Sozokujin
19 Sasuke, pai... to entendendo mais nada.
Notas iniciais
–Você tá levando na brincadeira, né ? – o moço lá que eu esqueci o nome parecia realmente bolado.
–Como eu levo qualquer outra coisa.
–Bom, eu tenho uma notícia para você: Isso é sério. É o MEU FILHO.
–Tem certeza ? Porque não parece. Tipo, você não age como se fosse.
Nós ficamos calados por um tempo. Naquela hora, eu fiquei pensando em como o Sasuke se sentia tendo um pai como ele, e cheguei à conclusão de que ele não sentia nada, pois aquele homem não era o seu pai. Eu sabia que o Sasuke estava precisando de mim naquela hora, não importando o que tivesse acontecido entre ele e o "pai dele".
–Eu vou procurá-lo. — falei e fui até a porta que levava até a rua.
Sai e fui procurar o Sasuke.
Depois de, mais ou menos, 4hs procurando, eu finalmente encontrei ele encostado a uma árvore que ficava a uns 10Km da casa. Naquele dia, eu percebi que sou um ótimo amigo.
–AAAAAH !!! Finalmente te achei. — falei, retomando o fôlego.
–Quem dera você não tivesse achado. — respondeu
–Você veio bem longe, hein. — falei.
–Exatamente para que ninguém me achasse, mas, pelo visto, você é mais louco do que eu pensava.
–Sempre fui, hehe ! — falei, tentando animá-lo.
Vendo que ele continuava desanimado me sentei do lado dele e falei:
–É... Parece que nossa viagem babou, né ?
–QUE ? ‘Cê tá maluco ??? Você acha que eu vou desistir por causa daquele maluco que acha que é meu pai ???
–‘Cê tá falando sério ?? Você ainda quer viajar ?
–É claro que sim.
–Depois eu que sou o maluco. — sussurrei.
–O que ‘cê disse ? — perguntou ele.
–Naaaaaadaaaaaaa ! -respondi, na maior cara de pau, sabendo que ele tinha ouvido.
Ele levantou e disse:
–Você não vem ?
–Para onde ? — perguntei de volta.
–Para casa. — respondeu.
–Fazer ? — perguntei, sem entender o que tinha dado nele.
–Tirar esse troço da minha cara para a gente poder ir logo viajar.
–Com que dinheiro mesmo ? — minha terceira pergunta em menos de 2 mins. Eu ‘tava mal nesse dia.
–Aé, me esqueci de falar que o Jiraya é milionário. — falou, rindo.
–Então é esse ! — gritei.
–Esse o que ? — perguntou.
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