Sou o senhor “autoridade” sou o “senhor nada”.

Eu sou aquele do seu pesadelo, porém até posso ser o seu escravo

E eu não sei onde estive
E eu não sei no que estou me metendo
E eu não sei o que eu fiz comigo

E quando eu olho para o sol eu percebo que tudo está perdido

É como um buraco sem lógica surgisse no Céu

Eu estou preso na chuva, então, por favor, se afaste

Pois o buraco é fundo e eu não quero lhe derrubar

Então vou perder meu tempo, e vou queimar minha mente

Eu não estou te ouvindo
Estou perambulando até o fim da existência
Sem propósito e sem controle
Porque no final somos todos uma mentira

Não quero ser falso, mas às vezes a sinceridade não é uma virtude

Tenho que ser um bom jogador, pois o adversário é forte!

O ato final da minha vida vai ser feito por minhas mãos

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!