Stay With Me
19 Capitulo 19- Desconfie Quando Tudo Esta Muito Bom...
Notas iniciais
Na manhã seguinte...
Phil e May, ainda se arrumando para irem tomar café da manhã, ouvem três batidas na porta, era Daisy, ela parecia com pressa.
— O que ouve Daisy? – Dizendo May logo que abre a porta
— Bom dia, May eu preciso que você e Phil venham comigo, temos algo na sala de reunião.
— Alguma coisa grave? – Diz May abrindo a porta e sentando-se na cama para pôr seus sapatos.
— Daisy, foi aquele garoto não foi? — Diz Phil colocando o terno.
— O que? Não, não, Lincoln é ótimo.
Então os três se dirigem a sala de reunião, Daisy apura o passa ficando à frente de May e Coulson, a garota chega primeiro a porta barrando a entrada.
— Daisy, o que foi agora?
— Assim, caso não gostarem apenas saiam e não gritem! Ok?
— Mas do que você está falando garota? – Diz May já abrindo a porta.
— SURPRESA!!!! – Dizem todos juntos. Vestindo chapeuzinho de festa, com um pequeno bolo escrito “BEM VINDA BABY PHILINDA” no centro da mesa e seguidos de presentes. May e Coulson se encantam com a surpresa, a final nem um dos dois pensaria que algo assim pudesse acontecer.
— Então o que acharam? – Diz Daisy vestindo seu chapeuzinho.
— Nós estamos encantados e agradecidos!
— Bebe Philinda, eu amei isso! – Diz May.
— Vocês são ótimos!
— Esperem temos alguns presentinhos para entregar... May sentada em uma das poltronas e Phil sentado na guarda, eles iam abrindo os presentes um a um. O primeiro, era o de Daisy, uma pulseirinha bem pequenininha com a palavra HOPE que significa esperança.
— Vocês sabem que eu sempre tive esperança, e quando eu pensei em desistir Phil e May, vocês não deixaram, me fizeram acreditar mais, recarregando em mim esse sentimento que nós nunca deveríamos esquecer, que é acreditar, ter esperança de termos e sermos melhor. – Diz Daisy que abraça Phil e depois Melinda sentando no chão ao lado dos dois.
— Obrigada Daisy, é um presente lindo!
O Segundo presente era de Jemma e Fitz, era uma baba eletrônica capaz de escanear o ambiente informando se a temperatura está ou não adequada ela também tinha um sensor de movimento.
— Fitz e Jemma, nossa que ótimo. Obrigado!
O terceiro era de Mack, eram três bicos(chupetas) em cores rosa, lilás e transparente, eles levavam rastreadores imperceptíveis embutidos. – Eu lembro que minha irmã perdia os bicos de minhas sobrinhas e parece que isso é algum tipo de acalma-dor de bebes!
— Eu tenho certeza que que vamos precisar disso bastante. – Diz Coulson, fazendo com que todos riam.
O quarto presente era de Bobbi e Hunter, eram sapatinhos lindo, eles eram adaptáveis e ajudariam a bebe a dar seus primeiros passinhos.
— Eles são lindos e delicados para uma garota e o melhor confortáveis, May eu sei que assim como eu você também sonhou com um par desses. — Diz Bobbi.
— Eu adorei, eu sempre achei que alguém deveria pensar nisso. Obrigada ao dois!
E por ultimo mas não menos importante era o de Lincoln ele acabara de chegar, e não conhecia muito Coulson e May, então pensou em algo óbvio e que fosse útil ao um bebe. Ele parecia um pouco desconcertado com o presente, envergonhado, mas mesmo assim o entregou. E eram fraldas descartáveis.
— Pessoal eu sinto muito, por não ter pensado em algo como os outros, só achei que ela fosse precisar! – Diz o garoto super envergonhado.
— Eu realmente amei todos os presentes pessoal, mas fraudas foram meu ponto fraco não é Phil? — Diz Melinda.
— Claro, afinal terei que compra-las com muita frequência agora!
Todos riam e comiam bolo, falavam sobre a bebe e disputavam um lugarzinho na vida dela. Hunter decidiu que ele seria o tio número 1, para as fugidas até o sorveteiro, Bobbi ficaria encarregada de apetrechos de beleza, Simmons e Fitz de a ensinar coisas inteligentes, Mack seria o tio do esporte. Já Daisy seria a tia que se encarregaria de fugir dos sermões. De repente May vê Lincoln distante e decide ir ver o que o garoto tem, ela por uns minutos se afasta de todos que seguiam falando com Phil e se aproxima de Lincoln.
— O que você está pensando?
— Sabe agente May, estou pensando na saudade.
— O que você quer dizer?
— Um dia, eu tive um pai e uma mãe que cuidaram de mim, e agora não tenho ninguém.
— Daisy também costumava dizer que não tinha ninguém e agora olha o tanto de pessoas que estão com ela, durante algum tempo também me senti assim mas olhe para mim, sou uma melancia que fala.
Lincoln ri do que ela acabara de dizer. – Eu já vi mulheres gravidas e você de longe parece bem melhor que muitas delas.
— Isso foi gentil, mas não fuja do que perguntei. Onde está sua família agora?
— Eu não sei, acho que meu pai morreu e minha mãe também, e lembro de uma explosão, lembro que descobrir sobre os poderes um tempo depois, eu sonhei várias vezes com a minha mãe, cabelos castanhos, olhos claros mas nunca tive uma visão claro do rosto dela. É como se muita coisa fosse apagada da minha memória.
— Como assim explosão?
— Eu não me lembro, bem. Lembro de estar ao lado do meu pai e um homem começa a gritar com a recepcionista e um forte barulho, lembro de acordar com as sirenes e encontrar um dos inumanos de Jiaying, Gordon, ele me levou para a fortaleza, mas eu mais ficava me escondendo pelas ruas de NY e Chinetown.
Ouvindo a história de Lincoln, Melinda vai se dando conta que que a ouvida algo parecido, Rosalind lhe contara sua história e mesmo sem ter certeza ela sabia que ele podia ser o filho de Rosalind. Em um rápido movimento, Melinda dá um soco no nariz de Lincoln o fazendo sangrar, e com um dos guardanapos ela passado no rosto do garoto. Todos olham apavorados para a atitude da morena, aquilo não fazia sentido.
— Simmons, vem comigo! – Diz May saindo com pressa da sala.
— Melinda o que deu em você? – Diz Coulson.
— Meu amor não se preocupe eu não estou loca, apenas quero ter certeza de uma coisa.
Daisy estava cuidando do garoto e o ajudando a se limpar.
— O que aconteceu, Lincoln?
— Eu não sei, essa maluca simplesmente me deu um soco!
— Jemma vamos, e garoto não guarde magoas de uma mulher gravida.
Jemma já seguia May que caminhava a passos largos ao mesmo que limitados para uma gravida de nove meses.
— Agente May, a alguma coisa que eu devia saber? — Pergunta Simmons que acabara de entrar no laboratório junto com May.
— Sim e Não... Jemma preciso que você teste o sangue de Lincoln e veja se tem grau de parentesco entre ele e Rosalind.
— Como? Miss Rosalind?
— Faz o que eu pedi, e rápido!
— Ok... Diz Simmons, que logo põem as luvas e já começa a analisar o guardanapo e por fim compara-los com o DNA de Rosalind no sistema da Shield.
Alguns minutos se passaram e aquilo chama atenção de May...
— Agente May, já tenho a resposta!
— Então? – Logo May direciona o olhar para a tela do computador e tem a resposta que desejava. Lincoln era o Filho de Rosalind, ele era Eliot, então quando a morena vai sair em direção a Phil ele aparece na porta a segurando pelos braços.
— Phil, nós precisamos ir até Rosalind, tenho uma notícia para dar a ela e é ótimo ...
— May...
— Phil é sobre o filho dela, vamos.
— Melinda, espera. Rosalind ligou agora, pedindo por nós, ela precisa de ajuda com Elizabeth a nova inumana e ela não parecia nada bem na ligação.
— O que? Qual o problema com a garota, ela parecia inofensiva.
— Ela não disse nada, mas temos que ir, vamos.
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