Stand up, be strong

21 Capítulo 21 - Notícias desagradáveis


Notas iniciais
Yooo, minna-san! Como vocês estão? Um capítulo fresquinho e cheeeeeeeio de emoção para vocês! Me perdoem pela demora, não consegui arranjar muito tempo entre as viagens e outros compromissos.
Queria dizer que, infelizmente, a fanfic está próxima do fim. Talvez mais uns três capítulos. Espero que vocês acompanhem-me nessa até o fim, assim como na minha nova fanfic. Ela chama Aisuru e é sobre bleach também, porém inventei um universo totalmente alternativo. Cliquem aqui para conferir: http://fanfiction.com.br/historia/288370/Aisuru/ageconsent_ok
Não deixem de comentar e recomendar, pois preciso de reviews gigaaantes e vitaminados para sentir-me incentivada e escrever cada vez mais!
Agradecimentos especiais para: Kuchiki Keithy, Fe Neac, Miko, Anna Kuchiki, Sakura Liz, bya_kurosaki e Reira!
Muuuito obrigada pelos comentários.
Boa leitura e até as notas finais!

~POV: Ichigo~

- Senti sua falta, moranguinho. – a mulher sussurrou, causando-me arrepios.

Olhei e lá estava aquela que nos atormentava há tanto tempo.

- Yuki Hana. – falei friamente. – Felizmente sequer percebi sua ausência. O que está fazendo aqui?

Ela riu, deliciando-se com minha ira.

- Renji mandou-me te distrair enquanto se diverte com a Kuchiki.

- Sua... – cerrei os dentes, tentando controlar minha raiva. – Não tenho tempo para você agora.

- Ichigo, se você sair daqui posso mandar uma mensagem para Renji e em um segundo você perderá sua amada. Ele é bem capaz de matar alguém, afinal anda tomando alguns... Remédios ultimamente.

- Vagabunda! Você está o drogando? – fechei meus punhos com força, tentando evitar que me descontrolasse.

- Eu? – ela perguntou com uma inocência exagerada.

- O que você quer?

- Vamos tomar um sorvete? Quem sabe ir ao cinema? Ou se preferir, podemos tomar um banho. Conheço vários motéis de boa qualidade por essa região. Garanto que não se arrependerá. – ela piscou e então se aproximou.

- O que eu quero de você é distância. Não me aborreça mais. – dei as costas a ela.

- Hm... Parece que farei uma ligação. – Encarei-a com raiva e aproximei-me novamente. – Vamos, sente-se. Estou com sede, quero um milk shake. Vá pedir um pra mim, sim?

Fui em direção à fila, enquanto mentalmente amaldiçoava aquela mulher repugnante. Após pagar a bebida e pegá-la, sentei-me em frente de Yuki.

- Ora, para que toda essa distância? – Ela veio até mim e sentou em meu colo. – Assim fica bem melhor. – ela riu e lambeu meus lábios com a ponta da língua, fazendo-me virar o rosto. Ela riu novamente e tomou um gole de sua bebida.

“Maldição, preciso livra-me dela! Mas Rukia correrá perigo se eu fizer isso!”

~Fim do POV~

Eu e Inoue ligamos para os policiais e relatamos o que Renji havia tentado fazer e o que ele disse. Uma viatura veio até a minha casa o mais rápido possível e Inoue já estava lá. Fomos em direção ao shopping. Meu coração estava disparado e não conseguia livrar-me da preocupação. “Será que Ichigo está bem?”

Ao chegarmos os dois policiais nos acompanharam e decidimos nos dividir em duplas para encontra-los mais rapidamente. Um dos policiais me acompanhou e procuramos pelo andar das lojas, enquanto Inoue e o parceiro foram até o andar da praça de alimentação. Passaram-se alguns minutos e ainda não havíamos encontrado. Eu já estava passando mal, sendo tomada pelo desespero, quando um dos policiais chamou no walkie talkie. Eles haviam encontrado os dois. Estavam indo em direção do cinema. Eles iriam intercepta-los e precisávamos nos apressar. Corremos por todo o corredor, subindo as escadas rolantes o mais rápido possível e ignorando os olhares assustados dos clientes das lojas. Enfim vimos Yuki fugindo, sendo seguida pelo policial, Ichigo e Inoue. Ela vinha em nossa direção, então preparamo-nos para segurá-la. Ela parou para pensar em uma escapatória, dando-nos a chance de prendê-la. Os policiais a algemaram.

- Essa senhorita seria a Yuki Hana, procurada pela polícia e dada como desaparecida até momentos atrás?

- Sim! – respondi de prontidão.

- Senhorita Hana, você está presa em nome da lei. Tudo o que falar poderá ser usado contra você. Por favor, nos acompanhe até a delegacia.

- Não fiz nada de errado! É mentira! Vocês vão se arrepender! Meu pai acabará com vocês!

- Onde está seu cumplice?

- Ah, aquele ruivo idiota? Não foi nem capaz de impedir Rukia de vir até aqui.

- Senhor! Ela me disse mais cedo que o drogou e por esse motivo ele fez coisas insensatas como tentar aproveitar-se de minha namorada! Ele não tem culpa!

- Ah, além de sequestro está drogando pessoas por aí? Nem seu pai será capaz de livrar-te de tantas acusações. – o policial parecia desapontado.

Ela gritava desaforos enquanto era arrastada pelos policiais para dentro da viatura. Todos no local olhavam espantados para nós, deixando-me envergonhada. Corri em direção de Ichigo, escondendo meu rosto em seu peito e sentindo seu cheiro agradável.

- Ah, Ichi! Eu estava tão preocupada! Eu fiquei com medo de perder você novamente, meu amor! – fitei intensamente seus olhos – E-Eu te amo! – após proferir tais palavras escondi meu rosto novamente para que não vissem como estava vermelho. Eu nunca havia me declarado de maneira tão espontânea!

Ele sorriu e abraçou-me com força, afagando meu rosto e cabelos.

- Também te amo, meu anjo! Mas agora me diga: O que Renji fez com você?

- E-Eu... Bom... Ele não fez nada sério. Até tentou, mas consegui me livrar dele.

- Que alívio! O que você fez?

- Eu entrei no jogo dele. Pra isso tive que beijá-lo e dizer mentiras, mas ele desistiu da ideia absurda de me possuir. Pediu para que eu fosse para a casa dele mais tarde. – Ichigo fez uma careta e estava prestes a falar algo, mas eu o interrompi. – Tenho medo de que ele me visite novamente mais tarde. Você e a Inoue podem dormir em casa hoje?

- Claro! – os dois responderam.

- Você pode chamar o Ishida se não se sentir confortável ficando com um casal. – olhei para Inoue e sorri.

- Ok! Ligarei para ele.

- Rukia... Não gostei dessa história de você ter beijado aquele maldito... – Ichigo falou sem esconder a mágoa.

- Ichigo, eu nunca teria feito isso se não fosse realmente necessário! Ele queria fazer coisas piores e eu estava sozinha. Por favor, me perdoe.

- Ok, eu acredito em você. – ele selou meus lábios com os seus e passou o braço à minha volta, segurando-me pela cintura.

Cada um foi para sua própria casa. Combinamos de virem até a minha às 20h. Após eu trocar de roupa e arrumar a casa eles chegaram. Assistimos filmes, conversamos sobre diversos assuntos, atacamos a geladeira e demos muita risada. Foi uma noite engraçada, eu sentia falta de me divertir.

Eu e Inoue dormiríamos no meu quarto e os meninos dormiriam no quarto de visitas, pois havia duas camas de solteiro lá. Estávamos arrumando as camas dos garotos quando Ichigo recebeu uma ligação. Sua feição foi de indiferença para raiva e ele se afastou de nós para continuar a conversa, porém pudemos ouvi-lo gritando em alguns momentos. Após 10 minutos ele voltou.

- Ichi, o que aconteceu? – indaguei, preocupada.

- Meu pai quer que eu volte para o Japão na sexta-feira!

- Mas será apenas uma visita, né, Ichigo-kun? – Inoue perguntou.

- Não... – ele parecia cansado. – Ele quer que eu more lá novamente.

- Por quê? – eu estava segurando as lágrimas que ameaçavam escapar.

- Não sei. Eu não tenho escolha, pois ele mandará seguranças até a casa do meu tio para garantirem que irei. Terei que desaparecer por um tempo.

- Ichi, eu não quero ficar sem você, mas ele é o seu pai! Você não é emancipado, não acho certo desobedecê-lo.

- Mas Rukia, meu amor... Eu não conseguirei ficar longe de você!

- Nós daremos um jeito!

- Ok. – ele sussurrou e sentou-se na cama, apoiando a cabeça nas mãos.

Sentei-me ao seu lado e o abracei. Inoue e Ishida nos deixaram a sós.

- Amor, eu sempre esperarei por você. Quando você tiver 18 anos poderá vir me visitar. E nas férias você pode voltar aqui para Londres. Podemos conversar pela internet quando estivermos distantes! Nós conseguiremos passar por essa dificuldade unidos, eu prometo.

- Mas eu sentirei falta do seu toque, do seu carinho, dos seus beijos. Não suportarei ficar 1 ano longe de você, não quero esperar até termos 18!

- Mas você não tem escolha. Pode tentar conversar com o seu pai lá e quem sabe convencê-lo de deixar você voltar. Ele ainda não sabe que você está namorando, talvez isso mude sua decisão.

Ele não disse mais nada, pois estava perdido em seus pensamentos. Ficamos mais um tempo juntos em silêncio, até que eu falei que era melhor irmos dormir. Porém nenhum dos dois conseguiu adormecer.

Notas finais
O que acharam? Mereço review? Mereço recomendações? Ou quem sabe eu mereço apanhar? (espero que não :s)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.