Spotlight Girl
2 Capítulo um - Starting
Notas iniciais
Se o capítulo estiver meio tosco, perdoem, mas o próximo vai ser BEM mais interessante. Prometo!
Alex POV
Ok, eu acabei de convidar a Cristina Ricalde para sair. Esse é o meu sonho desde que eu a conheci no primeiro ano.
Eu era muito nerd até o primeiro ano, quando eu comecei a melhorar. Eu mostrava em todos os lugares possíveis meu talento com esportes e música, e no começo do segundo ano, eu havia me tornado o cara mais popular da escola toda. E eu só não convidei a Cristina para sair antes devido à minha necessidade de aprimorar técnicas de sedução, beijos, etcs. Mas não posso reclamar desse ano perdido, porque agora, com um simples sorriso, tenho qualquer garota comendo em minhas mãos.
-Alex, onde nós vamos jantar? Eu estou curiosa. – A Cristina me disse.
-Eu estava pensando se não seria uma excelente ideia irmos naquele restaurante novo que abriu na praia. Ouvi ótimas recomendações. E você gosta de frutos do mar.
-Que ótimo, Alex! Eu realmente estava pensando em ir lá. – Ela disse e começou a se aproximar de mim.
-Cristina! Onde você est... Ah, oi Alex. – Obrigada, Rebeca!
Ou, ou, ou, eu disse obrigado por não beijar a Cristina?
-Oi rebeca. Ahñ, Cris... Eu já vou indo. Te pego às oito.
-Alex! Alex, espera! Volta aqui! – Ela gritou, mas eu já tinha saído pela porta.
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Bom, agora eu já estou vestido com um perfeito e engomado smoking, e carregando um buquet de cinqüenta rosas colombianas.
-Mãe, uma opinião feminina: Como eu estou? – eu perguntei.
-Você está lindo, meu amor! – Ela disse dando diversos beijos nas minhas bochechas. Coisa de mãe, sabem como é.
-Mãe!
-Ok, ok, nada de abraços nem beijos. Não esqueça o buquet da Cristina.
-Mãe, eu não vou esquecer. Você se lembra vagamente que eu quero sair com ela DESDE O PRIMEIRO ANO!?!
-Que bom que conseguiu. – Ela disse com uma voz estupidamente sarcástica. Eu suspirei, porque acabo de me lembrar que ela detesta os Ricalde. Detesta muito.
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Depois de passar um pouco de perfume, eu me olhei no espelho. Eu estava bem bonito, no final das contas. Sim, eu sei que isso foi muito gay.
Entrei no meu carro e coloquei as rosas no banco ao lado do meu, e depois comecei a dirigir até a casa da Cristina. Estou pensando... Será que é ela que eu quero mesmo? Afinal, eu passei a vida inteira preferindo morenas e olhos verdes. Todos sabem que a Cristina é loira (N/A: Descolorida) e tem olhos azuis.
Eu sempre achei que caminharia em nuvens quando ela aceitasse sair comigo, ou conversar sobre qualquer coisa que não a escola, mas o que eu senti foi um sincero “tanto faz”. É melhor ligar o rádio antes que eu comece a achar a minha Cris feia.
“(Charlotte — C): E aqui estamos nós com o programa de rádio mais famoso do país. Sou Charlotte Valdéz, e hoje teremos o prazer de entrevistar Isabella Pasqualli. Se você não sabe quem ela é, está muuuuuito por fora. Isa, se incomoda se eu chamá-la de Isa? Isabella é muito grande.
(Isabella – I:) Claro que não, Charlotte. E aliás, é um prazer estar aqui.” Nossa, ela fala a nossa língua tão bem!
C: Bom, começando pelo mais simples: Como foi se mudar de país?
I: Nem foi tão difícil. Eu já me mudei várias vezes, mas nunca fiquei em um lugar mais do que seis meses.
C: Em que países você já morou?
I: No Brasil, nos Estados Unidos, na França, Alemanha, Áustria, Rússia... Eu sinceramente já perdi a conta.
C: Dos países que você se lembra, do que você mais gostou?
I: No Brasil, além do carnaval bárbaro, também a praia de Copacabana, nos EUA a variedade de coisas que você encontra... Se eu quisesse comer sushi, às quatro da manhã de um domingo, eu conseguiria. Já na frança eu adorei os monumentos. Na Alemanha eu gostei mais dos caras, apesar da maioria deles serem loiros demais para o meu gosto... Na Rússia eu adorei usar os meus casacos de pele de chinchila. Eu sei que isso é supercruel, mas é tão macio!
C: Se eu bem me lembro, você disse que não gosta de loiros. Que tipo de cara faz o seu tipo?
I: Alto, pele morena, cabelo e olhos pretos, musculoso... Eu quero tããão pouco, não é? (risos)
C: Falando em alto, baixo, etcs, quanto você tem de altura, peso... E por aí vai?
I: Eu tenho um e sessenta de altura, peso quarenta e seis quilos, calço 35, tenho o cabelo pretíssimo, olhos verdes, manequim quarenta, sutiã 44... E agora é melhor eu parar de falar, antes que eu diga coisas mais particulares”. Qual, é, a garota é morena, tem olhos verdes e corpão? Isso é alguma espécie de conspiração para eu odiar a Cristina?
C: Bom, antes de fazer a pergunta de verdade, eu queria dizer que os seus olhos me dão muita inveja. Agora vamos à pergunta: Quais são seus hobbies, e o que você absolutamente odeia fazer?
I: Que isso, meus olhos nem são tão verdes assim. Agora, respondendo à pergunta, eu adoro todo e qualquer tipo de arte, como todos na minha família.
C: Desculpe por te interromper. Mas eu só quero destacar para os ouvintes: O seu pai é um estilista renomadíssimo, e suas primas Isabelle e Gabrielle são atrizes conhecidas, não é?
I: É, eu sou a única que é famosa sem fazer porcaria nenhuma. Voltando aos meus hobbies, eu prefiro cantar ou tocar qualquer instrumento, desenhar atuar.... Resumindo, atividades relacionadas às artes... Eu também gosto muito de esportes, colecionar brincos de todo quanto é tipo. E o que eu não gosto... Qualquer coisa relacionada à Matemática.
C: Alguma fobia? Insetos, ratos, morcegos, cobras...
I: Todos os ditos.”
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Eu acabei de chegar na casa da Cristina, e só posso dizer: Nossa! Que mansão mais gigantesca! Só podia der melhor de ela fosse na praia.
-Quem é? – A empregada da Cristina disse depois de atender o interfone.
-É Alex Ruiz. Eu vim buscar a Cristina.
Ela abriu o portão para mim.
-Então – Uma voz supergrossa disse – Você é o Alex de quem a minha Cristininha tanto fala?
-Ah, oi Sr. Ricalde. Como vai?
-Muito bem, obrigado por perguntar. Eu acho que a Cristina ainda vai demorar um pouco. Vamos entrar?
-Claro.
Assim que eu entrei, imediatamente ouvi um grito super alto. Deve ser a mãe da Cristina ou a Rebeca, já que a Cristina grita bem mais alto.
-Alex, finalmente! – A mãe Cris disse – A minha Cristinha falou tanto de você!
-Bem ou mal? – Eu perguntei.
Ela começou a rir como uma louca. Sabe aquelas mães que riem de ABSOLUTAMENTE TUDO?
-Mamãezinha querida, eu te amo, mas não ri como louca assim, porque se não espanta o Alex. – Minha Cristina disse.
Assim que bati os olhos nela me lembrei porque eu a quis tanto. Aquelas curvas tão bem desenhadas, esculpidas tão perfeitamente... E o vestido rosa que ela usava diferente da maioria da roupas dela, não era nada vulgar. Mesmo assim realçava perfeitamente o corpo.
-Cristina – eu disse e lhe dei o buquet de rosas – para você. – Ok, isso foi muito tosco.
-Que lindo! – Ela disse enquanto cheirava as rosas – Betânia! Betânia! Vem aqui A-GO-RA!
A coitada da Betânia veio correndo com uma cara de pânico.
-Coloque esse buquet perfeito num vaso com bastante água. Eu quero que ele dure bastante. Vamos, Alex?
-Esperem! Não vão antes de eu tirar algumas fotos! – a mãe da Cristina exclamou.
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Eu acho que eu e a Cristina tiramos umas vinte e cinco fotos juntos, em lugares diferentes da casa. Teve uma em que nós até demos um selinho.
De certa forma, acho que é melhor eu levar a Cristina para jantar logo, antes que o pai dela resolva começar a conversa “Você está saindo com a minha filha”.
-Reserva para Alexandro Ruiz. – Eu disse à hostess que estava me secando.
-Vou levá-los à sua mesa.
Eu havia escolhido a melhor mesa possível, a que ficava no andar, e no canto que dava para ver a baía, o mar e o farol ao mesmo tempo. Algo ótimo para olhar se a cara da Cristina começar a escorrer por causa da maquiagem. Ok, alguém pode me dizer que eu NÃO estou louco?
-Nossa Alex, que vista linda!
-Eu sei, eu escolhi a melhor mesa para a melhor garota.
-Você tem muito bom gosto, Alex. E a propósito, seu terno é muito lindo.
-E seu vestido te deixa mais bonita do que o seu normal, não se esqueça. – Bajulação é tiro e queda para deixar a Cristina feliz.
-Obrigada pelo elogio Alex.
Ela deu um sorriso que tinha visivelmente segundas, terceiras e quartas intenções.
-Posso lhes oferecer o cardápio? – O garçom perguntou.
-Claro.
Eu e A Cristina acabamos escolhendo ostras e champanhe francês para a entrada.
-Alex, você sabia que ostras são consideradas afrodisíacas? – SIM! Quem não sabe?
-Não Cristina, eu não sabia. Fale mais. – Pelo menos eu não vou precisar responder.
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-Alex, eu nunca me diverti tanto em um encontro como hoje. – Sério? Pois eu podia ter ficado em casa. Ok, que porra é essa?
Eu só posso estar ficando louco. Só pode ser, afinal a Cristina é a garota mais gostosa que eu já vi, com a proporção peitos-bunda-cintura perfeita. E sem falar que eu quero sair com ela desde A MERDA DO PRIMEIRO ANO!!!
No stress Alex, no stress.
-Eu também nunca me diverti tanto quanto hoje Cristina, e claro que a sua companhia foi a melhor parte.
Ela sorriu, colocou os braços ao redor dos meus ombros e foi se aproximando. Então nada ela me puxou. E esse beijo só pode ser descrito com uma palavra: ECA!
Espera, eu acabei de ouvir um som de flash?
-Bom Cristinha, acho que é melhor você entrar e eu ir para casa, já é tarde. – eu disse.
-Então.. Nos vemos amanhã?
-Com toda a certeza. – Eu disse, beijei a testa dela e fui caminhando para o carro.
Cristina POV
Ok, ok, eu não achava que sair com o Alex pudesse de alguma forma ser divertido, porque ele era tão inteligente (NERD) e não se encaixava no Padrão Cristina Ricalde de Qualidade.
Aí vão os motivos de porque eu amei esse encontro:
1° Hello, você já viu o Alex sem camisa? Simplesmente GOS-TO-SO!
2º Eu já falei o quanto ele é gostoso?
3º Ele é sensível ao ponto de me deixar falar o que eu quiser...
4º Ele toca guitarra! E algum dia vai ser muito famoso!
5º Ele continua sendo gostoso. E muito.
-Cris, Cris, fala como foi o encontro! Fala logo, irmãzinha!
-Ah, foi tudo tão perfeito, Rebeca! O Alex escolheu a melhor mesa, e pegou o melhor champanhe francês que tinha no restaurante.
— E rolou um beijo?
— Não rolou beijo nenhum...
— Não mesmo? — A Rebeca disse.
— Não, mas rolou o maior amasso. E o Alex beija super bem!
— Cris, eu vou dormir no seu quarto, pra você me contar tu-do!
Alex POV
Eu estava dirigindo rápido, porque eu iria dormir na casa do Micky. No final das contas, eu cheguei a uma conclusão: Eu preciso gostar de uma garota mais interessante.
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— Mãe, minha mala está pronta? Eu disse quando cheguei em casa.
— Alex, você nem me disse como foi o encontro! — Ela quase gritou.
— Péssimo! A Cristina é a clássica bonita e burra. Muito burra.
— Ambas as Ricalde puxaram à mãe. Impossivelmente burras. Eu era amiga da Cecília Ricalde. No final do segundo ano, ela dormiu com um professor para passar de ano. E numa festa, na mesma noite, deu para o meu namorado. Vadia!
— Que vocabulário é esse?
— É a realidade. Não diga para ninguém que eu falei assim.
Ela deu a mala para mim logo depois disso.
— Boa noite.
— Obrigado. — Eu disse e dei um abraço.
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— Alex, como foi o seu encontro com a Cristina? — Ok, vamos repetir
— Péssimo.
— Mas ela é a maior gata!
Eu suspirei e disse:
— Gata e burra. Burra como uma porta.
Ele começou a rir.
— Tá rindo do quê? — Eu disse.
— Se deu mal! — O Micky falou rindo.
Eu dei um sorriso sarcástico e comecei:
— Que tal fazermos uma aposta?
— Sobre? — Ele respondeu.
— Esse ano eu vou namorar uma garota tão bonita quanto a Cristina e inteligente. O de sempre?
— Claro. — O de sempre era ir vestido de rosa dos pés à cabeça para a escola.
— Fechado.
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Nós havíamos acabado de chegar à escola quando as Repetidas (é assim que chamamos as gêmeas Norma e Justa) vieram correndo até nós.
— FOFOCA, fofoca, fofoca! — Elas disseram juntas.
— Nós descobrimos que vem uma aluna nova para cá – a Repedida Justa disse.
— O que isso tem demais? Eu perguntei.
— É que ela é Isabella Pasqualli. Ela é super famosa. — A nossa amiga Linda chegou e explicou.
— Oi, Alex. Eu ouvi uma voz melosa e muito conhecida dizer.
— Lá vem a tarântula. O Micky, as repetidas e a Gordinha (apelido de Linda) disseram.
— Ei, alguém além de mim está ouvindo “Piece of me”? — a Cristina disse.
Então aquela limousine preta e reluzente entrou no estacionamento.
Um cara velho e com o cabelo grisalho saiu do lugar do motorista. Ele abriu a porta e saiu um cara que devia ter um e setenta e cinco. Mas eu não estava preparado para a garota que eu vi depois. Meu coração pulou do peito.
Ela não era muito alta, devia ter um e sessenta de altura, tinha o cabelo muito preto, longo e liso; tinha uma boca grande, com lábios rosados e carnudos. Ela estava com uma blusa com decote V, mangas curtas e barriga de fora, uma jeans preta e uma sapatilha preta.
Isa POV
Eu estava dando uma olhada geral nas pessoas que estavam no estacionamento e eu vi ele.
Meu Deus, eu vou ficar com falta de ar. Ele é tão alto (tipo 1,85) e musculoso e sexy, com aquele cabelo no fim do pescoço.
Eu fiz meu melhor sorriso colgate quando ele olhou nos meus olhos e comecei a andar.
— Eu não te conheço? Eu disse para uma garota alta e loira.
— Festa de 15 anos da filha de mademoiselle Louise, ela disse enojada.
— Cristina Ricalde?
— Não, Amy Winehouse.
— Você continua sendo bem chata, não é? Bom, eu queria saber se alguém se importaria de me levar à Diretoria para pegar o meu horário.
— Eu posso ir. — O Deus grego (N/A: Alex) disse.
— Alex, eu estava conversando com você! — A Cristina disse.
-Depois nós continuamos a conversa Cristina. Vamos. – Ele falou.
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-Então... Eu não sei o seu nome. – Eu disse.
-Eu me chamo Alex Ruiz. Na verdade, é Alexandro, só que nem minhas avós me chamam assim.
-E eu sou Isabella, mas você já devia saber, né? De todo jeito, pode me chamar de Isa – Ou de qualquer nome que você queria, claro.
Quando nós dois chegamos à diretoria, a secretária da diretora começou a remexer alguns papéis.
-Você é a Isabella Pasquali, não? Eu sou Paulina. Aqui está o seu horário. – Ela me disse enquanto estendia um papel amarelo.
Eu fiz menção de pegá-lo, só que o Alex estendeu o braço dele e pegou por mim.
-Legal, o seu horário é idêntico ao meu. (N/A: Que coincidência...) Eu vou poder te mostrar a escola toda e apresentar ao pessoal. Ah, e eu também lembrei que no primeiro dia nós não temos aula de verdade, é só uma tosquice de assembléia e alguns testes para os times da escola.
Eu suspirei e sorri olhando nos olhos dele, e a cada segundo sentia minhas bochechas ficarem mais quentes. Acho que nós ficamos no mínimo uns trinta segundos nessa de olho-no-olho e sorriso-no-sorriso, até que aquela cria de satã da Cristina entrou na diretoria.
-Alex! – Ela gritou – Alex, porque você ainda está com ela?!? Já pegaram o horário, então por que precisam ficar juntos?
Será que o Alex é namorado da Cristina? Se for eu juro que ainda sirvo a cabeça dela numa bandeja de prata! Ai meu deus, a que nível eu estou caindo. Estou com ciúmes de um cara que eu nem conheço e só sei que é muito gostoso. Ridículo.
-Cris – O Alex disse – Eu prometo que falo com você depois.
-Mas Alex...
-Shhhh. – Ele disse enquanto tocava o indicador nos lábios cheios de gloss dela.
Ok, a bandeja em que eu vou servir a cabeça da Cristina não vai ser mais de prata, e sim de platina pura incrustada com diamantes.
-Isa, é melhor nós irmos agora, eu ainda preciso te mostrar a escola.
Triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim
-Todos os alunos deveram dirigir-se ao auditório para a assembléia de início de ano. – A caixa de som berrou.
-Não acha melhor irmos?- Eu disse.
-Vamos lá. – O Alex respondeu e começou a me puxar para o auditório.
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-Bom Isa, essa é nossa amiga Linda Luna, carinhosamente chamada de Gordinha. Esse é o Micky, meu melhor amigo...
-Eu sou Reinaldo Galã, mas pode me chamar de Rey. – Um ruivo disse.
-Também pode chamar de reina-sapo. – O Alex disse e geral riu, menos eu e o tal Rey. – O que foi, não achou graça?
-Sim, mas isso continua sendo muito grosseiro. – Eu respondi.
-Bom, esse é o Carlinhos, as gêmeas Norma e Justa, também conhecidas como Repetidas.
-Não se preocupem, eu não vou confundir as duas. Eu tenho primas gêmeas, e sou a única que não as confunde.
-Até que enfim, Justa. Alguém que não nos confunde!
-Isa, você é demais, sério. – As duas me abraçaram, uma de cada lado.
Eu dei meu maior sorriso colgate.
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-Isa – O Alex começou – você não quer... Sei lá, sair ou alguma coisa assim? Nós dois podíamos ver um filme... Jantar...
-Eu não sei... Talvez.
Notas finais
Reviews deixam autores felizes!
*assovia com cara de cachorrinho pidão*
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