Stay With Me

2 Capitulo 2- Life Is Beautiful


Notas iniciais
Então segundo capitulo... estou querendo agradecer muito a quem esta lendo e acompanhando, espero que sigam comentando, favoritando a historia. Nesse capitulo tomei a liberdade de indicar uma musica para ouvir lendo esse trecho da historia.

Coulson em fúria segura o médico pelo colarinho e começa a gritar com o homem logo Hunter e Mack começam a segura-lo.

– VOCÊ NÃO FEZ TUDO QUE PODE IDIOTA... VOLTE LÁ E CUIDE DELA!!

– Chefe hey, o doutor está fazendo o que pode.

Coulson se acalma, e põem as mãos no rosto se afastando de todos ali...

– Vocês não entendem eu quase a matei, eu tenho sorte dela estar viva... Mas não posso me perdoar, ela está ligada a aparelhos, não come e ela nem pode me bater pelo que eu fiz a ela...

– Chefe, eu e Simmons vamos achar uma solução nós somos os gênios lembra?

– Por favor, Coulson... vamos lá, a cavalaria não desiste ela vai melhorar já já... Diz Bobbi!

– Coulson, vamos você precisa de um café e todos aqui estamos de cabeça fervendo... Doutor nos mantenha informados... por favor! Diz Daisy

***

Já no Playground:

Coulson e Daisy estão no escritório.

– Sabe que por muito tempo, eu achei que você e May tiram um caso. Uma vez eu sonhei que você e ela ahhhhhmm. Melhor deixar para lá.

Ainda sério e perdido nos seus pensamentos Phil responde – Minha relação com Melinda sempre foi intensa, nunca passou de amizade, um dia eu acordei e de repente ela era indispensável emocionalmente. Mas o que ia dizer Skye, me desculpe Daisy?

– Pode parecer bobeira, mas já sonhei com a "Mamãe May e o Papai Coulson", quero dizer que essa relação de vocês me fez querer fazer parte da família, uma família que briga, mas que luta uns pelos outros, uma família que se quer bem, mesmo não sendo de sangue. Sabe?

– Eu sei o que quer dizer, mas quem eu sou nessa família? Agora eu sou apenas o cara que enviou todos a uma missão e acabou perdendo algo muito importante. Eu não tinha noção de o quanto Melinda pode me fazer falta, sinto falta do olhar sério e misterioso, da expressão fechada, que no fundo revela muita coisa, sinto falta do perfume suave, sinto falta até das batidas na porta chamando pelo meu nome.

– Acho que você não deve perder a esperança, quando eu fiquei doente você foi ao fim do mundo para me salvar, e mesmo usando tecnologia alienígena que no final você se arrependeu eu estou aqui, e tenho um poder maneiro. Agora faça o mesmo... E mais uma coisa uma coisa que eles não ensinam na academia, é que amor é simplesmente amor. Então meu camarada preste atenção em onde está colocando seu ônibus porque acho que sua primeira parada é o coração de gelo da May.

– Você foi ótima até a parte do “coração de gelo”... Mas ok, agora preciso pensar!

– Ok fique ai, e descanse. Ainda está difícil para todos.

A moça sai e fecha porta deixando o agente sozinho... Ele pensara em como seria o dia seguinte.

– Hunter, a culpa foi minha... Eu nunca deveria ter deixado May para trás.

– Não isso não é culpa de ninguém, apenas aconteceu Bobbi!

No dia seguinte...

Phil levanta mais cedo do que de costume e antes de sair de casa respira fundo e por mais que não seja parte de suas superstições eles sai pela porta colocando o pé direito. Vai em direção a Lola e na entrada do hospital uma senhora velinha com um cesto grande oferece flores ao homem. Coulson decide que margaridas seriam a melhor opção afinal elas lembravam May, simples, delicadas, duradouras e fortes, e com um perfume único.

Phil vai se aproximando e de longe ele percebe Rosalind observando May pela janela de vidro, ela mantinha o olhar fixo e concentrado.

– Rosalind?!

– Bom dia Phil, como você está?

– Vamos pular essa parte Rosalind, o que faz aqui? – Diz Coulson parando em frente a mulher bloqueando o campo de visão dela.

– Que mania de achar que sempre quero algo, mas que fique claro estou feliz que tenha achado sua agente.

– Eu também estou feliz, mas aqui não é seu lugar.... Então peço que fique longe.

Ela demonstra ira, mas aquilo foi bom pois Agente Coulson percebe que ali há mais do que se imagina.

Logo depois Coulson entra no quarto, seu olhar se direciona diretamente para May, a morena parece pálida, com machucados no rosto e mãos, ela parecia em paz. Ele engoliu-o a dor de vela assim e ainda segurando o pequeno buquê de margaridas deposita um beijo suave no rosto da mulher, logo sentou se ao seu lado e começou a observa-la.

– Então May, você sabe que precisamos de você. Por favor lute como nunca lutou antes!

Dia após dia a Equipe de Phil Coulson se reveza nas visitas para May no hospital. Até que Coulson decide que assim como Daisy ele vai manter May na unidade. As visitas são diárias, noites e dias...

3 Meses depois...

– Chefe o soro ficou pronto...

– Estou a caminho Simmons!

– Ok, todos prontos?! ... Com isso Simmons injeta em May o soro criado por ela e Fitz , com a esperança de que decerto. A princípio nada acontece, mas alguns minutos depois. Quando todos estão com caras tristinhas com a expressão de decepção.

May obre os olhinhos e vê aquela cena a sua frente.... Ela está feliz, mas muito confusa.

– Ela acordo diz Daisy... Ohh my god!

Jemma retira a mascara do rosto da morena para que ela fique mais confortável e possa dizer algo. E em um grande suspiro e voz rouca de tom quase mudo...

– Eu estou de volta... Diz May

Coulson sai em disparada dali, eles estão felizes e fazendo festa de que May acordou, mas ainda há tumultuo e todos na volta paparicavam a morena, que agora era apelidada de “Talismã”.

– Ok, May agora tem que descansar e ficar boa logo, a final precisa pôr as coisas em ordem aqui! – Diz Jemma

– Agente May, prometa que não vai mais brincar assim com a gente de novo?

– Sim, Hunter! — Diz May

– May fique boa logo, ainda há muitas batalhas para todos nos.... – Diz Bobbi e Mack (Um completando a frase do outro)

Todos vão saindo, restando apenas May e Jemma na sala.

Dias depois, Deisy decide conversar com Coulson, apensar de ela perceber que ele estava evitando todos na equipe, mas ela não deixaria passar afinal era estranho que ele apenas aparecia para ver May quando ela estava dormindo, ele passara horas observando a morena que dormia com tanta leveza. Todos já haviam conversado com ela, menos ele.

De repente ao observar Coulson se afastar do quarto de May, Daisy sai de traz dele e chama sua atenção...

– O que foi, AGORA? May está bem você deveria de estar lá com ela e não se escondendo dela, você aparecendo assim ela nunca vai saber que está lá.

– Daisy você não sabe o quanto eu queria ser outra pessoa e não ser eu.... Eu queria tirar Melinda daqui e leva-la para um lugar onde nunca mais corra perigo e mais eu não aguentaria se ela não resistisse a isso.

– Mas Coulson agora ela está bem, e você não deveria se culpar de nada afinal a culpa é somente da Hidra... E vamos encarar os fatos acho que está mais confuso porque o susto de perdera está liberando algo que você sempre sentiu mas nunca prestou atenção.

– Eu sei, mas não posso parar de pensar nisso, como assim?

– Vamos lá, eu não preciso dizer a você o que é óbvio... Você e May...

Coulson então começa a observar e não contesta a Daisy que vai se afastando cada vez mais... O deixando ali parado...

(*** Dica, ousa essa música em quanto lê essa parte do capitulo: https://www.youtube.com/watch?v=rGIwZccbRI0 )

E depois de muito tempo ouvindo as palavras de Daisy se repetirem em sua mente Phil vestido em seu terninho como de costume sai correndo o mais rápido possível em direção ao quarto de Melinda, ele corria com um intenso sorriso no rosto. E quando chega frente a porta, lá está ela vestida com essas roupas de hospital cabelo presos, deixando todo rosto todo a mostra ela se mantinha de pé mesmo que apoiada no suporte do soro que ainda estava posto em sua mão esquerda. Pois como todos já a conhecemos ela não se deixaria ficar deitada por muito tempo.

A porta de abre, e ela vira em direção a ele, Phil se posiciona a frente da mulher.

Phil ainda ofegante diz – Você está de pé?!

– Você veio?!

A passos pequenos ele vai se aproximando de Melinda. – Uma parte de mim, nunca saio de perto de você. Mas a outra parte não consegui se aproximar por medo de te causar mais danos.

Melinda dá um passo frente a Phil, e se aproxima o suficiente para que os dois fiquem a poucos centímetros um do outro. Ela olha nos olhos dele e diz – Coulson, a vida é bela, mas é complicada!

Após ouvir as palavras de Melinda que as exclamou com um leve sorriso no rosto, Phil põem as duas mãos sobe o rosto da mulher e a beija intensamente, um beijo sincero que revela um amor apaixonado. Ela retribui o beijo pondo as mãos sobre as dele que ainda estavam em seu rosto.

Logo após o beijo nem um dos dois disse nada, Coulson envolve Melinda em um abraço apertado como se nunca mais fosse solta-la e ela se aconchega pondo o rosto no peito do homem podendo ouvi as batidas serenas de seu coração.

E assim os dois se mantém... Unidos como se nunca nada houvera os separado.

Notas finais
Então o que acharam do capitulo? Eu acho que ficou 60% do que eu esperava... mas estou melhorando... Podem me xingar se quiserem, comentários sempre serão bem vindos! PS: A musica pode não ser conhecida de todos, mas vale apena ouvir, cria todo um clima para fic... Obrigada por estarem lendo!