Stay With Me

17 Capitulo 17- Simplesmente Isso...


Notas iniciais
O capitulo fica pequeno e peço desculpas por isso, mas nossa já estamos no cap 17 :) Obrigada por lerem! Boa Leitura...

Melinda se depara com Fitz que ainda treinava sozinho, com o saco de pancadas e o computador estilo GIA-JOE, como esses de videogame, para o uso de armas de fogo ou melhor armas de neutralização. Um tiro na direita, um na esquerda, outro a sua frente e “bum” Fitz avia sido atingido por um dos hologramas.

— Droga! – Diz o garoto retirando a proteção do rosto, seguindo em direção ao computador, ele estava indignado, pela terceira vez havia perdido para o jogo de treinamento.

— Acho que você deveria ter menos pressa!

— Agente May, eu sinto muito se lhe acordei!

— Não se preocupe, nem eu nem a baby, estávamos dormindo. Às vezes acho que essa garota esquece que sou a mãe dela e não o pula, pula.
Fitz fica observando Melinda sentar de um jeito estranho, ele via que ela continuará sendo durona, mas ao mesmo tempo frágil. Ela admirava o fato dela parecer inofensiva mas quando atacava, era uma máquina de combate, era uma mulher inteligente e forte, que carregava consigo beleza e compaixão.

— Agente May, precisa de ajuda!

— Não se atreva a dar um paço, Agente Fitz, eu sou perfeitamente capaz de sentar sozinha! – Diz ela se entristecendo nas últimas palavras ditas por si mesmo.

— May você tem alguma coisa, sabe que pode me dizer o que é... E não adianta me dizer que não, mas uma coisa que eu sou é uma pessoa observadora e já percebi e as vezes você se desliga. Na semana passada o Mack foi ajudar você com as caixas, primeiro você ficou brava e depois se desligou, Coulson foi te ajudar com o equipamento da sala de contenção e treinamento dos inumanos e você quase o fatiou no meio apenas com o olhar. Essa parte foi engraçada, mas eu não ri! Eu juro. –Diz o garoto dando uma pequena risada, logo que se aproximou de May.

— Fitz eu estou me sentindo inútil, até pouco tempo eu mandava na pilotagem dessa aeronave, eu comandava o treinamento e estava presente em qualquer situação com os inumanos.

— May você está sofrendo o que todos sofremos um dia, a insuficiência que os outros acham que nós temos. Vou dizer a você o que eu acho que você me diria “VOCÊ ESTA GRAVIDA MULHER, ACEITE QUE NÃO PODE LEVANTAR PESO E FICAR SE ARRISCANDO EM SALAS DE COMBATE”. Então o que achou?

— Primeiro eu acho que nunca diria a você que está “gravida” e segundo eu nunca falaria assim e terceiro obrigada, acho que precisava ouvir algo que soasse com a minhas palavras, mesmo de uma forma mais "diferente". Depois disso estou bem e quero dizer que você está fazendo errado... liga a área de treinamento e volte lá.

O garoto sorri, e entrega o controle de programação a May, em seguida corre para o centro do projetor.

— Fitz ... feche os olhos...

— Que história é essa de fechar os olhos? Eu não consigo com os dois olhos abertos, você acha que consigo sem ver nada?

— Fitz apenas concentre-se ... quando abrir os olhos calcule, número de armas, número adversários, visualize ataques perfeitos e isso tudo antes de voltar a piscar.

Em seguida a morena ativa o campo computadorizado e quando aquilo acontece, Fitz faz exatamente o que a morena disse. Antes que a brincadeira esquentasse e o tempo de uma piscada tivesse passado Melinda para a simulação e questiona o garoto. – Fitz não abra os olhos e responda, o que você vi-o?

— Eu vi seis 6 homens, 6 armas letais, 9 armas não letais, 3 pontos fortes e média de 34 movimentos possíveis como agente atacante.

— É exatamente isso, agora eu não vou segurar o simulador quero que você repita isso para si mesmo e não se deixe errar.

Fitz movimente a cabeça confirmando que havia entendido e inicia a nova simulação, o garoto assimila tão bem o processo de visualização que consegue obter recorde de eficaz da máquina. Ele sai alegre com aquilo, perdeu horas de sono mas consegui se superar. Logo depois May, contente pelo garoto se sente cansada e vai deitar-se, e já Fitz ainda arrumando umas coisas percebe a presença de Simmons e decide ir falar com ela.

— Hey Jemma a quanto tempo esta aqui? – Diz Fitz simpático

— A tempo suficiente para ver, que mesmo depois da Agente May se unir com Coulson e mesmo depois dela estar gravida, você ainda baba por ela.

— O que? Você está falando do que?

— A Fitz por favor, você sempre defende a May, ela é sempre a Santa May, ou se não a super-heroína favorita. Agora você passa a observando o dia inteiro.

— Não fala besteira, eu a observo porque admiro que ela é, e se você não viu ainda eu estou tentando ser como ela. Jemma tanto você como eu escutamos sobre “A cavalaria”, eu não gosto da May, não que nojo. Ela poderia ser como uma mãe, basicamente alguém que quero ser um dia.

— É isso Fitz?

— Claro que é!

— Eu sinto muito, mas é que agora eu estou sozinha, não somos mais Fitz-Simmons agora só somos o Fitz e a Simmons. E confesso que me incomodava ver você crescer tanto e eu continuar aqui. Todos estão mudando e eu sigo igual.

— Não sinta, sei que eu no seu lugar faria o mesmo. Agora vamos dormir porque nos restam poucas horas de sono.

— Esta bem, mas tem mais uma coisa Fitz...

— O que é Jemma?

— A agente May podia ser sua irmã mais velha, você não é tão novinho para ser filho dela e nem ela tão velha para ser sua mãe.

— Jemma ultimamente até você defende ela, e depois fica falando de mim.

— Fitz eu estava apenas clamando meus direitos como sua metade, e acho que May tem estado mais próxima de todos nós, nesses últimos tempos. E Fitz não se preocupe já entendi que você vê a May como mais um “Vingador”.

— Exatamente, mas vamos dormir esquentadinha. – Diz Fitz empurrando a amiga ciumenta, e os dois saem brincando com o fato de terem que fazer silencio nos corredores para não acordarem ninguém.

...

Notas finais
Deixem um recadinho *-*