mais, e não demorei a me derramar dentro dela, caindo exausto em seu peito.
Respirei fundo, tentando controlar minha respiração. Ela acariciava meus cabelos levemente.
Com certeza agora ela estaria mais calma... Não pude evitar que um sorriso malicioso se formasse em meus lábios.
— Daryl... — ela chama.
— Sim?
— Eu te amo — murmura ela.
— Eu te amo — repito um pouco sem jeito, aquelas palavras realmente eram estranhas... Apoiei-me nos cotovelos para encará-la.
— O mundo lá fora é cruel. Seria muito melhor se fossemos apenas eu e você, aqui dentro... — comenta enquanto traça o contorno de meus lábios com seu dedo indicador.
— Infelizmente temos que voltar para o mundo real... — digo mordendo levemente a ponta de seu dedo.
— Mas não hoje... Por favor. Hoje eu quero ficar aqui com você, e esquecer que existem problemas lá fora — suspirou cansada, fechando os olhos.
— Não hoje — repeti, deitando-me ao seu lado e aninhando-a em meu peito.
***
Acordei-me cedo pela manhã, enquanto Sarah dormia profundamente.
Levantei-me e me vesti, permitindo-me a admirar por alguns momentos. Ela era linda... Não... ela era perfeita, ainda mais da forma em que se encontrava, ressonando tranquilamente. Seus cabelos estavam um pouco bagunçados — resultado da noite anterior —, e havia apenas um lençol praticamente transparente cobrindo seu corpo. Ela era realmente linda... E minha.
Desci as escadas em direção à rua, queria saber como as coisas estavam e talvez eu ainda conseguisse voltar antes de Sarah acordar.
Assim que cheguei ao acampamento, uma discussão se desenrolava ali. Pelo que eu consigo perceber — apenas observando —, Rick e Shane haviam trazido o garoto de volta, e estavam fazendo uma espécie de votação para decidir se deveriam ou não matar a criatura em questão.
Não dei muita importância, afinal, minha opinião nunca era levada em consideração. Parti rumo a minha barraca para pegar uma roupa e tomar um banho.
Quando passei pelo tumulto novamente, Dale estava discursando sobre ética, falando sobre como matá-lo nos tornaria desumanos.
Estava seguindo para a casa novamente quando ele me chama.
— Daryl, o que você acha? — Dale questiona e todos ficam em silêncio, encarando-me.
— Sabe o que eu quero na verdade? Eu quero que se foda. Por mim podem matá-lo. É um problema a menos pra se preocupar — digo seco, dando de ombros.
— Então a decisão está tomada — conclui Rick firmemente. — Eu mesmo irei matá-lo. Fui eu quem o trouxe pra cá e serei eu que vou me livrar do problema.
— Não ficarei aqui para presenciar essa atrocidade... — apontou Dale, parecendo um pouco decepcionado, caminhando em direção à floresta.
Deixei-os com seus dramas de novela e segui para a casa para tomar um banho. Quando volto para o quarto Sarah já está acordada, parada em frente à janela.
— As coisas estão movimentadas hoje no celeiro... — comenta sem desviar os olhos de lá.
— Como? — indago abraçando-a por trás, olhando na mesma direção que ela.
— Primeiro Rick entrou no celeiro, depois Carl. Então os dois saíram correndo. Logo após, Shane entrou lá e até agora não saiu... — explicou-me sem rodeios.
— É complicado. Eles trouxeram o garoto de volta. Quando eu fui até a minha barraca buscar roupas, eles estavam fazendo um tipo de votação sobre matar ou não matar. No fim a maioria votou por matar e Rick disse que daria um jeito no cara. A partir daí eu já não sei mais nada — falei a ela sinceramente.
Somos interrompidos por Rick que praticamente derruba a porta.
— Dale sumiu, precisamos de ajuda para procurá-lo — diz ele desesperado.
Quando me preparo para lhe dizer um grande não, Sarah se põe a minha frente.
— Eu vou — prontifica-se rapidamente, já o seguindo. Sem mais escolhas, pego minha besta no canto do quarto e os acompanho.
Não demorou muito até que o encontrássemos, mas não da forma que esperávamos.
Ele havia sido pego, e quase todas as suas tripas estavam de fora, ele agonizava de dor. Não me sentia bem com aquela cena, apesar de tudo, o cara era uma boa pessoa.
— Dale! — Sarah grita, ajoelhando-se e envolvendo seu corpo. — Nós vamos te ajudar! Vai ficar tudo bem... — ela tenta acalmá-lo, já com lágrimas nos olhos.
— Não, não vão... — Dale sussurra fracamente. — Não há nada que possa ser feito. Apenas se comporte menina, não perca mais a cabeça... — Sarah apenas acena lentamente com a cabeça, acariciando o rosto dele e dando-lhe um suave beijo na testa.
— Adeus... — despede-se fracamente, vindo para trás de mim.
— Me perdoa irmão... — desculpo-me antes de acertar uma flecha em sua testa, aliviando seu sofrimento.
Viro-me para Sarah e ela me abraça. Deixo que ela chore aliviando um pouco da dor, e apenas a conforto, acariciando suas costas.
Aos poucos vou me afastando de lá e levando Sarah comigo. Dale fará muita falta ao grupo, com certeza ele tinha mais integridade do que todos nós juntos.
Logo que voltamos à fazenda, mal tivemos tempo de prestar nosso luto, visto que Shane já veio ao nosso encontro, com o rosto machucado, alegando que o prisioneiro o acertou e fugiu.
Aquilo realmente estava começando a ficar estranho...
Então, lá fomos nós novamente, procurar a chapeuzinho vermelho na floresta.
Foi impossível convencer Sarah a ficar, ela andava muito teimosa ultimamente, e não tive escolha, a não ser levá-la conosco.
Achamos o prisioneiro bem rápido até, afinal, a prática leva a perfeição.
Ele já havia virado um zumbi, então o coloco pra dormir com uma flecha no meio dos olhos. Rick insiste em dar uma checada no cara, e o mais incrível é que ele não tinha sequer uma mordida, apenas seu pescoço estava quebrado. Realmente as coisas estavam ficando ainda mais estranhas.
Rick chamou Shane para conversar em particular e em seguida Carl os segue. Sarah perguntou-me se não deveríamos impedi-lo, mas realmente não era da minha conta.
Aquilo não terminaria bem...
Sarah e eu ficamos esperando que as mocinhas voltassem do chá das cinco, mas apenas Carl e Rick retornam. Não tenho tempo de questionar o porquê, pois sou interrompido por um grito.
— Corram! — bradou Rick desesperado, dando alguns tiros para trás.
Quando olho para onde ele está atirando quase tenho um infarto. Era uma horda gigante de walkers, maior do que todas as que eu já havia visto, e estava vindo pra nós.
Empurrei Sarah pra frente e corri tudo o que minhas pernas podiam.
Notas finais
Nem vou dizer que blá blá blá mudei tudo e emendei um capítulo, vocês conhecem a tia Bella! kkkkk
Afinal, quando escrevi a fic pela primeira vez eu estava ansiosa para chegar na terceira temporada, então apressei a season finale, ok? kkk
Não me matem. Continuem me amando. u_u
Bjks ♥
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