Notas iniciais
Oie. Perdão pela demora Espero que gostem do capítulo! Boa leitura

Liz Kaled

Cada dia eu ficava mais curiosa para saber quem era o anônimo. Todos os dias ele me mandava uma carta. E hoje era o dia de fazermos o trabalho de história, só de pensar que teria que fazer praticamente tudo sozinha me deixava desanimada.

Pelas duas da tarde eles chegaram assim como o combinado. Abri a porta e os recebi com alegria, gostava daqueles idiotas. Nos sentamos no sofá e a primeira visão pude perceber a troca de olhares entre o Lucca e a Ellena, coitados achavam que me enganavam.

Começamos a fazer o trabalho e por incrível que pareça todos estavam fazendo sua parte e aquilo me deixou feliz. Pela primeira vez notei o quanto o Victório estava quieto e na dele, nem parecia o mesmo. Bom eu estava os observando demais ao invés de fazer a minha parte. Então comecei a montar os slides enquanto a Ellena começou a separar o que cada um ia falar.

Eram quase seis horas quando terminamos, estava tudo organizado e na sexta – feira seria a apresentação.

— Aí estou um prego. – Diz Victório revirando os olhos.

— Que isso cara até que foi legal! – Foi a vez de Lucca.

— Ficam pro jantar? – Sorrio.

— Não amiga, melhor não! Não queremos incomodar. – Diz Ellena sorrindo.

— É. – Torna Lucca.

— Poxa gente vocês não incomodam. – Sorrio sem graça.

— Pois eu aceito ficar para o jantar. Estou com uma baita fome. – Se oferece Victório.

Rimos. E logo em seguida nos despedimos de Ellena e Lucca. Fecho a porta e olho para Victório por alguns segundos. E se fosse ele o anônimo? Não, que idiota! Ele era o galinha do colégio, fala sério como eu era sonsa.

— Bom, o que você gosta de comer? – Tento ser gentil.

— Ah eu como qualquer coisa, não ligo muito pra essas frescuras. – Diz ele sorrindo.

— Tem strogonofe serve? – Risos.

— Claro, eu adoro. – Sorrio.

Vamos para cozinha e eu esquento o jantar no servindo em seguida. Começamos a comer, estava uma delícia aqui em casa geralmente comíamos só strogonofe era a única coisa que minha mãe sabia fazer de melhor na cozinha.

— Está ótimo. Sua mãe cozinha muito bem! – Disse Vic sorrindo.

— Sim. Bom na verdade essa é a única coisa que minha mãe sabe fazer na cozinha. – Risos.

Vamos conversando e comendo. O Victório era muito gente boa e legal. Eu nunca tinha percebido isso mais era. Terminamos de comer e ele me ajudou com a lavar toda a louça e depois ficamos conversando mais um pouco até o Ryan chegar, logo em seguinda o Vic se foi.

— Está ficando com o gostosinho mana? – Debocha Ryan.

— Não seu idiota. Ele apenas ficou para o jantar, ficamos a tarde toda fazendo um trabalho de história junto com a Ellena e o Lucca. – Reviro os olhos.

— Nossa que tédio!

— Ah foi legal! – Sorrio.

— Sei...

Jogo a almofada em Ryan que joga em mim em seguida e continuamos a fazer aquilo até que uma das jogadas acerta na mamãe.

—Parem com isso, parecem duas crianças. – Ela Berra.

Abaixo a cabeça e Ryan se levanta encarando a mamãe que o olha com raiva e sai da sala batendo o salto no chão, Ryan a imitada e eu não consigo controlar o riso, ele era um total idiota.

— Sua mãe é uma chata mesmo. – Ryan se senta no sofá e revira os olhos.

— Igual a sua!

— Mais elas não são a mesma?

Caímos na gargalhada. Ficamos ali na sala por um bom tempo, o Ryan era o máximo. Apenas ele me fazia rir daquela maneira. Já quase meia noite quando fomos para nossos quartos. Tomei uma ducha rápida e me deitei.

Assim que coloquei a cabeça no travesseiro o sorriso de Victório veio e minha mente e por alguns segundo eu sorri. Não sei porque motivo mais eu sorri, e era um sorrio que me fez bem que trouxe uma paz enorme no coração. E dormi.

***

Victório Ritcheli

Essa noite eu custei a dormir, e não foi porque eu sai para uma balada ou fui pegar alguma gata e sim porque eu não conseguia mais tirar a Liz do meu pensamento, o sorriso, o jeito fofo e ela toda! Ela era incrível em todos os sentidos.

Fiquei deitado a noite toda olhando pro nada e pensando nela! Cara, eu tinha que tomar coragem para me declara, mais eu era um idiota e ela iria rir na minha cara com certeza. O que alguém como a Liz ia querer comigo o galinha do colégio que faz as garotas de bobas.

Peguei meu celular e fiquei olhando as redes sociais dela que postava fotos enquanto o meu tinha mais de um álbum de tantas fotos e vídeos. Aquele sorriso pequeno e fofo dela mexia com meu psicológico. Eu precisava agir, precisava que ela fosse minha a qualquer custo.

Estava quase amanhecendo quando o sono finalmente resolver a aparecer, mais já estava na hora de ir para o colégio e eu não ia deixar de ir no colégio para ver a Liz, então crie coragem e me levantei para ir ao colégio.

Notas finais
Comentem. Beijos ♥