Srta. Kaulitz
4 Capítulo 4- O Problema de Tamanho do Tom
Notas iniciais
Bíblia das notas iniciais sobre o porque o cap demorou tanto para sair.
Joy: Olá senhoritas!
Eu e a Lay estávamos com problemas para postar, porque vocês devem saber que eu viajei, mas acontece que aqui no interior a rede da Tim resolveu pifar, e a prima da Lay, dona do notebook que ela usava foi viajar, e nós ficamos a ver navios. Mas quero que saibam que em nenhum momento nós paramos de escrever!
Lay continua sem note, mas eu consegui alguma área aqui em frente a minha casa de verão... Volto para Belém no sabado, então tudo se normalizará até lá!
Boa leitura.
P.O.V Natasha
Saímos da suíte presidencial e fomos direto ao restaurante. Estava realmente faminta.
Não duvido que eu vá engordar, pelo menos, de 8 a 10 kg com essa gravidez. Chegando lá, não tinha muita gente. Peguei um prato e fui me servir no Buffet, com o brutamonte em meus calcanhares.
—Cuidado com o que come, baixinha. Te lembrando que não adianta comer muita verdura, pois você não cresce mais. — disse Tom, ao meu lado. Às vezes esse cara me tira do sério.
—Olhe aqui Kaulitz, eu estou muito satisfeita com o meu tamanho. Acho que você tem vontade de ser da mesma altura que a minha, pois não para de me irritar com isso. — digo, me encaminho para uma mesa de canto e me sento.
Tom ainda está se servindo e rindo de mim.
Fala sério! Qual é o problema dele com baixinhas? Com certeza ele deve ser revoltado com sua altura e queria ser assim como a mim. Baixinha.
Começo a me deliciar com um macarrão ao molho branco e volto a olhar meu MARIDO. E lá está sendo ele cortejado por uma biscate siliconada. E o interessante é que o rapper falsificado da moral. Meu macarrão está bem melhor do que ver aquilo.
Duas garotas se sentam à mesa a minha frente. Estavam alegres e empolgadas. Vendo elas, me lembrei de mim Carol. Minha melhor amiga... Ex melhor amiga.
Nunca pensei que ela seria capaz de fazer aquilo. Trair-me com meu próprio namorado. As duas pessoas que eu mais confiava me traíram pelas minhas costas.
—Você está bem, baixinha? — pergunta o rapper falsificado se sentando a minha frente. Olhei em seus olhos e pude ver que nele eu poderia confiar. Tom também me fitava, e aquilo, de certa forma, me incomodou.
Apenas assenti com a cabeça, respondendo sua pergunta e logo voltei a comer, assim como ele.
P.O.V. TOM
Hoje depois do almoço irei levar a baixinha, quero dizer, Natasha a um iate que alugaram para nós. A chuva já tinha passado e assim poderíamos dar uma volta pelas ilhas.
—Vamos anã? — perguntei assim que acabamos de almoçar.
—Aonde? — pergunta ela, se levantando.
—Dar um passeio de iate pela ilha. —digo e me levanto também.
—Vou trocar de roupa então. — diz minha querida esposa e eu a acompanho até o quarto.
Coloquei uma regata branca, bermuda, chinelos, e peguei meu óculos de sol e meu celular.
Natasha demorou cerca de 30 minutos para se arrumar.
—Anda logo anã! — gritei do quarto e ela logo apareceu. Cara de menina e corpo de mulher, que me fez engolir em seco, durante alguns segundos.
Tão linda! Ela usava um biquíni preto, que se amarrava em suas costas e no pescoço. A malha negra cobria totalmente seus seios medianos — diferente dos biquínis das mulheres que eu andava — que cobriam, praticamente, só o bico. Em baixo, ela usava um short jeans branco e nós pés, uma sandália de couro marrom; um óculos escuro enfeitava sua cabeça. Sua barriga de grávida salientava pouco, só podia ser percebida se olhasse de certos ângulos.
—Vamos! — disse e descemos até o térreo do hotel e saímos dali, caminhando até a praia, onde havia somente algumas pessoas. E algumas mulheres bem bonitas. Hoje eu tenho que pegar alguma.
Chegamos ao iate e eu ajudei Natasha a entrar. Sinceramente, aquilo era muito lindo. O iate começou a se movimentar, distanciando-se da praia. Natasha foi para o andar de cima onde se encontrava a piscina.
Tirei minha camisa e ascendi um cigarro sentando e admirando a vista. Resolvi ligar para minha amiga Lay e perguntar como estava por lá.
—Olá Tom. Sentiu saudades de mim? — disse Lay, com um tom de voz alegre.
—Como não sentir, não é mesmo? E o pessoal aí? Como estão? — digo e escuto vozes do outro lado.
—Está todo mundo muito bem. E suas fãs agora já sabem de tudo. Parece que um paparazzo flagrou você e a Natasha aí no hotel. Sinceramente, os garotos não estão tendo sossego. A mídia está caindo em cima. —diz Lay e eu bufo de raiva.
—Mas uma hora todos iriam saber mesmo... Estou com saudades de você. — falo e ela ri.
—Tom, você está casado agora e precisa se comportar. Além do mais, a Natasha é uma ótima pessoa, e linda. Porque não investe nela? — Lay diz.
Não acredito que ela está me empurrando para cima da Natasha!
—Lay, minha Lay, você tem razão, a Natasha é linda, mas irritante e baixinha. Não tenho interesse por ela. —digo e dou uma última tragada no cigarro.
—Eu não fico muito atrás Tom! Mas você é quem sabe. Agora eu preciso desligar. Estão precisando de mim para fotografar Gustav e Georg fazendo palhaçadas. Tchauzinho Tom. — disse ela apressada.
—Ok Beijos e Tchau. — falo e desligo.
Lay além de ser minha amiga, é fotografa do Tokio Hotel. Uma bela fotografa em todos os sentidos. Agora eu acho que vou lá irritar a baixinha.
P.O.V Natasha
—Você é linda, sabia? — o garçom do iate comentou, enquanto me servia de um copo de suco de melancia.
—Obrigada. — corei.
Ele era jovem, devia ter em torno dos vinte anos, aparência comum de pele morena e olhos e cabelos castanhos escuros. Porém, simpático.
—Posso fazer uma pergunta?
—Pode. — assenti.
—Como uma mulher linda como você, na flor da idade, se casou com cara mais safado e garanhão da Alemanha?
—Ah, você ainda não percebeu? — perguntei surpresa.
—Percebi o que?
—Use camisinha. — falei colocando uma de minhas mãos na minha barriga e sorrindo de lado.
—Ele te engravidou?
—Nã... É.
Não sei quanto tempo fiquei conversando com aquele rapaz. Ele era tão engraçado, me ouvia tão bem, me fez sentir uma sensação de paz. Mas mansidão acabou quando o furacão Kaulitz chegou.
—Vaza rapaz.
—Tom, não fala assim com ele! — me levantei. — Ele é meu amigo.
O Kaulitz gargalhou.
—Natasha, vem cá. — o rapaz me chamou em um canto.
Descobri que seu nome é Júlio, e tem 19 anos. Ele me entregou seu número de celular e seu e-mail para mantermos contato.
—Anã, anã, não é que você conseguiu um número de celular— o Kaulitz sorriu de lado. —Mas Um é um número tão pequenino, igual a você.
Dei uma gargalhada ignorando a brincadeira indireta dele, fazendo olhar-me confuso.
—Já sei qual é a sua! Você é realmente revoltado com o seu tamanho e por isso encarna em mim. Touché.
—Deixa de ser louca, sua... louca?!
—Cá com meus dedinhos, eu acho que a única coisa que você tem de grande é o tamanho. Você me encarna porque sou pequena, porque você sabe o que seu é pequeno e queria que ele fosse gigante. — Explodi em gargalhadas.
—Claro que não...
—Suas antigas namoradas deviam pedir para você ir mais fundo, mas você não deve conseguir nem o que um dedo mindinho consegue.
De repente, Tom ficou sério.
—Eu nunca tive uma namorada. Não de verdade.
—O que?
Notas finais
Rewiens não matam e recomendação muito menos. Tire ao menos alguns segundos para escrever "amei :)" e nos mandar.
Só quem escreve sabe o quanto é gratificante ler cada rewien, por mais pequeno que ele seja!
Beijos da sua alegria.
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