Star Wars Vii - Amigos Retardados Atacam
1 Episódio 1 - minha vida é uma merda
Notas iniciais
err... sem idéia pra essa nota, weeeeeeeee õ/
boa leitura e reviewzem
espero que esteja engraçado
Episódio 1 – minha vida é uma merda.
Olá. Eu sou Niikura Kaoru e a minha vida é uma merda.
Tudo começou quando eu era apenas uma criança estranha. Estávamos na era da moda \"Star Wars\" e eu ganhei um sabre de luz de brinquedo dos meus pais. Eu achava aquilo estranho, mas minha mãe insistiu que eu deveria levar aquilo pra brincar na escola. Sem escolhas, eu acabei levando mesmo...
E aí eles começaram a andar comigo. Um grupo de estranhos, problemáticos e, eu já disse, estranhos?
Naquele dia eu cheguei à escola meio desnorteado ainda pelo sono. Não foi surpresa nenhuma aquela cena...
-Você nunca vai superar o lado negro da força!
-Você irá pagar por seus anos de maldade!
Viu por que minha vida é uma merda?
Lá estavam, Kyo e Die, com seus sabres de luz, dois idiotas...
Como se não bastasse, a bicha mal comida, que é o Uruha, estava gritando “Me ajude, me ajude!” com aquele vestido branco ridículo.
Suspirei pesarosamente, apressando meus passos na intenção de escapar da abordagem daquele bando de loucos. Escondi meu rosto com o capuz do casaco e corri escola adentro. Mas não contava com eles, Yomi e Ruki, R2-D2 e mestre Yoda... Eu devo ter feito strip na mesa da santa ceia...
-Kao você viu meu novo boneco de ação?
Mais uma... ELES TÊM BONECAS!!
-Não, não vi... Estou atrasado, com licença... -desviei e saí correndo dali até achar que estava em um corredor seguro...
Quando de repente, algo me agarra por trás, mordendo meu ombro.
-Não fuja, Luke Skywalker! -puta merda, o C3PO...
-Die... -puta merda, tem um maluco que acha que é o C3PO me agarrando no corredor.
-Já disse que é C3PO...
-Me larga! Você tem que parar de brincar, um baita cavalão com 18 anos brincando de star wars!
-Você não quer me ajudar a trocar o óleo, não, Kaokao? -ele sorriu pervertidamente.
-Sai pra lá, capeta! -me soltei dos braços dele e corri pra sala de aula. Quem sabe, lá eu teria paz...
Ta! Eu taquei rochas na cruz... Não acredito que aquele filha de uma quenga me jogou na parede...
-Eu sei que você gosta, Luke Skywalker!
-Quem mentiu pra você, Daisuke? -eu batia nos ombros dele tentando fazer ele me soltar.
-Mentiram? Meus sensores não captaram mentiras... -ele grudou o corpo ao meu e mordeu meu pescoço.
-M..me solta! Seu louco! -gaguejei, merda.
-Hum... Meus sensores dizem que você quer mais
-Acho que eles estão com problemas
-Prefiro continuar acreditando neles...
O imbecil esfregou o corpo no meu e me deu um chupão no pescoço. O que ele tinha na cabeça?! E o pior... É que eu gostei da parada...
-hm...
-Isso foi um gemidinho, Luke?
- Luke é o caramba!
Ele mordeu minha orelha... ai já é apelar...
-D..Daisuke... P..para! M..me solta! E..eu vou gritar, heim!
-Não vai... Não vai, por que você é um Luke safadinho e gosta de putaria com seu robozinho sexy. -piscou e mordeu meu lábio inferior, puxando de leve.
Minha voz sumiu. Capeta...
Nós estávamos no maior amasso... Quando o Ruki chegou.
-Faziam o que, os jovens aí? -o nanico chegava com aquela túnica de mestre Jedi... Eu tentei salvar, eu tentei...
Eu fiquei mais vermelho que molho de tomate, mas ok.
-N..nós...
-Estava contando um segredo para o Luke, mestre Yoda. Coisas particulares.
-E, estar assim tão colados, precisavam?
-É muito secreto. [?]-riu baixo. -Tão secreto que eu mesmo desconheço, mestre.
É... Andou Daisuke é o mestre da encheção de linguiça... Mas o tampinha nunca que iria cair numa daquelas. Até ele conseguia ser inteligente... Não é?
-Ah, entendo. Então pode deixar. -o baixinho saiu andando devagar.
Virei a cabeça de vagar em sua direção... E lá estava ele com aquele sorriso malicioso.
-Posso te ensinar como você foi concebido, Luke Skywalker?
-Sai pra lá demônio! -me soltei, com muito custo, e corri pra sala de aula.
Não que eu não tivesse me sentido animado com os toques dele, mas... Eu não iria ficar com um cara que acha que é o C3PO! Não mesmo!
Cheguei poucos minutos antes do sinal tocar. Logo, todos entrariam em sala.
Saí da sala de aula correndo, quanto antes chegar em casa melhor...
Me sentia numa corrida da São Silvestre. Eu na frente e um bando de retardados atrás. A polícia começou a nos seguir por que achava que eles queriam me linchar... Tô dizendo...
Eu queria ser atropelado, sabe? Morto eles não me perturbariam... Mas eu tinha um medo danado de morrer, então eu desviava dos carros com maestria, na rua. Só faltava três quarteirões pra que eu chegasse em casa. Tão pouco!
Mas eu não esperava que um maluco com um sobretudo saísse de um bequinho escuro, me pegasse no colo e saísse me carregando para dentro da mata.
Eu realmente não esperava, mas Die o fez...
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