Srª. Montesinos
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Notas iniciais
– Ivana, se ele for dormir em outro quarto eu também irei. – Exclamou José Miguel, decidido.
Como Ivana sabia que era só uma forma para tentar contê-la, prosseguiu seu destino e finalmente colocou o berço no quarto.
– Pronto, agora Rico dorme sozinho.
José Miguel entrou no quarto puxando-a pelo braço.
– Ivana, você não pode fazer isso, ele é pequeno demais.
– Sim, eu posso, e ME SOLTE! – Disse Ivana, desvencilhando-se dele.
– Tudo bem, você é a mãe, e eu sei que um filho é muito mais da mãe do que do pai. – Disse ele, deixando Ivana só no quarto, quando ela o puxou pelo braço.
– Nós precisamos de um tempo a sós. – Ela lhe deu um beijo quente, o deixando completamente rendido. – Eu te amo, meu amor, muito mais do que a mim mesma.
José Miguel puxou-a para si, e segurando-a pelas coxas, colocou-a na cintura e a pressionou contra a parede. Leonor apareceu na porta pigarreando para interrompê-los
– Resolveram o problema do berço? Rico está sozinho no quarto.
Sem jeito, eles se recompuseram e sem responder foram ver como o menino estava.
– Rico, nós estamos aqui, meu amor. – Disse ele, carregando-o
Ivana ficou fitando-os por alguns instantes, mesmo Rico não tendo ainda nenhuma feição, para ela, ele era lindo, e por incrível que ela mesma achasse, o pequeno com ‘cara de joelho’ parecia com seu pai.
– O que foi, meu amor? – Perguntou ele, com o garoto no colo.
– Nada, só estava admirando meus tesouros. – Respondeu ela, com lágrimas nos olhos. Ivana neste exato momento se lembrou de Alonso, a quem ela se referia assim. E por mais estranho que pudesse parecer, ela sentia uma falta imensa de suas caricias, de seus beijos. Não, José Miguel era muito melhor que ele, ela havia sido muito abençoada com uma família, e Alonso era o esposo de sua prima, que estava grávida do mesmo. – Eu te amo muito, José Miguel.
– Eu sei, e eu te amo muito mais. – Disse José Miguel. – Amor, Rico está com fome.
Ivana o pegou, e o alimentou. Logo o pequeno dormiu, ela o levou para seu berço, agora em outro quarto, e retornou para os braços de seu amado. O almoço finalmente estava pronto, e foram para a mesa. Leonor e Isabel não estavam em casa, ambas haviam ido a San Pedro para comprar algumas coisas para Rico, que era muito bajulado pelas avós. O garoto era o elo que as unia.
– Ivana, você acha que Rico gostaria de ter um cachorro?
– José Miguel, minha vida, ele tem pouco mais de um mês. Quando ele fizer uns oito meses, quem sabe?
Eles continuaram a comer em silêncio. Quando acabaram de comer, e foram para o quarto descansar. Chegando lá, Ivana começou a se observar no espelho.
– Eu estou horrível! – Exclamou ela, que se observava com reprovação. – Estou gorda, e não agrado mais homem algum.
– Você sempre vai me agradar, e eu amo cada centímetro de seu corpo. – Respondeu ele, sentando-se na cama.
Ivana tirou sua blusa e com os seios à mostra, contestava-se em frente ao espelho.
– Eles estão horríveis! José Miguel, você acha que meus seios caíram muito? – Ivana virou-se para que ele os observasse.
Aos poucos ele foi ficando em pé, e cheio de malícia pegou nos seios da amada, e os apertou com força.
– Não, meu amor, eles ainda estão lindos e apetitosos.
José Miguel começou a chupá-los com força, enquanto Ivana pressionava sua cabeça para que ele aumentasse sua velocidade. Com suas mãos, ele acariciava a intimidade de sua esposa, que o respondia com prazerosos gemidos em seu ouvido. Ela se ocupava em abrir o zíper do companheiro para ‘retribuir’ suas caricias, e quando finalmente conseguiu chegar a seu membro, acariciava-o com delicadeza, deixando rígido como uma rocha. Ele colocou-a na cama, e rapidamente tirou toda sua roupa, agora completamente nu, ele roçava seu membro no abdômen da amada que continuava o acariciando seu membro. Com toda a paciência, ele tirou a calça e calcinha de Ivana, ele roçava seu membro sobre a intimidade da mesma. Ivana se virou em cima dele, e assim prendeu as pernas em sua cintura, ela se curvou até colocar um de seus seios na boca do marido, e se encaixou no mesmo, finalmente houve a penetração. Em um movimento compartilhado, eles se moviam para um único sentido. Ivana, segurando nas mãos do amado gemia alto, satisfazendo seu parceiro que adorava ver sua expressão de prazer. Chegando finalmente no ápice do prazer, os dois caíram um para cada lado, assim dormindo a tarde toda.
Pouco tempo depois, Isabel e Leonor voltaram, e à procura de seus filhos, foram até o quarto do bebê, que chorava de fome. Já preocupadas, elas procuraram por toda a fazenda, e foram até o quarto do casal que estava com a porta destrancada, chegando lá deram de cara com os dois corpos inertes e nus. Totalmente constrangidas, elas foram alimentar o menino, e deixaram com que eles descansassem por mais algum tempo. Já era noite, e Ivana despertou ao lado de seu amado, ela ficou velando seu sono.
– Eu te amo muito, mas sinto falta de Alonso, José Miguel. – Disse ela acariciando sua cabeça.
– O que foi que você disse, Ivana? – José Miguel despertou repentinamente, questionando-a. – Repita, Ivana.
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