Start The Killing

8 Shattered By Broken Dreams


Notas iniciais
bom capitulo é meio pequeno mas já da pra deixa-los felizes. eu gostaria que meus leitores fantasmas me deixassem uma reviews eu ia adorar um beijo pra voces e boa leitura!

– me desculpa, eu não divia...

– não se preocupe

– então nos vemos depois?

– claro! Eu respondi sorridente, aquele beijo me deixo num estado de êxtase. Ele foi embora me deixando sozinha com um turbilhão de pensamentos. Resolvo entrar, mas percebo olhares vindos de janela da sala.

–Posso saber o que a senhoritas faziam na janela?

– olhando você e seu primeiro namorado! Ah até que fim eu vou ter um cunhado e muito gato por sinal...

– Sam!?

– ah filha me da um abraço?

– pra que tudo isso?

– Eu não sei se você se ainda se lembra há alguns anos atrás, prometeu que nuca iria chegar a namorar com um garoto

– lembro sim mãe... Mas eu sinto que o Matt é cara diferente.

– assim todas nos esperamos!

– bom eu vou dormi. Um beijo pra vocês suas bisbilhoteiras

Fui para meu quarto, coloquei um pijama e me deitei. Não demorou muito para o sono chegar...

***

Eu apareço num lugar estranho, parece ser um convento abandonado. Ando pelos corredores a procura de alguém, mas nada encontro. Até que me encontro parada em frente a uma pequena catedral, as portas estão entreabertas. Num movimento involuntário eu entro na igreja. Dentro dela vejo algo horrível. Corpos e mais corpos de freiras e jovens padres, há sangue por todo lado. Em seus corpos a cortes profundos. Sinto náuseas ao ver a cena. Meu corpo parece está com vontade própria. Eu sigo para os fundos e lá mais mortos e mais sangue. Mas entre tanta angustia e tanto sofrimento existe uma pessoa viva. Eu me aproximo, mas não consigo ver seu rosto ao meio de tanto sangue. Ela se levanta e me encara com um olhar fulminante. Seus olhos eram da mesma cor que banhava aquele imenso mar que havia sobre ali. Vermelhos de ódio, de dor. De vingança. Essa palavra soou enquanto sua imagem se desfigurava. Ela queria me consumir, me devorar, mas ao mesmo tempo pedia ajuda. Sinto uma forte dor no peito. Seu canivete perfurava meu coração e nada posso fazer para impedir. Eu não consigo. Meus músculos não têm mais força para se moverem. Nesse momento nem dor eu já sinto mais. O meu sangue já se misturava com os dos demais que estavam ali. Mesmo assim a pessoa com o canivete continua a me perfurar. Parece sentir prazer em fazer isso. Ela ria, zombava de mim. Porque fazia isso comigo? Eu lhe fiz alguma coisa de ruim? Essas eram as únicas coisas que se passava na minha mente. A lâmina passava levando um pedaço de mim, de tudo o que fiz e o que deixei de fazer, não havia mais esperança, não naquele momento.

***

8 horas, mostra o pequeno relógio de mesa que está sobre o criado mudo. O sol brilhava através da persiana. Acordei com os gritos conjuntos do despertador e da minha mãe. Percebo que estou banhada em suor.

– nossa! Que pesadelo! – penso alto – nunca tive um tão realista...

Definitivamente eu tinha que ver a Anyce de novo. Era sábado então eu fazia o café da manha. Enquanto a água fervia peguei o telefone e redisquei o numero que o Matt havia me ligado. Uma voz feminina atendeu.

– Loja de disco the darkness bom dia

– bom dia, o Matt está?

– Não ele não trabalha aqui hoje

– ah...

– mas posso te dar o numero da casa dele

– espera vou pegar um papel e uma caneta

Anotei o numero e liguei. Pedi pra ele vi aqui pra gente conversar melhor assim que ele chegasse também pediria para irmos a casa do Zacky, precisava ver a mãe dele urgente...


Notas finais
E então agora eu mereço reviews?